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Recursos Naturais e Conservacionismo

Recursos Naturais e Conservacionismo

Recursos Naturais e ConservacionismoConstituem recursos naturais todos os bens da natureza que o homem utiliza, como o ar, a água e o solo. Costuma-se classificar os recursos naturais em dois tipos principais: renováveis e não renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que, uma vez utilizados pelo homem, podem ser repostos. Por exemplo: a vegetação (com o reflorestamento), as águas em geral (com excesso dos lençóis fósseis ou artesianos), o ar e o solo (que pode ser recuperado através do pousio, da proteção contra erosão, da adubação correta, da irrigação, etc.)

Os recursos naturais não renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos. Exemplos: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o urânio, a bauxita (minério de alumínio), o estanho, etc. Uma vez utilizado o petróleo, por exemplo, através da produção - e da queima - da gasolina, do óleo diesel, do querosene, etc., é evidente que não será possível repor ou reciclar os restos.

Essa separação entre recursos renováveis e não renováveis é apenas relativa. O fato de um recurso ser renovável, ou reciclável, não significa que ele não possa ser depredado ou inutilizado: se houver mau uso ou descuido com a conservação, o recurso poderá se perder. Por exemplo, degradação ou destruição irreversível de solos, desaparecimento de uma vegetação rica e complexa, que e substituída por outra pobre e simples, etc. E mesmo o ar e a água, que são extremamente abundantes, existem em quantidades limitadas no planeta: a capacidade deles de suportar ou absorver poluição, sem afetar a existência da vida, evidentemente não é infinita. Dessa forma, mesmo os recursos ditos renováveis só podem ser utilizados a longo prazo por meio de métodos racionais, com uma preocupação conservacionista, isto é, que evite os desperdícios e os abusos.

Conservacionismo ou conservação dos recursos naturais é o nome que se dá à moderna preocupação em utilizar adequadamente os aspectos da natureza que o homem transforma ou consome. Conservar, nessa caso, não significa guardar e sim utilizar racionalmente. A natureza deve ser consumida ou utilizada para atender às necessidades do presente dos seres humanos, mas levando em conta o futuro, as novas gerações que ainda não nasceram, mas para as quais temos a obrigação de deixar um maio ambiente sadio.

Foi somente a partir da degradação do meio ambiente pelo homem - e da extinção de inúmeras espécies animais e vegetais - que surgiu essa preocupação conservacionista. O intenso uso da natureza pela sociedade moderna colocou, especialmente no nosso século, uma série de interrogações quanto ao futuro do meio ambiente: Quando se esgotarão alguns recursos básicos, como o petróleo ou o carvão? Como evitar a destruição das reservas florestais que ainda restam em nosso planeta e ao mesmo tempo garantir alimentos e recursos para crescente população mundial? O que fazer para que não ocorra a extinção total de certas espécies ameaçadas, como as baleias? Como os países subdesenvolvidos poderão resolver seus problemas de pobreza, fome e subnutrição sem depredar a natureza? O conservacionismo procura responder a essas e outras questões semelhantes conciliando o desenvolvimento econômico com a defesa do meio ambiente, por meio da utilização adequado dos bens fornecidos pela natureza.

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Poluição do Ar na Cidade de São Paulo


Poluição do Ar na Cidade de São Paulo

Poluição do Ar na Cidade de São PauloA Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) registrou ontem qualidade inadequada do ar em 16 das 22 estações medidoras da região metropolitana de São Paulo. As outras seis estações (Santana, Nossa Senhora do Ó, Lapa, Cerqueira César, Guarulhos e Santo André/Capuava) apresentaram qualidade apenas regular do ar. Desde o início do rodízio, em 23 de junho, ontem foi o dia que teve o maior número de estações com qualidade inadequada do ar, segundo a Cetesb.

O recorde anterior eram 11 estações inadequadas, em 16 de julho. "A situação é muito preocupante. Os níveis elevados de poluentes, sobretudo de partículas inaláveis e monóxido de carbono, foram detectados em vários pontos da região metropolitana e não apenas num local", disse Cláudio Alonso, da Cetesb. "Isso quer dizer que mais pessoas estão sendo atingidas por elevados índices de poluição." Em Mauá (região metropolitana), o estado de atenção por excesso do poluente ozônio -que fora declarado segunda-feira- foi suspenso ontem pela Cetesb. De anteontem para ontem, a melhoria da qualidade do ar na cidade foi pouca -passou de má na segunda para inadequada ontem-, mas suficiente para que a Cetesb suspendesse o estado de atenção. Para as próximas 72 horas, a Cetesb prevê condições desfavoráveis para a dispersão de poluentes. Não deverá chover e o vento será insuficiente para dissipar com eficiência os poluentes. "É possível que a poluição piore ainda mais no resto da semana", afirmou Alonso.
Entre as 16h de segunda e as 15h de ontem, ventou em apenas 44,8% do tempo, um índice muito baixo.

A inversão térmica, fenômeno climático que aprisiona o ar poluído e dificulta a dispersão de poluentes, se deu ontem a apenas 67 metros do solo na cidade de São Paulo. Estações2010 teve 45% dos dias poluídos em SP

Os paulistanos estão respirando um ar com qualidade muito ruim este ano. Em 62 dias dos cinco primeiros meses do ano, as estações medidoras de poluição da Cetesb (agência ambiental paulista) registraram qualidade do ar inadequada ou má. Os poluentes que ultrapassaram os padrões aceitáveis foram o ozônio, em 42 estações, e as partículas inaláveis, em 22 estações. Em dois dias, ambos os poluentes ultrapassaram os níveis aceitáveis. A qualidade má só foi registrada para o ozônio por 13 vezes. Na escala da Cetesb, quando uma estação atinge qualidade má o governo poderia decretar estado de atenção na região. Apesar das 13 ocorrências, apenas no dia 14 de abril foi adotada a medida.

Nenhuma das 25 estações foi considerada pior que as outras. O ozônio é um poluente formado pela reação de outros gases na atmosfera e se manifesta principalmente no verão, nos dias ensolarados. O ozônio provoca irritação nos olhos, nariz e garganta, náuseas e dor de cabeça. As partículas inaláveis resultam da queima incompleta de combustíveis e aditivos, além de processos industriais. Essas partículas, emitidas principalmente por veículos a diesel, como caminhões e ônibus, podem atingir os alvéolos pulmonares, a região mais profunda do sistema respiratório, agravando doenças respiratórias. "São dados espantosos. É quase um dia sim, um dia não com o ar ruim na cidade", diz o gerente de qualidade ambiental da Cetesb, Cláudio Alonso. E, se as previsões dos meteorologistas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) -de um inverno típico, seco e frio- se concretizarem, a situação pode se agravar. "As três frentes frias dos últimos dias têm dispersado a poluição. Mas, se parar de chover e ventar, a situação deve piorar", diz Alonso. Ele diz que não é possível comparar os números deste ano com os de 1996 porque a rede de medição foi totalmente reformada no ano passado. Até então, muitas estações estavam quebradas e outras não tinham equipamentos para aferir a presença dos diversos poluentes. O monóxido de carbono (CO), principal poluente combatido pelo rodízio de veículos, ainda não ultrapassou os níveis aceitáveis neste ano. Segundo Alonso, com a inclusão dos caminhões no programa de restrição à circulação de veículos deste ano, é possível que caia a emissão de partículas inaláveis. O governo ainda não confirmou a data para o início do rodízio, mas é provável que a operação comece na segunda quinzena de junho. "A principal ação para que não haja excesso de partículas inaláveis em São Paulo é a manutenção correta em caminhões e ônibus", diz Alonso. Ar teve qualidade má 13 vezes no cinco primeiros meses deste ano na cidade de São Paulo. Nesses dias, o ozônio ultrapassou os níveis aceitáveis

Conceitos Básicos
Poluição - Emissão de resíduos sólidos, líquidos e gasosos em quantidade superior à capacidade de absorção do meio ambiente. Esse desequilíbrio interfere na vida dos animais e vegetais e nos mecanismos de proteção do planeta.

Poluição do ar - A emissão de gases tóxicos por veículos automotores é a maior fonte de poluição atmosférica. Nas cidades, esses veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emitem gases como o monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo.

As refinarias de petróleo, indústrias químicas e siderúrgicas, fábricas de papel e cimento emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, e diversos resíduos sólidos. Essas alterações provocam no homem distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso, e em órgãos vitais, e câncer. Em cidades muito poluídas, esses distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica, quando uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera, aprisionando o ar quente e impedindo a dispersão dos poluentes.

Poluição sonora - Algumas pesquisas mostram que o ruído constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando a hipertensão arterial, gastrites, úlceras e impotência sexual.

O limite de tolerância do homem a ruídos contínuos e intermitentes, estabelecido pelo Ministério do Trabalho, é de 85 decibéis por 8 horas diárias. Pessoas que trabalham ou vivem em locais com muito ruído podem ficar surdas ou com um zumbido constante nos ouvidos.

Nas principais ruas da cidade de São Paulo, os níveis de ruído atingem de 88 a 104 decibéis. Isso explica por que os motoristas profissionais são o principal alvo de surdez adquirida. Nas áreas residenciais, os níveis de ruído variam de 60 a 63 decibéis – acima dos 55 decibéis estabelecidos como limite pela Lei Municipal de Silêncio.

Contaminação das águas - A maior parte dos poluentes atmosféricos reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas, contaminando, pela absorção do solo, os lençóis subterrâneos.

Nas cidades e regiões agrícolas são lançados diariamente cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que poluem rios, lagos, lençóis subterrâneos e áreas de mananciais. Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de material orgânico no mar leva à proliferação descontrolada de microrganismos, que acabam por formar as chamadas "marés vermelhas" – que matam peixes e deixam os frutos do mar impróprios para o consumo do homem. Anualmente 1 milhão de toneladas de óleo se espalham pela superfície dos oceanos, formando uma camada compacta que demora para ser absorvida.

Comentário
A poluição na cidade de São Paulo hoje em dia é muito grande. As chuvas, e o clima frio que via ocorrendo, também favoreceram no aumento da poluição. A poluição é responsável por um grande número de doenças, tais como problemas nas fossas nasais, no ouvido e na garganta. Problemas respiratórios também são causados pela poluição. Alguns estudos, ligam a poluição com doenças cardíacas.

O rodízio de veículos na cidade de São Paulo, foi umas das medidas para tentar diminuir a poluição. Não adiantou muita coisa. Não basta apenas fazer o rodízio, tem que haver um controle para a emissão de poluentes dos automóveis. Caminhões, ônibus, e outros automóveis que são movidos a disel emitem mais poluentes do que os carros comuns, movidos à álcool e gasolina.

Mas também não basta apenas isto para fazer o poluição diminuir. Controles nas indústria e em outras fontes emissoras de poluentes também devem ser feitos.

Este problema não vem ocorrendo apenas em São Paulo. O mundo todo vive com ele.

As indústrias, são as que mais poluem o estado de São Paulo. Esses gases tóxicos lançados ao ar livre, são um dos responsáveis pela aquela camada cinzenta existente no céu que cobre a cidade de São Paulo. Nada, ou quase nada, é feito contra isso.

Após a revolução industrial, o índice de gás carbônico subiu de 0,2 para 0,3 %. Isso parece não ser nada. Mas se isso continuar assim, em alguns séculos a vida em nosso planeta será inviável.

O ar que respiramos esta cada vez mais sujo. Problemas alérgicos tais como renite alérgica, antigamente eram raros e hoje são muito comuns.

A camada de ozônio esta sendo destruída, chuvas ácidas e o efeito estufa, são causados pela poluição e pela queima de gases ácidos.

O próprio homem está destruindo a natureza e só ele pode evitar isso. É preciso encontrar alguma maneira eficiente de acabar, ou pelo menos diminuir sensivelmente, a poluição de nosso meio ambiente. Acabando com a natureza, o homem está acabando com sua própria vida. A homem tem que se conscientizar de que a prevenção do meio ambiente é a melhor solução para a sua existência.

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Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia - Brasil

A Amazônia (também chamada de Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica) é uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange sete milhões de quilômetros quadrados, dos quais cinco milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta, seguido pelo Peru com 13% e com pequenas quantidades na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações têm o nome de Amazonas por isso. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a mais biodiversa de floresta tropical do mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

Amazônia - Brasil

No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966. É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país. Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.

Floresta Amazônica

A floresta amazônica foi eleita como uma das Novas 7 Maravilhas da Natureza pela Fundação Sete maravilhas do mundo moderno. Em fevereiro de 2009, a Amazônia tinha sido classificada em primeiro lugar no Grupo E, a categoria para as florestas, parques nacionais e reservas naturais.

Cataratas do Iguaçu - Brasil e Argentina

Cataratas do Iguaçu - Brasil e Argentina

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

As Cataratas do Iguaçu foi eleita uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders.

Baía de Ha Long - Vietnã

Baía de Ha Long - Vietnã

A Baía de Ha Long ou Baía de Along (português:"Onde o Dragão entra no Oceano"), com cerca de 3.000 ilhotas de calcário que se elevam das águas, é a mais conhecida baía do Vietname. A maior parte das ilhas não está habitada nem afectada pela presença humana. A beleza cénica do sítio é complementada pelo seu interesse biológico. As ilhas tem um número infinito de praias, grutas e cavernas. De acordo com a lenda, quando um grande dragão que vivia nas montanhas correu até ao mar, a sua cauda cavou vales que mais tarde foram enchidos com água, deixando apenas pedaços de terra à superficie, ou seja, as inúmeras ilhas que se avistam na baía. A Baía de Ha Long foi declarada Património Mundial da UNESCO em 1993.

#Komodo - Indonésia

Komodo - Indonésia

O Parque Nacional de Komodo é constituido por três grandes ilhas, Komodo , Rinca e Padar, e com outras numerosas e pequenas ilhas, com uma superfície total de 1.817 km², dos quais apenas 603 km² são terrestres. O Parque Nacional foi fundado no ano 1980, com objetivo de proteger e salvar o dragão de Komodo (varanus komodoensis), a flora, a fauna inclusive aquela marinha. As ilhas do Parque Nacional são de origem vulcânicas.

Ilha Jeju - Coreia do Sul

Ilha Jeju - Coreia do Sul

A Ilha Vulcânica e Tubos de Lava de Jeju é o nome usado para designar um Patrimônio Mundial na ilha de Jeju, Coreia do Sul.

Jeju é uma ilha vulcânica 130 quilômetros ao largo da costa Sul da Coreia do Sul. é a maior ilha da Coreia do Sul, com 1 846 km².

Na ilha de Jeju fica o Halla-san (ou Hallasan), a maior montanha da Coreia do Sul e um vulcão adormecido, a 1950 metros de altura acima do nível médio das águas do mar. A atividade vulcânica em Jeju começou aproximadamente no Cretáceo e terminou aproximadamente no Terciário. A última atividade vulcânica registada ocorreu à aproximadamente 800 anos. Baengnokdam, a cratera e lago no pico do Halla-san formou-se à cerca de 25.000 anos.

Jeju tem valor cientifico pelos seus tubos de lava. Estes tubos de lava onde outrora fluiu magma são agora cavernas vazias que são umas das maiores no mundo. Fósseis de animais e conchas descobertos na área são também muito importantes cientificamente.

Table Mountain - África do Sul

Table Mountain - África do Sul

A Tábua do Cabo ou Montanha da Mesa, denominação traduzida do africânder Tafelberg ou do inglês Table Mountain, é uma grande montanha de cume plano que domina a paisagem da Cidade do Cabo, na África do Sul. É representada na bandeira, no escudo e nos documentos oficiais da cidade. É também uma importante atração turística acedida pelo visitantes, seja pelo teleférico, seja por meio de caminhadas. Faz parte de um parque nacional que leva seu nome. A característica principal da Tábua do Cabo é o planalto de aproximadamente 3 km de extensão cercado de altos cabeços. Estende-se do chamado Pico do Diabo a leste até a Cabeça do Leão a oeste, compondo o anfiteatro natural que circunda a Baía da Tábua. Atinge a altitude de 1084,6 m próximo à sua extremidade oriental. A localidade é assinalada em 1865 por um marco de pedra, o Maclear's Beacon, colocado por ocasião de um levantamento topográfico. Está a 19 metros de altura, acima do lado ocidental, onde fica a estação do teleférico.

Entre os desfiladeiros abre-se a garganta de Platteklip, que permite um acesso fácil ao cume e que foi também a rota utilizada pelo navegador português António de Saldanha na primeira ascensão documentada da montanha, em 1503. Foi também ele quem, em razão do cume extenso e plano, a denominou Tábua do Cabo, e quem talhou a cruz que ainda pode ser vista nas imediações da Cabeça do Leão.

Rio Subterrâneo de Puerto Princesa - Filipinas

Rio Subterrâneo de Puerto Princesa - Filipinas

O Parque Nacional do rio subterrâneo de Puerto Princesa localiza-se em Palawan, Filipinas. Este parque mistura uma fantástica paisagem de carste calcário com um rio subterrâneo. Uma das características do rio é que ele emerge diretamente para o mar, e a sua parcela mais baixa é influenciada pelas marés. O sítio é uma das mais importantes florestas na Ásia.

O parque ocupa 3.900 hectares e abriga onze ecossistemas diferentes - de uma floresta musgosa das altitudes montanhosas ao oceano para lá dos recifes. Aqui existe também grande variedade de animais endêmicos ameaçados, incluindo o faisão-esporeiro, o morcego-raposa, a lontra Aonyx cinerea, os pequenos pandas, as civetas e os texugos Mydaus javanensis. Foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco em 1999.

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Educação Ambiental


Educação Ambiental

Educação Ambiental
Berenice Gehlen Adams
O conceito de Educação Ambiental varia de interpretações, de acordo com cada contexto, conforme a influência e vivência de cada um.
Para muitos, a Educação Ambiental restringe-se em trabalhar assuntos relacionados à natureza: lixo, preservação, paisagens naturais, animais, etc. Dentro deste enfoque, a Educação Ambiental assume um caráter basicamente naturalista.
Atualmente, a Educação Ambiental assume um caráter mais realista, embasado na busca de um equilíbrio entre o homem e o ambiente, com vista à construção de um futuro pensado e vivido numa lógica de desenvolvimento e progresso (pensamento positivista). Neste contexto, a Educação Ambiental é ferramenta de educação para o desenvolvimento sustentável (apesar de polêmico o conceito de desenvolvimento sustentável, tendo em vista ser o próprio "desenvolvimento" o causador de tantos danos sócio-ambientais).
Ampliando a maneira de perceber a Educação Ambiental podemos dizer que se trata de uma prática de educação para a sustentabilidade. Para muitos especialistas, uma Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável é severamente criticada pela dicotomia existente entre "desenvolvimento e sustentabilidade".
Na tentativa de fazer uma análise sobre os conceitos desta prática, colocamos à disposição diferentes definições para a Educação Ambiental, a fim de perceber este conceito de forma mais abrangente e contextual. Para perceber a abrangência e o significado da Educação Ambiental é preciso uma forma de pensar mais complexa – da teoria moriniana. Só assim será possível a evolução deste conceito ao seu amplo significado.
A fim de colaborar para uma visão mais abrangente da Educação Ambiental, aqui são apresentadas algumas "definições". A fonte de pesquisa foi exclusivamente a Internet, e após cada definição está disponibilizada a autoria e o link correspondente. Que este trabalho possa colaborar para a construção e elaboração do conceito de Educação Ambiental.
Definições:
- Educação Ambiental foi definida como uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da Educação, orientada para a solução dos problemas concretos do meio ambiente, através de enfoques interdisciplinares e de uma participação ativa e responsável de cada indivíduo e da coletividade. I Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental - Tbilisi, Georgia (ex URSS).
- A definição oficial de educação ambiental, do Ministério do Meio Ambiente: “Educação ambiental é um processo permanente, no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, valores, habilidades, experiências e determinação que os tornam aptos a agir – individual e coletivamente – e resolver problemas ambientais presentes e futuros”.
- De acordo com o conceito de educação ambiental definido pela comissão interministerial na preparação da ECO-92 " A educação ambiental se caracteriza por incorporar as dimensões sócio-econômica, política, cultural e histórica, não podendo se basear em pautas rígidas e de aplicação universal, devendo considerar as condições e estágios de cada país, região e comunidade, sob uma perspectiva histórica. Assim sendo, a Educação Ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente e interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam o ambiente, com vistas a utilizar racionalmente os recursos do meio na satisfação material e espiritual da sociedade, no presente e no futuro." ( in Leão & Silva,1995).
- O CONAMA - Conselho Nacional do Meio Ambiente - define a Educação Ambiental como um processo de formação e informação orientado para o desenvolvimento da consciência critica sobre as questões ambientais, e de atividades que levem à participação das comunidades na preservação do equilíbrio ambiental.
- A Lei Federal nº 9.795 define a Educação Ambiental como “o processo por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade” (art.1º, Lei Federal nº 9.795, de 27/4/99)
- Para a UNESCO “A educação ambiental é um processo permanente no qual os indivíduos e a comunidade tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, habilidades, experiências, valores e a determinação que os tornam capazes de agir, individual ou coletivamente, na busca de soluções para os problemas ambientais, presentes e futuros (UNESCO, 1987)”.
- Na conferência de Estocolmo em 1972 "A finalidade da educação ambiental é formar uma população mundial consciente e preocupada com o ambiente e problemas com ele relacionados, e que possua os conhecimentos, as capacidades, as atitudes, a motivação e o compromisso para colaborar individual e coletivamente na resolução de problemas atuais e na prevenção de problemas futuros" (UNESCO, 1976, p.2).
- Stapp et alii (1969), definiu a Educação Ambiental como um processo que tem como objetivo a formação de cidadãos, cujos conhecimentos acerca do ambiente biofísico e seus problemas associados, possam alertá-los e habilitá-los a resolver seus problemas.
- Mellowes (1972), define que Educação Ambiental seria um processo no qual deveria ocorrer o desenvolvimento progressivo de um senso de preocupação com o meio ambiente, baseado em um completo e sensível entendimento de relação do homem com o meio.
- Para Aziz Ab’ Saber a “Educação Ambiental é um processo que envolve um vigoroso esforço de recuperação de realidades e que garante um compromisso com o futuro. Uma ação entre missionária utópica destinada a reformular comportamentos humanos e recriar valores perdidos ou jamais alcançados. Trata-se de um novo ideário comportamental, tanto no âmbito individual quanto coletivo”.
- Segundo Lucas (1980) a EA tem sido entendida e desenvolvida enquanto educação sobre o ambiente, educação no ambiente, educação para o ambiente e pelas classes formadas pelas possíveis combinações entre estas três categorias. A educação sobre o ambiente procura desenvolver o conhecimento e a compreensão, incluindo as capacidades necessárias para obter este conhecimento. A educação para o ambiente procura a preservação ou melhoria do ambiente. Ambas são caracterizadas pelos seus objetivos. Por outro lado, a educação no ambiente caracteriza-se por ser uma técnica de ensino – aprendizagem, e o termo ambiente geralmente significa o mundo fora da sala de aula ou, de uma forma geral, o contexto natural e/ou social em que as pessoas vivem.
- Educação Ambiental é “o processo de reconhecer valores e aclarar conceitos para criar habilidades e atitudes necessárias que sirvam para compreender e apreciar a relação mútua entre o homem, sua cultura e seu meio circundante biofísico. A educação ambiental também incluiu a prática de tomar decisões e autoformular um código de comportamento com relação às questões que concernem à qualidade ambiental “ ( GONÇALVEZ,1990)
- Educação Ambiental é "o processo educacional de estudos e aprendizagem dos problemas ambientais e suas interligações com o homem na busca de soluções que visem a preservação do meio ambiente" (SANTOS, Antônio Silveira R. dos. A importância da Educação Ambiental. Jornal A Tribuna – Santos-SP,31.5.99).
- Faria (1992) define educação ambiental como conhecimento das estruturas, de composição e da funcionalidade da natureza, das interferências do que o homem produziu sobre esta estrutura, essa composição e essa funcionalidade.
- Segundo Gonçalves (1990) a Educação Ambiental não deve ser entendida como um tipo especial de educação. Trata-se de um processo longo e continuo de aprendizagem de uma filosofia de trabalho participativo em que todos: família, escola e comunidade; devem estar envolvidos. O processo de aprendizagem de que trata a educação ambiental, não pode ficar restrito exclusivamente à transmissão de conhecimentos, à herança cultural do povo às geração mais novas ou a simples preocupação com a formulação integral do educando inserindo em seu contexto social. Deve ser um processos de aprendizagem centrado no aluno, gradativo, continuo e respeitador de sua cultura e de sua comunidade. Deve ser um processo critico, criativo e político, com preocupação de transmitir conhecimentos, a partir da discussão e avaliação critica dos problemas comunitários e também da avaliação feita pelo aluno, de sua realidade individual e social, na comunidades em que vive".
- Educação Ambiental é "um processo no curso do qual o indivíduo consegue assimilar os conceitos e interiorizar as atitudes mediante as quais adquire as capacidades e comportamentos que lhe permitem compreender e julgar as relações de interdependência estabelecidas entre a sociedade, com seu modo de produção, sua ideologia e sua estrutura de poder dominante, e seu meio biofísico, assim como para atuar em conseqüência da análise efetuada" (Pedro Cañal, José E. Garcia e Rafael Porlán).
- Para Jaume Sureda e Antoni J. Colom deve ocorrer "conjunção e coordenação de três fases ou etapas: educação sobre o meio (em referência explícita aos conteúdos), educação através do meio (incidência metodológica e mediadora) e educação em prol do meio (mensagem axiológica e teleológica)".
- “A EA deve considerar o Meio Ambiente em sua totalidade, deve ser contínua, deve atingir todas as faixas etárias, ocorrer dentro e fora da Escola e examinar as questões ambientais locais, nacionais e internacionais, sob um enfoque interdisciplinar. Estes princípios devem orientar nossas ações” (João Agnaldo da Costa Muniz).
- “A educação ambiental se torna um exercício para a cidadania.
Ela tem como objetivo a conscientização das pessoas em relação ao mundo em que vivem para que possam Ter cada vez mais qualidade de vida sem desrespeitar o meio ambiente natural que a cercam. Essa conscientização se dá a partir do conhecimento do seus recursos, os aspectos da fauna e da flora gerais e, específicos de cada região; e, os problemas ambientais causados pela exploração do homem, assim como Os aspectos culturais que vão se modificando com o passar do tempo e da mudança dos recursos naturais, como a extinção de algumas espécies por exemplo. O maior objetivo é tentar criar uma nova mentalidade com relação a como usufruir dos recursos oferecidos pela natureza, criando assim um novo modelo de comportamento (...) A educação ambiental é um exercício para a participação comunitária e não individualista” (Márcia Helena Quinteiro Leda – Fonte: Marcos Reigota).
- “Sou um pouco avesso a definições fechadas. Peço desculpas as pessoas veteranas na área, mas seria mais interessante falar de um breve histórico da evolução do conceito de Educação Ambiental (EA), desde o seu aparecimento em 1965, na Royal Society of London, quando foi associado à preservação dos sistemas vivos. Já na década de 70, a União Internacional de Conservação da Natureza (UICN) associou o mesmo à conservação da biodiversidade. Como um prolongamento da histórica Conferência de Estocolmo (1972) e da Reunião de Belgrado (1975), na Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental promovida pela UNESCO em Tbilisi (Geórgia, ex-URSS), em 1977, a Educação Ambiental (EA) foi definida como "um processo de reconhecimento de valores e elucidação de conceitos que levam a desenvolver as habilidades e as atitudes necessárias para entender e apreciar as inter-relações entre os seres humanos, suas culturas e seus meios físicos. A EA também envolve a prática para as tomadas de decisões e para as auto-formulações de comportamentos sobre os temas relacionados com a qualidade do meio ambiente". No Fórum das ONGs, realizado paralelamente à Conferência Rio 92 (o qual produziu a Agenda 21), referendando e ampliando o conceito anterior, o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, "reconhece o papel central da educação na formação de valores e na ação social e para criar sociedades sustentáveis e eqüitativas (socialmente justas e ecologicamente equilibradas)", e considera a EA "um processo de aprendizagem permanente baseado no respeito a todas as formas de vida, o que requer responsabilidade individual e coletiva em níveis local, nacional e planetário". Como se vê, aqui já se constata uma profunda transformação de uma visão extremamente naturalista e antropocêntrica (animais e plantas servem para...), confundindo natureza e meio ambiente (que é uma representação social), para uma conceituação que envolve outras dimensões, além da ecológica: afetiva, social, histórica, cultural, política, ética e estética. A própria Constituição de 1988 e a Lei da EA (Lei 9795 de 27/4/1999) incorporam esta evolução conceitual, como se vê no art. 1º da mesma: "Entende-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade" (Fernando Antônio Guerra).
- Vou resumir a importância da educação ambiental com uma palavra, pois para mim ela é – fundamental. Como eu tenho contato com pessoas que se envolvem com educação ambiental em diferentes realidades, verifiquei que os conceitos são trabalhados de forma a adequá-los ao público alvo e a realidade local. Hoje sabemos que a educação ambiental enquanto processo pedagógico abarca uma diversidade muito grande de metodologias, enfoques e abordagens. O que me parece ser relevante em todo o processo da educação ambiental, seja formal ou não formal, é que os indivíduos - educandos e educadores - sejam respeitados nas suas idiossincrasias, e que as atividades e ações levem em consideração as particularidades do entorno, ou seja, do contexto social. Penso que nós seres humanos precisamos reaprender a nossa existência na Terra, para podermos enxergar e entender que a teia da vida é um intricado movimento de aprendizagem que vem ocorrendo há bilhões de anos. Para isso é necessário que incorporemos a modéstia que nos cabe em relação a quem somos, da onde viemos e para onde vamos. O avanço do conhecimento humano no campo da ecologia nos faz compreender que somos apenas mais um elo da corrente de sustentação da vida na Terra. Por isso acredito que agora, além da necessidade da educação ambiental é preciso desencadear com urgência um amplo processo de alfabetização ecológica, visto que é fundamental que todos adquiram conhecimentos básicos de ecologia, para que se possa aprender com a vida, que não pára nunca, de aprender. Vejo que os educadores e educadoras ambientais são pessoas muito altruístas, desprendidas e dedicadas ao outro e ao mundo. Digo isto porque todo educador e educadora ambiental trabalham para o futuro e dependendo da situação, é um futuro muito longínquo, o que significa que provavelmente eles não vejam o resultado das mudanças pelas quais se dedicam. Mas isso para um verdadeiro educador e educadora ambiental não tem a menor importância. Isso é o verdadeiro compromisso intergeracional. Acredito na idéia de que somos seres espirituais vivendo uma aventura humana, por isso acredito, também, que com o nosso trabalho estamos contribuindo para um novo tempo que está por vir, e que depende muito das decisões que estamos tomando agora no presente. A vida está continuamente a aprender, Oxalá consigamos aprender com ela!” (Ellen Regina Mayhé Nunes).
E para você, o que é Educação Ambiental? É importante fazer esta reflexão para que possamos consolidar uma prática educativa que desenvolva novos valores em relação à forma como vemos, sentimos e vivemos; onde a cidadania, a inclusão, o respeito, a alteridade, a convivência harmônica e a tolerância sejam uma constante na prática educacional.
Extraído na íntegra para fins didáticos de:
Projeto Apoema - Educação Ambiental

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