Religiões Orientais no Brasil


Religiões Orientais no Brasil


Religiões Orientais no BrasilOs movimentos religiosos orientais centram-se no aperfeiçoamento pessoal, na superação da dor e no equilíbrio interior. Em geral, para essas tradições, os fiéis são responsáveis pela própria salvação e purificação, devendo retornar a este mundo até que as sucessivas reencarnações o façam alcançar o estado de perfeição espiritual. O budismo é o maior desses movimentos no Brasil. Têm destaque ainda a Igreja Messiânica Mundial, que chega ao país em 1955, o Perfect Liberty, em 1958, e o Seicho-No-Iê, a partir de 1930, todos de origem japonesa; o Hare Krishna e o Rajneesh, de origem indiana; e o Baha’i, de origem persa.

Budismo – O budismo é o maior dos movimentos religiosos orientais no Brasil. Dados preliminares do Censo de 2000 apontam 214,8 mil praticantes no Brasil. A doutrina é trazida ao país pelos imigrantes japoneses no início do século XX. O primeiro templo é construído em Cafelândia (SP), em 1932. Após a década de 1960, a prática de meditação do budismo zen faz com que a corrente ganhe espaço entre intelectuais brasileiros e conquiste adeptos não-japoneses. A linha budista que mais cresce no país atualmente é a de origem tibetana, cujo líder mundial é o Dalai Lama.

Igreja Messiânica – O objetivo da doutrina da Igreja Messiânica é a construção de um paraíso terrestre pela eliminação de todo mal da sociedade, como doenças, guerras e fome. Os ensinamentos básicos são revelações que o mestre Meishu-Sama (Portador da Luz) teria recebido de Deus, em 1926, no Japão, compilados em um livro de mesmo nome. Os devotos praticam métodos de purificação para se livrar de imperfeições espirituais, que podem ser heranças de encarnações anteriores. É o segundo maior grupo oriental no Brasil, fundado no Rio de Janeiro, em 1955. Há 109,3 mil adeptos da Igreja Messiânica no país, segundo o Censo de 2000.


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