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Guia de Como Escolher a Profissão

Guia de Como Escolher a Profissão

Guia de Como Escolher a ProfissãoEssa pergunta é uma das mais difíceis de serem respondidas. Longe de apresentar uma fórmula com a solução do problema, o  tem como objetivo ser a melhor ajuda ao aluno vestibulando na Internet e portanto, pretende dar um apoio importante na hora da sua decisão.

Desse modo, o que sinceramente esperamos é poder contribuir para uma escolha compartilhada, discutida e baseada em informações e que isso lhes garanta, através da profissão abraçada, realização como profissional e cidadão.

A INDECISÃO

Chegando a hora do vestibular, você terá de escolher a sua futura profissão. Segundo os especialistas, de cada três vestibulandos, dois não sabem o que querem fazer. A indecisão na hora da escolha é difícil. É complicado escolher e muitas vezes difícil acertar na primeira. O momento é de conflito e dúvidas.

É uma decisão difícil porque ela vai definir o seu futuro profissional. Dentre os dilemas vivenciados por uma grande parcela dos jovens no Brasil encontra-se em primeiro lugar o momento da escolha da profissão. Questionados sobre o curso escolhido para o vestibular, a carreira que querem seguir, os planos para o futuro, de pronto, muitos jovens não têm as respostas. E a dúvida, geralmente é a mesma: a escolha tem que ser feita pela vocação ou pensando na carreira que tem mais espaço no mercado de trabalho? Às vezes beira a completa indecisão.

Quase dois milhões de estudantes tentarão uma carreira universitária neste ano. As possibilidades são muitas. Em todo o Brasil são mais de 1,6 mil instituições de ensino superior particulares e públicas. A grande variedade de cursos acaba por gerar no aluno mais indecisão porque o leque de possibilidades aumenta consideravelmente. Só na Universidade de São Paulo, por exemplo, há 150 opções de curso.

Mas existem alguns caminhos que ajudam a minimizar as dúvidas. Essa fase, recomendam os especialistas, deve ser enfrentada com tranqüilidade pelos jovens e sua família.
 

A ESCOLHA
Em primeiro lugar, dúvidas em relação à escolha de profissão não é um privilégio só seu. Escolher uma profissão não é somente decidir o que fazer, mas, principalmente, decidir quem ser. Assim como você, milhares de jovens apresentam as mesmas dúvidas e enfrentam a mesma dificuldade, estão passando pelo mesmo momento. Isso pode não ser um grande conforto, mas para se tomar uma decisão tão importante como essa é necessário pensar muito a respeito sobre essa escolha.




No Brasil, cerca de 20% dos universitários desistem nos primeiros anos do curso e isso se deve, em grande parte, pelo fato de não se identificarem com opção que fizeram ou pela falta de informações sobre os cursos, profissões, etc. Assim, pense bastante antes de escolher algo, para diminuir a possibilidade de uma escolha não acertada. Portanto, relaxe para tomar uma decisão que seja pensada com calma.



O número de vestibulandos de retorno é assustador. As salas dos cursinhos estão cheias de alunos que já experimentaram o gostinho de passar no vestibular, mas desistiram do curso. Tudo porque não gostaram da carreira escolhida. O que mais se escuta é: "; Não consigo me enxergar em nenhuma profissão".; “Eu passei e não fiz porque não tenho certeza.”; “Não era o que eu queria!”; “Acreditava que era diferente e quando estava no final do primeiro ano, ví que não era bem isso que seria bom para mim.”



De acordo com a nossa constituição pessoal, com o nosso modo natural de ser, acha-se o nosso modo de fazer, nosso estilo de vida e, conseqüentemente, nossa espontaneidade para determinados tipos de atividades e nossa aversão instintiva por outros. Além disso, do que adianta optar por algo sem refletir e depois descobrir que faltaram informações para tomar uma decisão mais acertada?Saiba que será uma escolha sua e que envolve um ato de coragem além de ser uma oportunidade de poder batalhar por aquilo almeja.



Procure refletir sobre seu projeto de vida, o que o leva a escolher determinado curso. Pense no que você quer para seu futuro e o que fazer para alcançá-lo. A escolha de um curso envolve uma série de fatores como o reconhecimento da sociedade, status, possível retorno financeiro, etc. Mas, também tem outro lado, ter que colecionar empregos, dificuldades do curso, do vestibular e etc. Saiba que se identificar com a profissão e querer ser é uma coisa, no entanto escolher um curso sem saber sobre a prática do profissional é outra coisa.



PRESSÃO


Acontece, também, uma pressão a que somos submetidos desde nossa infância pelo processo chamado educativo, seja este familiar ou institucional. Esta pressão é capaz de camuflar nossas inclinações ou aversões, causando uma confusão entre o que é nossa vocação e o que podem ser interesses temporários.


São vários os determinantes em uma escolha: mercado de trabalho, status profissional, possibilidade de cursar uma faculdade fora de casa, influência dos pais, entre muitos outros, ainda mais em se tratando de uma escolha tão difícil quanto à escolha da profissão. As questões do sonho e da remuneração financeiras são pontos de extrema importância que devem ser considerados em um momento de escolha. Considere o que é mais importante para você.

Essa pressão para escolher uma profissão, somada a questão do vestibular, em que a maioria dos jovens precisa estudar horas e horas por dia e fazer cursos preparatórios para conseguirem uma vaga na universidade, gerando stress, ansiedade e insegurança ao jovem, principalmente quando existe uma pressão feita pelos pais. Os pais têm grandes expectativas em relação ao futuro profissional dos filhos, por isso muitas vezes acabam influenciando direta ou indiretamente na escolha dos mesmos.

Difícil para os pais que, preocupados com o futuro dos seus filhos, querem ajudar, mas, às vezes, não sabem muito bem como, ou nem sempre acertam; e para os filhos, que se vêem diante da necessidade de tomarem uma grande decisão em suas vidas (normalmente a primeira!), ainda jovens e sem conhecerem todas as opções.


O que mais divide os jovens costuma ser a pressão dos pais, as chances de conseguir emprego após o curso, a remuneração e até a imagem criada pela mídia sobre certas profissões. Diante desse quadro, observam-se escolhas que são feitas sem nenhuma reflexão e informação, o que resulta em muitos profissionais insatisfeitos e no abandonos de muitos cursos.  Para alguns especialistas o que vale mesmo é a afinidade com a carreira escolhida, devendo prevalecer a vocação.



Aliviar tamanha pressão é uma tarefa dos orientadores vocacionais, dos especialistas em educação, entre outros. A conversa em casa, segundo os psicólogos, é importante na definição do futuro profissional. Os pais devem buscar o equilíbrio: orientar sem direcionar a escolha.



Ao mesmo tempo a pressão para uma decisão rápida é enorme. Para o pai da psicanálise, Sigmund Freud, há duas questões cruciais na vida adulta: as relações afetivas e de trabalho. Os jovens sentem-se curiosos e angustiados, pois receiam não estarem escolhendo o curso certo, temem que não seja aquela a profissão de suas vidas.



Lembre-se, quem está escolhendo a profissão é você, quem vai cursar uma faculdade, fazer as provas e depois exercer a profissão será você e não os seus pais, seus professores ou amigos. Os pais, como sempre,  querem ajudar os filhos, incentivando-os a escolher uma carreira que os fará felizes e realizados profissionalmente. No entanto, é você quem melhor sabe sobre seus interesses e habilidades. Por isso é você que tem as condições essenciais para escolher entre esta ou aquela profissão, procurando o máximo de informações possíveis sobre o que mais lhe agrada.



Para ser feliz na carreira e na vida, profissionais de sucesso dizem que é preciso ir além da pressão do vestibular. Escolher o que se gosta e valorizar o ato de estudar.

INFLUÊNCIAS


Somos constantemente influenciados por diversos fatores sócios culturais, tais como: amigos, mídia, modelos de professores, etc. Nesta idade os jovens estão tentando descobrir ainda a própria identidade e acabam sujeitos às mais variadas influências no momento de tomar a decisão.

Que fique claro que afinidade ou estar interessado por um tipo de profissão, obedece a uma conjuntura têmpora - espacial que estamos atravessando e que pode não ter nada a ver com a autêntica vocação profissional. Bastará que essas circunstâncias mudem para que também deixemos de sentir tal interesse. A “atitude de conveniência” é sempre motivada por um incentivo ou estimulo artificial, obedece, quase sempre, ao simples cálculo de vantagens materiais. Por isso, nesse momento é interessante que você busque maiores informações e observe mais suas características, para verificar aquilo que você realmente quer. O que você tem que responder é sobre seus verdadeiros gostos e interesses. 

Às vezes um professor de uma determinada disciplina é muito bom e nos deixa empolgados quanto a uma disciplina ou profissão, mas isso não quer dizer que pelo fato de estar gostando da aula dele e da disciplina, você deva escolher uma profissão relacionada ao que é ministrado na sala de aula. O contrário também acontece, às vezes não gostamos de uma disciplina devido ao professor que a ensina e nem por isso temos que odiar a matéria e os cursos que são centrados nela. Procure sempre tentar entender o que está acontecendo com você em relação a isso.

Alguns jovens se deixam influenciar pela concorrência nos cursos. Isso causa um desconforto na hora da escolha pelo simples fato de poder representar um fracasso inicial. Por exemplo, o curso de Medicina é muito concorrido. Mas não pense que é difícil só para você, se você perguntar para os alunos de Medicina de universidades pública, a maioria fez pelo menos dois anos de cursinho. Assim, seria interessante se você conversasse com um médico ou coordenador dessa área para que você tenha uma idéia das disciplinas de um curso de Medicina. No entanto, uma coisa é certa, em um curso de Medicina praticamente tudo está relacionado à Biologia. Se você percebe que não gosta de estudar essa disciplina, fica difícil você gostar de um curso em que o estudo de Biologia é central. Por isso, seria interessante você pensar sobre isso na carreira pela qual deseja disputar uma vaga, seja qual for o curso.


Você pode se perguntar, o que mais te agrada em estudar será também o que te deixará gratificado e honrado no exercício de uma profissão, no momento de lidar com o escolhido no dia-a-dia? Tais perguntas são bem interessantes, mas um pouco difíceis para serem respondidas. Difíceis, por se tratar de algo pessoal. O que é bom para alguns pode não representar o mesmo para outras pessoas.



A remuneração é um fator de extrema consideração, porém não é o único determinante. Escolher uma profissão apenas por dinheiro pode ser perigoso, na medida em que você deverá ser um profissional que trabalhará possivelmente oito horas por dia e durante um bom tempo de sua vida. Por isso, fazer algo que não lhe é agradável pode implicar em pelo menos duas coisas: ser infeliz naquilo que está fazendo e não ter satisfação naquilo que está fazendo. Além disso, como fazer bem aquilo que não se gosta, como ser um bom profissional se não houver prazer em exercer a profissão que foi escolhida? 

Os pais devem participar do processo de influência na escolha profissional, mas deve se evitar que ocorra a chamada tradição: “Tal pai, tal filho”. Devem sim participar oferecendo condições aos seus filhos para conhecerem, decidirem e principalmente, respeitarem e apoiarem a escolha, mesmo que não seja aquela que foi sonhada por eles. Assim fazendo será uma influência positiva.


Lembre-se que para saber mais sobre as profissões que você tenha interesse, há várias fontes de informações: sites de internet, guias e manuais de universidades, entrevistas com alunos e profissionais de cursos, etc. Procure conversar com profissionais das áreas e coordenadores desses cursos. Esses profissionais têm melhores condições de falar sobre mercado de trabalho, perspectivas profissionais, e responder a outras curiosidades que você possa ter em relação aos cursos e carreiras, pois uma escolha mais consciente se dá à medida que você adquire maior conhecimento sobre as profissões e consegue descrever suas características (habilidades, interesses).

VOCAÇÃO


O termo ”vocação” deriva da palavra latina “vocatio” que significa convite, que quer dizer, chamada ou convocação. Para quê? Seria para produzir com o nosso esforço uma obra?

Cada um de nós tem não só o direito, mas o dever de tornar nossas vidas proveitosas, úteis e benéficas, escrevendo nosso destino e fixando nosso alvo de atuação. Este alvo não pode ser distante de nossas possibilidades. A raiz da palavra vocação é “vox”, isto é, voz. Essa voz nos chama, porem de maneira tão suave, com uma intensidade tão leve que podemos deixar de ouvi-la, imersos em encantos exteriores. Os encantos exteriores podem ser o interesse e a conveniência.

A vocação forma um processo de escolha, não se dá de hora para outra, ela vai se formando conforme vamos nos relacionando com nosso meio, ou seja, com nossa realidade. 

Você pode ter várias carreiras e cursos em mente, e pode ser que se identifique mais com uma do que com outras, mas não necessariamente gostaria de exercer aquela profissão. Isso pode realmente acontecer. Lembre-se, acima de tudo, que você não está escolhendo apenas um curso ou uma faculdade, você está escolhendo um trabalho. Trabalho o qual você estará exercendo a maior parte da vida em atividades prerrogativas a profissão de escolha. 

Como sugestão, procure informações sobre as profissões, não fique tão preocupado com as matérias. Não é porque uma pessoa gosta de matemática que isso signifique que ela necessariamente tenha que fazer Engenharia ou cursos na área de exatas. Se você sente uma vocação para determinada área ou está mais voltado para alguns cursos, pesquise intensamente sobre eles. 

A pesquisa é importante na medida em que o mercado hoje em dia abre um enorme leque de opções de cursos deixando, muitas vezes, os alunos mais indecisos com tantas possibilidades existentes. Por isso, a sugestão de sempre é procurar informações nos sites especializados no assunto, ou os das faculdades pretendidas, manuais de profissões, entrevistar profissionais das áreas e coordenadores de cursos das faculdades em que você pretende prestar vestibular. Se as dúvidas estiverem te preocupando bastante, outra sugestão é procurar serviços de orientação vocacional ou consultórios que oferecem esse serviço com muita qualidade.


Porém, em relação a área de escolha,  não tenha a preocupação de enquadrar uma carreira na área de exatas, biológicas ou humanas. Faça sua escolha pelas carreiras e não pelas áreas. Há carreiras que são interdisciplinares, que envolvem conceitos ditos das ciências humanas juntamente com conceitos de biológicas e assim por diante. A melhor dica mesmo é escolher e fazer aquilo de que mais se gosta. A profissão será a companheira por toda a vida.

TIPOS DE AJUDA


O interessante é você procurar obter o máximo possível de informações confiáveis sobre o curso e possíveis profissões de interesse sobre as áreas, e a elas relacionadas. Refletir sobre suas habilidades pensando em um projeto de vida a médio e longo prazo. A troca de idéias com os colegas, as conversas em família, a observação das próprias habilidades e do mercado podem ser de grande ajuda numa escolha individual e sempre difícil.



Para uma escolha segura existem várias fontes confiáveis de informações como: guias, revistas e manuais de profissões, guias de faculdades e cursos, coordenadores de cursos, alunos de graduação. Você pode fazer entrevistas com professores e profissionais das áreas. Estes últimos possuem uma idéia melhor sobre o que é realmente a profissão, o que o profissional faz, como é o seu dia-a-dia, quais as possibilidades de atuação, etc.



Através de sites da Internet, como o Vestibul@r1 e outros específicos sobre carreiras, profissões, mercado de trabalho. Por e-mail, salas de bate-papo, etc. O CIEE traz informações interessantes sobre orientação profissional. Para diminuir as dúvidas em relação à profissão, a Universidade de São Paulo, por exemplo, realiza visitas monitoradas à várias faculdades. Enfim, há outras fontes muito preciosas de informações. Mas, acima de tudo tente se conhecer, para que você possa tomar uma decisão mais consciente. 

A intenção do Vestibul@r1 (www.vestibular1.com.br) sempre foi a de procurar dar a melhor informação possível sobre as carreiras e sobre a escolha da profissão. Para tanto, estão disponíveis aos usuários as seções: Carreiras e Profissões, Artigos, Novidades, Links de carreiras e  Tour Virtual. Pode-se visitar os sites em que pretende atuar. Há também vários links relacionados com empresas, centros de pesquisas, entre outros sites correlatos. Sites específicos de orientação vocacional além da ajuda profissional. Consideramos que quase todo conteúdo do portal seja dicas sobre o que pode ser sua futura carreira ou profissão, com idéias e toques exclusivos para poder se organizar.


Contamos inclusive, com profissionais psicólogos voluntários, como o Psicólogo Ronivaldo de Souza Silva que tem a função de auxiliar os usuários que estão com alguma dúvida de orientação profissional na busca de seus objetivos e de aprendizagem de novas maneiras para superar suas dificuldades. Como alguns indecisos colocam seus problemas, que geralmente parecem ser referentes à falta de motivação, concentração e indecisão para tomada de rumo; motivando inclusive a elaboração deste singelo guia prático que consideramos também mais uma pequena contribuição na formação da opinião do indeciso.



Mesmo assim, para alguns, talvez isso signifique que as informações sobre o curso ou profissão não foram suficientes, ou seja, talvez a realidade que você viu não fosse a que você esperava. Por isso, ao buscar ajuda tente descrever mais seus gostos, habilidades, afinidades, procurando juntar seus interesses. Pense inclusive em como você vê a atividade. Às vezes um hobby possa se tornar uma futura profissão. Mesmo havendo uma grande diferença inicial entre as duas coisas, de repente, é possível conciliar essas aptidões em atividades de lazer e numa carreira promissora, a exemplo do nosso famoso tenista, o Guga.
Sabe-se que para alguns é um pouco mais difícil escolher, e que estas ajudas não são suficientes, fazendo-se necessária à consulta do especialista.  Por isso existem certos programas de orientação profissional bem interessantes, aplicados por psicólogos especializados, principalmente aqueles que se baseiam em dinâmicas e privilegiam o auto-conhecimento, informações profissionais e projeto de vida.

TESTES


O que fazer quando o teste aponta algo que não tem nada haver comigo? Sua dúvida sobre os testes deve ser a mesma que a de vários jovens. Em primeiro lugar, faz-se necessário uma explicação sobre os testes. Estes servem apenas para nortear o trabalho do psicólogo, dar indícios sobre algo e nunca podem ser considerados como uma resposta final, imutável e absoluta. Estes devem ser encarados como um instrumento a mais e nunca a palavra final. Portanto, os testes falham. Nessas situações tanto o aluno como os profissionais não devem se basear apenas nos testes.


Para exemplificar melhor, por ano são abertos vários cursos diferentes no Brasil; há como já dissemos, uma grande variedade de cursos novos, seja em nível superior ou técnico, e muitos testes nem sequer mencionam tais cursos já que muitos deles nem existiam quando os testes foram criados. As profissões de Webdesigner e Musicoterapeuta, por exemplo, não existiam há dez anos atrás, época em que muitos dos vários testes que são utilizados até hoje já eram usados.



Logo, os testes vocacionais são apenas instrumentos para ajudar no processo de decisão. A exemplo do que temos disponibilizado no site do Vestibul@r1, servem para dar uma idéia, para nortear, sobre as profissões que você poderia exercer de acordo com seus interesses, facilidades e habilidades. Porém, a pista não é definitiva e infalível, apenas dá um referencial, sobre aquilo que você é ou que você fará, possibilitando inclusive que você tenha uma maior consciência para realizar suas escolhas e organizar seus projetos de vida.



Podem não aparecer profissões que talvez sejam interessantes para você, que poderia desempenhar muito bem, assim como outras possam aparecer, mas nem por isso despertar seu interesse ou não estarem relacionadas com suas habilidades. O teste serve principalmente para ajudar você a revelar um pouco mais do que você sabe descrever de suas características. Assim, não se baseie exclusivamente nos testes. O teste não é um atestado final do que você fará ou não.

MERCADO DE TRABALHO


São vários os determinantes que devem ser analisados em qualquer escolha e muito mais ainda na escolha da profissão. Analisar o mercado de trabalho é um determinante como também gostar daquilo que se pretende fazer. Quem deve tomar essa decisão deve ser aquele está passando pelo momento de escolha, não há uma resposta pronta. Há pessoas que se importam muito com a questão financeira e outras que nem tanto.



No entanto, algumas considerações devem ser feitas. Como exercer bem uma profissão e ser um bom profissional, sendo que aquilo que se faz não satisfaz o profissional? Já abordamos o assunto nas influências recebidas para o processo de escolha. Vale a pena fazer algo desagradável, mesmo tendo uma boa remuneração? Segundo, a maioria dos bons profissionais, aqueles que se destacam, que se dedicam e gostam muito do que fazem, conseguem seu espaço no mercado de trabalho.



Cabe a você analisar o seu objetivo, o seu projeto de vida. Não há um perfil ideal de cada profissão voltado ao mercado, isso depende do que o contratante à vaga quer em sua empresa. Muitas vezes empresas requisitam um perfil para ocupar uma vaga, mas outras requerem um perfil diferente para o mesmo cargo. Isso depende daquilo que se quer de cada profissional, muito embora haja alguns comportamentos éticos que são esperados em cada profissão. Para isso, você pode buscar informações no Vestibul@r1 (www.vestibular1.com.br) e em outros sites dos conselhos de cada categoria.

Outro ponto a ser apontado é quanto à dinâmica do mercado de trabalho: às vezes uma profissão que está em alta no momento pode não estar em alta daqui a 10 anos. O mercado é muito dinâmico, por isso escolher uma profissão pensando somente no mercado pode ser arriscado.


O mercado de trabalho pode estar muito difícil no momento. As oportunidades podem não ser muitas e há muitos profissionais na disputa pelas vagas. No entanto, isso pode não ser um "privilégio" apenas da profissão pesquisada. Diversas profissões e áreas apresentam a mesma dificuldade, até porque devemos ressaltar que o país passa periodicamente por recessão econômica e isso afeta a grande maioria das áreas.



A busca de informações, mais uma vez, é imprescindível. Converse com profissionais e tenha informações sólidas sobre o mercado nas carreiras desejadas. Há profissionais de uma profissão que tem uma boa remuneração, assim como aqueles que tem dificuldades, e isso acontece em toas as áreas.



Mas cabe ressaltar que há alguns pontos que podem ajudar todo profissional em início de carreira e diminuir a probabilidade de desemprego: bom currículo; domínio de línguas; ter cursado uma boa faculdade; ter se engajado em pesquisas; ter contato com profissionais mais experientes; etc. Abordaremos melhor estes aspectos mais à frente.



É importante não se iludir, pois somado ao fato do mercado de trabalho encontrar-se saturado para muitas profissões, muitos jovens acabam optando por profissões socialmente valorizadas, iludidos de que isto lhes garantirá sucesso profissional. As profissões mais valorizadas socialmente, de uma maneira geral, são aquelas mais divulgadas pela mídia, mas nem sempre divulgadas de forma correta, sendo muitas vezes mostrada de forma estereotipada e distorcida.



Faltou falar sobre a disposição para mudar não de emprego, mas de carreira. Hoje em dia é muito comum um advogado ir para o mercado financeiro, um psicólogo ser gerente de produto ou um engenheiro montar uma escola. Tudo depende da oportunidade e do preparo.



Cada vez mais, as universidades fazem a ponte entre a necessidade dos jovens e as áreas de trabalho em crescimento. Mas os jovens não precisam, necessariamente, optar pela graduação para ter uma profissão. Também existem os cursos técnicos e os cursos seqüenciais, de formação superior. São alterações que pretendem mudar o cenário de salas de aula lotadas no começo do curso e vazias no final. São os cursos que têm duração de dois anos e devem ser encarados como o pontapé inicial para as profissões exigidas no futuro.



DEPOIS DA ESCOLHA


Depois da difícil escolha, vêm outras preocupações. Na verdade, a formatura é apenas o primeiro passo da carreira profissional. O mercado de trabalho exige flexibilidade e pode determinar mudanças de rumo. Ter um diploma não significa exercer exatamente a profissão escolhida.



Garantir o diploma e um bom emprego depois são os sonhos de todos os jovens que decidem enfrentar o vestibular. Mas a dificuldade de conseguir trabalho depois da formatura acaba pesando na escolha da profissão. Os jovens são 44%, quase a metade das pessoas que não exercem atividade remunerada no Brasil. Temos 1,5 milhão de pessoas que entram por ano no mercado de trabalho no Brasil e a economia não vem dando respostas em termos de geração de postos de trabalho. E a escolaridade de todos está subindo.



Depois de identificar o curso a ser feito e a carreira do seu futuro, para se dar bem na carreira escolhida de maneira correta é preciso que, além de uma boa formação superior, o aluno precisa investir em alguns diferenciais, que vão manter o seu “índice de empregabilidade” ou de empreendedorismo sempre em alta. Ele deve criar um diferencial próprio entre os demais que abrirá muitas oportunidades já no estágio ou na profissão, tais como:



1)    Ter um bom currículo, domínio de línguas, ter cursado uma boa faculdade e contatos com bons profissionais da área é fundamental.

2)    Investir sempre na educação continuada, pois os diplomas, assim como uma série de outros produtos, tem prazo de validade e estão sempre vencendo se não houver atualização. As mudanças no mercado de trabalho não param e o bom profissional deve tirar proveito disso. Uma boa oportunidade pode provocar uma virada ou até melhorar, e muito, a vida profissional.

3)    Estar sempre atento às mudanças do mercado e da sociedade, sabendo dar o passo no momento certo, nunca antes ou depois. O mercado fora da universidade se agita e produz coisas novas, assim, não se limitar à formação acadêmica, na hora de encarar o mercado de trabalho.

4)    Saber trabalhar em equipe, com uma direção centrada no grupo, pois sozinho você acaba se isolando e não vai conseguir ir longe.

5)    Procurar entender as pessoas, suas necessidades e desejos. Saiba interpretar os diferentes modos de pensamentos e personalidades dos que estão mais próximos a você.

6)    Procurar antecipar-se às necessidades da empresa onde trabalha ou estagia, bem como dos clientes, sendo sempre pró-ativo. Hoje não existem mais profissões de futuro. O que existem são mercados promissores, para profissionais cada vez mais competentes e preparados.

7)    Procurar sempre ser ou ter a solução, e nunca apresentar ou ser o problema da empresa.

QUESTIONÁRIO


Elaboramos o questionário abaixo para que você procure relacionar aquilo que você faz bem ou acredita fazer bem. Identificando aquilo que possa lhe ajudar ou atrapalhar na escolha. Vá atrás da profissão que você realmente tem interesse. Respondendo, de preferência, os prós e os contra numa folha de papel para futura reflexão. Vale a pena refletir nas dicas e comentários já expostos anteriormente, que se necessário, releias. Pois, na hora em que você precisar decidir sobre a profissão a seguir muitas dúvidas vem a mente.



Ao responder às perguntas, verifique se essas respostas dão alguma pista em relação às dúvidas que você têm para escolher uma carreira. Depois, reflita se o que você pensa encaixa no perfil da profissão que você pretende optar. Após se exercitar pensando nas respostas a essas perguntas, escreva cada uma delas e reflita novamente. Elas podem dar alguma luz sobre você e sobre o que deseja.





  1. Você acredita que este guia prático possa de alguma forma lhe ajudar na escolha?



  1. Você já acredita que já pesquisou o suficiente para a escolha?



  1. O que eu gostaria de fazer, mais do que qualquer outra coisa no mundo?



  1. O que mais me entusiasma é....?"



  1. O que você gosta de exercitar fazendo?



  1. O que lhe dá prazer, aquilo que lhe dá energia fazer?



  1. E o que as outras pessoas admiram como habilidade sua?



  1. Você nunca será um bom profissional se não fizer o que gosta?



  1. A sua escolha tem que ser feita pela vocação ou pensando na carreira que tem mais espaço no mercado de trabalho?
  2. O que mais te agrada em estudar será também o que te deixará gratificado, no momento de lidar com o escolhido no dia-a-dia?



  1. Entre as pessoas que você conhece, qual a que tem a profissão que você gostaria de ter?



  1. Você conhece algum profissional que tem a profissão pensada e teve a oportunidade de ler e conversar com ele sobre ela?



  1. Como será minha rotina na profissão que acredito gostar?



  1. Quais são as suas habilidades mais favoritas? (responda no mínimo três)



  1. Quais são as suas habilidades mais desenvolvidas?



  1. Essas habilidades são técnicas ou é no trato com pessoas?



  1. O que você já fiz no passado e adoraria executar?



  1. Quais são seus assuntos preferidos? (responda no mínimo três)



  1. Em que tipo de lugares onde gostaria de trabalhar? (responda pelo menos três)



  1. Que tipos de coisas que a função que penso exercer deve exigir ou com as quais devo lidar?



  1. Como seriam os colegas de trabalho que você gostaria de ter?



  1. O que você gostaria de vender se tivesse que se tornar vendedor?



  1. Quais são os tipos de pessoas que você gostaria de ajudar?



  1. Qual o nível salarial que você gostaria de alcançar?



  1. Para você vale a pena fazer algo desagradável, mesmo tendo uma boa remuneração? Ou o prazer de fazer algo que gosta seria mais gratificante?



  1. Como é a sua sensibilidade? Você é observador visual?



  1. Alguém está lhe pressionando sobre a escolha?



  1. A indecisão é sua ou você está compartilhando com mais alguém?



  1. Você tem um hobby e acredita que ele possa ser uma profissão para o seu futuro?



  1. O que isso pode sinalizar para você no futuro?



  1. Você já está fazendo ou cursando uma faculdade? Está gostando? É o que acredita ser a sua profissão almejada? Faltaram informações para tomar uma decisão mais acertada?



  1. O que poderia fazer quando um teste vocacional aponta algo que não tem nada haver com você?



Posteriormente, pegue uma folha branca e preencha as idéias que você tem sobre aspectos que podem te ajudar a pensar melhor e a refletir num momento de decisão. Faça como uma redação, onde você vai falar sobre você e sua possível profissão. Como se o tema da redação fosse: “Escolhendo a profissão certa”.  Depois, leia em voz alta, e faça uma nova reflexão. E se conhecendo melhor, você terá muito mais condição de optar pela profissão certa. Não decida sobre a profissão a seguir sem antes fazer um levantamento dos aspectos básicos desta profissão.

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Reforma Trabalhista

Reforma Trabalhista

Reforma Trabalhista
O Senado Federal aprovou no 11 de julho de 2017 o texto da reforma trabalhista.  A reforma muda a lei trabalhista brasileira e traz novas definições sobre férias, jornada de trabalho e outras questões.

Férias
Antes
As férias de 30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de abono.
Agora
As férias poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos.


Jornada de Trabalho
Antes
A jornada é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.
Agora
Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

Tempo na empresa
Antes 
A CLT considera serviço efetivo o período em que o empregado está à disposição do empregador, aguardando ou executando ordens.
Agora
Não são consideradas dentro da jornada de trabalho as atividades no âmbito da empresa como descanso, estudo, alimentação, interação entre colegas, higiene pessoal e troca de uniforme.

Descanso
Antes
O trabalhador que exerce a jornada padrão de 8 horas diárias tem direito a no mínimo uma hora e a no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.
Agora
O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Além disso, se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo o tempo de intervalo devido.

Remuneração
Antes
A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.
Agora
O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção. Além disso, trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração, que não precisam fazer parte do salário.

Plano de cargos e salários
Antes
O plano de cargos e salários precisa ser homologado no Ministério do Trabalho e constar do contrato de trabalho.
Agora
O plano de carreira poderá ser negociado entre patrões e trabalhadores sem necessidade de homologação nem registro em contrato, podendo ser mudado constantemente.

Transporte
Antes
O tempo de deslocamento no transporte oferecido pela empresa para ir e vir do trabalho, cuja localidade é de difícil acesso ou não servida de transporte público, é contabilizado como jornada de trabalho.
Agora
O tempo despendido até o local de trabalho e o retorno, por qualquer meio de transporte, não será computado na jornada de trabalho.

Trabalho intermitente (por período)
Antes
A legislação anterior não contemplava essa modalidade de trabalho.
Agora
O trabalhador poderá ser pago por período trabalhado, recebendo pelas horas ou diária. Ele terá direito a férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. No contrato deverá estar estabelecido o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor do salário mínimo por hora ou à remuneração dos demais empregados que exerçam a mesma função.

O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência. No período de inatividade, pode prestar serviços a outros contratantes.

Trabalho remoto (Home Office)
Antes
A legislação anterior não contempla essa modalidade de trabalho.
Agora
Tudo o que o trabalhador usar em casa será formalizado com o patrão via contrato, como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.

Trabalho parcial
Antes
A CLT prevê jornada máxima de 25 horas por semana, sendo proibidas as horas extras. O trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode vender dias de férias.
Agora
A duração pode ser de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras semanais, ou de 26 horas semanais ou menos, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%. Um terço do período de férias pode ser pago em dinheiro.

Negociação
Antes
Convenções e acordos coletivos podem estabelecer condições de trabalho diferentes das previstas na legislação apenas se conferirem ao trabalhador um patamar superior ao que estiver previsto na lei.
Agora
Convenções e acordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os sindicatos e as empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os trabalhadores.
Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item negociado.
Acordos individualizados de livre negociação para empregados com instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS (R$ 5.531,31) prevalecerão sobre o coletivo.

Prazo de validade das normas coletivas
Antes
As cláusulas dos acordos e convenções coletivas de trabalho integram os contratos individuais de trabalho e só podem ser modificados ou suprimidos por novas negociações coletivas. Passado o período de vigência, permanecem valendo até que sejam feitos novos acordos ou convenções coletivas.
Agora
O que for negociado não precisará ser incorporado ao contrato de trabalho. Os sindicatos e as empresas poderão dispor livremente sobre os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como sobre a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas.

Representação
Antes
A Constituição assegura a eleição de um representante dos trabalhadores nas empresas com mais de 200 empregados, mas não há regulamentação sobre isso. Esse delegado sindical tem todos os direitos de um trabalhador comum e estabilidade de dois anos.
Agora
Os trabalhadores poderão escolher 3 funcionários que os representarão em empresas com no mínimo 200 funcionários na negociação com os patrões. Os representantes não precisam ser sindicalizados. Os sindicatos continuarão atuando apenas nos acordos e nas convenções coletivas.

Demissão
Antes
Quando o trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, ele não tem direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso prévio, a empresa pode avisar o trabalhador sobre a demissão com 30 dias de antecedência ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise trabalhar.
Agora
O contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com pagamento de metade do aviso prévio e metade da multa de 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

Danos morais
Antes
Os juízes estipulavam o valor em ações envolvendo danos morais.
Depois
A Nova Lei impõe limitações ao valor a ser pleiteado pelo trabalhador, estabelecendo um teto para alguns pedidos de indenização. Ofensas graves cometidas por empregadores devem ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do ofendido.

Contribuição Sindical
Antes
A contribuição é obrigatória. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.
Agora
A contribuição sindical é opcional.

Terceirização
Antes
O presidente Michel Temer sancionou o projeto de lei que permite a terceirização para atividades-fim.
Agora
Há uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

Gravidez
Antes
Mulheres grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres. Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez.
Agora
É permitido o trabalho de mulheres grávidas em ambientes considerados insalubres, desde que a empresa apresente atestado médico que garanta que não há risco ao bebê nem à mãe. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez.

Banco de horas
Antes
O excesso de horas em um dia de trabalho pode ser compensado em outro dia, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. Há também um limite de 10 horas diárias.
Agora
O banco de horas pode ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação se realize no mesmo mês.

Rescisão contratual
Antes
A homologação da rescisão contratual deve ser feita em sindicatos.
Agora
A homologação da rescisão do contrato de trabalho podia ser feita na empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter assistência do sindicato.

Ações na Justiça
Antes
O trabalhador pode faltar a até três audiências judiciais. Os honorários referentes a perícias são pagos pela União. Além disso, quem entra com ação não tem nenhum custo.
Agora
O trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e, caso perca a ação, arcar com as custas do processo. Para os chamados honorários de sucumbência, devidos aos advogados da parte vencedora, quem perder a causa terá de pagar entre 5% e 15% do valor da sentença.

O trabalhador que tiver acesso à Justiça gratuita também estará sujeito ao pagamento de honorários de perícias se tiver obtido créditos em outros processos capazes de suportar a despesa. Caso contrário, a União arcará com os custos. Da mesma forma, terá de pagar os honorários da parte vencedora em caso de perda da ação.

Além disso, o advogado terá que definir exatamente o que ele está pedindo, ou seja, o valor da causa na ação.

Haverá ainda punições para quem agir com má-fé, com multa de 1% a 10% da causa, além de indenização para a parte contrária. É considerada de má-fé a pessoa que alterar a verdade dos fatos, usar o processo para objetivo ilegal, gerar resistência injustificada ao andamento do processo, entre outros.

Caso o empregado assine a rescisão contratual, fica impedido de questioná-la posteriormente na Justiça trabalhista. Além disso, fica limitado a 8 anos o prazo para andamento das ações. Se até lá a ação não tiver sido julgada ou concluída, o processo será extinto.

Multa
Antes
A empresa estava sujeita a multa de um salário mínimo regional, por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.
Agora
A multa para empregador que mantém empregado não registrado é de R$ 3 mil por empregado, que cai para R$ 800 para microempresas ou empresa de pequeno porte.

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