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Vingança | Vengeance


Vingança | Vengeance

Vingança | Vengeance
VINGANÇA
Ato de punir uma ofensa. “A mim me pertence a vingança...” (Dt 32:35; Rm 12:19; Hb 10:30). O dia da vingança do Senhor...” (Is 34:8)”;...a vingança vem, a retribuição de Deus...” (Is 35:4); “... pôs sobre si a vestidura da vingança...”, (Is 59:17)”; O dia da vingança me estava no coração...” (Is 63:4).

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Vau | Seata Letra do Alfabeto Hebraico


Vau | Seata Letra do Alfabeto Hebraico

Vau | Seata Letra do Alfabeto Hebraico
VAU
Sexta letra do alfabeto hebraico. Emprega-se para marcar a sexta secção do Salmo 119, e no início de cada linha do v. da mesma secção. Em diversas fases do desenvolvimento do alfabeto hebreu veio a assemelhar-se com outras letras do mesmo alfabeto. No túmulo de Tiago, já um século antes de Cristo, vau e zain distinguiam-se uma da outra com muita dificuldade. O jod somente se conhecia por um pequeno ângulo na extremidade superior.

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Uso Correto da Crase

Uso Correto da Crase 

Uso Correto da Crase
NÃO, ANTES DE
·         Pronomes relativos (ex: eis a mulher a cuja empregada ajudamos)
·         Verbos (ex: a fazer)
·         Artigo indefinido (ex: a uma)
·         Pronome pessoal  (exs: a ela, a V.a)
·         Pronome indefinido (a cada, a toda, a alguma, a nenhuma, a essa, a esta, a certa)
·         Pronome interrogativo (ex: A qual?)
·         Locuções repetidas (ex: gota a gota)
·         Preposição (ex: ante a comissão)
·         Terra # bordo (ex: o navio voltou a terra)
·         Casa = residência (ex: voltei a casa)
Obs: voltei à casa dos sonhos (com complemento = determinada)
         às sete horas / refiro-me às três candidatas (numeral determinado)
         não vejo bem a distância / ele estava à distância de dez metros (com complemento)

SIM, ANTES DE
·         Locuções adverbiais femininas (exs: às vezes, à noite)
·         Locuções conjuntivas femininas (ex: à medida que)
·         Locuções prepositivas femininas (exs: em frente à grade, à procura de)
·         Pronomes demonstrativos (ex: àquele, àquilo)
·         Conjunção proporcional (à medida que, à proporção que)
·         Horas (ex: às 13:00 horas)
·         À moda” (ex: à inglesa)
·         Nome de lugar (ex: fui à Bahia)
Obs: vou a Roma (venho de Roma), vou à Itália (venho da Itália)
         resposta igual à que dei (determinada)

OPCIONAL
·         Pronomes possessivos (ex: a/à sua, a/à dela)
·         Substantivos próprios (ex: a/à Sônia)



Obs: há = passado
         a = futuro

Por Que Ler um Livro...

Por Que Ler um Livro...

Por Que Ler um Livro...
Ler um livro é desinteressar-se a gente deste mundo comum e objetivo para viver noutro mundo. A janela iluminada noite adentro isola o leitor da realidade da rua, que é o sumidouro da vida subjetiva. Árvores ramalham. De vez em quando passam passos. Lá no alto estrelas teimosas namoram inutilmente a janela iluminada. O homem, prisioneiro do círculo claro da lâmpada, apenas ligado a este mundo pela fatalidade vegetativa do seu corpo, está suspenso no ponto ideal de uma outra dimensão, além do tempo e do espaço. No tapete voador só há lugar para dois passageiros: Leitor e autor.

O leitor ingênuo é simplesmente ator. Quero dizer que, num folhetim ou num romance policial, procura o reflexo dos seus sentimentos imediatos, identificando-se logo com o protagonista ou herói do romance. Isto, aliás, se dá mais ou menos com qualquer leitor, diante de qualquer livro; de modo geral, nós nos lemos através dos livros.

Mas no leitor ingênuo, essa lei dos reflexos toma a forma de um desinteresse pelo livro como obra de arte. Pouco importa a impressão literária, o sabor do estilo, a voz do autor. Quer divertir-se, esquecer as pequenas misérias da vida, vivendo outras vidas desencadeadas pelo bovarismo da leitura. E tem razão. Há dentro dele uma floração de virtualidades recalcadas que, não encontrando desimpedido o caminho estreito da ação, tentam fugir pela estrada larga do sonho.

Assim éramos nós então, por não sabermos ler nas entrelinhas. E daquela primeira fase de educação sentimental, que parecia inevitável como as espinhas, passava quase sempre o jovem monstro para uma crise de hipercrítica. Devido à necessidade de um restabelecimento de equilíbrio, o excesso engendrava o excesso contrário. A pouco e pouco os românticos perdiam terreno em proveito dos naturalistas. Dava-se uma verdadeira subversão de valores na escala da sensibilidade e a fantasia comprazia-se em derrubar os antigos ídolos. Formava-se muitas vezes, coincidindo com manifestações mórbidas que são do domínio da psicanálise, um pedantismo da clarividência, tão nocivo como a intemperança imaginosa ou sentimental, e talvez mais ingênuo, pois refletia um ressentimento de namorado ainda ferido nas suas primeiras ilusões.

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Algoritmo

Algoritmo

#Algoritmo

Um algoritmo é um procedimento geral de resolução de problemas mediante a execução de uma seqüência de passos elementares, a partir dos dados iniciais. O algoritmo da multiplicação de números inteiros, por exemplo, decompõe essa operação em uma sucessão de somas e produtos de números de um só algarismo.

É necessário, na construção de um algoritmo, levar em conta todas as alternativas possíveis de manipulação dos dados disponíveis. A obtenção de algoritmos é particularmente importante quando sua aplicação pode ser mecanizada, como, por exemplo, por meio de um computador. Como essas máquinas só realizam operações muito simples, um programa não passa de um algoritmo formado por instruções que o computador possa executar.

Para resolver problemas matemáticos semelhantes, é útil dispor de um método geral de solução, com regras formais bem definidas. Se o problema apresenta alta complexidade, recorre-se a sua decomposição em uma série de outros algoritmos menos complexos.

Quando se torna necessário optar entre dois algoritmos que resolvem o mesmo problema, deve-se analisar fundamentalmente duas circunstâncias. Primeiro, é preciso ter em conta a rapidez do processo; em segundo lugar, a presença de erros. Como são obtidos a partir de mecanismos de medição, os dados de entrada raramente são exatos e o algoritmo também introduz um erro. Na ausência de outros fatores, cumpre recorrer ao algoritmo que minimize o crescimento do erro. Em muitos casos, ademais, convém considerar o custo econômico embutido na utilização de um ou outro algoritmo.

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Aprendizagem, Tipos de aprendizagem

Aprendizagem, Tipos de aprendizagem

#AprendizagemEm psicologia, aprendizagem é o processo de modificação da conduta por treinamento e  experiência. Varia da simples aquisição de hábitos à  de técnicas mais complexas. Como característica essencial do psiquismo humano, o ato de aprender difere do adestramento animal pelo seu caráter criador, dinâmico e intencional. A motivação, a inteligência e a hereditariedade influenciam a aprendizagem, cujos elementos básicos são o estímulo, a resposta, o impulso e o reforço. A psicologia vem emprestando ao assunto singular importância, mesmo em relação a problemas como a neurose, considerada uma aprendizagem defeituosa, cujo tratamento consistiria em um verdadeiro reaprendizado.

A capacidade de aprendizagem é comum ao animal irracional e ao ser humano, criança ou adulto. Representa uma adaptação ao meio e é necessária à sobrevivência de todo o ser vivo.

Tipos de aprendizagem. A lista dos comportamentos que se aprende inclui a aprendizagem associativa ou condicionada, tanto a clássica como a operante; a aprendizagem por discriminação, em que o indivíduo  aprende a reagir diante de uma esfera limitada de características sensoriais, como certo tom de cor; por hábito, que consiste na cessação de resposta a estímulos repetidos; por formação de conceitos, caracterizada pelo processo de classificar experiências em função de traços comuns. Abrange também a aprendizagem perceptiva; a de solução de problemas; e a psicomotora, isto é, a formação de comportamentos neuromusculares, que reagem a sinais dos sentidos. A imitação, o insight e o imprinting ("estampagem") constituem outros tipos de aprendizado.

Do século XVII até meados do século XX, a preocupação dos teóricos era demonstrar cientificamente que determinados princípios universais regiam todos os processos da aprendizagem e explicavam as formas e causas de seu funcionamento. Uma rigorosa e objetiva metodologia visava enfeixar o comportamento de todos os organismos em um sistema unificado de leis semelhantes às das ciências naturais. A partir da década de 1970, porém, os psicólogos, tendo em vista as lacunas das teorias gerais da aprendizagem, começaram a ver que a questão não podia ser abarcada por um único sistema.

A última tentativa de integrar todo o saber psicológico em uma teoria abrangente ocorreu na década de 1930. Três pensadores foram Edwin R. Guthrie, Clark L. Hull e Edward C. Tolman. Guthrie argumentava que as respostas (não as percepções ou os estados mentais) formavam em última instância os componentes mais importantes da aprendizagem. Hull sustentava que a força do hábito, resultado de  sequências de estímulo e resposta suscitadas pela recompensa, constituía o aspecto essencial da aprendizagem, concebida como um processo gradual. Tolman defendia o princípio de que o objetivo visado pelo sujeito é a base do comportamento. Diversos temas abordados por esses pensadores continuam tendo a máxima relevância no estudo da aprendizagem.

Um desses temas é a associação. Ela reside em sua essência na observação de que o sujeito percebe algo em seu meio (sensações) e o resultado é uma tomada de consciência de que há alguma coisa no mundo exterior (ideias). As associações que levam às ideias incluem: a proximidade dos objetos ou ocorrências no espaço e no tempo, a similaridade, a frequência, a proeminência e a atração.

Uma questão que não ficou resolvida reside em saber o que se associa. Um grupo liderado por Guthrie e Hull sustentava que as associações se davam entre estímulos e respostas passíveis de observação. A aprendizagem associativa, a capacidade que o animal tem para associar um estímulo anteriormente irrelevante a uma determinada resposta,  ocorre sobretudo pelo processo de condicionamento, em que o reforço cristaliza novas formas de conduta. A mais recente experiência de condicionamento que se conhece foi realizada pelo fisiólogo russo do século XIX, Ivan P. Pavlov, que condicionou cães para salivarem ao som de campainhas.

As teorias de estímulo e resposta não explicaram, porém, muitos dos fenômenos da aprendizagem e pareciam francamente reducionistas, não levando em conta os processos interiores do indivíduo. Tolman encabeçou um outro grupo, cuja tese era que as associações abarcavam um estímulo e uma impressão sensorial subjetiva. Outro tema atual é o reforço, noção que decorre da descoberta de que é possível reforçar um padrão de comportamento com recompensas ou punições. Persiste, porém, um debate teórico acalorado no que se refere aos mecanismos do reforço.

Muitos psicólogos contestam a validade universal da teoria da associação e afirmam a importância de outros fatores na aprendizagem. Os gestaltistas, por exemplo, acreditam que os processos mais importantes da aprendizagem envolvem uma reestruturação das relações com o meio e não simplesmente uma associação das mesmas. Os psicolinguistas (isto é, os que estudam os aspectos psicológicos da linguagem) sustentam que a aprendizagem de uma língua abarca um número de palavras e locuções muito grande para ser explicado satisfatoriamente pela teoria associacionista. Afirmam esses pesquisadores que a aprendizagem da língua radica em alguma estrutura básica de organização, talvez uma "gramática" inata e geneticamente herdada.

Outras questões que se avultam nas atuais teorias da aprendizagem incluem o papel da motivação; os estágios da aprendizagem; os processos e a natureza da evocação, do esquecimento e da recuperação de informações (memória). A genética do comportamento ajuda a elucidar questões importantes como a distinção entre comportamento aprendido e herdado. Outros cientistas estudam conceitos não passíveis de quantificação, como a imagem, os processos cognitivos, a conscientização e a vontade.

Base fisiológica da aprendizagem. Os mecanismos da aprendizagem e da lembrança parecem depender de mudanças algo permanentes no sistema nervoso. Os efeitos da aprendizagem são inicialmente retidos no cérebro, mediante um processo reversível sucedido por uma mudança neural mais duradoura. Foram assim propostos dois tipos de processos neurológicos. A função da memória a curto prazo, temporária e reversível, talvez decorra de um mecanismo fisiológico (como uma transformação sináptica, elétrica ou química), que mantém vivo o traço da memória por um período limitado de tempo. A memorização mais permanente (a longo prazo) pode depender de transformações na estrutura física ou química dos neurônios; as mudanças sinápticas parecem ser de uma importância primordial. As lembranças ou imagens avulsas parecem ter uma localização definida.

Guardam certa afinidade com o problema da   aprendizagem os processos algo complexos do raciocínio, da solução de problemas, e do comportamento articulado e expresso pela linguagem, que vêm sendo estudados principalmente nos casos de lesão cerebral. No homem, o tecido cerebral pode ser grandemente destruído sem nenhum prejuízo aparente para esses processos. Já as lesões que ocorrem em áreas específicas e restritas do córtex cerebral, (especialmente os lobos temporal, parietal e occipital) podem provocar problemas em áreas relacionadas com a linguagem, como a leitura e a fala.

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Ábaco

Ábaco

Ábaco
Ábaco é um instrumento usado desde a antiguidade para efetuar as operações elementares. Consta de um bastidor no qual se inserem diversas varetas no sentido horizontal, e por cada uma deslizam dez contas. A vareta inferior corresponde às unidades, a segunda às dezenas, a terceira às centenas e assim sucessivamente. Para representar um número, se deslocam pelas varetas tantas contas quantas sejam necessárias para as unidades, as dezenas etc. No ábaco está implícito o sistema decimal de numeração instituído depois da invenção do instrumento.

Durante a ocupação do Japão por tropas dos Estados Unidos, logo após a segunda guerra mundial, ocorreu uma curiosa disputa entre um soldado americano, perito no manejo de máquinas de calcular, e um funcionário japonês habituado ao uso do ábaco. A prova consistia em efetuar rapidamente as quatro operações aritméticas. O japonês venceu em quatro das cinco questões propostas, demonstrando a eficácia do antigo sistema de cálculo.

Alguns modelos contam com dez varetas, que correspondem a igual número de dedos, com dez contas em cada vareta. Outro tipo de ábaco apresenta varetas divididas em duas partes, uma com cinco contas e outra com duas. As contas da primeira parte correspondem a uma unidade e as da segunda, a cinco unidades. Os romanos empregavam um modelo de ábaco no qual as varetas eram substituídas por sulcos feitos numa tábua e as contas, por pedras.

O ábaco foi usado pelas civilizações pré-colombianas, mediterrâneas e do Extremo Oriente. Sua utilização significou um grande avanço para o cálculo aritmético na antiguidade. Em alguns países do Extremo Oriente o uso do ábaco perdura até os dias atuais.

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