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Os Maiores Produtores Madeira do Mundo

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Maiores Produtores Madeira do Mundo

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Os Maiores Produtores de Uva do Mundo

Os Maiores Produtores de Uva do Mundo

Top 20 Maiores Produtores de Uva do Mundo

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Top 20 Países Maiores Produtores de Vinho do Mundo

 Os Maiores Produtores de Vinho do Mundo

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Top 20 Maiores Produtores de Melancia do Mundo

Agricultura Sustentável

Agricultura Sustentável

Agricultura Sustentável
A Agricultura Sustentável tem a missão de promover o desenvolvimento sustentável tendo por base a agropecuária, silvicultura (ciência que tem por objeto a cultura e conservação das florestas.) e ações que gerem uma relação harmoniosa entre ser e ambiente, através de informações que estimulem a sustentabilidade. Utilizando modernos canais de comunicação e extensão a nível local, regional, nacional ou internacional. Agricultura sustentável deve estar a serviço da saúde e da biodiversidade. Agricultura sustentável pode ser definida pela busca da maior produtividade possível com maior grau de preservação da natureza, incluído aí a preservação do solo, da água e do ar entre os ciclos produtivos. A rotação de culturas é basilar neste processo. Se em determinado ano se planta milho, esta cultura vai alimentar-se de determinados nutrientes do solo, deve-se plantar no ano seguinte a soja que irá repor nutrientes que foram consumidos pelo milho, como o nitrogênio. Desta forma, cai o custo de preparação do solo, pois está sendo naturalmente preservado, evitando-se a utilização de pesadas cargas de fertilizantes sintéticos. A monocultura deve, portanto, ser abandonada. As técnicas de conservação do solo entretanto devem ser observadas, para evitar-se a erosão, que pode ocorrer através dos ventos formando redemoinhos gigantes que carregando a parte fértil do solo, a superficial. A ação das chuvas também pode danificar a terra do agricultor com a formação de crateras, muitas vezes inviabilizando a utilização da área para o novo plantio. Terras produtivas podem virar improdutivas do dia para noite, isto ocorre muito no Brasil. Uma forma de se evitar e de se preservar o solo da ação da natureza é conservá-lo sempre plantado. A natureza no estado virgem, cobre o solo com a vegetação, os agricultores devem preservar esta característica. Uma das maneiras que podem proceder é utilizar o plantio direto, ou seja, antes de colher milho, por exemplo, pode-se plantar aveia, cultura de inverno; então, quando se colhe o milho, a aveia já está nascendo, proporcionando uma constante massa verde na superfície do solo, evitando-se a ação da erosão. O custo da produção também cai, pois, está técnica extermina as constantes remexidas da terra por pesados tratores. Conforme os anos vão passando, a quantidade de massa verde não incorporada ao solo também vai crescendo, como vantagem adicional, esta camada mantém a umidade do solo por muito mais tempo, assim o solo ficara mais produtivo. Desenvolvimento sustentado agrícola é o gerenciamento e conservação da base dos recursos naturais e a orientação da mudança tecnológica e institucional assegurando a realização e satisfação continuada das necessidades humanas para as gerações presentes e futuras. Esse desenvolvimento sustentado (nos setores agrícolas, florestal e pesqueiro) conserva os recursos genéticos da terra, água, vegetação e animal, não degrada o meio ambiente é apropriado tecnicamente viável e economicamente e aceitável socialmente. Uma política nacional para o desenvolvimento agrícola sustentado deveria incluir como parte essencial, o desenvolvimento dos recursos humanos necessários a esta tarefa. Deveria focalizar cinco áreas de ação:

*(1) utilização eficiente de tecnologias adequadas e com bom custo/beneficiário. A utilização de técnicas agrícolas melhoras deveria ser decidida por um lado; com base na produtividade e pro outro na capacidade financeira dos fazendeiros de cobrir o custo envolvido.

*(2) melhoria da infra-estrutura rural. Os fazendeiros e a população rural constituem parte vital da nação e tem direito a uma vida decente. Como outros segmentos da população precisam de boas estradas, água potável, serviços médica eletricidade ou outras fontes de energia e meios de comunicação. Estes são os requisitos básico e necessário para as pessoas que vivem e trabalham de maneira produtiva.

*(3) disponibilidade de fundas de investimento para insumos e serviços agrícolas. Os rendimentos do trabalho agrícola são insuficiente e, geralmente, não há ofertas de empregos provenientes de ocupações não agrícolas. Quase sempre não existe facilidades de créditos e, se existem, as condições e exigências complexas estão além do alcance dos fazendeiros pobre.

*(4) desenvolvimento do conhecimento, atitudes e técnicas dos fazendeiros. Componentes importantes da estratégia para o desenvolvimento agrícola sustentado deveria ser uma política nacional que promovesse um sistema de educação agrícola em todos os níveis: superior, intermediário e dos fazendeiros. *(5) pesquisas de tecnologias agrícolas avançadas e ambientalmente adequada. As instituições agrícolas e os centros de treinamento precisam revisar seus programas para entender as necessidades dos estagiários, fazendo com que eles adquiram conhecimentos e técnicas apropriados para auxiliar os fazendeiros na obtenção do aumento sustentado da produção agrícola, sem causar degradação ambiental e, ao mesmo tempo, tendo como objetivo principal a conservação dos recursos naturais. O desenvolvimento agrícola e suas sustentabilidade dependem de ações das pessoas que são guiadas por suas condições econômicas e seu conhecimento.

A sustentabilidade do desenvolvimento agrícola depende do conhecimento das pessoas e da situação econômica. Deve haver uma política nacional que providencie os meios necessários ao desenvolvimento desses componentes importantes do sistema nacional de conhecimento: universidades, nível local e intermediário de treinamento, um sistema que prepares os recursos humanos para a utilização e gerenciamento adequado dos recursos naturais, sem esgotá-los que proteja o meio ambiente e conduza as pesquisas para tecnologias adequadas e economicamente viáveis, capazes de manter um crescimento sustentado de produção agrícola. Essas tecnologias devem enforcar entre outras a melhoria da terra marginal pobre e as maneiras de melhorar a fertilidade do solo e sua capacidade de retenção de águas e nutrientes. Como alternativa à agricultura moderna amplamente praticada atualmente, a agricultura ecológica começa a se estender no mundo e no Brasil através de diversas correntes que se diferenciam em alguns pontos, mas possuem princípios comuns. Estas tendências têm origem e precursores diferentes, recebem denominações específicas - Orgânicas, Biodinâmicas, Naturais, Permacultura, Alternativa, Nasseriana -, mas possuem o mesmo objetivo: promover mudanças tecnológicas e filosóficas na agricultura.

Agricultura Orgânica:A agricultura orgânica é baseada na compostagem de matéria orgânica, com a utilização de microorganismos eficientes para processamento mais rápido do composto; na adubação exclusivamente orgânica, com reciclagem de nutrientes no solo; e na rotação de culturas. Os animais não são utilizados na produção agrícola, a não ser como tração dos implementos e como produtores e recicladores de esterco.

Agricultura Biodinâmica: É baseada no trabalho de Rudolf Steiner. As principais características, além da compostagem, é a utilização de "preparados" homeopáticos ou biodinâmicos, elementos fundamentais na produção que são utilizados para fortalecimento da planta, deixando-a resistente a determinadas bactérias e fungos, e do solo, ativando sua microvida.

Agricultura Natural: Além da compostagem, utilizam microorganismos eficientes que têm capacidade de processar e desenvolver matéria orgânica útil. Utilizam a adaptação da planta ao solo e do solo à planta. Este é o primeiro passo para a manipulação genética e, conseqüentemente, para as dominações tecnológicas, característica semelhante à agricultura moderna, não sendo bem aceita por outras correntes da agricultura ecológica.

Permacultura: Segue o pensamento de Bill Mollison. As principais características são os sistemas de cultivo (sistemas agro-silvo-pastoris) e os extratos múltiplos de culturas. Utilizam a compostagem, ciclos fechados de nutrientes, integração de animais aos sistemas, paisagismo e arquitetura integrados. Na Permacultura não existem tecnologias adequadas ou próprias, mas sim "tecnologias apropriadas". A comunidade tem determinada importância, deve ser auto-sustentável e auto-suficiente, produzindo seus alimentos, implementos e serviços sem a existência de capital. A comercialização deve ser feita através da troca de produtos e serviços.

Agricultura Alternativa: Seus precursores no Brasil foram Ana Primavesi, José Lutzenberger, Sebastião Pinheiro, Pinheiro Machado e Maria José Guazelli. Os princípios desta corrente são a compostagem, adubação orgânica e mineral de baixa solubilidade. Dentro da linha alternativa, o equilíbrio nutricional da planta é fundamental. Aparece, então, o conceito de Trofobiose, que considera a fisiologia da planta em relação à sua resistência a "pragas" e "doenças".

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Recursos Energéticos

Recursos Energéticos

Recursos Energéticos

Os recursos energéticos são as formas básicas para a obtenção de energia, dentre estas podem ser classificadas em energia renovável e energia não renovável. A energia renovável é aquela que pode ser reposta na natureza, já a energia não renovável não repõe-se pelo ambiente.

Dentro destas formas de obtenção de energia o Desenvolvimento sustentável estabelece que tudo o que for consumido tende a ser reposto, propondo assim um processo integral que comporta as dimensões culturais, éticas, políticas tal como as sociais, não abrangendo apenas as dimensões econômicas. Assim este defende os recursos energéticos renováveis, onde há a resolução simultânea dos problemas gerados pelo desequilíbrio ecológico que afeta a fauna e a flora de uma forma negativa. Tendo como base estes problemas, organizações ligadas a preservação do meio ambiente criaram um documento que ficou conhecido por Agenda 21, que propõe algumas soluções para os problemas ecológicos de um certo país, ou cidade, visando as condições culturais, sociais, políticas e econômicas.

Trabalho


Trabalho

Trabalho
A força de trabalho brasileira economicamente ativa é estimada por cerca de 55,4 milhões de pessoas; as mulheres compõem um terço da força de trabalho. Aproximadamente 23% dos trabalhadores estão ocupados na agricultura; 53% estão empregados no setor dos serviços e 21% trabalha na indústria e na construção civil. Ao redor de 3% se dedica a outras atividades. Muitos ente os trabalhadores são membros de sindicatos pertencentes a uma das várias confederações nacionais; as entidades sindicais mais importantes são a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria, a Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura e a Confederação Nacional de Trabalhadores em Comunicação e Publicidade, todas elas localizadas em Brasília.

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Energia Hidrelétrica

Energia Hidrelétrica
Energia Hidrelétrica
É Energia limpa porque não emite poluentes e não influi no efeito estufa. É produzida por uma turbina movida pela energia liberada de uma grande queda d`água que aciona um gerador produtor de energia elétrica. Apresenta dois grandes inconvenientes: o impacto ambiental provocado pelas barragens, que inundam grandes áreas deslocando populações, e o tempo e os recursos que são necessários para sua construção.

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História e Cultura Afro: Zumbi dos Palmares

História e Cultura Afro: Zumbi dos Palmares

História e Cultura Afro: Zumbi dos Palmares
Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas no ano de 1655. Foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas. O Quilombo dos Palmares estava localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver.

Embora tenha nascido livre, foi capturado quando tinha por volta de sete anos de idade. Entregue a um padre católico, recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião católica, chegando a ajudar o padre na celebração da missa. Porém, aos 15 anos de idade, voltou para viver no quilombo.

No ano de 1675, o quilombo é atacado por soldados portugueses. Zumbi ajuda na defesa e destaca-se como um grande guerreiro. Após um batalha sangrenta, os soldados portugueses são obrigados a retirar-se para a cidade de Recife. Três anos após, o governador da província de Pernambuco aproxima-se do líder Ganga Zumba para tentar um acordo, Zumbi coloca-se contra o acordo, pois não admitia a liberdade dos quilombolas, enquanto os negros das fazendas continuariam aprisionados.

Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.

O bandeirante Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695. 

Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.

Escravidão
A escravidão também chamada de escravismo, escravagismo e escravatura é a prática social em que um ser humano adquire direitos de propriedade sobre outro denominado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. Em algumas sociedades, desde os tempos mais distantes, os escravos eram legitimamente definidos como um produto. Os preços modificavam-se conforme as condições físicas, habilidades profissionais, sexo, a idade, a procedência e o destino.

Quando falamos em escravidão, é difícil não pensarmos nos europeus que superlotavam os porões de seus navios de homens trazidos da África independente de suas vontades e que foram colocados à venda de forma desumana e cruel por toda a América. 

Entretanto, a escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela é tão antiga quanto à própria história, quando os povos derrotados em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Neste caso, citamos como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde o começo da História.  

Muitas das antigas civilizações empregavam e necessitavam do trabalho escravo para a execução de tarefas mais pesadas e rudimentares. Roma e Grécia são exemplos, estas possuíam  um grande número de escravos; no entanto, a maioria  de seus escravos eram bem tratados e tiveram a oportunidade de comprar sua liberdade.  


A escravidão no Brasil
No Brasil, a escravidão teve seu início a partir da  produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os escravos de suas colônias na  África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar da região nordeste do Brasil. Os escravos aqui no Brasil eram vendidos como se fossem mercadorias pelos comerciantes de escravos portugueses. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

O transporte destes escravos era feito da África para o Brasil nos porões de navios negreiros. Os escravos vinham amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, e seus corpos eram deixados no mar.

Quando chegavam às fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior maneira possível. Trabalhavam excessivamente (de sol a sol), recebiam uma alimentação precária e suas roupas eram trapos. A noite recolhiam-se nas senzalas (galpões escuros, úmidos e com pouca higiene) e eram acorrentados para evitar fugas. Constantemente eram castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum no período do Brasil colonial.

Os escravos eram proibidos de praticarem a sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Eram obrigados a seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, e também era exigido adotar a língua portuguesa na sua comunicação. Porém mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se extinguir. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, conservaram suas representações artísticas e desenvolveram uma arte marcial disfarçada de dança, a Capoeira.

As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão no Brasil, ainda que os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia.

No período conhecido como o Século do Ouro (XVIII) alguns escravos conseguiam comprar sua liberdade após adquirirem a carta de alforria. Juntando alguns "trocados" durante toda a vida, conseguiam a liberdade. Entretanto, as poucas oportunidades e o preconceito da sociedade acabavam fechando as portas para estas pessoas.

O negro, porém reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Neste período eram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os quilombos. Estes quilombos eram comunidades organizadas, onde os integrantes viviam em liberdade, através de uma organização comunitária aos moldes do que existia na África. Nos quilombos, os negros africanos podiam praticar sua cultura, falar sua língua e exercer seus rituais religiosos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, comandado por Zumbi.

História dos quilombos
No período de escravidão no Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam com outros em igual situação em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas. 

Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África e contribuindo para a formação da cultura afro-brasileira.

A Campanha Abolicionista e a Abolição da Escravatura
A partir da metade do século XIX a escravidão no Brasil passou a ser rechaçada pela Inglaterra. Com o objetivo de ampliar seu mercado consumidor no Brasil e no mundo, o Parlamento Inglês aprovou a Lei Bill Aberdeen (1845), que proibia o tráfico de escravos, conferindo poder aos ingleses de abordarem e aprisionarem navios de países que faziam esta prática.

O Brasil, em 1850 cedendo às pressões inglesas e aprovou a Lei Eusébio de Queiróz que acabou com o tráfico negreiro. Em 28 de setembro de 1871 era sancionada  a Lei do Ventre Livre que concedia a liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. E no ano de 1885 era promulgada a Lei dos Sexagenários que garantia a liberdade aos escravos com mais de 60 anos de idade.

Apenas no final do século XIX é que a escravidão tornou-se proibida mundialmente. No Brasil, a abolição ocorreu em 13 de maio de 1888 com a publicação da Lei Áurea, feita pela Princesa Isabel. 

Dia da Consciência Negra – 20 de Novembro
Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

Esta data está regulamentada pela Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar, data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Nas escolas as aulas sobre os temas: História da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, propiciarão o resgate das contribuições dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história do país.

Comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra nessa data é uma forma de homenagear e manter viva em nossa memória essa figura histórica. Não somente a imagem do líder, como também sua importância na luta pela libertação dos escravos, concretizada em 1888.

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