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O Fantasma de Canterville | Oscar Wilde

O Fantasma de Canterville | Oscar Wilde

O Fantasma de Canterville | Oscar WildeTítulo: O Fantasma de Canterville
Autor: Oscar Wilde
Categoria: Literatura Inglesa
Arquivo: PDF
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Quando Mr. Hiram B. Otis, o embaixador americano, ganhou o Parque Canterville, não faltou quem o avisasse de que tal era uma loucura pois apareciam na casa, sem margem para dúvida, almas de outro mundo. Na realidade, o próprio Lord Canterville, chegado a hora de discutirem as condições do negócio, pensara que era sua obrigação assinalar o acontecimento.Esta é uma história mais sobre as almas do outro mundo que vêm assombrar Os moradores das mansões antigas e que encerram os seus próprios mistérios.

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Valsa Para Bruno Stein | Charles Kiefer

Valsa Para Bruno Stein | Charles Kiefer

Valsa Para Bruno Stein | Charles KieferO livro tem uma trama bastante simples, mas torna-se um pouco longo porque o escritor exagera um pouco com as descrições.Bruno Stein é um oleiro bastante conservador.

Mora no interior do RS, sua olaria tem apenas 4 empregados sendo que um havia sido demitido a pouco. É casado, sua esposa chama-se Olga. Tem apenas um filho, chamado Luís que casou-se com Valéria. Eles, por sua vez, tiveram quatro filhas: Sandra, Luíza, Eunice e Verônica. A história começa a acontecer quando chega Gabriel, homem que procura emprego e vem de Santa Catarina, Bruno emprega Gabriel em sua olaria. Bruno mostra-se sempre contra a televisão e outras modernidades. Ele, vária vezes cita no livro o desagrado em ver as netas o dia inteiro assistindo televisão.

Começa a despertar uma secreta paixão por Valéria, sua nora, quando a vê na banheira nua. Ela corresponde também a este amor, mas nunca comentam isto. Até um dia em que ela entra na sua oficina e se vê moldada igual quando estava na banheira nua. Ela descobriu que ele também a amava. Certo dia, atendendo a seus desejos, Bruno corresponde as vontades de Valéria Gabriel também apresenta paixão, mas pela irmã de seu colega de trabalho Mário. Outros que trabalha na olaria é Pedro e Erandi. Ao término do livro, Bruno assiste pela primeira vez com gosta a televisão. E entra para sua lista de seus prazeres.

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A Retirada da Laguna | Visconde de Tanay

A Retirada da Laguna | Visconde de Tanay

A Retirada da Laguna | Visconde de TanayTítulo: A Retirada da Laguna
Autor: Visconde de Tanay
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A narrativa de Visconde de Taunay norteia sua postura de narrador descerra algumas situações conflitantes como o vínculo entre as mudanças das mentalidades e as circunstâncias político-sociais inseridas no contexto do conflito com o Paraguai, no cenário platino, naquele momento histórico. Tomou-se por referencial teórico a História Cultural, principalmente Roger Chartier, que tem como um de seus objetos fulcrais identificar o modo como em diferentes lugares e momentos uma determinada realidade social é construída, pensada, dada a ler. Com o emprego de instrumentos analíticos advindos da historiografia e da literatura, pode-se inferir que a Guerra do Paraguai, representou, no campo da cultura, das ideologias e da construção das identidades, o momento em que os países da bacia do Rio da Prata construíram suas formas de apreensão do mundo, suas categorias fundamentais de percepção e apreciação sociais, culturais e ideológicas, calcadas em um discurso de si frente aos demais - a identidade e a alteridade. Essa construção destinada a referendar a memória é bem exercida pela história e pela literatura, cabendo à narrativa épica ou heróica ressaltar aspectos fundamentais para a formação do sentimento nacional nesses países. Dessa forma, os autores nacionais exaltam momentos históricos, construindo um sentimento de amálgama coletiva, corporificando as nacionalidades e os nacionalismos, criados e mantidos na imaginação individual e grupal, como um artefato cultural que transforma e historicisa, com o passar do tempo, uma determinada situação histórica. Nessa perspectiva, no estudo de A Retirada da Laguna de Visconde de Taunay, um clássico da literatura brasileira que narra a tentativa de invasão do Paraguai por uma coluna expedicionária brasileira a partir da remota Província do Mato Grosso e sua retirada acometida de doenças, fome e da constante perseguição pelas forças paraguaias, revelam-se elementos praticamente universais como os obstáculos a serem vencidos e as qualidades por eles despertadas nos atores desse episódio. O autor descreve esse episódio objetivando influenciar as gerações futuras no seu apego à memória e a Pátria. Essa posição de Taunay é referendada por Martin Garcia Merou, intelectual argentino contemporâneo desse devir histórico, demonstra em sua crítica a obra do mesmo, uma afinidade de valores com o brasileiro. São homens de seu tempo, separados por fronteiras geopolíticas, mas unidos na busca de pontos fundantes para seus discursos nacionais. No interior da obra de Taunay, apresentam-se categorias de pensamento histórico, de linguagem e de representações que descerram ao olhar crítico do historiador circunstâncias políticas, sociais e culturais, entre outras, que interferem ainda na atualidade na "consciência" histórica platina.

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Marília de Dirceu | Tomás Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu | Tomás Antônio Gonzaga

Marília de Dirceu | Tomás Antônio GonzagaTítulo: Marília de Dirceu
Autor: Tomás Antônio Gonzaga
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Resenha
Esta é uma obra pré-romântica; o autor idealiza sua amada e supervaloriza o amor, mas é árcade em todas as outras características. Existe também preocupação com forma. A primeira das três partes de Marília de Dirceu é dividida em 33 liras. Nela, o autor canta a beleza de sua pastora"Marília (na verdade, Maria Dorotéia Joaquina de Seixas). Descreve sempre apenas sua beleza (que compara a de Afrodite) e nunca sua psique; usa de várias figuras mitológicas; os refrães de cada lira apresentam estruturas semelhantes, mas diferentes de lira para lira. O autor também se dirige a seus amigos Glauceste e Alceu (Cláudio Manuel da Costa e Alvarenga Peixoto), seus "colegas pastores" (os três foram, em algum momento, juizes).O bucolismo nesta parte da obra é extremo, com referências permanentes ao campo e à vida pastoril idealizada pelos árcades. A segunda parte é dividida em 37 liras. Tomás Antônio Gonzaga escreveu esta parte na prisão, após ser preso em 1789. Nela o bucolismo é diminuído, mas a adoração a Marília continua. Nesta parte existe a angústia da separação e o sentimento de ter sido injuriado (as acusações eram falsas e mentirosas). Isto tudo aumenta a declarada paixão por Marília. Aparece também a angústia da separação que sofreu com seu amigo Glauceste. (Tomás Antônio Gonzaga estava em regime de incomunicabilidade e não sabia do suicídio de Cláudio Manuel da Costa.) A terceira parte não possui apenas suas 8 liras; tem também sonetos e outras formas de poesia. Mas apenas as 8 liras possuem referências a Marília; quando elas acabam começam a aparecer outras poesias de Dirceu, visto que não escreveu após o degredo.

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As Alegres Senhoras de Windsor | William Shakespeare

As Alegres Senhoras de Windsor | William Shakespeare

As Alegres Senhoras de Windsor | William Shakespeare
Título: As Alegres Senhoras de Windsor
Autor: William Shakespeare
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As Alegres Senhoras de Windsor de William Shakespeare. A peça é uma comédia sobre os costumes da sociedade Elisabetana inglesa da época de Shakespeare. Ela teria sido escritas em abril de 1597, e conta sua primeira publicação em 1602. O personagem principal, Sir John Falstaff, é um aristocrata decadente, gordo e com problemas de dinheiro. A trama desenvolve-se a partir de sua chegada em Windsor. Para obter algum dinheiro Falsataff decide cortejar duas damas ricas da sociedade. Elas são casada e uma série de desventuras e confusões começam a partir da descoberta por parte de seus maridos das intenções de Falsataff. Shakespeare tem nessas peças seus elementos e situações típicas e divertidíssimas da comédia de costumes.

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O Ateneu | Raul Pompéia

O Ateneu | Raul Pompéia

O Ateneu | Raul PompéiaTítulo: O Ateneu
Autor: Raul Pompéia
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Surgido pela primeira vez em 1888, no Gazeta de Notícias, O Ateneu é um dos romances mais curiosos da Literatura Brasileira, pois escapa a qualquer classificação rígida de periodização literária.

A data de sua publicação o coloca no Realismo. De fato, possui fortes afinidades com tal escola, já que apresenta uma característica marcante desse momento estético: a preocupação em criticar a sociedade num tom perpassado de pessimismo. No entanto, há inúmeros desvios que o impedem de ser um romance puramente realista.

Em primeiro lugar, deve-se lembrar que a obra é memorialista. Seu narrador, Sérgio, apresenta suas memórias de infância e adolescência num colégio interno chamado Ateneu. Assim, o foco narrativo em primeira pessoa impede a tão valorizada objetividade e imparcialidade do Realismo-Naturalismo.

Além disso, não se deve esquecer que Sérgio é o alter-ego, ou seja, um outro “eu” de Raul Pompéia. Em outras palavras, o narrador recebe a personalidade e também as memórias do autor, já que este também estudou num internato, o Colégio Abílio, do Rio de Janeiro. Mais uma vez, carrega-se nas tintas do pessoalismo.

Reforça ainda mais essa subjetividade a forte aproximação que O Ateneu estabelece com outra escola literária, o Impressionismo. De fato, obedecendo a esse estilo, não há o relato exato e documental de fatos do passado. Raul Pompéia encaminha-se inúmeras vezes para a fixação de um momento, de um clima, de uma atmosfera perdida no passado.

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Libro de Las Preguntas | Pablo Neruda

Libro de Las Preguntas | Pablo Neruda

Libro de Las Preguntas | Pablo NerudaTítulo: Libro de Las Preguntas (Español)
Autor
: Pablo Neruda
Categoria: Literatura Chilena
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Conocí las primeras frases de El libro de las preguntas a los quince años en una columna del periódico El País de Cali (en aquel entonces se consideraba aún un buen periódico, no el adefesio que es hoy). Fueron esas preguntas las que precisamente me convertirían en un promotor de lectura, muchísimo tiempo antes de saber que ese oficio existía.

A diario anotaba una de las doce frases que había encontrado en la columna editorial y a diario me encontraba con la incomprensión pintada en los rostros de mis compañeros. Se convirtió en una costumbre que se diversificaría con otros autores a lo largo del tiempo y durante la cual tendría la satisfacción de ver a uno o dos de mis condiscípulos anotar una frase o verles el libro después en la mano.

Muchos años después, quizás ocho o diez, conocí al fin el contenido de El libro de las preguntas en unas páginas sin gracia bajadas de internet. Pero el poder de las frases aún estaba ahí: ¿Quién oye los remordimientos del automóvil criminal?, ¿cómo se reparte el sol en el naranjo las naranjas?, ¿y es verdad que vuela sobre las noches de mi patria un cóndor negro? y así, una tras otra, despertando otro tipos de ecos, remembranzas y pensamientos, en algunos casos; en otros, la paradoja, funcionaba como una suerte de koan.

Hace tres años vine a encontrarme al fin con este volumen preciosamente ilustrado y editado, por esa inquietante editora de libros que es Media Vaca

Un libro con inquietudes que todos deberíamos enfrentar alguna vez.

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