Zilá Fonseca - Radialista Brasileira

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Zilá Fonseca - Radialista Brasileira

#Zilá Fonseca - Radialista BrasileiraZilá Fonseca (1929-1992) surgiu em finais da década de 1930, sendo contratada pela Rádio Tupi paulista e logo após pela Rádio Mayrink Veiga do Rio de Janeiro. Lançou seu primeiro trabalho pela gravadora Columbia, mas também gravou por outras fábricas como a Odeon e a Todamérica.

Em 1939, foi contratada pela Rádio Tupi de São Paulo. Em seguida, transferiu-se para o Rio de Janeiro, passando a atuar na Rádio Mayrink Veiga. Em 1938, lançou pela Columbia, seu primeiro disco, com acompamento de Antônio Rago e seu conjunto regional, interpretando a marcha "Se ele perguntar por mim" e o samba "Fiz esta canção", ambas do compositor Sereno. Em 1940, participou do filme "Vamos cantar", dirigido por Leon Marten. No mesmo ano lançou dois de seus grandes sucessos, a marcha "A charanga do Oscar", de Malfitano, Silva Araújo e Geraldo Mendonça e o samba "Sei lá si tá", de Valfrido Silva e Alcir Pires Vermelho. Em 1942, gravou na Victor as marchas "A vontade do freguês", de Malfitano e Jorge Faraj e "Olha a conga", de Malfitano e Silva Araújo. Em 1945, foi contratada pela Odeon e lançou os sambas "Já não posso mais", de Milton de Oliveira e Gilberto de Carvalho e o grande sucesso de "Muita gente no samba", de autoria de Ari Monteiro. No ano seguinte gravou "Nicanor vai ser chutado", samba de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira. Em 1948, transferiu-se para a Star, onde gravou "Quero um samba", de Assis Valente e Júlio Zamorano "Onde vamos morar" de Antonio Valentim dos Santos e Aldacir Evangelista e o grande sucesso "A aurora vem raiando", de Nelson Trigueiro. Em 1949, atuou no filme "Estou aí", com direção de José Cajado Filho. Em 1951, foi contratada pela Todamérica, estreando com a marcha "Meu barracão não cai", de Valdir Gonçalves e Irani de Oliveira e o samba "Nome manchado", de Paulo Marques e Alice chaves. Em 1952 gravou o baião "A jangada não vem", de sua parceria com Osvaldo Silva e o samba "Agradeço a você", de Altamiro Carrilho e Armando Nunes. No ano seguinte, retornou para a Columbia e gravou o samba canção "Jerusalém", de Castro Perret e a canção "Noite de luz", de Gruber e Ossaldo Moles. Em 1954, gravou com Cauby Peixoto o bolero "Vaya com Dios", de Russel, James e Pepper, com versão de Joubert de Carvalho e o baião "Elvira", de Rômulo Paes e Henrique de Almeida. No ano seguinte gravou o clássico samba "A voz do morro", de Zé Keti. Em 1956, registrou o samba "Vingança de pobre", de Hianto de Almeida e Francisco Anysio e no ano seguinte o samba "Se acaso você chegasse", de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins. No mesmo ano, foi lançada pela Columbia a coletânea "Zila Fonseca" com oito sucessos dela: os boleros "Contigo", de C. Estrada, e versão de Julio Nagib, "Desamparada", de Alfredo Gil, e versão de Cauby de Brito, e "Dissimuladamente", de Nelson Sheffick, Romulo Paes e Henrique de Almeida, os sambas-canção "Dois estranhos", de Oldemar Magalhães e Alberto Costa, "Conflito", de Nazareno de Brito e Hianto de Almeida, e "Sonhei", de Aldacir Louro e Jair Maia, e as valsas "Se valsarmos outra vez", de S. Prosen, e versão de Ataliba Santos, e "Sob o céu de Paris", de Drejac e Giraud, e versão de Osvaldo Quirino. Em 1957, ficou em segundo lugar na votação popular para a escolha da "Rainha do Rádio" recebendo 159.580 votos. Ainda no mesmo ano, lançou pela Columbia o LP "Zilá Fonseca" no qual interpretou os tangos "Exagerada", de Linda Rodrigues e Fausto Guimarães, e "Cantando", de Mercedes Simone, e versão de Virgínia Amorim, os sambas "Fita meus olhos", de Peterpan, "Sin ti", de P. Guizar e versão de Rodolfo Vila, e "A Voz do morro", de Zé Keti, o beguine "Verão em Veneza (Summertime in Venice)", de Icini e C. Sigman, com versão de Ribeiro Filho, o bolero "Minha oração (My prayer)", de G. Boulanger e J. Kennedy, e versão de Cauby de Brito, e a canção "Anahí", de O. Sosa Cordero e versão de José Fortuna. Em 1958, gravou ainda pela Columbia o LP "Sambas da saudade - Vol. II" cantando os sambas "Se acaso você chegasse", de Lupicínio Rodrigues e Felisberto Martins, "Pelo amor que eu tenho a ela", de Ataulfo Alves e Antônio Almeida, "Agora é cinza", de Alcebíades Barcelos "Bide" e Armando "Marçal", "Implorar", de Germano Augusto, Kid Pepe e João Gaspar, "O orvalho vem caindo", de Noel Rosa e Kid Pepe, "Diz que tem", de Haníbal Cruz e Vicente Paiva, "Aperto de mão", de Jaime Florence "Meira", Horondino Silva "Dino" e Augusto Mesquita, e "Choro sim", de Ismael Silva. Em 1960, participou do LP "Carnaval do povo" da gravadora Columbia cantando a marcha "Arruma a trouxa", de João de Oliveira e Castelo. Em 1963, gravou cinco marchas para o LP "Carnaval maravilhoso" da Magisom, que contou com as participações de vários artistas: "Maria Maria", de Serafim Adriano, Angarano Filho e Ilton Aberrian, "Molhei de lágrimas", de José Garcia, Jorge Martins e Nadir Cunha, "No tempo da vovó", de Gilberto Martins e Nadir Cunha, "Separação", de Roberto Martins e Waldemar Gomes, e "Quem não tem razão", de Luis Reis e Miguel Gustavo. Gravou ainda na Chantecler e nos pequenos selos Sarau e Ritmos.

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