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Copa do Mundo de 1950 no Brasil

Copa do Mundo de 1950 no Brasil

Copa do Mundo de 1950 no BrasilO Brasil sedia a primeira Copa após a II Guerra Mundial, e constrói para o evento o Maracanã, no Rio de Janeiro, Tornando-se o maior Estádio do Mundo. Logo após a definição dos 16 classificados nas Eliminatórias, três países desistem e o torneio é disputado por apenas 13 seleções, de 24 de junho a 16 de julho. A maior atração na época era a Inglaterra, país considerado o inventor do futebol, que pela primeira vez aceita participar de uma Copa do Mundo, no entanto a Inglaterra não passa da primeira fase. O Brasil, na final contra o Uruguai tinha a vantagem do empate, sai na frente, mas os uruguaios viram o jogo. A vitória por 2 a 1 dá o bicampeonato da Copa do Mundo ao Uruguai, uma vez que já tinha sido campeão da primeira Copa do Mundo no Próprio Uruguai em 1930. O fiasco da seleção brasileira, apontado como favorito, fica conhecido como o “Maracanazzo”. Em 1950 só restou ao Brasil o consolo de ter o artilheiro da Copa, Ademir de Menezes, com 8 gols.


Seleção Uruguaia de 1950Seleção Uruguaia de 1950
Seleção Brasileira de 1950Seleção Brasileira de 1950


GRUPO A

Brasil 4 x 0 México
Iugoslávia 3 x 1 Suiça
Brasil 2 x 2 Suiça
México 1 x 4 Iugoslávia
Brasil 2 x 0 Iugoslávia
México 1 x 2 Suiça

GRUPO B

Chile 0 x 2 Inglaterra
EUA 1 x 3 Espanha
EUA 1 x 0 Inglaterra
Chile 0 x 2 Espanha
Inglaterra 0 x 1 Espanha
Chile 5 x 2 EUA

GRUPO C

Suécia 3 x 2 Itália
Paraguai 2 x 2 Suécia
Paraguai 0 x 2 Itália

GRUPO D

Uruguai 8 x 0 Bolívia

TURNO FINAL

Brasil 7 x 1 Suécia
Uruguai 2 x 2 Espanha
Brasil 6 x 1 Espanha
Uruguai 3 x 2 Suécia
Suécia 3 x 1 Espanha

URUGUAI 2 x 1 BRASIL

16 de Julho de 1950 (Maracanã – Rio de Janeiro)
Juiz: George Reader (Inglaterra)
Público: 179.000
Gol do Brasil: Friaça (2 minutos do 2º Tempo)
Gols do Uruguai: Schiaffino (21 minutos do 2º Tempo), Chiggia (34 minutos do 2º Tempo).
URUGUAI: Máspoli, Matias González e Tejera; Gambetta, Varela e Andrade; Chiggia, Pérez, Miguez, Schiaffino e Morán. Técnico: Jun López
BRASIL: Barbosa, Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. Técnico: Flávio Costa.

Artilheiro da Copa de 1950: Ademir de Menezes com 8 gols (Brasil)

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Jogos de Lutas

Jogos de Lutas

Jogos de LutasEmbora já estivesse incluída nos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, apenas em 1912 a luta passa a contar com um órgão controlador, a Federação Internacional de Luta Amadora (Fila), com sede em Paris. As regras estabelecidas pela Fila são utilizadas em todas as competições: Olimpíadas, Jogos Pan-Americanos, campeonatos mundiais e torneios internacionais. No Brasil, o esporte é dirigido pela Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA). A principal competição de lutas, organizada pela Fila, é o Campeonato Mundial, disputado anualmente, exceto nos anos em que há Jogos Olímpicos.

Regras – Combate corpo a corpo, sem armas, entre dois atletas, que usam de força e destreza para aplicar golpes a fim de subjugar o adversário. A luta é usada desde tempos remotos como método de preparação de guerreiros no Egito e na Ásia. Chega depois à Grécia e passa a fazer parte dos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

Nas Olimpíadas, disputam-se dois tipos de luta: a livre e a greco-romana. Praticada com o peito nu, a luta livre permite o uso das pernas, além dos membros superiores, para a aplicação de golpes pelos competidores.

A luta greco-romana é inspirada nas primeiras lutas das Olimpíadas gregas antigas. Permite apenas a aplicação de golpes no adversário da cintura para cima, sem o uso das pernas nem agarrões abaixo da linha da cintura.

Olimpíadas – Tanto na luta livre quanto na greco-romana, existem, a partir de 2002, sete categorias, divididas por peso. Galo (até 55 kg); pena (até 60 kg); leve (até 66 kg); médio (até 74 kg); meio-pesado (até 84 kg); pesado (até 96 kg); e superpesado (até 120 kg). Anteriormente eram oito categorias. Há três juízes, dos quais apenas um, o mediador, fica no tablado. A área de combate é um tapete quadrado de 8 m de lado com no máximo 10 cm de espessura, situado no centro de uma plataforma de 12 por 12 m e de 0,90 a 1,10 m de altura. As lutas duram dois rounds de 3 minutos, com intervalo de 1 minuto entre eles. Vence o atleta que primeiro encostar totalmente as costas do adversário no chão. Caso isso não aconteça, ganha aquele que conseguir 3 pontos técnicos diferentes ou que tiver uma vantagem de 10 pontos em relação ao oponente. O golpe de chão (girar o adversário sobre os ombros dele, sem encostar as costas no chão) vale 2 pontos; o de média amplitude (projetar o adversário a uma altura média do chão) vale 3; o golpe de grande amplitude (pegar o adversário pela frente ou por trás para projetá-lo para trás, por cima dos ombros), 5 pontos. Havendo empate, faz-se uma prorrogação de 3 minutos. Quem conseguir o primeiro ponto técnico vence. Em caso de novo empate, a arbitragem decide quem é o ganhador.

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História do Judô


História do Judô

História do Judô
Luta corporal adaptada do jiu-jítsu, o judô é controlado no mundo pela Federação Internacional de Judô (IJF) e, no Brasil, regida pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

Olimpíadas – Criado no Japão, o judô estréia nas Olimpíadas justamente em Tóquio, em 1964. As mulheres entram na disputa somente a partir de 1992, em Barcelona.

Origem – O judô é criado na segunda metade do século XIX pelo professor japonês de educação física Jigoro Kano, que adapta conceitos do jiu-jítsu para criar uma arte marcial mais leve e voltada para os jovens. O judô espalha-se pelo mundo na virada do século, e chega ao Brasil em 1915, trazido por imigrantes japoneses.

Regras – Os lutadores, ou judocas, são divididos em duas categorias: principiantes (kiu) e mestres (dan). A cor da faixa que amarra o quimono, roupa utilizada pelos judocas, indica o grau de aprendizado em que se encontram dentro de cada categoria. Os iniciantes usam, nesta ordem, as faixas branca, azul, amarela, laranja, verde, roxa e marrom. Para os mestres, as faixas são a preta, a listrada de vermelho e branco e a vermelha. As lutas ocorrem em uma plataforma (tatame) quadrada, de 14 m a 16 m de lado, e duram até cinco minutos. O objetivo é conseguir 1 ponto, ou ippon, por meio de um destes três golpes: derrubar o adversário, obrigando-o a pôr os ombros e as costas no chão; imobilizá-lo por 30 segundos, por estrangulamento, levando-o à desistência ou à perda dos sentidos; e chave-de-braço, em que um atleta torce o braço do outro. Quando o golpe é quase perfeito – o adversário fica imobilizado por mais de 25 segundos ou cai no tatame, mas não com os dois ombros –, o juiz anuncia um waza-ari, ou vantagem. Dois waza-ari correspondem a um ippon. Há dois outros tipos de vantagem. O yuko corresponde à imobilização do adversário por até 24 segundos. Se durar entre 10 e 19 segundos, o juiz anuncia koka; essa vantagem também ocorre quando o atleta é agarrado pelos quadris e vai ao solo. Se nenhum dos lutadores conseguir o ippon, vence quem tiver mais vantagens. É proibido enrolar as pernas nas do adversário e dar golpes no rosto ou que causem lesão ao pescoço ou às vértebras do concorrente. A reincidência pode levar à desclassificação do lutador.

Categorias – O judô é disputado em sete categorias, de acordo com o peso do atleta. Entre os homens, a divisão é feita da seguinte forma: superleve ou ligeiro (até 60 kg), meio-leve (de 60 a 66 kg), leve (de 66 a 73 kg), meio-médio (de 73 a 81 kg), médio (de 81 a 90 kg), meio-pesado (de 90 a 100 kg), pesado (acima de 100 kg) e absoluto (sem limite de peso). Nas competições femininas, as categorias são: superleve ou ligeiro (até 48 kg), meio-leve (de 48 a 52 kg), leve (de 52 a 57 kg), meio-médio (de 57 a 63 kg), médio (de 63 a 70 kg), meio-pesado (de 70 a 78 kg), pesado (acima de 78 kg) e absoluto (sem limite de peso). A categoria absoluto não é disputada em Olimpíadas desde 1988

Competições – A principal competição do judô, fora das Olimpíadas, é o Mundial, disputado a cada dois anos.

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Iatismo | História do Iatismo

Iatismo | História do Iatismo

Iatismo | História do IatismoEsporte organizado pela Federação Internacional de Iatismo (Isaf), no mundo, e pela Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), no Brasil, o iatismo faz parte dos Jogos Olímpicos desde 1900. Para a disputa das categorias, os barcos são divididos em classes, segundo o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes. As classes que participam das Olimpíadas são: Finn, 470, 49er, Soling, Tornado, Europa, Mistral (prancha a vela), Star e Laser. A Europa é disputada só por mulheres; a 470, por duplas masculinas e femininas; e a Mistral, por homens e mulheres. As provas variam de regatas de pequena distância a travessias oceânicas. As regatas mais famosas são as de Newport (EUA) às Bermudas; de San Francisco (Califórnia) a Honolulu (Havaí); de Buenos Aires ao Rio de Janeiro; de Sydney (Austrália) a Hobart (Tasmânia); e a The Volvo Ocean Race (antes conhecida como Whitbread), disputada em várias etapas ao redor do mundo. Cada classe concorre em sete provas, e o pior resultado é desprezado. O primeiro colocado fica com 0 ponto. Vence quem somar menos pontos.

No Brasil - O Brasil tem tradição em duas classes do esporte: Laser e Star.

História - A primeira competição de iatismo acontece em 1661, na Inglaterra, mas só é reconhecido como esporte a partir do século XVIII. Em 1932 passa a integrar as Olimpíadas. A entidade que controla o iatismo no mundo é a Federação Internacional de Iatismo (ISAF). No Brasil, ela é organizada pela Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM).

O Brasil tem tradição em duas classes do esporte: Laser e Star. O velejador Robert Scheidt conquista em setembro de 2002, na cidade de Cape Cod, em Massachusetts, nos Estados Unidos (EUA), o inédito hexacampeonato mundial da classe Laser. O atleta é o primeiro brasileiro a conquistar seis títulos mundiais em esportes olímpicos. Este é o terceiro título seguido de Scheidt, campeão em 2000, 2001 e, anteriormente, em 1995, 1996 e 1997. O paulista também já conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, e a de prata nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.

Regras – Os barcos são divididos em classes, segundo o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes. As classes que participam das Olimpíadas de Sydney, em 2000 são: Finn, 470, 49er, Soling, Tornado, Europa, Mistral (prancha a vela), Star e Laser. A Europa é disputada só por mulheres; a 470, por duplas masculinas e femininas; e a Mistral, por homens e mulheres. O percurso das regatas olímpicas combina retas e triângulos, a favor do vento e contra ele.

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História do Basquete

História do Basquete

História do Basquete
O basquete é regido mundialmente pela Federação Internacional de Basquete (Fiba); no Brasil, pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB). As principais competições são o Mundial, realizado a cada quatro anos, e os torneios olímpicos. O torneio mais famoso de clubes é o da NBA (liga de jogadores profissionais norte-americanos), por sua alta qualidade técnica. No Brasil, os principais são os campeonatos nacionais.

Origem – Um dos esportes mais populares do mundo, o basquete tem seu nome derivado do inglês "basketball", que significa bola ao cesto. A invenção do esporte, em 1891, é atribuída ao pastor presbiteriano canadense James Naismith, professor de educação física na Associação Cristã de Moços (ACM) de Springfield, Massachusetts, nos EUA. Em 1892, Naismith publica no boletim da ACM as regras do jogo, que são unificadas em 1932, depois da fundação da Federação Internacional de Basquete Amador (Fiba). O basquete chega ao Brasil em 1906, quando o professor Oscar Thompson institui o esporte na Escola Normal de São Paulo.

Regras - O jogo de basquete dura 40 minutos, divididos em quatro períodos de 10 minutos, cronometrados durante toda a partida. A cada interrupção, o cronômetro é parado; o tempo volta a ser contado assim que o jogo recomeça. Ao final do primeiro e do terceiro períodos, há um intervalo de 2 minutos. Entre o segundo e o terceiro período, o intervalo é de 15 minutos. As regras que limitam a duração das jogadas tornam os movimentos dos atletas muito rápidos: cada equipe tem 24 segundos para concluir a jogada, dos quais no máximo 8 segundos para passar do campo de defesa para o de ataque. A quadra de basquete tem 26 m de comprimento por 14 m de largura. As cestas ficam fixadas em estruturas a 3,05 m do chão nas extremidades da quadra. Quando a bola cai na cesta do campo adversário, o time ganha 2 pontos. Se o arremesso for feito antes da linha situada a 6,25 m da cesta, ganha 3 pontos. O jogador deve locomover-se batendo a bola no chão. Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. No basquete há limite de faltas por equipe e por jogador. A partir da quarta falta por equipe, em cada período, o adversário tem direito a dois arremessos livres a cada nova infração. Se acertar, a cesta vale 1 ponto. Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.

Mundial – O principal torneio de seleções é o Mundial, disputado a cada quatro anos desde 1986.

Melhores resultados do Brasil - A seleção brasileira masculina é campeã mundial em 1959 e 1963 e a feminina, em 1994. Nas Olimpíadas, a melhor colocação do basquete brasileiro é a medalha de prata no feminino, em Atlanta, em 1996, quando o time liderado por Paula e Hortência é derrotado na final pelo dos EUA. A seleção masculina ganha medalha de bronze três vezes: em Londres (1948), em Roma (1960) e em Tóquio (1964). O maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos é brasileiro: o jogador Oscar, presente em todas as Olimpíadas de 1980 a 1996 e autor de 1.093 pontos. A seleção masculina soma ainda três medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos: Indianápolis, em 1987, Winnipeg, em 1999, e Santo Domingo, em 2003. A feminina, um ouro, obtido em Havana, em 1991.

Campeonatos nacionais – Os principais torneios no Brasil são os campeonatos nacionais. Entre os homens, o torneio é disputado com regularidade desde a década de 1960. Em 1990, a CBB cria o Nacional masculino, e, em 1998, o feminino – antes, os torneios tinham denominações como Taça Brasil e Campeonato Brasileiro.

NBA – Disputado por clubes profissionais norte-americanos desde 1947 e canadenses a partir de 1995, o torneio tem algumas regras diferentes das internacionais. Os jogos, por exemplo, duram 48 minutos, divididos em quatro tempos de 12 minutos. A competição tem duas fases. Na primeira são selecionados os oito melhores times das Conferências Leste e Oeste (que correspondem às costas leste e oeste dos EUA). Em seguida tem início a fase eliminatória, em que se classificam os times que obtiverem quatro vitórias.

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Copa do Mundo de 1986 no México

Copa do Mundo de 1986 no México

Copa do Mundo de 1986 no MéxicoARGENTINA CONQUISTA SE 2º TÍTULO MUNDIA EM 1986

Copa do Mundo de 1986 no MéxicoA Copa do Mundo de 1986 no México
A segunda Copa realizada no México consagrou Maradona. O craque levou um time mediano ao bicampeonato inquestionável em 86. Invicta, a equipe teve de enfrentar quatro campeões mundiais (Itália, Uruguai, Inglaterra e Alemanha). Don Diego fez cinco gols incluindo um gol de mão e o mais bonito das Copas na revanche moral contra os ingleses. Na copa que revelou a "Dinamáquina", o Brasil foi dirigido por Telê Santana. Desta vez a eliminação veio nos pênaltis para os franceses, que foram eliminados pelos alemães nas semifinais. De novo, os brilhantes Zico e Platini não conseguiram vencer uma Copa.

Seleções participantes: 24

1. AlemanhaOcidental
2. Argélia
3. Argentina
4. Bélgica
5. Brasil
6. Bulgária
7. Canadá
8. Coréia do Sul
9. Dinamarca
10. Escócia
11. Espanha
12. França
13. Hungria
14. Inglaterra
15. Iraque
16. Irlanda do Norte
17. Itália
18. Marrocos
19. México
20. Paraguai
21. Polônia
22. Portugal
23. União Soviética
24. Uruguai

Seleções estreantes: 3 (13%) - Canadá, Dinamarca e Iraque

Brasil na Copa do Mundo 1986

Delegação BrasileiraDelegação Brasileira: Carlos, Edson, Edinho, Junior, Casagrande, Careca, Julio César, Alemão, Branco, Sócrates, Elzo, Oscar, Falcão, Muller, Zico, Edivaldo, Paulo Victor, Josimar, Mauro Galvão, Silas, Valdo e Leão, Técnico Tele Santana

O técnico Evaristo de Macedo foi demitido duas semanas antes das eliminatórias, após derrotas em amistosos para Colômbia e Chile. Telê Santana voltou nos braços do povo e classificou facilmente o Brasil para a Copa, com sete jogadores de 82. No Mundial, porém, aquela equipe mostrou que sentia o peso do tempo. Cerezo foi cortado por contusão; Oscar barrado; Zico, Sócrates e Falcão tinham problemas físicos. A estréia foi dura: 1 x 0 sobre a Espanha, em que o juiz não viu um gol espanhol. No segundo jogo o Brasil venceu novamente por 1x0 agora o time da Argélia. No terceiro jogo, 3 x 0 sobre a Irlanda do Norte, no jogo que revelou o lateral Josimar. Passando para as oitavas de final o Brasil venceu de goleada a Polônia por 4x0. O jogo contra a França foi talvez, o melhor daquela Copa. Careca abriu o placar; Platini empatou. No segundo tempo, Branco sofreu pênalti. Bats defendeu a cobrança de Zico. Os dois times perderam varias chances de gol . O jogo acabou 1 x 1. Nos pênaltis, Sócrates, Júlio César e Platini erraram. A França venceu por 4 x 3.

Maradona comandou a equipe da Argentina na campanha vitoriosa do bicampeonato, na Copa de 1986.Foi a Copa de Diego Maradona. Praticamente sozinho, ele levou a medíocre seleção argentina ao bicampeonato. A taça começou a ser de Maradona nas quartas-de-final, contra a Inglaterra. Seus dois gols entraram para a história. No primeiro, enganou a todos ao desviar a bola com a mão. No segundo, driblou meio time inglês em arrancada de seu próprio campo. Mais um gol de placa contra a Bélgica, na semifinal, pôs os argentinos diante dos alemães ocidentais na decisão. Com 2 a 0 no placar a 35 minutos, a vitória parecia garantida. Com raça, a Alemanha empatou. Mas, logo em seguida, Maradona lançou Burruchaga, que fez o gol do título. Ninguém tiraria a Copa de Maradona. Maradona repetiu em 86 para a Argentina o que Garrincha, em 62 no Chile, e Pelé, em 70, no México, tinham feito para o Brasil. O craque inventou jogadas sensacionais e enlouqueceu seus marcadores, comandando as vitórias de seu time.

TABELA

Primeira fase:
Grupo 1 - Bulgária, Itália, Argentina, Coréia do Sul
Grupo 2 - México, Bélgica, Paraguai, Iraque
Grupo 3 - França, Canadá, URSS, Hungria
Grupo 4 - Brasil, Espanha, Argélia, Irlanda do Norte
Grupo 5 - Dinamarca, Escócia, Uruguai, Alemanha Ocidental
Grupo 6 - Marrocos, Polônia, Portugal, Inglaterra

Oitavas-de-final:

Bélgica 4 X 3 URSS
México 2 X 0 Bulgária
Brasil 4 X 0 Polônia
Argentina 1 X 0 Uruguai
França 2 X 0 Itália
Alemanha Ocidental 1 X 0 Marrocos
Inglaterra 3 X 0 Paraguai
Espanha 5 X 1 Dinamarca

Quartas-de-final:

França 1 X 1 Brasil (França venceu nos pênaltis: 4 X 3)
Alemanha Ocidental 0 X 0 México (Alemanha Ocidental venceu nos pênaltis: 4 X 1)
Argentina 2 X 1 Inglaterra
Bélgica 1 X 1 Espanha (Bélgica venceu nos pênaltis: 5 X 4)

Semifinais:

Alemanha Ocidental 2 X 0 França
Argentina 2 X 0 Bélgica

Disputa pelo terceiro lugar:

França 4 X 2 Bélgica

Final:

Argentina 3 X 2 Alemanha Ocidental

Eliminatórias: 121 seleções
Classificados automaticamente: Itália (última campeã) e México (país-sede)
Sede: México
Campeão: Argentina - 2º título
Jogos: 52
Gols: 132
Média de gols: 2,54
Público: 2.407.431
Média de público: 46.297
Artilheiro: Gary Lineker (Inglaterra) - 6 gols

O Brasil na Copa de 1986 no México: Eliminado nas quartas-de-final - 5º lugar. 5 jogos | 4 vitórias e 1 empate | 10 gols a favor e 1 gol sofrido | saldo de gols +9.

Curiosidades:
No começo da Copa, a Dinamarca era apontada como uma das favoritas, um time com futebol coletivo semelhante ao "carrossel" holandês de 74. Na primeira fase, o time dinamarquês, apelidado de "Dinamáquina", goleou o bom time do Uruguai por 6 a 1 e derrotou a poderosa Alemanha por 2 a 0. Mas, na fase seguinte, a máquina dinamarquesa emperrou e o time foi eliminado pela Espanha com uma goleada de 5 a 1. Neste jogo, o atacante espanhol Emilio Butragueño, "El Bugre", marcou quatro gols. A Copa do México marcou o fim de uma das maiores gerações de craques do futebol mundial. Seria a última Copa de Zico, Falcão, Junior, Sócrates, Reinaldo, Leandro e Toninho Cerezo para o Brasil, e de Platini, Tigana, Girese para a França, e de Rummenige para a Alemanha. O polonês Wladislaw Zmuda jogou 7min no Mundial apenas para igualar o recorde de partidas em Copa (21, do alemão Uwe Seeler). Entrou em campo quando seu time perdia de 4 a 0 do Brasil. Nas quartas-de-final, somente o jogo entre a Argentina e a Inglaterra não precisou ser decidido nos pênaltis.

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Handebol | História e Regras

Handebol | História e Regras


Controlado pela Federação Internacional de Handebol (IHF, da sigla em inglês) no mundo e pela Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), o esporte faz parte do calendário definitivo dos Jogos Olímpicos desde 1972. Antes disso, o esporte só entra nas Olimpíadas de 1936. O evento mais importante do handebol, nos anos em que não há Olimpíadas, é o Campeonato Mundial, realizado a cada dois anos.

Regras – Adaptação do futebol em que duas equipes tentam marcar gols com as mãos (hand, em alemão). O goleiro é o único jogador que pode usar os pés para tocar na bola.
O esporte é regido pela Federação Internacional de Handebol. Apesar de ter sido disputado nas Olimpíadas de Berlim em 1936, o handebol só se torna esporte olímpico em 1972. É incluído nos Jogos Pan-Americanos em 1995. Também são disputados campeonatos mundiais. A invenção do esporte é atribuída ao professor de educação física alemão Karl Schellenz, em 1915. No início era jogado apenas por mulheres. Pouco depois, os homens passam a praticá-lo. Chega ao Brasil em 1930 e populariza-se em escolas e universidades. Foram disputadas copas do mundo em 1948, 1952 e 1956.

Mundial – O handebol pode ser praticado em campos ao ar livre (outdoor), com 11 jogadores de cada lado, ou em quadras cobertas (indoor), com sete jogadores por equipe. A partida tem dois tempos de 30 minutos para os homens e 25 minutos para as mulheres. O handebol com equipes de sete jogadores é a modalidade disputada nas Olimpíadas.

Os jogadores movimentam a bola por meio de passes feitos com as mãos até chegar à área do gol adversário. Os defensores fazem com o corpo uma barreira na área de lançamento para tentar impedir o gol. Se o goleiro não defender, sua equipe recomeça o jogo no meio do campo.

O handebol de sete jogadores é disputado em quadras de 40 m de comprimento por 20 m de largura, com dois gols de 3 m de largura por 2 m de altura. A bola tem de 58 cm a 60 cm de circunferência para os homens, e de 54 cm a 56 cm para mulheres e crianças. Os jogadores devem passar a bola em no máximo 3 segundos e só podem arremessá-la até o limite da área de gol, a 6 m. É considerado falta dar mais de três passos com a bola na mão. Para andar mais com a bola é preciso batê-la no chão. Também é falta arrancar a bola do adversário, socá-la se ela estiver na mão de outro ou entrar na área adversária com ou sem a bola. As faltas são penalizadas com tiro direto a 7 m do gol.

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