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Judaísmo | Conhecendo a História do Povo Judeu


Judaísmo | Conhecendo a História do Povo Judeu

Judaísmo | Conhecendo a História do Povo Judeu
O judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.

Atualmente a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.

Conhecendo a história do povo judeu
A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.

Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.

Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.

No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.

Os livros sagrados dos judeus
A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá : Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.

Rituais e símbolos judaicos
Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.

Memorá : candelabro sagrado
Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos ( aos 8 dias de vida ) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas ( aos 12 anos de idade ).

Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.

Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.

As Festas Judaicas
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:

Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.

Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 AC.

Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.

Rosh Hashaná - é comemorado o Ano-Novo judaico.

Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.

Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.

Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.

Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.

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Tetragrama | τετραγράμματον

Tetragrama | τετραγράμματον

Tetragrama | τετραγράμματον
Tetragrama, (do grego Tetragrammaton: τετραγράμματον palavra de quatro letras), é a expressão escrita constituída de quatro letras ou sinais gráficos, destinada a representar uma palavra, acrônimo, abreviatura, sigla e também a pauta musical de quatro linhas do canto-chão.

Este artigo aborda especialmente o Tetragrama hebraico (YHWH, JHVH, JHWH, YHVH) que designa o nome pessoal e distintivo do Deus de Israel, como foi originalmente escrito em hebraico e aparece na Torah; yod י heh ה vav ו heh ה ou יהוה (YHWH). O tetragrama , segundo algumas obras de referência, aparece mais de 6.000 (seis mil) vezes (sozinho ou em conjunção com outro "nome" divino) no chamado Antigo Testamento (AT), escrito em sua maioria em hebraico com partes em aramaico. Os nomes Jeová, Iehovah, Javé, Iavé, ou ainda Yahweh, são transliterações para a língua portuguesa do Tetragrama.

O Tetragrama grafado na Torah e no Septuaginta
A antiguidade e legitimidade do Tetragrama como nome de Deus para os judeus pode ser comprovada na conceituada versão em grego da Torah, chamada Septuaginta (ou "Dos Setenta"; abreviação: LXX), em que o Tetragrama aparece grafado em hebraico arcaico (paleo-hebraico) sendo que, em pelo menos um caso, foram encontrados fragmentos da Septuaginta (Levítico capítulo 3, verso 12 e capítulo 4, verso 27) com o Tetragrama representado em letras gregas, onde aparece como "IAO" (o mesmo nome dado pelos gregos ao seu deus Baco) e não "Kyrios" (manuscrito 4Q LXXLevb, caverna nº 4 de Qumran, datado como sendo do século I AEC). Frise-se, entretanto, que cópias da Septuaginta datadas do final do século I EC em diante começaram a substituir o Tetragrama pelo termo grego "Kyrios" ("Senhor").

Os nomes de Deus na tradição Abraamica
Interessante observar que o nome de Deus no Islamismo, "Alah" (que significa "deus" em árabe), guarda relações com a palavra hebraica "Eloah" ou "Eloh" (o primeiro termo é o mais comum nas obras de referência) e a aramaica "Elah", ambas significando "Deus". O plural de Eloah/Eloh é "Elohim" - nome pelo qual Deus se apresenta nos primeiros capítulos do Gênesis, para apresentar-se como YHWH Elohim (pronunciado "Adonai Elohim") nos seguintes. O plural de Elah é "Elahin", que significa literalmente "deuses", ao contrário da língua hebraica, que admite o plural majestático, ou seja, embora o termo "Elohim" esteja morfologicamente no plural é tratado como singular. Hoje é quase ponto pacífico entre os estudiosos que os termos hebraico (Eloah/Eloh/Elohim) e aramaico (Elah) têm origem comum no termo "el", palavra utilizada pelos semitas para designar tanto o Deus Supremo do panteão cananeu (quando é grafado em português com inicial maiúscula, "El") como também qualquer "divindade" ou "deus" (quando é grafado com inicial minúscula, "el"). Ressalte-se, entretanto, que os judeus, quando utilizavam o termo "El", geralmente acompanhado de um designativo como, p. ex., "El-Eljon" (O Altíssimo), "El-Olam" (O Eterno), "El-Roj" (Aquele que aparece) e "El-Shadday" (O Todo-poderoso), suas invocações dirigiam-se a YHWH e não a "El" (como deus dos cananeus). Curiosamente, a ocorrência dos termos "Elohim", "Eloah" e "El", somadas, chegam à metade das do Tetragrama: Elohim é encontrado 2.570 (duas mil quinhentas e setenta) vezes; Eloah, 57 (cinqüenta e sete) vezes (a maioria no livro de Jó); e El, 226 (duzentas e vinte e seis) vezes.

Quando a Bíblia foi traduzida para outras línguas, o Tetragrama foi transliterado como "Jeová" pelas versões da Bíblia que haviam adotado os sons vocálicos de Adonai propostos pelos massoretas. A "American Standard Version" (conhecida pela sigla "ASV") notabilizou-se como uma das traduções que popularizaram sobremaneira o uso do nome "Jeová". Na língua portuguesa, a maioria das traduções verte o Tetragrama por "SENHOR" (assim mesmo, com letras maiúsculas). Outras, seguindo o critério do tradutor, vertem-no de várias maneiras (como já indicado): Jeová (Tradução Brasileira e Tradução do Novo Mundo), Iahweh (Bíblia de Jerusalém), Javé (Bíblia Pastoral).

Razões para a mudança na grafia do nome
O argumento apresentado por longo tempo era o de que os escritores inspirados das Escrituras Gregas Cristãs citaram as Escrituras Hebraicas à base da Septuaginta, e que, visto que esta versão substituíra o Tetragrama por Ký·ri·os ou The·ós, esses escritores não empregaram o nome Jeová. Como se tem demonstrado, este argumento já não é mais válido. Comentando que os fragmentos mais antigos da Septuaginta grega deveras contêm o nome divino em sua forma hebraica, o Dr. P. Kahle diz: “Sabemos agora que o texto grego da Bíblia [a Septuaginta], no que tange a ter sido escrito por judeus para judeus, não traduziu o nome divino por kyrios, mas o Tetragrama escrito com letras hebraicas ou gregas foi retido em tais MSS [manuscritos]. Foram os cristãos que substituíram o Tetragrama por kyrios, quando o nome divino em letras hebraicas não era mais entendido.” (The Cairo Geniza [A Genizá do Cairo], Oxford, 1959, p. 222) Quando é que ocorreu esta mudança nas traduções gregas das Escrituras Hebraicas?

Evidentemente ocorreu nos séculos que se seguiram à morte de Jesus e de seus apóstolos. Na versão grega de Áquila, que data do segundo século EC, o Tetragrama ainda aparecia em caracteres hebraicos. Por volta de 245 EC, o famoso perito Orígenes produziu sua Hexapla, uma reprodução em seis colunas das inspiradas Escrituras Hebraicas: (1) no hebraico e aramaico original, acompanhado por (2) uma transliteração para o grego, e pelas versões gregas (3) de Áquila, (4) de Símaco, (5) da Septuaginta e (6) de Teodócio. À base da evidência das cópias fragmentárias agora conhecidas, o professor W. G. Waddell diz: “Na Hexapla de Orígenes . . . as versões gregas de Áquila, de Símaco, da LXX [Septuaginta], todas representaram JHVH [IHVH] por ????; na segunda coluna da Hexapla, o Tetragrama foi escrito em caracteres hebraicos.” (The Journal of Theological Studies [A Revista de Estudos Teológicos], Oxford, Vol. XLV, 1944, pp. 158, 159) Outros crêem que o texto original da Hexapla de Orígenes usava caracteres hebraicos para o Tetragrama em todas as suas colunas. O próprio Orígenes declarou que “nos manuscritos mais fiéis, O NOME está escrito em caracteres hebraicos, contudo, não nos [caracteres] hebraicos atuais, mas nos mais antigos”.

Ainda no quarto século EC, Jerônimo, o tradutor da Vulgata latina, diz no seu prólogo dos livros de Samuel e de Reis: “E encontramos o nome de Deus, o Tetragrama [i.e., ????], em certos volumes gregos mesmo hoje, expresso em letras antigas.” Numa carta escrita em Roma, em 384 EC, Jerônimo declara: “O nono [nome de Deus] é o Tetragrama, que eles consideravam [a·nek·fó·ne·ton], isto é, inefável, e se encontra escrito nestas letras: Iode, Hê, Vau, Hê. Certos ignorantes, devido à similaridade dos caracteres quando as encontravam nos livros gregos, estavam acostumados a ler ???? [letras gregas que correspondiam às romanas PIPI].” — Papyrus Grecs Bibliques (Papiros Bíblicos Gregos), de F. Dunand, Cairo, 1966, p. 47, n. 4.

Portanto, os chamados “cristãos” que “substituíram o Tetragrama por kyrios” nas cópias da Septuaginta não foram os primitivos discípulos de Jesus. Foram pessoas de séculos posteriores, quando a predita apostasia já estava bem desenvolvida e havia corrompido a pureza dos ensinos cristãos. — 2Te 2:3; 1Ti 4:1.

Usado por Jesus e seus discípulos. Assim, nos dias de Jesus e de seus discípulos, o nome divino, definitivamente, aparecia em cópias das Escrituras, tanto em manuscritos hebraicos como em manuscritos gregos. Será que Jesus e seus discípulos empregavam o nome divino ao falarem ou escreverem? Em vista da condenação, por parte de Jesus, das tradições dos fariseus (Mt 15:1-9), seria muitíssimo desarrazoado concluir que Jesus e seus discípulos permitissem que as idéias farisaicas (tais como as registradas na Míxena) os governassem neste assunto. O próprio nome de Jesus significa “Jeová É Salvação”. Ele declarou: “Vim em nome de meu Pai” (Jo 5:43); ensinou seus seguidores a orar: “Nosso Pai nos céus, santificado seja o teu nome” (Mt 6:9); suas obras, disse ele, eram feitas “em nome de meu Pai” (Jo 10:25); e, em oração, na noite anterior à sua morte, disse que tinha tornado manifesto o nome de seu Pai a seus discípulos, e pediu: “Santo Pai, vigia sobre eles por causa do teu próprio nome” (Jo 17:6, 11, 12, 26). Em vista de tudo isto, quando Jesus citava as Escrituras Hebraicas, ou as lia, certamente empregava o nome divino, Jeová. (Compare Mt 4:4, 7, 10, com De 8:3; 6:16; 6:13; também Mt 22:37 com De 6:5; e Mt 22:44 com Sal 110:1; bem como Lu 4:16-21 com Is 61:1, 2.) Logicamente, os discípulos de Jesus, incluindo os escritores inspirados das Escrituras Gregas Cristãs, seguiriam o exemplo dele nisto.

Por que, então, não consta o nome nos manuscritos agora existentes das Escrituras Gregas Cristãs ou do chamado Novo Testamento? Evidentemente, porque na época em que essas cópias agora existentes foram feitas (a partir do terceiro século EC), o texto original dos escritos dos apóstolos e discípulos já havia sido alterado. De modo que copistas posteriores, sem dúvida, substituíram o nome divino na forma do Tetragrama por Ký·ri·os e The·ós. (FOTO, Vol. 1, p. 228) Isto é precisamente o que os fatos mostram ter sido feito em cópias posteriores da tradução Septuaginta das Escrituras Hebraicas.

O Tetragrama é sagrado e impronunciável
A tradição religiosa dos judeus, especialmente a sua tradição esotérica e mística, a cabala, considera o nome de Deus tão sagrado quanto impronunciável. Não se sabe ao certo a origem de tal tradição, ou como ela se desenvolveu com o tempo. Especula-se que ela tenha se originado do receio de se descumprir o terceiro dos chamados Dez mandamentos da Lei de Moisés ("não pronunciarás em falso o nome de Iahweh teu Deus, porque Iahweh não deixará impune aquele que pronunciar em falso o seu nome", Êxodo capítulo 20, verso 7, Bíblia de Jerusalém). De qualquer maneira, os judeus (como eram então chamados os hebreus), no período pós-exílico, já haviam adotado a palavra hebraica "Adonai" (que significa "meu senhor" ou Senhor) ao pronunciarem o Tetragrama. Assim, o Tetragrama recebeu pontos (que são "acentos" do hebráico) que foram colocados por certos estudiosos judeus chamados massoretas, de forma que fosse pronunciado "Adonai". Os pontos massoréticos fazem o papel de vogais na pronúncia, já que assim como outras linguas semíticas o hebraico não possuia vogais, sendo assim reservado aos estudiosos e sacerdotes a correta pronúncia da Torah.

Ademais, em alguns casos, essa mesma tradição mística dos judeus considerava toda a Torah como o nome de Deus, sendo esta a utilidade dos pontos massoréticos, a de conservar a pronúncia da Torah imutável. Segundo a cabala, a Torah teria sido revelada a Moisés no alto do Monte Sinai, e ele teria registrado de forma escrita aquilo que só poderia ser entendido diretamente de Deus. Assim, explica-se porque a Torah é o nome de Deus, mas de forma incompleta, garantindo assim que ele permaneça impronunciável. Uma das interessantes relações do Tetragrama é com o nome de Adão (Yod) e Eva (Chawah) no Gênesis, já que Yod-Chawah é exatamente YHWH, o Tetragrama, dando a entender uma relação mais profunda ainda entre o "Senhor Deus" e sua obra. Com o decorrer do tempo, os judeus adotaram outros epítetos para se referir ao Tetragrama: "O Nome", "O Bendito" ou "O Céu".

Na cabala judaica, as palavras correspondem a valores que são calculados usando-se uma atribuição de valores às letras do alfabeto hebraico. Isto chama-se gematria, e é um dos mais importantes mecanismos de interpretação das escrituras sagradas usados pelos cabalistas e místicos judeus. Usando gematria, os cabalistas calculam o valor numérico do Tetragrammaton como sendo 26 (Iod=10, He=5, Vav=6, He=5, 10+5+6+5=26), cujo número menor é 8 (2+6). Para os rabinos o número 26 também é sagrado pois identifica-se com o Tetragrammaton.

Na cabala, o Golem (ser mítico, presente no folclore judeu, que é tornado vivo por um processo mágico, a semelhança do moderno Frankenstein) recebe a vida através do uso do Tetragrama "YHWH".

Também no ocultismo o Tetragrammaton desempenha um papel importante, sendo usado em invocações e talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalisticos como signos mágicos poderosos capazes de abrir as portas da consciência humana.

Pronúncia e transliteração
Desconsiderando-se a discussão sobre sua origem e significado, muitos afirmam peremptoriamente que os sons vocálicos originais do Tetragrama YHWH jamais serão conhecidos, estando perdida, assim, a pronúncia original. Tal posição tem levado a debates acalorados sobre o assunto, tanto por parte de estudiosos como de religiosos, o que tem produzido interessantes ilações. Uns argumentam que a pronúncia do Tetragrama com duas sílabas, como "Javé" (ou "Yahweh"), não permitiria a existência do som da vogal "o" como parte do nome de Deus. Mas, nas dezenas de nomes bíblicos que incorporam o nome divino, o som desta vogal do meio aparece tanto nas formas originais como nas abreviadas, como em Jeonatã e em Jonatã. De modo que o Professor Buchanan diz a respeito do nome divino: "Em nenhum caso se omite a vogal oo ou oh. A palavra era às vezes abreviada como 'Ya', mas nunca como 'Ya-weh'. . . . Quando o Tetragrama era pronunciado com uma só sílaba, era 'Yah' ou 'Yo'. Quando era pronunciado com três sílabas, era 'Yahowah' ou 'Yahoowah'. Se fosse alguma vez abreviado a duas sílabas, teria sido como 'Yaho'." - Biblical Archaeology Review. Tais comentários nos ajudam a entender a declaração feita pelo hebraísta Gesenius, no seu Dicionário Hebraico e Caldaico das Escrituras do Velho Testamento (em alemão): "Os que acham que Ye-ho-wah era a pronúncia real do nome de Deus não estão totalmente sem base para defender sua opinião. Assim se podem explicar mais satisfatoriamente as sílabas abreviadas Ye-ho e Yo, com que começam muitos nomes próprios." No entanto, na introdução da sua recente tradução de The Five Books of Moses (Os Cinco Livros de Moisés), Everett Fox salienta: "Tanto as tentativas antigas como as novas para recuperar a pronúncia 'correta' do nome hebraico de Deus não foram bem-sucedidas; não se pode provar conclusivamente o 'Jeová' que se ouve às vezes, nem o padrão erudito 'Javé' ['Iahweh']."

Sem dúvida, o debate erudito continuará. De um lado, os que propõem que os judeus pararam de pronunciar o nome do seu Deus antes de os massoretas terem desenvolvido o sistema de pontos vocálicos, de modo que, não haveria nenhum modo definitivo para se provar que vogais acompanhavam as consoantes YHWH. De outro, os que afirmam que outros nomes próprios de personagens bíblicos - cuja pronúncia correta nunca se perdeu - fornecem indícios tangíveis da antiga pronúncia do nome de Deus, o que tem levado alguns eruditos a concordarem que a pronúncia "Jeová" ou "Javé" são aceitáveis.

Quando a Bíblia foi traduzida para outras línguas, o Tetragrama foi transliterado como "Jeová" pelas versões da Bíblia que haviam adotado os sons vocálicos de Adonai propostos pelos massoretas. A "American Standard Version" (conhecida pela sigla "ASV") notabilizou-se como uma das traduções que popularizaram sobremaneira o uso do nome "Jeová". Na língua portuguesa, a maioria das traduções verte o Tetragrama por "SENHOR" (assim mesmo, com letras maiúsculas). Outras, seguindo o critério do tradutor, vertem-no de várias maneiras (como já indicado): Jeová (Tradução Brasileira e Tradução do Novo Mundo), Iahweh (Bíblia de Jerusalém), Javé (Bíblia Pastoral).

Superstição oculta o nome
Em determinado período, surgiu entre os judeus uma idéia supersticiosa, de que era errado até mesmo pronunciar o nome divino (representado pelo Tetragrama). Não se sabe exatamente em que se baseou originalmente a descontinuidade do uso deste nome. Alguns sustentam que o nome era considerado sagrado demais para ser proferido por lábios imperfeitos. Todavia, as próprias Escrituras Hebraicas não apresentam nenhuma evidência de que quaisquer dos verdadeiros servos de Deus alguma vez hesitassem em proferir o nome Dele. Documentos hebraicos não-bíblicos, tais como as chamadas Cartas de Laquis, mostram que o nome era usado na correspondência comum na Palestina na última parte do sétimo século AEC.

Outro conceito sustenta que se pretendia impedir que povos não-judaicos conhecessem o nome e possivelmente o usassem mal. Todavia, o próprio Jeová disse que faria com que ‘seu nome fosse declarado em toda a terra’ (Êx 9:16; compare isso com 1Cr 16:23, 24; Sal 113:3; Mal 1:11, 14), para ser conhecido até mesmo aos seus adversários. (Is 64:2) De fato, o nome era conhecido e usado por nações pagãs tanto antes da Era Comum como nos primeiros séculos dela. (The Jewish Encyclopedia [A Enciclopédia Judaica], 1976, Vol. XII, p. 119) Outra alegação é que o objetivo era proteger o nome contra o uso em ritos mágicos. Neste caso, trata-se de raciocínio fraco, pois é óbvio que, quanto mais misterioso se tornasse o nome por falta de uso, tanto mais serviria para os objetivos dos praticantes da magia.

Quando se arraigou essa superstição?
Assim como não se tem certeza do motivo ou motivos originalmente apresentados para se descontinuar a usar o nome divino, assim também há muita incerteza quanto à época em que tal conceito supersticioso realmente se arraigou. Alguns afirmam que começou após o exílio babilônico (607-537 AEC). Esta teoria, porém, baseia-se numa suposta redução do uso do nome por parte de escritores posteriores das Escrituras Hebraicas, conceito este que um exame mais detido mostra inválido. Malaquias, por exemplo, foi evidentemente um dos últimos livros das Escrituras Hebraicas a ser escrito (na última metade do quinto século AEC), e dá grande destaque ao nome divino.

Muitas obras de referência sugerem que o nome deixou de ser usado por volta de 300 AEC. Evidência para esta data foi supostamente encontrada na ausência do Tetragrama (ou de uma transliteração dele) na tradução Septuaginta grega das Escrituras Hebraicas, iniciada por volta de 280 AEC. É verdade que as cópias mais completas dos manuscritos da Septuaginta agora conhecidas seguem uniformemente o costume de substituir o Tetragrama pelas palavras gregas Ký·rios (Senhor) ou The·ós (Deus). Estes manuscritos principais, porém, remontam apenas ao quarto e ao quinto séculos EC. Descobriram-se recentemente cópias mais antigas, embora em forma fragmentária, que provam que as cópias mais antigas da Septuaginta continham deveras o nome divino.

Uma delas são os restos fragmentários dum rolo de papiro duma parte de Deuteronômio, alistado como P. Fouad Inventário N.° 266. Apresenta regularmente o Tetragrama, escrito em caracteres hebraicos quadrados, em cada ocorrência no texto hebraico traduzido. Os peritos datam este papiro como do primeiro século AEC, e neste caso foi escrito quatro ou cinco séculos antes dos manuscritos já mencionados.

Quando foi que os judeus, em geral, realmente pararam de pronunciar o nome pessoal de Deus?
Assim, pelo menos em forma escrita, não existe evidência sólida de qualquer desaparecimento ou desuso do nome divino no período AEC. No primeiro século EC, surge pela primeira vez alguma evidência duma atitude supersticiosa para com esse nome. Josefo, historiador judeu que descendia duma família sacerdotal, ao narrar a revelação que Deus forneceu a Moisés no local do espinheiro ardente, diz: “Então, Deus lhe revelou Seu nome, que antes disso não tinha chegado aos ouvidos dos homens, e sobre o qual estou proibido de falar.” (Jewish Antiquities [Antiguidades Judaicas], II, 276 [xii, 4]) No entanto, a declaração de Josefo, além de ser inexata quanto a se conhecer o nome divino antes de Moisés, é vaga e não revela de forma clara exatamente qual era a atitude geral prevalecente no primeiro século quanto a se pronunciar ou empregar o nome divino.

A Míxena judaica, uma coleção de ensinos e de tradições rabínicos, é um tanto mais explícita. Credita-se sua compilação ao rabino Judá, o Príncipe, que viveu no segundo e no terceiro séculos EC. Parte da matéria da Míxena relaciona-se claramente às circunstâncias anteriores à destruição de Jerusalém e do seu templo, em 70 EC. No entanto, certo perito diz a respeito da Míxena: “É extremamente difícil decidir que valor histórico devemos atribuir a qualquer tradição registrada na Míxena. O espaço de tempo, que talvez tenha contribuído para obscurecer ou distorcer as lembranças de épocas tão diferentes; as sublevações políticas, as mudanças e as confusões resultantes de duas rebeliões e de duas conquistas romanas; os padrões prezados pelo partido dos fariseus (cujas opiniões a Míxena registra), que não eram os do partido dos saduceus . . . — estes são fatores a que se deve dar o devido peso na avaliação do caráter das declarações da Míxena. Além disso, há muita coisa no conteúdo da Míxena que se encontra num ambiente de discussão acadêmica travada só pela discussão, (conforme parece) com pouca pretensão de registrar usos históricos.” (The Mishnah [A Míxena], traduzida para o inglês por H. Danby, Londres, 1954, pp. xiv, xv) Algumas das tradições da Míxena referentes à pronúncia do nome divino são como segue:

Relacionado com o anual Dia da Expiação, a tradução da Míxena por Danby declara: “E quando os sacerdotes e o povo, que estavam de pé no Pátio do Templo, ouviam o Nome Expresso sair da boca do Sumo Sacerdote, costumavam ajoelhar-se, e curvar-se, e prostrar-se, e dizer: ‘Bendito seja o nome da glória do seu reino para todo o sempre!’” (Yoma 6:2) A respeito das bênçãos sacerdotais diárias, Sotah 7:6, diz: “No Templo, eles pronunciavam o Nome assim como estava escrito, mas, nas províncias, usavam uma palavra substituta.” Sanhedrin 7:5, declara que o blasfemador não era culpado ‘a menos que tivesse pronunciado o Nome’, e que, num julgamento que envolvesse uma acusação de blasfêmia, usava-se um nome substituto até que toda a evidência tivesse sido ouvida; daí, pedia-se em particular à testemunha principal que ‘dissesse expressamente o que ouvira’, presumivelmente usando o nome divino. Sanhedrin 10:1, ao alistar aqueles “que não têm parte no mundo vindouro”, declara: “Abba Saul diz: Também aquele que pronunciar o Nome com as suas letras corretas.” Todavia, apesar destes conceitos negativos, encontramos também, na primeira seção da Míxena, a injunção positiva de que “o homem deve cumprimentar seu próximo com [o emprego de] o Nome [de Deus]”, citando-se então o exemplo de Boaz (Ru 2:4). — Berakhot, 9:5.

Estes conceitos tradicionais, encarados pelo que possam valer, talvez revelem uma tendência supersticiosa de evitar o uso do nome divino algum tempo antes de o templo de Jerusalém ser destruído em 70 EC. Mesmo então, diz-se explicitamente que eram primariamente os sacerdotes que usavam um nome substituto para o nome divino, e isso apenas nas províncias. Adicionalmente, o valor histórico das tradições da Míxena é questionável, conforme vimos.

Não existe, portanto, nenhuma base genuína para se atribuir a qualquer época anterior ao primeiro e ao segundo séculos EC o desenvolvimento do conceito supersticioso que exigia a descontinuação do uso do nome divino. Chegou deveras a época, contudo, em que, ao fazer a leitura das Escrituras Hebraicas na língua original, o leitor judeu, em vez de pronunciar o nome divino, representado pelo Tetragrama, o substituía por ’Adho·naí (Soberano Senhor) ou por ’Elo·hím (Deus). Nota-se isto no fato de que, quando os sinais vocálicos passaram a ser empregados, na segunda metade do primeiro milênio EC, os copistas judeus inseriram no Tetragrama os sinais vocálicos quer de ’Adho·naí, quer de ’Elo·hím, evidentemente para alertar o leitor a proferir essas palavras, em lugar de pronunciar o nome divino. Caso ele estivesse usando a tradução Septuaginta grega das Escrituras Hebraicas em cópias posteriores, o leitor, naturalmente, encontraria o Tetragrama já inteiramente substituído por Ký·rios e The·ós.

Traduções para outras línguas, tais como a Vulgata latina, seguiram o exemplo destas cópias posteriores da Septuaginta grega. A versão católica de Antônio Pereira de Figueiredo (originalmente de 1778-1790), baseada na Vulgata latina, por isso, não traz o nome divino no texto principal, ao passo que a Trinitariana e a versão Matos Soares empregam Senhor ou Deus (às vezes todo em maiúsculas) para representar o Tetragrama nas Escrituras Hebraicas.

Qual é a pronúncia correta do nome de Deus?
Na segunda metade do primeiro milênio EC, peritos judeus introduziram um sistema de sinais para representar as vogais ausentes no texto consonantal hebraico. Com referência ao nome de Deus, em vez de inserir os sinais vocálicos corretos dele, colocaram outros sinais vocálicos para lembrar ao leitor que ele devia dizer ´Adho·naí (que significa “Soberano Senhor”) ou ´Elo·hím (que significa “Deus”).

O Códice Leningrado B 19A, do século 11 EC, tem no Tetragrama os sinais vocálicos para rezar Yehwáh, Yehwíh e Yeho·wáh. A edição de Ginsburg do texto massorético tem no nome divino sinais vocálicos para que reze Yeho·wáh. (Gên 3:14 n) Os hebraístas em geral são a favor de “Yahweh” (Iahweh, ou Javé, em Bíblias católicas) como a pronúncia mais provável. Salientam que a forma abreviada do nome é Yah (Jah, na forma latinizada), como no Salmo 89:8 e na expressão Ha·lelu-Yáh (que significa “Louvai a Jah!”). (Sal 104:35; 150:1, 6) Também as formas Yehóh, Yoh, Yah e Yá·hu, encontradas na grafia hebraica dos nomes Jeosafá, Josafá, Sefatias e outros, podem todas ser derivadas de Yahweh. As transliterações gregas feitas pelos primitivos escritores cristãos indicam uma direção algo similar por usar grafias tais como I·a·bé e I·a·ou·é, as quais, conforme pronunciadas em grego, se assemelham a Yahweh (Iahweh). Ainda assim, de modo algum há unanimidade sobre o assunto entre os peritos, sendo alguns a favor de ainda outras pronúncias, tais como “Yahuwa”, “Yahuah” ou “Yehuah”.

Visto que, atualmente, não se pode ter certeza absoluta da pronúncia, parece não haver nenhum motivo para abandonar, em português, a forma bem conhecida, “Jeová”, em favor de outra pronúncia sugerida. Se tal mudança fosse feita, então, a bem da coerência, deviam ser feitas alterações na grafia e na pronúncia de uma infinidade de outros nomes encontrados nas Escrituras: Jeremias seria mudado para Yir·meyáh, Isaías se tornaria Yesha`·yá·hu, e Jesus seria ou Yehoh·shú·a` (como no hebraico), ou I·e·soús (como no grego). O objetivo das palavras é transmitir idéias; em português, o nome Jeová identifica o verdadeiro Deus, transmitindo esta idéia mais satisfatoriamente, hoje em dia, do que qualquer dos substitutos sugeridos.

Importância do Nome
Muitos peritos e tradutores atuais da Bíblia advogam que se siga a tradição de eliminar o nome distintivo de Deus. Não só alegam que a incerteza a respeito da pronúncia do nome justifica tal proceder, mas também sustentam que a supremacia e a existência ímpar do verdadeiro Deus tornam desnecessário que Ele tenha um nome específico. Tal conceito não encontra respaldo nas Escrituras inspiradas, quer nas dos tempos pré-cristãos, quer nas Escrituras Gregas Cristãs.

O Tetragrama ocorre 6.828 vezes no texto hebraico da Biblia Hebraica e da Biblia Hebraica Stuttgartensia. Nas Escrituras Hebraicas, a Tradução do Novo Mundo contém o nome divino 6.973 vezes, porque os tradutores, entre outras coisas, levaram em conta que, em alguns lugares, os escribas haviam substituído o nome divino com ´Adho·naí ou ´Elo·hím. A própria freqüência do aparecimento do nome atesta sua importância para o Autor da Bíblia, que leva este nome. Seu uso em todas as Escrituras ultrapassa em muito o de quaisquer títulos, tais como “Soberano Senhor” ou “Deus”, aplicados a Ele.

Digno de nota, também, é a importância atribuída aos próprios nomes nas Escrituras Hebraicas e entre os povos semíticos. O professor G. T. Manley indica: “Um estudo da palavra ‘nome’ no V[elho] T[estamento] revela o quanto esta palavra significa em hebraico. O nome não é simples rótulo, mas é representativo da verdadeira personalidade daquele a quem pertence. . . . Quando uma pessoa coloca seu ‘nome’ numa coisa ou em outra pessoa, esta passa a ficar sob sua influência e proteção.” — New Bible Dictionary (Novo Dicionário da Bíblia), editado por J. D. Douglas, 1985, p. 430; compare isso com Everyman’s Talmud (O Talmude de Todos), de A. Cohen, 1949, p. 24; Gên 27:36; 1Sa 25:25; Sal 20:1; Pr 22:1.

Também em algumas denominações religiosas, como por exemplo as Testemunhas de Jeová, o nome do Senhor é considerado muito importante. As Testemunhas de Jeová afirmam que quem não utiliza esse nome será destruído numa guerra que Deus travará com a humanidade chamada Armagedom.

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Apóstolo no Cristianismo


Apóstolo no Cristianismo

Apóstolo no CristianismoApóstolo


Termo que se refere a cada um dos 12 discípulos de Jesus Cristo. Aplica-se, num sentido mais amplo, àquele que evangeliza ou difunde uma doutrina.

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Dogma Religioso

Dogma Religioso

Dogma Religioso
Ponto fundamental incontestável numa doutrina religiosa. Na Igreja Católica Romana, ponto de doutrina já por ela definido como expressão legítima e necessária de sua fé. Controvérsias sobre pontos doutrinais importantes podem levar ao estabelecimento de dogmas.

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Satan | Lúcifer

Satan | Lúcifer

Satan | Lúcifer SATAN- Príncipe Intergalático, líder de SATÂNIA e Senhor da Confederação do DRAGÃO NEGRO, REI de Dracontis (1) (Planeta-Sistema) na estrela SOL NEGRO DE AKEBUS MINOR.
Foi Lugar-Tenente de Lúcifer.


Representa a tentação da Alma.


Lidera a Rebelião e as forças das Trevas, orienta a Rebelião em todos os quadrantes Cósmicos de Confronto às forças da Luz.


Principal opositor a HAVONA, vai perseguir na Terra os justos, os santos e os inocentes. 


Fomenta, através do grupo dos Iluminati, a guerra, guerrilha e desestabilização na Terra. Através dos seus filhos - Os CAIMITAS - vai levar as Nações ao caos para que o seu Filho, OMAR BEM, tome conta da Terra.

É inimigo declarado da Humanidade e vai tentar escravizá-la através do seu agente o Imperador global, 666.

(1) Também chamado DAGON.


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Bispo na Igreja Católica

Bispo na Igreja Católica

Bispo

É o líder de uma diocese. Necessariamente tem de ser ordenado padre antes de se tornar bispo ou arcebispo.

Zappu | Divindade Babilônica

Zappu | Divindade Babilônica
Zappu
Divindade babilônica das Pleiades.

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Zakar (Dzakar) | Deus Babilônico


Zakar (Dzakar) | Deus Babilônico


Zakar (Dzakar)

Deus babilônico dos sonhos, sendo que os sonhos na Antiga Mesopotâmia traziam mensagens dos deuses para os homens.

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Sokaris | Deus dos Mortos


Sokaris | Deus dos Mortos

Sokaris | Deus dos Mortos, com cabeça de falcão, venerado em Sakara, na Filosofia Egípcia.
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O Santo Sudário é Autêntico?

Quem Foi Jesus Cristo?

Zorobabel | Semente da Babilônia

Zorobabel | Semente da Babilônia


Filho de Sealtiel (Ag 1:1) ou Salatiel (Mt 1:12); também chamado Pedaías (1Cr 3:17-19), i.e., de acordo com o uso frequente que é dado à palavra “filho”, poderia ser ainda neto ou sobrinho de Salatiel. É também conhecido pelo nome persa Sesbazar (Ed 1:8, 11). No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, conduziu o primeiro grupo de judeus, que incluía 42.360 pessoas, de volta a Jerusalém (Ed 2:64), excluindo-se os servos. Este grupo voltou do cativeiro no final dos setenta anos. No segundo ano depois do regresso do cativeiro, ele erigiu um altar e colocou os fundamentos do templo em ruínas, que fora destruído por Nabucodonozor (Ed 3:9-13; cap. 4-6). Em todo o trabalho realizado, ele sempre ocupou uma posição proeminente, visto que era também descendente directo de David.

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Apocalipse Medieval

Apocalipse Medieval

Apocalipse MedievalDragão e Leão com sete cabeças (pintura medieval)

A relação dos homens com o tempo é passível das mais intrigantes interpretações. A morte, por exemplo, revela pela simples observação de sua experiência, que a nossa trajetória pelo mundo é limitada por um período que se esvai no passar de apenas algumas décadas. Se por um lado, a finitude da existência instiga a busca pela eternidade, sabemos que esse mesmo fato instiga muitas outras pessoas a imaginarem um tempo em que todos nós experimentaríamos coletivamente o fim do mundo.

Logicamente, que a crença no fim do mundo está muitas vezes ligada ao desenvolvimento de um pensamento religioso. O furor dos deuses, a formação de uma nova realidade ou os vários pecados do homem são apenas algumas das justificativas que revelam a capacidade do homem em projetar o fim de sua existência. Mesmo que recorrente, vemos que existem alguns momentos da História em que esse tema ganha uma força, no mínimo, especial.

Em 999 d. C., uma parcela significativa dos europeus esperava que o mundo alcançasse o seu fim. Afinal de contas, em um período tomado pela fé cristã, muitos se assustaram ao saber das condenatórias palavras presentes no Apocalipse de São João, o último e ainda mais temido livro da Bíblia. Conforme suas próprias palavras, a passagem de mil anos seria marcada pela soltura do demônio na Terra e, consequentemente, a vivência dos mais terríveis pesares.

A partir da circulação dessa mensagem sagrada, qualquer indício se mostrava suficiente para que as temíveis palavras bíblicas fossem tomadas como uma incontestável verdade. A ocorrência de epidemias, o acontecimento de qualquer fenômeno natural de pouca recorrência, o nascimento de uma criança acometida por anomalias abomináveis... Tudo era desculpa para o desespero de comunidades inteiras. Na medida em que o ano 999 se esgotava, as situações de angústia e desespero eram ainda mais corriqueiras.

Mesmo o ano 1000 chegando e nada acontecendo, o temor ainda pairava nas mentes e corações de alguns cristãos. No fim das contas, as coisas só ficaram mais calmas com a chegada do ano de 1033, que obviamente marcava a passagem de mil anos do sacrifício de Jesus Cristo na Terra. De fato, mais do que simples crendice, todo esse temor tem uma relação direta com as incertezas e transformações que marcaram a passagem entre a Antiguidade e a Idade Média.

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Os Maiores Templos Religiosos do Mundo

Os Maiores Templos Religiosos do Mundo

A monumental basílica de São Pedro, no Vaticano, é só 1/3 de Borobudur, o maior dos templos budistas. No entanto, as áreas aqui expostas nem sempre englobam só um prédio, mas também jardins e outras construções. Isso porque o conceito arquitetônico de templo é diferente. Para cristãos e judeus, ele serve para reunir a comunidade. Para hindus e budistas, vai além: é uma reprodução da ordem do universo, um caminho para a libertação.

O maior templo religioso do mundo
Ele nasceu hindu, mas também tem elementos budistas. Símbolo do antigo império Khmer, hoje Angkor Wat é o maior ponto turístico do Camboja. A área? Maior que todos esses aí embaixo juntos.

Angkor Wat, Camboja
Angkor Wat, Camboja
ANGKOR WAT
Angkor, Camboja
2 milhões de m2
Ano: 1150

Hinduísmo
A Índia, que tem 73% da população hindu, tem os três maiores templos da religião (Angkor Wat é hindu, mas não funciona mais como templo). Eles têm o padrão de grandes pátios que abrigam construções dedicadas a várias divindades.

Sri Ranganathaswamy
Sri Ranganathaswamy
SRI RANGANATHASWAMY
Srirangam, Índia
631 mil m2
Séc. 6-9

Akshardham
Akshardham
AKSHARDHAM
Nova Déli, Índia
240 mil m2
Ano: 2005

Thillai Nataraja
Thillai Nataraja
THILLAI NATARAJA
Chidambaram, Índia
160 mil m2
Séc. 12-13

Islamismo
Todo muçulmano deve ir uma vez na vida a Meca, ou melhor, a masjid al-Haram, a "mesquita sagrada". É lá que está o monumento cúbico Caaba. No hajj (época de peregrinação), o número de visitantes chega a quatro milhões.

Mesquita al-Haram
Mesquita al-Haram
MESQUITA AL-HARAM
Meca, Arábia Saudita
400 mil m2
Ano: 638

Mesquita al-Nabawi
Mesquita al-Nabawi
MESQUITA AL-NABAWI
Medina, Arábia Saudita
165 mil m2
Ano: 622

Mesquita Istiqlal
Mesquita Istiqlal
MESQUITA ISTIQLAL
Jacarta, Indonésia
95 mil m2
Ano: 1978

Budismo
A arquitetura dos maiores templos budistas é diferente, já que eles são de países e épocas distantes. O maior, Borobudur, já foi soterrado por cinzas de vulcão, invadido pela selva e atacado por terremotos. Sobreviveu.

Borobudur
Borobudur
BOROBUDUR
Mageland, Indonésia
60 mil m2
Ano: 750 A.C.

Pagode Shwedagon
Pagode Shwedagon
PAGODE SHWEDAGON
Yangon, Myanmar
56 mil m2
Séc. 6-10

Templo do Cavalo Branco
Templo do Cavalo Branco
TEMPLO DO CAVALO BRANCO
Luoyang, China
40 mil m2
Ano: 68 D.C.

Cristianismo
A basílica de São Pedro era imbatível até 23 anos atrás, quando a Costa do Marfim concluiu as obras da maior igreja do mundo. Já o megatemplo do padre Marcelo Rossi em São Paulo, que ocupa um terreno de 30 mil m2, ainda não foi concluído.

Basílica de São Pedro
Basílica de São Pedro
BASÍLICA DE SÃO PEDRO
Cidade do Vaticano
20 mil m2
Ano: 1506-1626

Basílica de N. Sra. Aparecida
Basílica de N. Sra. Aparecida
BASÍLICA DE N. SRA. APARECIDA
Aparecida, SP
12 mil m2
Ano: 1955-80

Basílica de Nossa Senhora da Paz
Basílica de Nossa Senhora da Paz
BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DA PAZ
Yamoussoukro, Costa do Marfim
30 mil m2
Ano: 1985-89

Judaísmo
A maior sinagoga do mundo está em Nova York. Não à toa, a maior população judaica do mundo fora de Israel está na cidade, com 1,5 milhão de judeus. Os outros dois templos também ficam em países de forte cultura judaica.

Emanu-el
EMANU-EL
Nova York, EUA
3,5 mil m2
Ano: 1929

Sinagoga de Budapeste
Sinagoga de Budapeste
SINAGOGA DE BUDAPESTE
Budapeste, Hungria
2 mil m2
Ano: 1854-59

Grande Sinagoga
Grande Sinagoga
GRANDE SINAGOGA
Pilsen, Rep. Tcheca
1,5 mil m2

Bíblia de Cerca de 1500 Anos é Encontrada e Pode Mudar o Mundo Cristão

Bíblia de Cerca de 1500 Anos é Encontrada e Pode Mudar o Mundo Cristão

Uma Bíblia com cerca de 1500 anos foi encontrada na Turquia e causa preocupação ao Vaticano. Isso porque a tal bíblia contém o evangelho de Barnabé, que teria sido um dos discípulos de Cristo que viajava com  o apóstolo Paulo e descreve Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.

O livro teria sido descoberto no ano 2000, e foi mantido em segredo na cidade de Antara. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo. De acordo com as notícias; peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

Bíblia de Cerca de 1500 Anos é Encontrada e Pode Mudar o Mundo CristãoO Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.

Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar morto.

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Manuscrito Egípcio do Século IV Relata Jesus como Ser que Muda a Aparência

Manuscrito Egípcio do Século IV Relata Jesus como Ser que Muda a Aparência

Manuscrito Egípcio do Século IV Relata Jesus como Ser que Muda a Aparência
Um manuscrito do século IV escrito em língua copta foi recentemente decifrado e revela variações na história canônica de Jesus como a conhecemos. O texto, encontrado no Egito em 1910, é supostamente uma homilia do São Cirilo de Jerusalém ou de alguém que escreve usando o nome do santo.

No manuscrito, o autor informa sobre um livro encontrado em Jerusalém com os escritos de apóstolos contando a vida e a crucificação de Jesus e relata os ensinamentos contidos nele. O que o texto apresenta, porém, varia bastante dos evangelhos oficiais. De acordo com esse manuscrito, Jesus jantou com Pôncio Pilatos na noite anterior da sua crucificação e o prefeito da Judeia teria oferecido o próprio filho para morrer no seu lugar.

O fato de o texto ter sido decifrado não significa que os acontecimentos ocorreram, mas sim que algumas pessoas daquela época acreditavam nessa versão da história. Esse é o alerta do autor do livro "Pseudo-Cyril of Jerusalem on the Life and the Passion of Christ", Roelof van den Broek, que fez a pesquisa sobre o material apócrifo.

Existem duas cópias desse manuscrito, uma no museu da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia, e outra no Morgan Library & Museum, em Nova York. O autor da pesquisa utilizou principalmente a cópia de Nova York para o seu estudo, já que o material da Pensilvânia está ilegível em grande parte do texto.

Um Jesus mutante

Na passagem mais impressionante do manuscrito, Jesus teria sido grato pelo jantar com Pilatos e haveria demonstrado que poderia desaparecer no ar e escapar caso quisesse – ainda que tivesse preferido cumprir a condenação. Na noite que antecedeu a crucificação, Pilatos e a esposa tiveram, supostamente, visões de uma águia sendo morta, em analogia a Jesus.
O texto explica ainda que a razão de Judas usar um beijo para identificar Jesus frente os inimigos seria porque Jesus tinha a capacidade de mudar de forma. Como ele assumia aspectos diferentes, não seria possível passar uma descrição de sua aparência. Com o beijo no rosto, as pessoas saberiam exatamente quem ele seria.

Apesar das variações do relato histórico no manuscrito e de como as informações contradizem o texto canônico, é importante pensar que muitas passagens da vida de Jesus são melhores compreendidas no sentido alegórico, muito mais pelo que a história representa do que pela realidade dos fatos. O significado de sua vida, no que ela inspira e emociona, se mantém imutável.

The Morgan Library & Museum 

Xamanismo Indígena

Xamanismo Indígena

Xamanismo IndígenaNome genérico dado às atividades de caráter mágico, geralmente realizadas por um xamã, ou feiticeiro, que busca contatar mundos e forças sobrenaturais, invocar ou incorporar espíritos ou entidades divinas. Aparece em diferentes cultos religiosos da Ásia Central e Setentrional, África, Américas e Oceania, em culturas antigas, em diferentes estágios de evolução, particularmente nas sociedades indígenas. Por essa razão, o xamanismo não é considerado uma religião propriamente dita, mas um traço característico a diversas religiões. Usualmente, as principais tarefas destinadas a um xamã são a cura, a adivinhação e a busca de soluções para problemas ou questões da coletividade. É comum que o xamã entre em estado de transe emocional e que utilize plantas, animais e minerais em sessões rituais, que podem incluir a ingestão de bebidas muitas vezes alucinógenas.
Práticas xamanicas complexas foram encontradas em cavernas na china a pelo menos 80.000 anos, o que se pressupõe que ele é mais antigo que isso. Dados não muito confiáveis, já que o exame de carbono 14 pode variar dependendo das condições atmosféricas da época, e muitas outras variantes.Provavelmente está ligado ao paleolítico, quando o homem passou a dominar o fogo. Seus elementos são; a conexão com o espírito e uma ligação profunda com os elementos da natureza, do universo e da criação. Traços do xamanismo podem ser encontrados em muitas religiões e tradições (acreditam muitos antropólogos que é de onde derivam as religiões), é considerada a mais antiga disciplina religiosa, médica e psicológica da humanidade.

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Xintoísmo no Japão

Xintoísmo no Japão

Torii no santuário de Itsukushima - Japão

Originalmente, o xintoísmo constituía-se de um conjunto de ritos e mitos que explicavam a origem do mundo, do Japão e da família imperial japonesa. Os protagonistas desses mitos eram os Kamis, deuses ou energias divinas que habitam todas as coisas e se sucedem por gerações, desde a criação do mundo. O xintoísmo permanece como a religião oficial do Japão de 1868 a 1946. Após a derrota japonesa na II Guerra Mundial, o imperador Hiroíto renuncia ao caráter divino atribuído à realeza, e a nova Constituição do país passa a defender a liberdade religiosa.

O xintoísmo não é uma religião confessional: sendo assim, toda teologia e liturgia é quase que inteiramente voltada não para códigos de ética e moral na sociedade em si (como ocorre com as religiões abraâmicas, por exemplo), mas sim para práticas voltadas para o relacionamento familiar, como o culto aos ancestrais e o respeito aos mais velhos. Por não ser uma religião voltada diretamente para o estabelecimento de valores sociais per se, o xintoísmo - apesar de por muito tempo ter sido religião oficial do Estado no Japão - não é uma religião altamente burocratizada que se relaciona com diversas estruturas da sociedade e com estas se mistura (como ocorreu com o catolicismo, por exemplo, que como religião confessional e voltada para o ordenamento da sociedade, se insere rapidamente nas mais variadas esferas sociais como a política e o direito).

As origens mais antigas do xintoísmo são desconhecidas, mas acredita-se que o que hoje é conhecido como xintoísmo começou a se formar provavelmente no período Jomon. Acredita-se que após as primeiras migrações do que viria a ser o povo japonês (também existem muitas dúvidas quanto a origem do povo japonês), as pessoas se estabeleceram em pequenas tribos, isoladas umas das outras, e cada qual possuía suas próprias divindades e ritos. Com a ascendência dos ancestrais do que viria a ser a família imperial japonesa (tradicionalmente considera-se que no Japão, de forma peculiar, houve uma única dinastia imperial até os dias atuais), as divindades cultuadas por este grupo, assim como seus ritos, passaram a ter certo destaque sobre os outros, apesar de muito das características regionalistas do xintoísmo ainda existirem - o que reforça esta idéia de uma religião primordialmente de caráter local.


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Antissemitismo | Sentimento de Hostilidade Contra os Judeus

Antissemitismo | Sentimento de Hostilidade Contra os Judeus

ANTISSEMITISMO, SENTIMENTO DE HOSTILIDADE CONTRA OS JUDEUSEntendido como hostilidade ou discriminação velada ou ostensiva contra os judeus enquanto grupo religioso ou étnico, o antissemitismo tem raízes na antiguidade, quando esse povo foi forçado a abandonar a Palestina, dispersando-se pelo Oriente e Ocidente, onde se agrupava em pequenas comunidades fechadas que procuravam preservar sua cultura, sem se integrarem com os outros habitantes. Inicialmente a justificativa para a discriminação apoiava-se em motivos religiosos, já que os primeiros cristãos os acusavam da crucificação de Jesus Cristo. A isso somou-se um fator econômico, pois o empréstimo de dinheiro a juros era condenado pela igreja e tornara-se quase um monopólio judeu na Europa. A prosperidade financeira de algumas dessas comunidades também despertava inveja, gerando lendas acerca de pactos com o demônio.

Por muitas vezes, ao longo da história, verificaram-se tentativas de excluir o povo judeu do convívio com outros povos, e a tendência alcançou seu momento de violência máxima no século XX, com a ascensão do nazismo.


Na Idade Média, os judeus foram segregados em guetos e obrigados a usar um distintivo que os identificava, amarelo e com a estrela-de-davi no centro. Periodicamente ocorreram expulsões em massa, perseguições e massacres. A Inquisição, particularmente, desempenhou papel ativo nesse processo, nos países em que se instalou. Em busca de melhores condições de sobrevivência, grandes contingentes de judeus deslocaram-se para a Europa oriental.

No século XIX recrudesceu o movimento contra os judeus, com legislações que confiscavam suas propriedades, seguidas pelos programas na Europa oriental, violentos massacres em que centenas de judeus eram dizimados. A participação de muitos judeus na revolução russa de 1917 forneceu novo argumento aos conservadores antissemitas, o do "bolchevismo judeu".

A ascensão do nazismo na Alemanha, a partir de 1930, levou as perseguições ao auge. A teoria da superioridade racial ariana, com base em supostas pesquisas "científicas", foi amplamente explorada pela propaganda hitlerista e conseguiu envolver tanto as massas quanto as elites. Criaram-se os campos de extermínio, onde se estima que cerca de seis milhões de judeus foram metodicamente eliminados.

A derrota do nazismo em 1945 acarretou o esvaziamento do antissemitismo. A criação do Estado de Israel na Palestina, em 1948, gerou graves problemas de convivência com os árabes instalados na região. Como os árabes são também semitas, sua hostilidade a Israel baseia-se em fatores político-econômicos e religiosos.

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Islamismo no Brasil e no Mundo

Islamismo no Brasil e no Mundo

ISLAMISMO NO BRASIL E NO MUNDOOs islâmicos crêem em um só Deus, Alá, e nos ensinamentos de Maomé (chamado O Profeta), contidos no Corão, seu livro sagrado. A palavra islã significa submeter-se e exprime a obediência à lei e à vontade de Alá. Também acreditam na predestinação, na existência do paraíso, do inferno e no dia do juízo final, quando Alá virá julgar todos os povos de acordo com suas ações em vida. O primeiro grande contingente de muçulmanos que chega ao Brasil é formado por africanos trazidos como escravos. Em 1835, eles participam da Revolta dos Malês, na Bahia, uma rebelião contra a escravidão. Vencidos, os malês dispersam-se. A primeira mesquita islâmica só é fundada em 1929, em São Paulo. A convergência de imigrantes árabes para a fronteira do estado do Paraná com o Paraguai faz com que a região, especialmente Foz do Iguaçu, se transforme em um dos lugares de maior concentração de muçulmanos do país. Segundo o Censo de 2000, há 27,2 mil islâmicos no país.

Islamismo no Mundo

Religião monoteísta baseada nos ensinamentos de Mohammed, ou Muhammad, chamado pelos europeus da época de Maomé. A palavra islã significa submeter-se e exprime a obediência à lei e à vontade de Alá (Allah, Deus em árabe). Seus seguidores são conhecidos como muçulmanos – Muslim, em árabe, aquele que se subordina a Deus. Eles se dividem em dois grandes grupos: os sunitas (84%) e os xiitas (16%).

ISLAMISMO NO BRASIL E NO MUNDOA história de Maomé

O profeta Maomé (570-632) nasce em Meca, na Arábia Saudita. Começa a pregar aos 40 anos, quando, segundo a tradição, recebe uma mensagem do arcanjo Gabriel, que lhe ordena pregar em nome do Deus único. Na época, as religiões da península Arábica eram o cristianismo bizantino, o judaísmo e o politeísmo. Maomé passa a pregar sua mensagem monoteísta e encontra grande oposição. Perseguido em Meca, emigra para Medina, em 622. Esse fato, nomeado Hégira, é o marco inicial do calendário muçulmano. Em Medina, ele é reconhecido como profeta e legislador, assume a autoridade espiritual e temporal, vence a oposição judaica e estabelece a paz entre as tribos árabes. Quase dez anos depois, Maomé e seu exército ocupam Meca. Morre, em 632, como líder de uma religião em expansão.

Livros e doutrinas

O Alcorão (do árabe al-qur’ãn, leitura), livro sagrado do islamismo, é a coletânea das revelações divinas recebidas por Maomé de 610 a 632. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade de bondade, generosidade e justiça nas relações entre as pessoas. A segunda fonte de doutrina do Islã, a Suna, é um conjunto de preceitos baseados nos hadith (ditos e feitos do profeta).

Preceitos religiosos

A Sharia define normas de conduta, comportamento e alimentação, além dos cinco pilares da religião. O primeiro pilar é a shahada ou testemunho: não há outro Deus a não ser Alá, e Maomé é seu profeta. O segundo são as cinco orações diárias comunitárias (sãlat). O terceiro é uma taxa chamada zakat. O quarto consiste em cumprir o jejum nos dias do mês do Ramadã. O quinto pilar é o hajj, ou a peregrinação a Meca. A esses cinco pilares, a seita khawarij adicionou o jihad. Traduzido comumente como Guerra Santa, significa a batalha para difundir os princípios do Islã. Mas o jihad não é aceito por toda a comunidade islâmica. Muitos enfatizam seu aspecto interior – a luta do indivíduo contra os próprios erros.

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Arquivo