Os Maiores Produtores de Uva do Mundo

Os Maiores Produtores de Uva do Mundo

Top 20 Maiores Produtores de Uva do Mundo

Abacate no Mundo: https://youtu.be/4lxwLfTeqVE Ateus no Mundo: https://youtu.be/eG6gStMYSaU 10 Países Mais Extensos do Mundo: https://youtu.be/Nieh0RVZxwI Banana no Mundo: https://youtu.be/pU-DrM1oyJA Bovinos no Mundo: https://youtu.be/PrvNRr7bzeo Cacau no Mundo: https://youtu.be/uwzHy6-ssfc Café no Mundo: https://youtu.be/cSzxhFOX9A0 Camelos no Mundo: https://youtu.be/62SThGiDkwQ Cavalos no Mundo: https://youtu.be/VeUpb7ijqTU Maçã no mundo: https://youtu.be/bICCgwIDBhY País, Estado e Nação: https://youtu.be/DlsUkvUvD1Y Ditaduras no Mundo: https://youtu.be/BGvUefpcUhU Florestas no Mundo: https://youtu.be/DeNpEQpsskQ G20: PIB Nominal: https://youtu.be/9c2HHL52tvQ Laranja no Mundo: https://youtu.be/rBClrGjQP40 Milho nno Mundo: https://youtu.be/DgFD8tU6WtY População do Mundo: https://youtu.be/axOVvLBX7hE Oriente Médio Militar: https://youtu.be/QLPaq7EemEA Países Pobres: https://youtu.be/iaoTUNiu1L4 Países Mais Ricos do Hemisfério Sul: https://youtu.be/gDaETGNVIwg População Mundial de 1800 a 2100: https://youtu.be/lVmMJahGjI0 Soja no Mundo: https://youtu.be/G3gz3TubkNk Terremotos nno Mundo: https://youtu.be/zq4A-b4JUo4 Top 10 Países Mais Ricos do Mundo: https://youtu.be/0RK9E2C0sSE Top 20 Países Mais Ricos do Mundo: https://youtu.be/B1aVMXjEBrw Top 20 PIB Per Capita: https://youtu.be/eJoYfIcr-X0 Uva no Mundo: https://youtu.be/OUoBDyK7l4A

Top 20 Países Maiores Produtores de Vinho do Mundo

 Os Maiores Produtores de Vinho do Mundo

Top 20 Países Maiores Produtores de Vinho do Mundo
Abacate no Mundo: https://youtu.be/4lxwLfTeqVE Ateus no Mundo: https://youtu.be/eG6gStMYSaU 10 Países Mais Extensos do Mundo: https://youtu.be/Nieh0RVZxwI Banana no Mundo: https://youtu.be/pU-DrM1oyJA Bovinos no Mundo: https://youtu.be/PrvNRr7bzeo Búfalos no Mundo: https://youtu.be/R7rj14cqAwI Cacau no Mundo: https://youtu.be/uwzHy6-ssfc Café no Mundo: https://youtu.be/cSzxhFOX9A0 Camelos no Mundo: https://youtu.be/62SThGiDkwQ Cavalos no Mundo: https://youtu.be/VeUpb7ijqTU Cidades do Mundo: https://youtu.be/aeQwO5EjQwo Galinhas no Mundo: https://youtu.be/qPzntW5xML0 Maçã no mundo: https://youtu.be/bICCgwIDBhY Mandioca no Mundo: https://youtu.be/L3vWs3bSaZo País, Estado e Nação: https://youtu.be/DlsUkvUvD1Y Ditaduras no Mundo: https://youtu.be/BGvUefpcUhU Florestas no Mundo: https://youtu.be/DeNpEQpsskQ G20: PIB Nominal: https://youtu.be/9c2HHL52tvQ Laranja no Mundo: https://youtu.be/rBClrGjQP40 Milho no Mundo: https://youtu.be/DgFD8tU6WtY Milho Verde no Mundo: https://youtu.be/3r5o7bBpE80 População do Mundo: https://youtu.be/axOVvLBX7hE Oriente Médio Militar: https://youtu.be/QLPaq7EemEA Países Pobres: https://youtu.be/iaoTUNiu1L4 Países Mais Ricos do Hemisfério Sul: https://youtu.be/gDaETGNVIwg População Mundial de 1800 a 2100: https://youtu.be/lVmMJahGjI0 Soja no Mundo: https://youtu.be/G3gz3TubkNk Terremotos nno Mundo: https://youtu.be/zq4A-b4JUo4 Top 10 Países Mais Ricos do Mundo: https://youtu.be/0RK9E2C0sSE Top 20 Países Mais Ricos do Mundo: https://youtu.be/B1aVMXjEBrw Top 20 PIB Per Capita: https://youtu.be/eJoYfIcr-X0 Uva no Mundo: https://youtu.be/OUoBDyK7l4A Vinho no mundo: https://youtu.be/rgOvESonSB8

Top 20 Maiores Produtores de Melancia do Mundo

Símbolos Religiosos

 Símbolos Religiosos

Buddhists
Christians

Folk Religions

Hindus

Jainismo

Judaismo

Muslins

Other Religions

Xinto

Sikhs

Sem Religião

Tao

Zoroastrismo


Mitologia de A a Z

 Mitologia de A a Z

Mitologia
Abracadabra

Muitas são as versões sobre a origem da palavra. A mais difundida é a de que vem de Abraca, ou Abracax, o mais antigo dos deuses da mitologia persa. Conhecida no Ocidente como uma “palavra mágica”, ela servia para formar uma figura que se acreditava ter o poder de prevenir e curar doenças. As letras deveriam ser dispostas no formato de uma pirâmide invertida:


Bifrost

Na mitologia nórdica, era uma gigantesca ponte que ligava o mundo dos deuses, Asgard, ao mundo dos homens, Midgard. A ponte era representada por um arco-íris e seria destruída no fim do mundo, durante o Ragnarok, a batalha final entre os deuses e as forças do mal (leia na página 66).


Caos

Na mitologia grega, Caos era o deus primordial. Ele deu origem à deusa Nix (a personificação da noite) e ao deus Érebo (a personificação das trevas). Estes dois, por sua vez, uniram-se para gerar as novas deidades. Caos representava a desordem inicial do mundo. Nesse espaço ficava o princípio material de todas as coisas, esperando o momento de sua criação.


Duendes

Presentes em várias culturas, são seres elementais, protetores da natureza. Em algumas histórias, aparecem como os guardiões de tesouros secretos e portadores da sorte. Entre os seres mágicos da mitologia germânica, são os mais próximos dos humanos. Brincalhões, adoram esconder objetos e podem ficar amigos dos homens. Quando confiam em um humano, os duendes dedicam-lhe amizade e proteção. Mas, quando se sentem traídos, podem tornar-se vingativos e causar muitos problemas. São descritos como seres de orelhas pontudas, peludos e com até 30 centímetros de altura.


Erotismo

A palavra deriva de Eros, deus grego do amor, chamado de Cupido na mitologia romana. Segundo a tradição das mitologias grega e romana, a figura de Eros representava o princípio do prazer, da alegria, da vida. Com o tempo, a palavra erotismo acabou sendo associada, exclusivamente, a questões referentes a sexo.


Fênix

Era uma ave que, ao morrer, entrava em combustão e, depois de algum tempo, renascia das próprias cinzas. Com penas douradas e brilhantes e do tamanho aproximado de uma águia, a Fênix era conhecida por sua força. Conta-se que era capaz de transportar cargas muito pesadas, até mesmo elefantes. De origem egípcia, a lenda espalhou-se por várias outras mitologias. Os gregos, por exemplo, ligavam-na a Hermes, o mensageiro dos deuses. Na China antiga, era tida como um símbolo de felicidade e inteligência. O ponto comum em todas as mitologias é que a Fênix representa a ressurreição e a esperança.


Gaia

Na mitologia grega, é a personificação da Terra. É conhecida como a deusa-mãe, por ter dado origem ao mar e às montanhas. De sua união com Urano (o Céu), nasceram muitos filhos violentos e tempestuosos, como os gigantes titãs e ciclopes. Um desses filhos, o titã Cronos, atacou Urano, castrando-o. Foi assim que o Céu e a Terra se separaram.


Hidromel

Na mitologia nórdica, era a bebida dos deuses, feita com água e mel e fermentada. Muito apreciada em várias civilizações antigas, a bebida também era consumida pelos gregos, que a chamavam de melikraton, e pelos romanos, sob o nome de água mulsum (que também podia ser uma espécie de vinho adocicado com mel).


Igdrasil

Na mitologia escandinava, era uma árvore que representava o mundo. Mantinha-se sempre verde, apesar de sua folhagem ser devorada por animais. Nas raízes, situadas em Niflheim, ficavam os mundos subterrâneos. O tronco era Midgard, o mundo dos homens, e a parte mais alta, Asgard, a terra dos deuses, enquanto Valhala era o lugar para onde iam os guerreiros vikings mortos, com honra, em batalha.


Jormungard

Descrito como uma gigantesca serpente, ele é o segundo filho de Loki, o deus do fogo e uma das representações do mal na mitologia nórdica, com a gigante Angrboda. É considerado o pior inimigo de Thor, o deus do trovão, com quem tem desentendimentos desde a juventude. Em uma passagem, Jormungard é castigado, juntamente com seu pai, e é aprisionado no fundo do oceano de Midgard (o mundo dos homens). Segundo a lenda, Jormungard e Thor matam um ao outro no Ragnarok, a batalha que leva ao fim do mundo.


Kalunga

É o deus ancestral do povo Lunda, presente em Angola, na República Democrática do Congo e em Zâmbia. Depois, Kalunga passou a ser conhecido como o deus supremo, responsável pela criação do mundo. Assim como a visão de Deus nas religiões judaica e cristã, Kalunga é onipresente, onisciente e onipotente, e caracteriza-se por seu senso de justiça, sabedoria e compaixão.


Labirinto

Construção cheia de caminhos intrincados, feita com o objetivo de desorientar quem a percorre. Na mitologia grega, ficou célebre o labirinto de Creta, construído por Dédalo e que abrigava o temível Minotauro, criatura metade homem, metade touro. Segundo a lenda, jovens era colocadas no labirinto de Creta para serem devoradas pelo Minotauro.


Midgard

Era a “terra média” ou o “mundo dos homens” na mitologia nórdica. Foi em Midgard, lugar completamente cercado por água, que foram colocados os primeiros seres humanos.


Nirvana

Em sânscrito, a palavra significa “extinção” ou “saída”. É o estado de beatitude do santo perfeito, buscado pelos devotos do budismo. É o ápice, o ponto mais alto de meditação, quando o espírito se liberta temporariamente do corpo.


Ogdoade

A palavra, que significa “grupo de oito”, designa os quatro pares de forças elementares que precederam a criação do mundo, de acordo com a mitologia egípcia. Essas forças não são exatamente deuses, mas personificações de elementos do caos, anteriores à criação do universo. São eles: Nun e Naunet, a água primitiva; Heh e Henet, o infinito espacial; Kek e Keket, as trevas; Amon e Amaunet, aqueles que não podem descobrir, o nada, o vazio.


Pandora, caixa de

Segundo os gregos antigos, Pandora foi a primeira mulher, criada por Zeus com a ajuda de outros deuses. A lenda da Caixa de Pandora conta que, por ordem dos deuses, Pandora abriu um recipiente que continha todos os males do mundo, que a partir de então se abateram sobre os homens. A lenda lembra o mito judaico-cristão no qual a primeira mulher (Eva) é também responsável pela desgraça humana.


Quimera

Um dos mais populares monstros da mitologia grega, em alguns relatos a quimera é descrita como o resultado da união entre Équidna (criatura metade mulher, metade serpente) e Tífon, deus da seca e inimigo mortal de Zeus, o deus dos deuses. Em outros, ela seria filha da Hidra de Lerna e do Leão de Neméia, outros monstros da mitologia grega. A descrição mais popular do monstro: cabeça de leão, torso de cabra e a parte posterior de dragão ou serpente.


Ragnarok

É “o destino fatal dos deuses”. A palavra designa a batalha entre os deuses e as forças do mal. Na mitologia nórdica, essa batalha resultaria não apenas na destruição dos próprios deuses (que não são imortais), mas também do próprio universo.


Sereias

Criaturas metade mulher, metade peixe. Viviam nos rochedos entre a ilha de Capri e a costa da Itália. Cantavam com tanta beleza e doçura que qualquer humano que ouvisse as melodias seria enfeitiçado. Vários navios, cujos tripulantes foram atraídos pelo canto da sereia, acabavam batendo nos rochedos e afundando. Um dos poucos que resistiram ao canto das sereias foi o grego Ulisses, que colocou cera nos ouvidos e se amarrou ao mastro do navio para evitar ser hipnotizado pelo canto das criaturas.


Tuat

Eram as 12 regiões do reino dos mortos, de acordo com a mitologia egípcia. Dizia-se que era através delas que a “barca de um milhão de anos” do deus Ré navegava todas as noites. As Tuat eram descritas como gargantas ou muros, guardados por serpentes. Cada região correspondia a uma das 12 horas que formavam a noite.


Urd

Fonte que alimentava a árvore Igdrasil, guardada pelas Nornas, as deusas que regulavam o curso da idade e os destinos dos homens, de acordo com a mitologia nórdica. Eram três as Nornas: Urd, uma velha, responsável pelo passado; Verdandi, jovem e responsável pelo presente; e Skuld, uma menina encarregada de cuidar do futuro.


Valhala

Na mitologia nórdica, é uma espécie de mundo dos mortos. Mas para Valhala iam apenas os guerreiros mortos com honra em batalha. Metade das almas passaria o resto de seus dias treinando em combates, para formarem o “Exército das Almas Vivas”, invencível até o Ragnarok.


Wandjinas

Lenda que se tornou conhecida em 1838, quando foi descoberta uma série de pinturas rupestres na região de Kimberley, no norte da Austrália. As figuras representam seres de até seis metros de altura, com rostos brancos e sem boca, e com três a sete dedos nas mãos e nos pés. Segundo os aborígines, não foram seus ancestrais que fizeram os desenhos, mas sim os Wandjinas, que seriam deuses e teriam trazido a civilização ao mundo.


Xamanismo

Prática religiosa, filosófica e de cura, comum entre alguns povos asiáticos e árticos. O xamanismo tem como um de seus principais pilares o respeito às forças da natureza e, por meio de diversos rituais, busca a interação entre o homem e essas forças. O sacerdote é o xamã, que entra em transe durante rituais nos quais invoca os espíritos da natureza. No Brasil, o xamanismo está presente em grupos indígenas e o xamã corresponde ao pajé.


Yin e Yang

Na mitologia chinesa, Yin é o princípio passivo da natureza, descrito como feminino, noturno, escuro e frio. Yang é o princípio ativo, masculino, diurno, luminoso e quente. O símbolo de Yin e Yang, conhecido como Diagrama de Taiji Tu, representa a união entre esses dois princípios, opostos e complementares. Os dois elementos compõem tudo o que existe no Universo.


Zeus

O deus supremo da mitologia grega, conhecido como Júpiter entre os romanos. Filho mais novo de Réia e Cronos, Zeus, com a ajuda dos irmãos Posêidon e Hades, destronou o próprio pai, até então o maior governante da Terra. Zeus era considerado um deus do tempo – a ele eram atribuídos as tempestades, os raios e os trovões. No princípio, os Jogos Olímpicos eram realizados em sua honra. *


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Ação no Direito

Ação no Direito

Ação no Direito

Ação é o direito subjetivo público que tem qualquer pessoa de exigir do estado a prestação jurisdicional em um caso concreto. Trata-se de uma garantia constitucional diante da qual a lei não pode excluir da apreciação do poder jurisdicional a lesão ou a ameaça do direito. Para que haja o direito de ação, basta que o interesse em causa esteja protegido pelo direito em tese, de maneira abstrata e genérica.

Vedando a autodefesa e limitando a autocomposição e a arbitragem, o estado moderno reservou para si a função jurisdicional, cabendo-lhe dirimir os litígios surgidos na sociedade conforme a lei reguladora do conflito.

As ações classificam-se em: (1) ações de conhecimento, que compreendem as meramente declaratórias, positivas e negativas, as condenatórias e as constitutivas; (2) executivas em sentido lato, que podem ser executórias, executivas em sentido estrito e executivo-fiscais; (3) cautelares.

Ação civil e ação penal. Pelo exercício da ação provoca-se a jurisdição, que se divide, quanto ao objeto do litígio, em penal e civil. A primeira visa a denunciar um fato punível e a fazer recair sobre o acusado a sanção punitiva. A ação penal pode ter caráter público ou privado, promovida por iniciativa do Ministério Público ou do próprio ofendido, nas hipóteses expressamente mencionadas na lei. A segunda refere-se a conflitos de interesses qualificados por uma pretensão de natureza não punitiva.

O direito brasileiro adotou o sistema de independência entre as duas órbitas de jurisdição. Não obstante, encontra-se na lei alguns dispositivos de interação entre ambas, podendo, por exemplo, o juiz do cível suspender o curso da ação civil até o julgamento definitivo da criminal.

Ação popular. A demanda popular constitui um remédio constitucional que é concedido a qualquer cidadão para promover, judicialmente, a decretação da nulidade ou anulação de ato lesivo ao patrimônio físico, moral, cultural ou cívico da nação. A origem das ações populares remonta ao direito romano. Sua designação deriva de fato de se atribuir ao povo, ou a parcela dele, legitimidade para pleitear, por qualquer de seus membros, a tutela jurisdicional de interesse da coletividade. Desconhecida pelo direito medieval, ressurgiu no estado moderno por influência do direito alemão. Atualmente está prevista em diversos países, dentre os quais Bélgica, Portugal, Espanha, Argentina e Brasil.

Incluída entre os direitos cívicos fundamentais do cidadão, a ação popular é a mais moderna reafirmação do princípio segundo o qual no estado moderno a administração não se pode efetuar senão com a estreita observância das normas jurídicas e éticas expressas na constituição e na lei de cada país. É forma de participação fiscalizadora do cidadão na vida pública.

A lei 4.717, de 29 de junho de 1965, regulamentou a ação popular e estendeu a proteção ao patrimônio das sociedades mútuas de seguro (nas quais a União Federal representa os segurados ausentes), das empresas públicas, dos serviços sociais autônomos e ainda de quaisquer instituições ou pessoas jurídicas criadas, custeadas ou subvencionadas pelos cofres públicos. A constituição de 1988 ampliou consideravelmente as hipóteses de cabimento da ação popular, enumerando entre elas os atos lesivos à moralidade pública, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. Os atos legislativos e os atos judiciais de caráter estritamente administrativo também podem ser objeto de ação popular.

Em qualquer caso, a ação popular só é admissível quando ocorrerem três requisitos: a qualidade de cidadão como sujeito ativo; a ilegalidade ou imoralidade praticada pelo poder público ou entidade de que ele participe; e a lesão ao patrimônio público. Seu principal objetivo é a decretação de nulidade do ato impugnado, com eventual condenação dos responsáveis.

Academia | Patronos e Membros da Academia Brasileira de Letras

Academia | Patronos e Membros da Academia Brasileira de Letras

Academia | Patronos e Membros da Academia Brasileira de LetrasA palavra vem do nome próprio Academo, herói grego a que se consagrou um jardim de oliveiras perto de Atenas. A princípio akadémeia foi apenas esse jardim, depois a escola de filosofia fundada por Platão e que ali se estabeleceu, origem do uso da denominação para instituições de ensino superior. Atualmente, no Brasil, o termo também é usado por entidades destinadas a preparação e prática esportivas. A escola de Platão foi muito conhecida durante quase um milênio, pois durou de 387 a.C. até 529 da era cristã. Dedicada ao culto das musas, abrigou igualmente o ensino de matemática, música e astronomia, bases da dialética de Platão.

Entendida inicialmente apenas como um bosque, com Platão a academia adquiriu sentido filosófico e cultural. Do século XVI em diante, surgiram academias que foram importantes instituições de ensino superior e, paralelamente, congregações muitas vezes famosas de escritores, artistas, músicos e cientistas.

Aos atuais significados da denominação ligam-se ainda uma série de fatos muito posteriores, relativos à valorização da cultura clássica pelos humanistas, desde o século XV na península italiana e desde o século XVI na França. Da era napoleônica em diante, até a reforma de 1968, os franceses utilizaram a palavra para nomear as unidades administrativas mais abrangentes do ensino superior, que correspondem ao que hoje, na maior parte dos países, se chama universidade.

Todavia, nos tempos modernos, a significação mais corrente é a que de fato começou a ser empregada no Renascimento italiano, daí passando para a França e outros países, para designar associações de artistas, cientistas, escritores, cujo fim é debater e divulgar seus trabalhos, ou promover sua própria representação social. Algumas dessas instituições mais antigas, como a Accademia della Crusca, fundada em Florença em 1582 e que editou excelente dicionário de italiano de 1612 em diante, deram exemplo precoce de importante contribuição cultural à coletividade.

Desde o início do século XVII surgiram academias de orientação mais sistemática, às vezes voltadas para o desenvolvimento da língua e da literatura, da música ou das artes plásticas, às vezes das ciências físicas e naturais. Tornaram-se modelos, nessa direção, a Reale Accademia Nazionale del Lincei (1603), de Roma, a Royal Society (1660), de Londres, a Académie Royale des Sciences (1666), de Paris, e especialmente a Académie Française (1635), paradigma das academias de letras.

Nos séculos XVIII e XIX numerosas instituições semelhantes, de ciências, artes ou letras, apareceram na Alemanha, na Rússia, em Portugal, na Bélgica, Suécia, Estados Unidos e Japão, mais ou menos nessa ordem. Entre as primeiras academias de artes plásticas esteve a Reale Accademia delle Arti del Disegno, de Florença (1563), seguida pela Académie Royale de Peinture et Sculpture, de Paris (1648) -- a partir de 1795 Académie des Beaux Arts --, pela Real Academia de Bellas Artes de San Fernando, Madri (1744) e várias outras. As academias de música também tiveram início nos séculos XVI e XVII, na Itália primeiro, em seguida na França e, no século XVIII, na Inglaterra.

Uma peculiaridade francesa foi a criação, em 1814, do Institut de France, que centralizou e reorganizou as diversas academias existentes no país. Dentre estas, a de letras foi determinante, por sua repercussão, para o surgimento de muitas outras, como a Real Academia Española (1714), a Svenska Akademien (1786, Academia Sueca), que distribui o famoso Prêmio Nobel, a Academia Mexicana de la Lengua, a Académie Royale de Langue et de Littérature Françaises, fundada em Bruxelas (1920), a Academia Argentina de Letras (1931) e a Academia Brasileira de Letras, fundada no Rio de Janeiro em 15 de dezembro de 1896. Deve ser vista como caso à parte a British Academy (1901; Academia Britânica), por sua pluralidade de campos, já que envolve 14 seções, com programas filosóficos, filológicos, literários, teológicos, históricos, sociológicos, econômicos, arqueológicos, orientalistas, jurídicos.

Muitas destas academias destinadas a tratar de outros assuntos que não a língua e a literatura, ou de outros além destes, ficaram amplamente conhecidas ao longo do tempo: a Accademia Romana Pontificia di Storia e d'Archeologia, hoje no Vaticano, criada no século XV  e reorganizada em 1754; a Académie des Sciences (Paris, 1666); a Academia Real da História (Lisboa, 1720), depois Academia Portuguesa da História; a Academia das Ciências de Lisboa, criada em 1783 com uma divisão em ciências naturais, ciências exatas e belas-artes (nesta parte incluindo as questões da língua e da literatura); a Academia de Ciências de São Petersburgo (1724); a Academia de Ciências de Göttingen (1751); a Academia Bávara de Ciências (Munique, 1759); a Academia Neerlandesa de Artes e Ciências (Amsterdam, 1808); a Academy of Natural Sciences of Philadelphia (1812), a mais antiga do gênero nos Estados Unidos; a Academia Austríaca de Ciências (1847); a California Academy of Sciences (San Francisco, 1853); a Academia Norueguesa de Ciências e Letras (Oslo, 1857); a Academy of Sciences (Washington, 1863); a Academia do Japão (Tóquio, 1879); a Academia Brasileira de Ciências (Rio de Janeiro, 1916); e a Academia Chinesa de Ciências (1928).

No Brasil. Graças à notoriedade alcançada desde o Renascimento por diversas academias italianas e francesas, a partir do século XVIII a tendência repercute no Brasil, a princípio na formação de pequenas associações de escritores nos moldes das que já se haviam constituído em Portugal, como a Academia dos Generosos (Lisboa, 1647) e a dos Singulares (1664). Assim se fundou na Bahia a Academia Brasílica dos Esquecidos (1724), no Rio de Janeiro a dos Felizes (1736) e a dos Renascidos (1759), e depois, com caráter mais formal, a Academia Científica do Rio de Janeiro (1772-1779).

A Academia Brasileira de Letras surgiu à imagem e semelhança da francesa e por iniciativa de escritores como Medeiros e Albuquerque, Lúcio Mendonça, Machado de Assis, Joaquim Nabuco. De acordo com o modelo que elegeu, congrega quarenta membros efetivos e perpétuos. Dentre estes, 25 têm de morar no Rio de Janeiro. Há também, permanentemente, vinte membros correspondentes estrangeiros. Teoricamente, pode candidatar-se a acadêmico todo brasileiro nato que seja autor de obra literária de reconhecida importância, ou de obra impressa de outra natureza, mas com qualidades literárias. Na prática, o critério decisivo é o prestígio social, antes e depois da eleição.

Patronos e Membros da Academia Brasileira de Letras

1 Patrono: Adelino Fontoura. Fundador: Luís Murat. Sucessores: Afonso d'Escragnolle Taunay (1929); Ivan Lins (1958); Bernardo Élis (1975).

2 Patrono: Álvares de Azevedo. Fundador: Coelho Neto. Sucessores: João Neves da Fontoura (1936); João Guimarães Rosa (1962); Mário Palmério (1968).

3 Patrono: Artur de Oliveira. Fundador: Filinto de Almeida. Sucessores: Roberto Simonsen (1945),; Aníbal Freire (1949); Herberto Sales (1971).

4 Patrono: Basílio da Gama. Fundador: Aluísio Azevedo. Sucessores: Alcides Maia (1913); Vianna Moog (1945); Carlos Nejar (1988).

5 Patrono: Bernardo Guimarães. Fundador: Raimundo Correia. Sucessores: Osvaldo Cruz (1912); Aluísio de Castro (1917); Cândido Mota Filho (1960); Raquel de Queirós (1977).

6 Patrono: Casimiro de Abreu. Fundador: Teixeira de Melo. Sucessores: Artur de Jaceguai (1907); Goulart de Andrade (1915); Barbosa Lima Sobrinho (1937).

7 Patrono: Castro Alves. Fundador: Valentim Magalhães. Sucessores: Euclides da Cunha (1903); Afrânio Peixoto (1910); Afonso Pena Júnior (1947); Hermes Lima (1968); Pontes de Miranda (1979); Dinah Silveira de Queirós (1980); Sérgio Corrêa da Costa (1983).

8 Patrono: Cláudio Manuel da Costa. Fundador: Alberto de Oliveira. Sucessores: Oliveira Viana (1937); Austregésilo de Ataíde (1951); Antônio Callado (1994).

9 Patrono: Gonçalves de Magalhães. Fundador: Magalhães de Azeredo. Sucessores: Marques Rebelo (1964); Carlos Chagas Filho (1974).

10 Patrono: Evaristo da Veiga. Fundador: Rui Barbosa. Sucessores: Laudelino Freire (1923); Osvaldo Orico (1937); Orígenes Lessa (1981); Ledo Ivo (1986).

11 Patrono: Fagundes Varela. Fundador: Lúcio de Mendonça. Sucessores: Pedro Lessa (1910); Eduardo Ramos (1922); João Luís Alves (1925); Adelmar Tavares (1926); Deolindo Couto (1963); Darci Ribeiro (1991).

12 Patrono: França Júnior. Fundador: Urbano Duarte. Sucessores: Augusto de Lima (1903); Vítor Viana (1935); José Carlos de Macedo Soares (1937); Abgar Renault (1968).

13 Patrono: Francisco Otaviano. Fundador: Visconde de Taunay. Sucessores: Francisco de Castro (1899); Martins Júnior (1902); Sousa Bandeira (1905); Hélio Lobo (1918); Augusto Mayer (1960); Francisco de Assis Barbosa (1970); Sérgio Paulo Rouanet (1992).

14 Patrono: Franklin Távora. Fundador: Clóvis Bevilacqua. Sucessores: Antônio Carneiro Leão (1944); Fernando de Azevedo (1967); Miguel Reale (1975).

15 Patrono: Gonçalves Dias. Fundador: Olavo Bilac. Sucessores: Amadeu Amaral (1919); Guilherme de Almeida (1930); Odilo Costa, filho (1969); D. Marcos Barbosa (1980).

16 Patrono: Gregório de Matos. Fundador: Araripe Júnior. Sucessores: Félix Pacheco (1912); Pedro Calmon (1936); Lígia Fagundes Teles (1985).

17 Patrono: Hipólito da Costa. Fundador: Sílvio Romero. Sucessores: Osório Duque Estrada (1915); Roquette-Pinto (1927); Álvaro Lins (1955); Antônio Houaiss (1971).

18 Patrono: João Francisco Lisboa. Fundador: José Veríssimo. Sucessores: Homem de Melo (1916); Alberto Faria (1918); Luís Carlos (1926); Pereira da Silva (1933); Peregrino Júnior (1945); Arnaldo Niskier (1984).

19  Patrono: Joaquim Caetano. Fundador: Alcindo Guanabara. Sucessores: D. Silvério Gomes Pimenta (1919); Gustavo Barroso (1923); Silva Melo (1960); Américo Jacobina Lacombe (1974); Marcos Almir Madeira (1993).

20 Patrono: Joaquim Manuel de Macedo. Fundador: Salvador de Medonça. Sucessores: Emílio de Meneses (1914); Humberto de Campos (1919); Múcio Leão (1935); Aurélio Lira Tavares (1970).

21 Patrono: Joaquim Serra. Fundador: José do Patrocínio. Sucessores: Mário de Alencar (1905); Olegário Mariano (1926); Álvaro Moreira (1959); Adonias Filho (1965); Dias Gomes (1991).

22 Patrono: José do Patrocínio, o Moço. Fundador: Medeiros e Albuquerque. Sucessores; Miguel Osório de Almeida (1935); Luís Viana Filho (1954); Ivo Pitanguy (1990).

23 Patrono: José de Alencar. Fundador: Machado de Assis. Sucessores: Lafayette Rodrigues Pereira (1909); Alfredo Pujol (1917); Otávio Mangabeira (1930); Jorge Amado (1961).

24 Patrono: Junqueira Ribeiro. Fundador: Garcia Redondo. Fundadores: Luís Guimarães Filho (1917); Manuel Bandeira (1940); Ciro dos Anjos (1969); Sábato Magaldi (1994).

25 Patrono: Junqueira Freire. Fundador: Franklin Dória, barão de Loreto. Sucessores: Artur Orlando (1907); Ataulfo de Paiva (1916); José Lins do Rego (1955); Afonso Arinos de Melo Franco (1958); Alberto Venâncio Filho (1991).

26 Patrono: Laurindo Rabelo. Fundador: Guimarães Passos. Sucessores: Paulo Barreto (1910); Constâncio Alves (1922); Ribeiro Couto (1934); Gilberto Amado (1963); Mauro Mota (1970); Evaristo de Morais Filho (1984).

27 Patrono: Maciel Monteiro. Fundador: Joaquim Nabuco. Sucessores: Dantas Barreto (1910); Gregório da Fonseca (1931); Levi Carneiro (1936); Otávio de Faria (1972); Eduardo Portela (1981).

28 Patrono: Manuel Antônio de Almeida. Fundador: Inglês de Sousa. Sucessores: Xavier Marques (1919); Menotti del Picchia (1943); Oscar Dias Corrêa (1989).

29 Patrono: Martins Pena. Fundador: Artur Azevedo. Sucessores: Vicente de Carvalho (1909); Cláudio de Sousa (1924); Josué Montello (1954).

30 Patrono: Pardal Mallet. Fundador: Pedro Rabelo. Sucessores: Heráclito Graças (1906); Antônio Austragésilo (1914); Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (1961); Nélida Piñon (1989).

31 Patrono: Pedro Luís Pereira. Fundador: Luís Guimarães Júnior. Sucessores: João Ribeiro (1898); Paulo Setúbal (1934); Cassiano Ricardo (1937); José Cândido de Carvalho (1974); Geraldo França de Lima (1989).

32 Patrono: Araújo Porto Alegre. Fundador: Carlos de Laet. Sucessores: Ramiz Galvão (1928); Viriato Correia (1938); Joraci Camargo (1967); Genolino Amado (1973); Ariano Suassuna (1989).

33 Patrono: Raul Pompéia. Fundador: Domício da Gama. Sucessores: Fernando Magalhães (1926); Luís Edmundo (1944); Afrânio Coutinho (1962).

34 Patrono: Sousa Caldas. Fundador: João Manuel Pereira da Silva. Sucessores: barão do Rio Branco (1898); Lauro Muller (1912); D. Aquino Correia (1926); Raimundo Magalhães Júnior (1956); Carlos Castelo Branco (1982); João Ubaldo Ribeiro (1993).

35 Patrono: Tavares Bastos. Fundador: Rodrigo Otávio. Sucessores: Rodrigo Otávio Filho (1944); José Honório Rodrigues (1969); Celso Ferreira da Cunha (1987); Cândido Mendes de Almeida (1989).

36 Patrono: Teófilo Dias. Fundador: Afonso Celso. Sucessores: Clementino Fraga (1939); Paulo Carneiro (1971); José Guilherme Merquior (1982); José de Scantimburgo (1991).

37 Patrono: Tomás Antônio Gonzaga. Fundador: Silva Ramos.; Sucessores: Alcântara Machado (1931); Getúlio Vargas (1941); Assis Chateaubriand (1954); João Cabral de Melo Neto (1968).

38 Patrono: Tobias Barreto. Fundador: Graça Aranha. Sucessores: Santos Dumont (1931); Celso Vieira (1933); Maurício de Medeiros (1965); José Américo de Almeida (1966); José Sarney (1980).

39 Patrono: Francisco Adolfo de Varnhagen. Fundador: Oliveira Lima. Sucessores: Alberto de Faria (1928); Rocha Pombo (1933); Rodolfo Garcia (1934); Elmano Cardim (1950); Otto Lara Resende (1979); Roberto Marinho (1993).

40 Patrono: Visconde do Rio Branco. Fundador: Eduardo Prado. Sucessores: Afonso Arinos (1901); Miguel Couto (1916); Alceu Amoroso Lima (1935); Marcus Vinícius Rodrigues Vilaça (1985).

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