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Nível Trófico

Nível Trófico

Nível Trófico
Cada nível alimentar em uma cadeia alimentar. (2) Número de etapas que separam um organismo dos vegetais clorofilianos na cadeia alimentar (DAJOZ, 1973). (3) Etapas, mais ou menos marcadas e estratificadas no espaço e no tempo, através das quais os processos de ciclagem transformam os recursos de um estado para outro (por exemplo, do mineral ao vegetal e depois ao animal) (DANSEREAU, 1978).

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Oxidação

Oxidação
Oxidação
Oxidação biológica ou bioquímica. Processo pelo qual bactérias e outros microorganismos se alimentam de matéria orgânica e a decompõem. Dependem desse princípio a autopurificação dos cursos d´água e os processos de tratamento por lodo ativado e por filtro biológico (The World Bank, 1978). (2) Processo em que organismos vivos, em presença ou não de oxigênio, através da respiração aeróbia ou anaeróbia, convertem matéria orgânica contida na água residuária em substâncias mais simples ou de forma mineral (CARVALHO, 1981).

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Lixiviação

Lixiviação

LixiviaçãoProcesso físico de lavagem das rochas e solos pelas águas das fortes chuvas (enxurradas) decompondo as rochas e carregando os sedimentos para outras áreas, extraindo, dessa forma, nutrientes e tornando o solo mais pobre. (2) Processo que sofrem as rochas e solos, ao serem lavados pelas águas das chuvas. Nas abundantes regiões equatoriais, e nas áreas de clima úmido, com abundantes precipitações sazonais, verificam-se, com maior facilidade, os efeitos da lixiviação. (3) Lavagem do solo pela chuva, que provoca carreamento de minerais solúveis, como fósforo, cálcio, nitrogênio, etc. (4) Remoção pela água percolante de materiais presentes no solo. Nem sempre se verifica penetração dos micronutrientes nas camadas imediatas do solo, porquanto a lixiviação é processo superficial. A lixiviação ocorre particularmente em solos despidos de cobertura vegetal, por ação das águas pluviais e fluviais. É considerada como fator empobrecedor do solo.

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Mudanças Climáticas

Mudanças Climáticas

Mudanças Climáticas

Termo genérico que engloba vários assuntos, como o efeito estufa, as causas da intensificação deste fenômeno natural, as conseqüências do aquecimento global, as medidas necessárias para prevenir ou minimizar este aquecimento, e também as prováveis medidas que a humanidade deverá adotar para se adaptar a esta mudança; a mudança climática vem se tornando uma área de conhecimento transdisciplinar, envolvendo várias ciências: física, química, geologia, oceanografia, meteorologia, geografia, biologia, ecologia, economia, sociologia e engenharia.

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Lixão

Lixão
Lixão
Local onde o lixo é simplesmente despejado no solo, sem qualquer tratamento, causando poluição do solo, do ar e da água. (2) Área em que está localizado um depósito de lixo sem qualquer cuidado com o meio ambiente e com a saúde pública. (3) Forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que consiste na descarga do material no solo sem qualquer técnica ou medida de controle. Este acúmulo de lixo traz problemas como a proliferação de vetores de doenças (ratos, baratas, moscas, mosquitos, etc.), a geração de odores desagradáveis e a contaminação do solo e das águas superficiais e subterrâneas pelo chorume. Além disso, a falta de controle possibilita o despejo indiscriminado de resíduos perigosos, favorecendo a atividade de catação e a presença de animais domésticos que se alimentam dos restos ali dispostos.

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Nicho Ecológico


Nicho Ecológico

Nicho EcológicoConjunto de diversas variáveis ambientais relacionado a uma determinada espécie. (2) Micro hábitat típico de uma espécie em um ambiente. Por exemplo, bromeliáceas epífitas vivem no dossel de matas e certas formas marinhas escolhem formações rochosas no leito de oceanos como seu lar. (3) Parte do hábitat onde vive uma espécie. Trata-se de uma informação importante porque revela a relação desta espécie com as demais: o que ela ingere, quem são seus predadores, onde e quando se reproduz, etc. 

Duas espécies bem próximas, que tenham exatamente as mesmas exigências, não podem dividir o mesmo nicho e uma delas será eliminada. (4) Inclui não apenas o espaço físico ocupado por um organismo, mas também seu papel funcional na comunidade (como, por exemplo, sua posição na cadeia trófica) e a sua posição nos gradientes ambientais de temperatura, umidade, pH, solo e outras condições de existência. O núcleo ecológico de um organismo depende não só de onde vive, mas também do que faz (como transforma energia, como se comporta e reage ao meio físico e biótico e como o transforma) e de como é coagido por outras espécies (ODUM, 1972). (5) O lugar de uma espécie na comunidade, em relação às outras espécies, o papel que desempenha um organismo no funcionamento de um sistema natural (GOODLAND, 1975). (6) Baseada no princípio de Gause ou princípio de exclusão competitiva, a noção de nicho ecológico foi desenvolvida pela primeira vez por Elton, em 1927. De acordo com uma imagem figurativa de Odum (1988, p. 254/258) o habitat de uma espécie corresponde ao seu endereço, enquanto o seu nicho ecológico corresponde à sua profissão, no conjunto de espécies de que faz parte. O conhecimento do nicho ecológico permite responder às seguintes questões: como, onde e as expensas de quem uma espécie se alimenta, por quem é comida, como e onde e quando descansa e se reproduz? No limite, pode-se admitir que duas espécies que possuem exatamente as mesmas necessidades, não podem coabitar ou ocupar o mesmo habitat, uma delas sendo forçosamente eliminada ao fim de um certo tempo (Glossário Ibama, 2003).

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