Afogamento, Conceitos e Precauções Contra o Afogamento

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Afogamento, Conceitos e Precauções Contra o Afogamento

#Afogamento, Conceitos e Precauções Contra o AfogamentoO afogamento é um processo de sufocação por imersão em um líquido, usualmente água. O líquido obstrui a boca e as narinas, cortando o suprimento de oxigênio do organismo. A vítima deixa de se debater, perde a consciência, exala o ar residual armazenado nos alvéolos do pulmão e afunda. O coração bate ainda, débil, por algum tempo. Mas para, e a morte sobrevém. O salvamento consiste em tirar da água o acidentado e em tentar revivê-lo o mais depressa possível. No mar, em rios e piscinas, o salva-vidas deve aproximar-se da vítima por trás e, mantendo sua cabeça ligeiramente fora d'água e o corpo na horizontal, tirá-lo da água. Depois, é preciso remover qualquer peça de roupa que dificulte a respiração do afogado e tirar de sua boca água e areia, que atrapalham a entrada do ar. A seguir, nos casos em que não se disponha de um aparelho para respiração mecânica ou pulmão artificial, recorre-se à respiração artificial.

Conceitos e Precauções Contra o Afogamento
Método de desengasgo

Milhares de pessoas morrem afogadas a cada ano no mundo, na maioria banhistas inexperientes. Em segundo lugar vêm os afogamentos causados por acidentes com pequenas embarcações.

Os dois métodos mais difundidos de respiração artificial são (1) boca a boca e (2) método de Holger-Nielsen. No primeiro, a vítima é deitada de costas. Depois de limpada a boca, o queixo é puxado para a frente e para cima a fim de abrir passagem ao ar. O operador coloca sua boca sobre a do paciente, selando-a hermeticamente; depois, fecha-lhe as narinas. Então, alternadamente, sopra na boca da vítima e retira a sua para permitir-lhe expirar. Se a vítima é uma criança, o operador pode, ao mesmo tempo, apertar levemente o abdome superior para ajudar a expiração. Deve-se soprar 12 a 15 vezes por minuto na boca do afogado.

No método Holger-Nielsen, a vítima é posta de bruços e a respiração se faz mediante pressão nas costas e elevação dos braços do afogado, que é deitado com os cotovelos dobrados e as mãos superpostas. A face, apoiada no braço, é voltada para um lado. Quem aplica a respiração artificial apoia um joelho junto à cabeça de quem a recebe e coloca as mãos nas costas da vítima, de modo que os polegares se toquem e a parte posterior das palmas fique sobre uma linha imaginária, estendida entre as axilas. O aplicante se inclina lentamente para a frente, mantendo os cotovelos rígidos até colocar os braços em posição quase vertical, e pressiona as costas da vítima. Depois, movimentando-se para trás, desliza aos poucos as mãos e levanta os braços até encontrar resistência nos ombros do afogado. Deixa então que os braços voltem à posição inicial, completando o ciclo, que deve ser repetido 12 vezes por minuto.

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