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Terapia Ocupacional

Terapia Ocupacional

Terapia Ocupacional


Curso
Habilitação
Duração
Terapia Ocupacional
Terapeuta Educacional
4 ANOS
Descrição da Profissão
Este profissional trata das pessoas que têem ou estejam com dificuldades de adaptação social, problemas mentais, emocionais e ou problemas físicos. Através de exercícios físicos, jogos pedagógicos e lúdicos desenvolve exercícios físicos que auxiliem no tratamento. Desenvolve atividades sensoriais.
Aptidões Desejáveis
É preciso ter sensibilidade, paciência, equilíbrio emocional, habilidade para lidar com pessoas e criatividade.
Especializações Possíveis
Organizacional, Geriatria, Saúde Pública , Psiquiatria, Recuperação Física e Educacional.
Campos de atuação
Clínicas, Asilos, Hospitais,Penitenciárias e Centros de Saúde.
www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org
lumepa.blogspot.com

Instituto Butantan

Instituto Butantan

Instituto Butantan

Entidade dedicada à patologia experimental, o Instituto Butantan localiza-se em São Paulo (São Paulo), e ocupa uma área de 790.000m2. O Butantan surgiu em 1899 como dependência do Instituto Bacteriológico (depois incorporado ao Instituto Adolfo Lutz), para fabricar vacinas contra a peste bubônica, e a 23 de fevereiro de 1901, tornou-se instituto autônomo com o nome que até hoje conserva. Seis edifícios e dezenas de dependências menores alojam laboratórios, biblioteca e administração. Seus dois serpentários são pontos de atração turística, assim como a rica coleção de aranhas.

Conhecido já no começo do século XX por seu corpo de pesquisadores dedicados à ofidiologia, o Butantan foi pioneiro na fabricação do soro antiofídico, descoberto por Vital Brasil, seu primeiro diretor.

O instituto destina-se a estudar principalmente questões de medicina experimental e animais venenosos. Fabrica soros, vacinas e outros produtos biológicos, além de ministrar cursos em diversos campos científicos. Publica anualmente (desde 1918), suas Memórias e sua Coletânea de trabalhos.

Bronquite | Sintomas e Tratamento

Bronquite | Sintomas e Tratamento 

#Bronquite | Sintomas e Tratamento

A bronquite é um processo inflamatório da membrana mucosa dos brônquios, provocado por agentes  microbianos (mixovírus, estreptococos, pneumococos etc.) e por alergia a certos fatores ambientais (frio, umidade, poeira doméstica, pólen de plantas, fungos do ar etc.). Os sintomas comuns a todas as bronquites são tosse, dispneia, dor torácica e secreção mucosa excessiva.

As inflamações brônquicas afetam pessoas de qualquer idade, mas são particularmente sérias em crianças e velhos, nos quais podem dar origem a complicações.

Nas bronquites agudas, os fatores ambientais têm significativa importância. Geralmente bacterianas, as formas agudas às vezes estão associadas a quadros em que as mucosas acham-se previamente inflamadas pelo vírus da gripe, por adenovírus e pelo bacilo diftérico. Este último causa um tipo especial de bronquite, denominada membranosa (crupe), que obstrui as vias aéreas, exigindo muitas vezes traqueotomia.

A forma crônica de bronquite caracteriza-se pela secreção mucosa, catarro e tosse constantes e pode ser consequência de bronquites agudas recorrentes. De longa evolução, esse quadro crônico pode determinar algumas complicações, como abscessos pulmonares e bronquiectasias, essas últimas devidas a um processo inflamatório destrutivo da parede brônquica. A afecção é quase sempre bilateral, atacando de preferência os lóbulos inferiores.

O tratamento das bronquites é em geral sintomático, à base de antibióticos e vacinas antialérgicas. Na fase final de uma bronquite crônica, em pacientes enfisematosos e cardíacos, a terapêutica deve também concentrar-se na melhoria da chamada ventilação pulmonar.

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Botulismo | Sintoma e Tratamento do Botulismo

Botulismo | Sintoma e Tratamento do Botulismo

#Botulismo | Sintoma e Tratamento do BotulismoO botulismo é causado pela toxina conhecida como botulina, produzida pelo bacilo Clostridium botulinum, que em geral se desenvolve em presuntos e salsichas, em conservas mal esterilizadas ou adulteradas, principalmente de carne e peixe, mas também de frutas e legumes. Foi descoberto em 1895 por Van Ermengen. Seu nome vem do latim botulus, "linguiça", "salsicha". As conservas de fabricação doméstica são as mais perigosas. O alimento contaminado pode não ter cheiro ou aspecto anormal, mas é recomendável jogar fora qualquer lata com tampa abaulada e vidro com sinais de fermentação ou deterioração.

Conservas mal esterilizadas ou adulteradas podem provocar uma forma extremamente grave de intoxicação alimentar -- o botulismo -- que, se não tratada logo  após os primeiros sintomas, chega a causar a morte.

Os sintomas aparecem entre 12 e 72 horas depois da ingestão do produto contaminado. Consistem em dores de cabeça, vômitos, dores de estômago, tonteiras e diplopia (visão dupla). O envenenamento progride rapidamente e causa perturbações da fala e da deglutição, fraqueza geral, tosse, paralisia dos músculos da faringe e da laringe, perturbações respiratórias. Metade das mortes são causadas pela paralisia dos músculos respiratórios.

O tratamento tem de começar às primeiras suspeitas, antes mesmo de confirmado o diagnóstico. Deve incluir aplicação maciça de antitoxinas, lavagem do estômago, ventilação artificial (por traqueotomia ou tubo endotraqueal) e alimentação intravenosa.

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Malformações Congênitas

Malformações Congênitas

Malformações Congênitas

Dá-se o nome de malformações congênitas às anomalias funcionais ou estruturais do recém-nascido, sejam elas manifestas ou latentes.

As malformações congênitas estão entre os problemas médicos de prevenção e cura mais difíceis. Decorrentes de causas diversas, afetam músculos, esqueleto, órgãos sensoriais, os sistemas respiratório e nervoso, a circulação e o metabolismo do recém-nascido.

Tipos e causas - Os defeitos congênitos não são resultado de uma única causa. Podem ser devidos à herança genética, a doenças preexistentes ou contraídas pela mãe nos primeiros meses de gravidez, à ingestão de medicamentos por esta no mesmo período e ainda à ação conjunta de alguns desses fatores.

Determinar a fase da gravidez em que as malformações se produzem implica estabelecer uma clara distinção entre embrião e feto. O período das oito semanas seguintes à fecundação corresponde ao estado embrionário. Nessa fase, a incipiente forma de vida adquire sua estrutura essencial e seus tecidos começam a definir-se e a distribuir-se. A partir da oitava semana de gravidez o embrião se transforma em feto e nele se produz a progressiva e definitiva diferenciação dos tecidos, bem como o crescimento. Existem anomalias que se manifestam no feto, sobretudo nos olhos, no cérebro e no ouvido interno. É no estado embrionário, no entanto, que se produzem as malformações mais frequentes, muitas das quais só se manifestam anos mais tarde.
Quando o agente causal é genético, a malformação pode resultar de um gene dominante, caso em que se manifesta em todos os portadores, ou de um gene recessivo, que só produz efeitos quando transmitido por ambos os pais.

Um exemplo do primeiro caso é a acondroplasia ou nanismo, em que a cartilagem se transforma em osso e nessa mutação o crescimento fica paralisado. Os portadores dessa malformação são vulgarmente conhecidos como anões. Apresentam movimentos rápidos e ágeis, passos curtos, intensa movimentação das mãos e inteligência viva. As extremidades superiores e inferiores ficam muito curtas, mas conservam normais as demais dimensões.

Entre os defeitos congênitos de origem genética, são mais comuns aqueles que derivam de gene recessivo. Incluem albinismo, ou ausência do pigmento da pele e dos pelos; microcefalia, processo em que o cérebro não se desenvolve plenamente; hemofilia, patologia do sangue que impede a coagulação; e muitas outras enfermidades de tipo metabólico. Há defeitos comuns, como a luxação congênita do quadril, que não se explicam por ação de um único gene, mas cuja transmissão decorre do acúmulo de vários genes. Essa herança é frequente em algumas famílias e também se registra em descendentes de casamentos consanguíneos.

Um defeito congênito também pode ser causado por  mutações espontâneas, ou seja, por alterações súbitas no código hereditário de um gene. Além disso, também são possíveis anomalias cromossômicas na divisão celular. Devem-se a elas a maior parte dos casos em que se dá a morte do feto, que são também responsáveis por outros defeitos relativamente comuns, como o mongolismo, ou síndrome de Down, que decorre de um defeito na divisão cromossômica.

Entre as doenças maternas que produzem anomalias congênitas estão a toxoplasmose, que na forma congênita acomete o sistema nervoso e causa coriorretinite, com consequente cegueira, e a  rubéola, que contraída no início da gestação acarreta defeitos graves para o embrião. Produtos farmacêuticos também podem provocar defeitos congênitos, como ocorreu com a talidomida, medicamento que na década de 1960 fez nascerem crianças sem braços e pernas. A radiação, se afeta células que estão se dividindo ativamente, também pode ocasionar mutações.

Incidência de defeitos congênitos - Cerca de vinte por cento dos natimortos e crianças que morrem na primeira semana de vida - que representam 0,6% do total de nascimentos - apresentam malformações congênitas graves. A incidência dos diferentes tipos de malformação é variável. A frequência do mongolismo por trissomia no par no 21, por exemplo, é de uma para cada 700 nascidos vivos e responde por 17% dos casos de atraso mental. Defeitos menos graves que podem ser considerados congênitos (manchas na pele, áreas isoladas de calvície etc.) são de incidência menos frequente.

Certos defeitos são mais frequentes em determinadas áreas geográficas (anemia falciforme, no norte da África; falta de parte do cérebro, na Irlanda e na região oeste da Inglaterra etc.). Outros não variam com o país, mas dependem de outros fatores, como ocorre com o mongolismo, em que a idade da mãe é determinante.

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Gota | O Que é Gota?

Gota | O Que é Gota?

#Gota | O Que é Gota?Gota é conhecida desde a antiguidade, a gota é uma doença hereditária do metabolismo, caracterizada pelo aumento da taxa de ácido úrico no sangue e ataques recorrentes da inflamação nas articulações. Na fase aguda representa um quadro inflamatório de curta duração, que afeta as articulações, principalmente a do dedo grande do pé. No século XVI, transformou-se em doença característica da nobreza, e afetou personalidades como o imperador Carlos V da Alemanha e o rei Henrique VIII, da Inglaterra.

O nome gota é resquício da antiga crença de que a moléstia era causada por um agente nocivo que se infiltrava gota a gota nos interstícios dos ossos.

As crises resultam do depósito, nas cartilagens das articulações, de cristais de urato de sódio. O ácido úrico geralmente é eliminado pela urina. Ainda  não se conhece a natureza nem o mecanismo da deficiência bioquímica que leva a sua retenção e concentração anormais no organismo. Os sintomas da gota são dor intensa, calor e vermelhidão na área afetada, tumefação e extrema sensibilidade ao toque. Os fatores que desencadeiam a crise são: alimentação inadequada, infecção aguda, ferimento nas articulações, trauma, cansaço físico, frio e umidade etc. Depois de um ataque agudo, em geral a doença fica latente, mas se a gota se tornar crônica a continuação de depósitos de urato de sódio pode levar à deformação da articulação e à formação de nódulos subcutâneos.
Mesmo vinculado à hereditariedade, o risco de um ataque de gota aumenta em decorrência do excesso de proteínas e de ingestão de bebidas alcoólicas. A doença afeta, em cerca de 95% dos casos, homens adultos; nas mulheres, quando ocorre, vem após a menopausa. O tratamento tradicional é baseado na administração da colquicina, alcaloide extraído das sementes de cólquico. Drogas mais modernas, como o alupurinol, impedem a formação de ácido úrico e reduzem a taxa de concentração no sangue.

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Glaucoma | O que é Glaucoma?

Glaucoma | O que é Glaucoma?

#Glaucoma | O que é Glaucoma?

De causa desconhecida, o glaucoma carateriza-se pelo aumento de pressão no interior do olho, que provoca deformações ou enrijecimento do globo ocular e distúrbios da visão, desde perturbações brandas e transitórias à cegueira completa. O aumento da pressão intra-ocular decorre de um desequilíbrio entre a produção e a reabsorção do humor aquoso, líquido produzido pelo corpo ciliar que se deposita entre a íris e o cristalino. As causas mais prováveis do glaucoma são a instabilidade emocional e vasomotora, a hipermetropia e os fatores hereditários.

Muitos casos de cegueira são devidos ao glaucoma, doença que habitualmente começa a manifestar-se de forma lenta, insidiosa e sem dor.

O glaucoma crônico não causa sintomas na primeira fase e só pode ser diagnosticado por aferição da pressão intra-ocular ou pelos efeitos físicos que ela provoca no disco óptico, ponto onde o nervo óptico toca o globo ocular. O tratamento medicamentoso visa a reduzir a pressão intra-ocular por meio da administração de drogas que provocam a contração da pupila e permitem o escoamento do humor aquoso.

O paciente de glaucoma de ângulo estreito sente dores de cabeça e nos olhos, apresenta eventualmente náuseas e vômitos e vê um círculo em torno dos pontos de luz. O tratamento de uma crise aguda é similar ao que se aplica no caso do glaucoma crônico, mas a eliminação definitiva da doença requer intervenção cirúrgica para praticar uma incisão na íris que permita o escoamento do humor aquoso.

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