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História do Futebol | Linha do Tempo


História do Futebol | Linha do Tempo


História do Futebol | Linha do TempoLinha do Tempo

1842- Em 2 de dezembro, nasce o futebolista inglês e criador da FA Cup (Copa da Inglaterra), Charles William Alcock.

1862- Nasce o Notts County, o time de futebol mais antigo que ainda disputa os principais torneios da Inglaterra.

1863- Em 26 de outubro, onze escolas e clubes fundam a Football Association.

1864- Em 09 de janeiro é disputada a primeira partida sob a égide da Football Association com 14 jogadores de cada lado, já que as regras não estabeleciam limites de jogadores.

1865- Na Argentina é fundado o Buenos Aires FC, provavelmente o primeiro clube sul-americano.

1870- É disputada, em Kennington Oval, no dia 5 de março, a partida internacional entre a Inglaterra e Escócia, que acaba em 0 a 0.

1872- Tem início o campeonato oficial mais antigo do mundo, a FA Cup da Inglaterra.

1873- Surge a Associação Escocesa de Futebol.

1885- Pela Copa da Escócia o Arboath vence o Bon Accord por sonoros 36 a 0 a maior goleada do futebol em toda história. Neste mesmo dia e pelo mesmo torneio o Dundee Harp vence o Aberdeen Rovers por 35 a 0.

1888- Em 17 de abril, 12 times fundam na Inglaterra a primeira liga de futebol da história.

1891- William Leslie Poole, professor de Literatura, com a ajuda de seu aluno, Enrique Candido Lichtenberger, funda o Albion, o primeiro clube de futebol do Uruguai.

1888- No dia da abolição da escravatura no Brasil nasce o São Paulo Athletic Club - SPAC

1895- Em Crounch End (Londres) Nettie Honeyball organizou o primeiro jogo de futebol feminino que se tem notícia entre mulheres do Norte e do Sul da Inglaterra, que atraiu cerca de 8 mil espectadores.

1895- Acontece a primeira partida de futebol no Brasil: São Paulo Railway 4 x 2 Companhia de Gás, no dia 14 de abril.

1898- Nasce o Mackenzie, o primeiro clube "genuinamente brasileiro".

1900- O futebol é disputado pela primeira vez nas Olímpiadas, realizada na França. O Upton Park conquista a medalha de ouro, porém, a Fifa não reconhece o feito do clube britãnico como oficial.

1901- Em jogo realizado no estádio de Crystal Palace, 110.820 espectadores assistem a final da Copa Inglaterra entre o Tottenham Hotspur x Sheffield United.

1901- Dois clubes estudantis argentinos, La Rosales e Santa Rosa, se fundiram para formar o CA River Plate.

1902- É disputado o campeonato paulista, primeiro campeonato oficial no Brasil.

1902- Acontece o primeiro jogo internacional "não britânico", disputado em Montevidéo: Uruguai 3 x 2 Argentina, amistoso.

1904- A FIFA é fundada no dia 21 de maio e Robert Guérin é eleito o primeiro presidente.

1905- O irlandês Patrick McCarthy funda o Boca Juniors (da Argentina), um dos clubes mais vencedores do futebol mundial.

1905- O Southampton, da Inglaterra, é o primeiro time estrangeiro a excursionar pela América do Sul.

1907- O Celtic Glasgow se torna no primeiro clube britãnico a perder uma partida na Europa continental. O jogo foi realizado em Copenhague, contra a seleção local - Celtic 1 x 2 Seleção de Copenhague.

1909- Acontece a maior goleada de que se tem notícia no futebol brasileiro. Foi em partida pelo campeonato carioca: Botafogo 24 x 0 Mangueira.

1910- Surge no Brasil, o Sport Club Corinthians Paulista, o primeiro campeão Mundial da Fifa,criado por um grupo de operários, recebendo este nome em homenagem ao Corinthian FC, time inglês que acabara de excursionar pelo Brasil.

1911- A primeira partida de futebol com numeração na camisa dos jogadores de que se tem notícia foi realizada em Sydney, na Austrália, entre as equipes locais do Sydney Leichardt x HMS Powerfull.

1914- É fundada a Federaçao Brasileira de Sports (atual CBF).

1916- É criada a Confederação Sulamericana de Futebol, mais conhecida como Conmebol.

1917- O futebol feminino se fortalece com a criação da equipe Dick Kerr´s Ladies, em Preston - Inglaterra, oriundo da empresa de engenharia de mesmo nome.

1924- O Uruguai conquista a medalah de ouro das Olímpiadas, realizada em Paris - França.

1925- O Clube Atlético Paulistano, de São Paulo, faz a primeira excursão de um clube brasileiro ao "Velho Continente".

1930- É disputada a primeira Copa do Mundo com a participação de 13 países.

1931- O futebol argentino foi o primeiro a se profissionalizar na América do Sul.

1940- Em 23 de outubro nasce Edson Arantes do Nascimento, Pelé, apontado como o maior craque da história.

1963- 177.656 torcedores lotaram o estádio de Maracanã, no Rio de Janeiro (Brasil), estabelecendo um recorde mundial para jogos entre clubes; a partida foi Flamengo x Fluminense.

2001- A Austrália vence a Samoa Americana por 31 a 0, a maior goleada entre seleções. Foi pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2002.

2002- Pelo campeonato de Madagáscar o AS Adema vence o Stade Olympique de L´Emyrne - SOE por 149 a 0. Porém o placar foi um protesto dos jogadores do SOE, que marcaram contra suas próprias redes.

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Jogos da Amizade

Jogos da Amizade

Jogos da Amizade
Criado em 1986, os Goodwill Games, ou Jogos da Amizade, têm como propósito estimular a confraternização, através do esporte, entre nações envolvidas na Guerra Fria, principalmente Estados Unidos (EUA) e União Soviética (URSS), que vinham boicotando os Jogos Olímpicos. A primeira edição é realizada em Moscou, na antiga URSS, hoje Federação Russa. O sucesso fez com que organizadores reeditassem os jogos. Assim, em 1990, em Seattle, EUA, foi disputada a segunda edição. A partir daí, os Goodwill Games passam a entrar no calendário oficial do Comitê Olímpico Internacional (COI). Em 1994, os Jogos voltam a ser disputados na Rússia, na cidade de São Petersburgo. Quatro anos depois retorna aos EUA, na cidade de Nova York. Em 2000, os Goodwill Games são disputados no inverno, novamente em Nova York. Em 2001 é realizada a última edição, em Brisbane, Austrália. Participam 1,3 mil atletas de 68 países. A anfitriã Austrália é a grande vencedora dos Jogos, com 29 medalhas de ouro, 22 de prata e 21 de bronze. Rússia e EUA ficam na segunda e terceira colocações, respectivamente. A competição reúne atletas de 14 esportes: atletismo, basquete, boxe, ciclismo, ginástica artística, ginástica rítmica, halterofilismo, natação, salto ornamental, skate, surfe, trampolim, triatlo e vôlei de praia. O norte-americano Michael Johnson, 33 anos, quatro vezes medalha de ouro em Olimpíadas e nove vezes campeão mundial de atletismo, despede-se do esporte em Brisbane. Em sua última prova, ajuda a equipe dos EUA a conquistar o ouro no revezamento 4 x 400 m. A próxima edição dos Goodwill Games está marcada para o Canadá, na cidade de Calgary, em fevereiro de 2005. Porém, corre o risco de não ser disputada. A baixa audiência mundial e o fraco desempenho dos principais atletas são fatores determinantes para a eventual extinção do evento, que é promovido pelo grupo empresarial norte-americano AOL-Time Warner.

Resultados do Brasil – A delegação brasileira fica na 13ª- colocação da sexta edição dos Jogos da Amizade, em 2001, com três medalhas de ouro, uma de prata e outra de bronze. A atleta paulista Maurren Higa Maggi conquista a medalha de ouro na prova de salto em distância, com a marca de 6,94 m, seu novo recorde. A australiana Bronwyn Thompson fica com a prata, com 6,88 m, e a russa Tatyana Kotova leva a medalha de bronze, com 6,84m. No vôlei de praia, os brasileiros dominaram as disputas masculina e feminina. Numa final totalmente brasileira, Sandra e Tatiana ganham o ouro ao derrotar Shelda e Adriana Behar por 2 a 0. Loiola e Ricardo vencem Conde e Barracetti, da Argentina, por 2 a 0, e ficam com o ouro. A outra medalha brasileira vem com a equipe masculina de basquete, que ganha o bronze após vencer a Austrália por 94 a 93 na decisão do terceiro lugar. A equipe dos EUA ganha a medalha de ouro e a da Argentina, a de prata.

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História dos Jogos Olímpicos


História dos Jogos Olímpicos

História dos Jogos Olímpicos

Berço dos Jogos Olímpicos da Antiguidade e da primeira edição dos Jogos Modernos, em 1896, a Grécia sedia mais uma vez uma Olimpíada, em 2004.

Organização – Atletas e dirigentes ficam sobressaltados com a organização das Olimpíadas às vésperas das competições. As principais reclamações estruturais vêm dos participantes dos esportes aquáticos, já que não houve tempo para concluir a cobertura da piscina. Pela primeira vez desde 1992, em Barcelona, as provas são disputadas a céu aberto, o que atrapalha a quebra de recordes. Os jogadores de vôlei de praia também se queixam das quadras – segundo eles, muito duras e pouco profundas, o que pode facilmentecausar lesões. No geral, entretanto, não há problemas mais graves de estrutura.

Segurança - Uma das grandes preocupações das Olimpíadas é garantir a segurança de atletas, dirigentes e espectadores. Apesar do objetivo de promover a amizade entre os povos, os Jogos Olímpicos já foram usados para manifestações políticas e chegaram a ser alvo de atentado em 1972 . O temor de ações terroristas faz com que milhares de policiais norte-americanos sejam mandados à Grécia para reforçar a segurança. Tudo vai bem até a última prova, a maratona, quando ocorre o incidente mais grave dos Jogos. Na altura do quilômetro 36, o brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que liderava a prova, é atacado por Cornelius Horan, um ex-padre irlandês que se diz "pregador do Evangelho". Horan é afastado de Vanderlei por espectadores, que também chegam a invadir o percurso da prova. O brasileiro prossegue na prova, mas perde rendimento, é ultrapassado duas vezes e termina com a medalha de bronze. Recebe ainda um prêmio especial do COI pelo "espírito olímpico" que demonstrou ao prosseguir a prova apesar do ocorrido.

Política e violência em campo
Na era moderna, as Olimpíadas servem de palco para manifestações políticas, apesar de seu objetivo de promover a amizade entre os povos. Nas Olimpíadas de Berlim, em 1936, o chanceler alemão Adolf Hitler recusa-se a reconhecer as vitórias do atleta norte-americano negro Jesse Owens, ganhador de quatro medalhas de ouro. Em 1968, na Cidade do México, os norte-americanos Tmmie Smith e John Carlos, medalha de ouro e de bronze nos 200 m rasos, respectivamente, sobem ao pódio para receber as medalhas descalços e com luvas negras nas mãos. Ao som do hino norte-americano, baixam a cabeça a erguem as mãos, símbolo do movimento Panteras Negras, que combatia o racismo nos Estados Unidos. Os dois são expulsos dos Jogos pela atitude.

O pior ataque – Nas Olimpíadas de Munique, em 1972, um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro termina com a morte de 11 atletas de Israel. Dois são mortos durante a invasão da vila pelos palestinos e outros nove são feitos reféns. O grupo exige que o governo israelense liberte mais de 200 presos em troca da vida dos atletas, mas Israel decide não negociar. O governo alemão resolve então realizar uma operação de resgate. A ação falha e os terroristas matam todos os reféns.

Boicotes – Até o fim da Guerra Fria ocorrem vários boicotes às Olimpíadas por motivos políticos. Os Estados Unidos (EUA), por exemplo, não participam dos Jogos de Moscou, em 1980, em protesto contra a invasão do Afeganistão. Os soviéticos, por sua vez, recusam-se a disputar as Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, alegando problemas de segurança. Apenas em Barcelona (1992) a competição volta a contar com a maioria dos países.

História dos jogos – Por volta de 2500 a.C., os gregos realizavam festivais esportivos em honra a Zeus no santuário de Olímpia – o que originou o termo olimpíada. O evento era tão importante que interrompia até as guerras. Os nomes dos vencedores das competições começam a ser registrados a partir de 776 a.C. Participavam apenas os cidadãos livres, em provas de atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo (que incluía luta, corrida, salto em distância, arremesso de dardo e de disco). Os vencedores recebiam uma coroa de louros. Mais tarde, os atletas se profissionalizam e passam a receber prêmios em dinheiro. As Olimpíadas perdem prestígio com o domínio romano na Grécia, no século II a.C. Em 392, o imperador Teodósio I converte-se ao cristianismo e proíbe todas as festas pagãs, inclusive as Olimpíadas.

Era moderna – A versão moderna dos festivais esportivos gregos é realizada, pela primeira vez, em 1896, em Atenas, por iniciativa do nobre francês Pierre de Fredy (1863-1937), barão de Coubertin. Participam 285 atletas de 13 países, que disputam provas de atletismo, ciclismo, esgrima, ginástica, halterofilismo, luta livre, natação e tênis. Os vencedores são premiados com medalha de ouro e ramo de oliveira. Adota-se o termo "olimpíadas", no plural, pois na competição cada modalidade é encarada como uma olimpíada em separado.

Olimpíadas de Inverno - Também organizadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) a cada quatro anos, as Olimpíadas de Inverno reúnem esportes praticados sobre a neve ou o gelo. Os Jogos de Inverno eram realizados, até 1992, no mesmo ano das Olimpíadas "tradicionais". A partir de 1994, no entanto, o COI passa a alternar as datas, para não dividir a atenção dos eventos.

A patinação artística é o equivalente da ginástica, em que os atletas recebem notas por seus movimentos. A patinação de velocidade é uma corrida, com provas em circuitos longos e curtos, em que os atletas desenvolvem maior velocidade. O esqui tem quatro modalidades distintas: o alpino, que é a descida de morros com obstáculos; o salto; o estilo livre, em que os atletas fazem manobras sobre esquis numa pista, em alta velocidade; e o cross country, espécie de maratona sobre esquis. O combinado nórdico é uma prova que une os saltos com o cross country.

O curling é um jogo em que os times usam pedras que devem se aproximar de um círculo, numa dinâmica semelhante à bocha e à malha, jogos populares no Brasil. A diferença é que se joga numa pista de gelo. O hóquei sobre o gelo é uma adaptação do hóquei olímpico, disputado sobre patins. Os jogos reúnem a nata da NHL, a liga profissional dos Estados Unidos e do Canadá que tem os melhores jogadores do mundo.

No snowboard, os atletas fazem manobras em alta velocidade sobre uma prancha, numa pista de neve parecida com a do esqui estilo livre.

Paraolimpíadas
Os Jogos Paraolímpicos, também conhecidos como Paraolimpíadas, são disputados a cada quatro anos, sempre na seqüência das Olimpíadas, por atletas que apresentam tipos diversos de deficiência. Desde 1988, em Seul, são obrigatoriamente realizados na mesma cidade-sede. A competição é organizada pelo Comitê Paraolímpico Internacional.

Origem – Em 1948, o médico inglês Ludwig Guttmann organizou uma competição com veteranos da II Guerra Mundial, inspirado nas Olimpíadas de Londres. A condição para disputar a competição, em Stoke Mandeville, era ser ex-soldado que tivesse desenvolvido problemas na medula espinhal durante o conflito. Quatro anos depois, a segunda edição dos Jogos de Stoke Mandeville tem a participação de ex-soldados holandeses. Em 1960, inspirado no movimento de Guttmann, o COI acolheu em Roma, logo após as Olimpíadas, a primeira edição dos Jogos Paraolímpicos. Competições de atletismo, basquete, esgrima, tênis de mesa e arco-e-flecha provaram que a deficiência não havia eliminado a possibilidade de essas pessoas disputarem uma Olimpíada. Aos poucos, o movimento vai crescendo. Em Atenas, as Paraolimpíadas têm mais de 4 mil participantes.

Competições – As Paraolimpíadas tem modalidades no atletismo, na natação, no ciclismo e no iatismo, há provas para deficientes visuais, com paralisia cerebral, limitações na coluna e amputados. Cada prova, por sua vez, tem várias categorias, de acordo com o grau de limitação de cada atleta. O basquete é disputado apenas por pessoas que usam cadeiras de rodas, mas cada atleta recebe um índice, de acordo com sua deficiência, e o time não pode ultrapassar uma determinada pontuação com o quinteto que estiver em quadra. No vôlei não existe essa limitação, e os atletas atuam sentados em quadra. O tiro e o arco-e-flecha são disputados por paraplégicos, assim como a esgrima, em que os atletas competem sentados. A bocha é disputada por esportistas com paralisia cerebral. O futebol tem duas competições: o futebol de cinco é disputado por cegos; o futebol de sete, por atletas com paralisia cerebral. O golbol é uma adaptação do handebol praticada por deficientes visuais que competem sentados, atirando bolas no gol. O hipismo tem apenas a prova de adestramento, com atletas que apresentam variados graus de deficiência. O judô é disputado somente por cegos. O halterofilismo tem provas para cadeirantes, atletas com paralisia cerebral e amputados. O tênis tem competições somente para atletas em cadeiras de rodas, e assim como o rúgbi, é disputado por times mistos, de homens e mulheres.

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Natação nos Jogos Olímpicos


Natação nos Jogos Olímpicos

Natação nos Jogos Olímpicos

As competições de natação são organizadas pela Federação Internacional de Natação (Fina), no mundo, e pela Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos (CBDA), no Brasil. Além das provas em Jogos Olímpicos, a principal competição do esporte é o Campeonato Mundial, realizado a cada dois anos. Outras competições de importância são a Copa do Mundo, que tem etapas durante o ano, e o Campeonato Mundial de Piscinas Curtas (25 m), a cada dois anos.

Olimpíadas - Nas Olimpíadas modernas a natação é o segundo esporte em importância, depois do atletismo, disputado desde os Jogos de 1896. Há registros egípcios sobre o nado de 2500 a.C. Gregos e romanos consideravam-no parte do treino militar. O primeiro país a adotá-lo como esporte foi o Japão. No século XIX, os ingleses definem as regras e organizam os primeiros campeonatos mundiais. A Federação Internacional de Natação (Fina) rege o esporte no mundo. No Brasil, o eleé organizado pela Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos (CBDA).

Regras – São quatro os estilos de natação: crawl, costas, peito e borboleta. No crawl (ou livre), o peito fica submerso. Um braço é estendido enquanto o outro dá impulso dentro da água. Os pés batem para dar velocidade. No nado costas, o nadador desliza com as costas voltadas para o fundo da piscina, movimentando braços e pés como no crawl. No nado peito, o atleta contrai os braços, dentro da água, próximo das laterais do corpo, junta-os sob o peito e depois os estende a sua frente. As pernas, com os joelhos voltados para fora, são encolhidas e depois estendidas. No nado borboleta, os braços são erguidos simultaneamente para fora da água, imitando os movimentos das asas da borboleta. Quando voltam para a água, são estendidos ao mesmo tempo que o nadador mergulha a cabeça. As pernas, sempre juntas, ajudam a dar impulso.

Estilos – Realizam-se em piscinas de 25 m ou de 50 m (olímpicas), divididas em raias. Podem ser individuais ou por equipe. Nos revezamentos, disputados por equipes de quatro atletas, cada nadador completa uma parte da prova. São competições que alternam velocidade e resistência. Há também a prova de nado medley, que combina os quatro estilos. A distância percorrida é padronizada. Além do torneio olímpico e dos Jogos Pan-Americanos, disputa-se um campeonato mundial a cada quatro anos.

Os melhores resultados olímpicos do Brasil nos últimos anos são de César Cielo, medalha de ouro nos 100 m livre, em Pequim (2008); Ricardo Prado, medalha de prata nos 400 m medley, em Los Angeles (1984); de Gustavo Borges, prata nos 100 m nado livre, em Barcelona (1992), prata nos 200 m nado livre e bronze nos 100 m nado livre, em Atlanta (1996); e de Fernando Scherer, bronze nos 50 m nado livre, também nos Jogos de Atlanta.

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Nado Sincronizado nos Jogos Olímpicos

Nado Sincronizado nos Jogos Olímpicos

Nado Sincronizado nos Jogos Olímpicos
Esporte organizado no mundo pela Federação Internacional de Natação (Fina) e no Brasil pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

Olimpíadas – Esporte olímpico disputado somente por mulheres, em que as atletas executam uma série de exercícios físicos, acompanhados por música, dentro de uma piscina.

Origem - Sua origem é relativamente recente. Começa oficialmente como esporte de competição em 1953, no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, mas já em 1955 constava do programa dos Jogos Pan-Americanos. O nado sincronizado passa a fazer parte das Olimpíadas em 1984, em Los Angeles.

Justificar
Regras – As nadadoras apresentam-se em um quadrado de 12 m por 12 m com 3 m de profundidade, dentro de uma piscina, na qual são instalados alto-falantes subaquáticos para permitir a elas ouvir as músicas de acompanhamento. Há exercícios obrigatórios e de rotina, nos quais as atletas podem realizar movimentos livres. Cada nadadora recebe notas de 0 a 10 de um grupo de juízes em todos os exercícios. As posições básicas são: delfim (uma volta completa sob a água), flamenco (uma perna elevada sobre a água e a outra levada ao peito), grua (as pernas formam um ângulo reto e a cabeça fica sob a água), carpa (cabeça para baixo e corpo formando um ângulo de 90 graus) e perna de balé (de costas, uma perna levantada perpendicularmente à superfície.

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Motociclismo


Motociclismo

Motociclismo

Organizado pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM), o Mundial de motociclismo é dividido em três categorias: 500, 250 e 125 cilindradas. Na mais importante, a das 500 cilindradas, também conhecida como Moto GP.

Origem - Corrida de motocicletas, divididas em categorias de acordo com a cilindrada (cc) dos motores, a idade e o grau de experiência dos pilotos. As provas de motociclismo também se diferenciam por seus objetivos: alguns tipos privilegiam a velocidade; outros, a habilidade e a regularidade dos concorrentes. O motociclismo é regulamentado em 1905 pelo Clube Francês de Autociclos, que promove o Primeiro Troféu Internacional. A organização do esporte hoje está sob a responsabilidade da Federação Internacional de Motociclismo.

Regras - As provas de velocidade são as mais comuns e se parecem muito com as de automobilismo. As categorias são 125 cc, 250 cc e 500 cc – esta considerada a Fórmula 1 do motociclismo. As motocicletas chegam a 300 quilômetros por hora e o Campeonato Mundial é disputado em diversas corridas, como os grandes prêmios de Itália, Alemanha, França, Holanda (Países Baixos) e Bélgica. O do Brasil acontece no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O Campeonato Nacional também é dividido em quatro categorias: 125 cc, 125 4T, 500 cc e 500 a 600 cc.

Motocross, trial e enduro são competições de motociclismo nas quais a velocidade nem sempre desempenha papel principal. No motocross, as provas duram no mínimo 30 minutos e ocorrem em pistas de 1 200 m a 1 800 m. O traçado possui valetas, riachos, lombadas, depressões e irregularidades. O trial é geralmente disputado em terrenos ainda mais acidentados, que exigem habilidade no equilíbrio da moto. A velocidade máxima permitida é de 15 quilômetros por hora. O enduro exige resistência e pode ser de dois tipos: de velocidade e de regularidade. O primeiro é realizado em circuitos fechados, com obstáculos; o outro, em estradas de terra, trilhas e matas. Os pilotos largam em intervalos de 30 segundos e todos recebem uma planilha com o caminho e o tempo exato para percorrer cada etapa. O objetivo é respeitar ao máximo o tempo estipulado. Ao longo do percurso há diversos locais de cronometragem, onde se confere o tempo de cada piloto até aquele ponto. Qualquer variação em relação ao tempo previsto é penalizada. Vence o enduro quem perder menos pontos ao final da prova.

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Copa do Mundo de 1958 na Suécia


Copa do Mundo de 1958 na Suécia

Copa do Mundo de 1958 na SuéciaPoster da Copa do Mundo de 1958 na SuéciaCopa do Mundo de 1958 na SuéciaBRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.Copa do Mundo de 1958 na SuéciaBRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.

Pela primeira vez, os habitantes do país-sede, a Suécia, podem assistir aos jogos ao vivo pela TV. A Copa é disputada de 8 a 29 de junho. O Brasil é campeão pela primeira vez, sob o comando de Pelé e Garrincha, gênios que haviam começado a competição no banco de reservas. O jogo mais difícil da seleção é contra o retrancado time de País de Gales, nas quartas-de-final: 1 a 0, com gol de Pelé no segundo tempo. Nas semifinais, a forte seleção da França, famosa por seu poder ofensivo, é goleada por 5 a 2, naquela que é considerada a final antecipada. Na decisão de fato, com camisas azuis, o Brasil goleia a Suécia, também por 5 a 2. O francês Fontaine termina a competição com 13 gols, tornando-se até hoje o maior artilheiro em uma edição de Copa do Mundo.


Seleções participantes: 16

1. Alemanha Ocidental
2. Argentina
3. Áustria
4. Brasil
5. Escócia
6. França
7. Hungria
8. Inglaterra
9. Irlanda do Norte
10. Iugoslávia
11. México
12. País de Gales
13. Paraguai
14. Suécia
15. Tchecoslováquia
16. URSS

Copa do Mundo de 1958 na SuéciaDelegação Brasileira na Suécia

Os brasileiros encantaram o mundo com uma seleção de craques, cujas principais estrelas eram Pelé e Garrincha. Além deles, o Brasil contava com grandes jogadores como Gilmar, Djalma Santos, Nilton Santos, Zito, Didi, Vavá, Zagalo. Na véspera o jogo final chovia muito em Estocolmo, e os brasileiros temiam que o campo pesado prejudicasse o jogo mais técnico dos brasileiros. Porém, em uma demonstração de fair-play, os suecos haviam coberto totalmente o campo com lonas. O jogo começou com a Suécia abrindo o marcador logo aos 4 minutos, porém o Brasil não se abateu e empatou logo depois com Vavá aos 9 minutos. Vavá ainda desempataria aos 32 minutos. No segundo tempo os brasileiros sacramentaram a vitória com gols de Pelé (10 e 45 minutos) e Zagalo (13 minutos). O placar final foi de 5x2.

TABELA DA COPA

Grupo A

Irlanda do Norte 1 x 0 Tchecoslováquia
Alemanha Ocidental 3 x 1 Argentina
Argentina 3 x 1 Irlanda do Norte
Alemanha Ocidental 2 x 2 Tchecoslováquia
Argentina 1 x 6 Tchecoslováquia
Alemanha Ocidental 2 x 2 Irlanda do Norte

Irlanda do Norte 2 x 1 Tchecoslováquia (Jogo-desempate)


Grupo B

Iugoslávia 1 x 1 Escócia
França 7 x 3 Paraguai
Paraguai 3 x 2 Escócia
Iugoslávia 3 x 2 França
França 2 x 1 Escócia
Iugoslávia 3 x 3 Paraguai

Grupo C

Suécia 3 x 0 México
País de Gales 1 x 1 Hungria
País de Gales 1 x 1 México
Suécia 2 x 1 Hungria
Suécia 0 x 0 País de Gales
Hungria 4 x 0 México

Grupo D

Brasil 3 x 0 Áustria
URSS 2 x 2 Inglaterra
URSS 2 x 0 áustria
Brasil 0 x 0 Inglaterra
Inglaterra 2 x 2 Áustria
Brasil 2 x 0 URSS

URSS 1 x 0 Inglaterra (Jogo-desempate)

QUARTAS-DE-FINAL

Suécia 2 x 0 URSS
Alemanha Ocidental 1 x 0 Iugoslávia
França 4 x 0 Irlanda do Norte
Brasil 1 x 0 País de Gales

SEMIFINAIS

Brasil 5 x 2 França
Suécia 3 x 1 Alemanha Ocidental

DISPUTA DE 3º LUGAR

França 6 x 3 Alemanha Ocidental

JOGO FINAL (29 de Junho de 1958)

Brasil 5 x 2 Suécia

Estádio: Rasunda (Etocolmo)
Juiz: Maurice Guigue (França)
Público: 49.737 pessoas
Gols da suécia: Liedholm (4 -1º), Simonsson (34- 2º)
Gols do Brasil: Vavá (4 e 32 -1º), Pelé (10 e 45-2º) e Zagallo (23-2º)
BRASIL: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
SUÉCIA: Svensson, Bergmark, Axbom, Börjesson e Gustavsson; Parling e Hamrin; Gren, Simonsson, Liedholm e Skoglund.

Artilheiro: Fontaine – 13 gols (França)

Curiosidades da Copa do Mundo 1958

Como Brasil e Suécia têm uniforme amarelo, houve sorteio para ver que jogaria com a vestimenta principal na final. A seleção brasileira tinha como chefe da delegação Paulo Machado de Carvalho, que era mestre na motivação dos jogadores, o qual atendeu o telefone para saber o resultado do sorteio. Ao receber a notícia de que o Brasil havia perdido o sorteio, Paulo Machado de Carvalho não titubeou e gritou na frente dos jogadores "era isso que eu queria, jogar de azul, vamos ganhar!".

Após a vitória do Brasil sobre a Suécia na final, o capitão Bellini recebeu a taça e as atenções de todos que queriam fotografá-la. Então, Bellini ergueu a taça do mundo sobre sua cabeça, de modo que todos a pudessem fotografar. Nascia assim o famoso gesto, que desde então vem sendo repetido pelos campeões ao logo dos anos.

A Copa da Suécia foi a primeira a ser televisionada. Mais de setenta países acompanharam o evento. Estádios e uma equipe competitiva foram construídos especialmente para a Copa da Suécia. De acordo com o revezamento a Copa de 1958 deveria ser feita na América do Sul, mas a FIFA decidiu manter na Europa mais uma Copa, sob protestos dos países sul-americanos.

53 países disputaram as eliminatórias e, pela primeira vez, seleções da Ásia e da África participaram do torneio classificatório. Nove seleções da Ásia e África disputaram uma vaga. A seleção de Israel quase se classifica para a Copa sem jogar um jogo. Turquia e Sudão se recusaram a jogar com a equipe de Israel e a Indonésia se recusou a jogar em solo israelense. Entretanto, uma regra determinava que nenhuma equipe poderia se classificar sem ter jogado nenhum jogo. Um confronto direto intercontinental com Gales (segundo do Grupo 4 da UEFA) determinaria a equipe classificada. Gales venceu os dois jogos por 2 a 0 e o sonho de uma equipe da Ásia ou da África na Copa do Mundo foi adiado.

Poucos meses antes da Copa o avião que transportava diversos jogadores do Manchester United caiu em Munique. O Manchester United era base da seleção inglesa.

Desta vez a melhor equipe venceu. E finalmente a taça do mundo é do Brasil. Destacaram-se Didi, Garrincha e sobretudo o jovem Pelé, o mais novo jogador a vencer uma Copa do Mundo com dezessete anos e oito meses quando o Brasil conquistou a Copa de 1958.

A mística camisa 10 de Pelé é fruto da desorganização. Os dirigentes não enviaram a numeração da camisa dos jogadores e coube a FIFA escolher e eternizar a camisa 10 para Pelé, reserva na ocasião.

A seleção brasileira de 1958 é considerada a melhor seleção nacional de todos os tempos por vários especialistas, superando inclusive o time canarinho de 1970. Nunca o Brasil perdeu um jogo quando estavam em campo Pelé e Garrincha. E eles, assim como Didi, Zagallo, Zito, Vavá e Djama Santos fizeram a diferença para o Brasil superar o trauma de nunca ter vencido um torneio Mundial.

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Copa do Mundo de 1950 no Brasil

Copa do Mundo de 1950 no Brasil

Copa do Mundo de 1950 no BrasilO Brasil sedia a primeira Copa após a II Guerra Mundial, e constrói para o evento o Maracanã, no Rio de Janeiro, Tornando-se o maior Estádio do Mundo. Logo após a definição dos 16 classificados nas Eliminatórias, três países desistem e o torneio é disputado por apenas 13 seleções, de 24 de junho a 16 de julho. A maior atração na época era a Inglaterra, país considerado o inventor do futebol, que pela primeira vez aceita participar de uma Copa do Mundo, no entanto a Inglaterra não passa da primeira fase. O Brasil, na final contra o Uruguai tinha a vantagem do empate, sai na frente, mas os uruguaios viram o jogo. A vitória por 2 a 1 dá o bicampeonato da Copa do Mundo ao Uruguai, uma vez que já tinha sido campeão da primeira Copa do Mundo no Próprio Uruguai em 1930. O fiasco da seleção brasileira, apontado como favorito, fica conhecido como o “Maracanazzo”. Em 1950 só restou ao Brasil o consolo de ter o artilheiro da Copa, Ademir de Menezes, com 8 gols.


Seleção Uruguaia de 1950Seleção Uruguaia de 1950
Seleção Brasileira de 1950Seleção Brasileira de 1950


GRUPO A

Brasil 4 x 0 México
Iugoslávia 3 x 1 Suiça
Brasil 2 x 2 Suiça
México 1 x 4 Iugoslávia
Brasil 2 x 0 Iugoslávia
México 1 x 2 Suiça

GRUPO B

Chile 0 x 2 Inglaterra
EUA 1 x 3 Espanha
EUA 1 x 0 Inglaterra
Chile 0 x 2 Espanha
Inglaterra 0 x 1 Espanha
Chile 5 x 2 EUA

GRUPO C

Suécia 3 x 2 Itália
Paraguai 2 x 2 Suécia
Paraguai 0 x 2 Itália

GRUPO D

Uruguai 8 x 0 Bolívia

TURNO FINAL

Brasil 7 x 1 Suécia
Uruguai 2 x 2 Espanha
Brasil 6 x 1 Espanha
Uruguai 3 x 2 Suécia
Suécia 3 x 1 Espanha

URUGUAI 2 x 1 BRASIL

16 de Julho de 1950 (Maracanã – Rio de Janeiro)
Juiz: George Reader (Inglaterra)
Público: 179.000
Gol do Brasil: Friaça (2 minutos do 2º Tempo)
Gols do Uruguai: Schiaffino (21 minutos do 2º Tempo), Chiggia (34 minutos do 2º Tempo).
URUGUAI: Máspoli, Matias González e Tejera; Gambetta, Varela e Andrade; Chiggia, Pérez, Miguez, Schiaffino e Morán. Técnico: Jun López
BRASIL: Barbosa, Augusto e Juvenal; Bauer, Danilo e Bigode; Friaça, Zizinho, Ademir, Jair e Chico. Técnico: Flávio Costa.

Artilheiro da Copa de 1950: Ademir de Menezes com 8 gols (Brasil)

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Jogos de Lutas

Jogos de Lutas

Jogos de LutasEmbora já estivesse incluída nos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, apenas em 1912 a luta passa a contar com um órgão controlador, a Federação Internacional de Luta Amadora (Fila), com sede em Paris. As regras estabelecidas pela Fila são utilizadas em todas as competições: Olimpíadas, Jogos Pan-Americanos, campeonatos mundiais e torneios internacionais. No Brasil, o esporte é dirigido pela Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA). A principal competição de lutas, organizada pela Fila, é o Campeonato Mundial, disputado anualmente, exceto nos anos em que há Jogos Olímpicos.

Regras – Combate corpo a corpo, sem armas, entre dois atletas, que usam de força e destreza para aplicar golpes a fim de subjugar o adversário. A luta é usada desde tempos remotos como método de preparação de guerreiros no Egito e na Ásia. Chega depois à Grécia e passa a fazer parte dos Jogos Olímpicos da Antiguidade.

Nas Olimpíadas, disputam-se dois tipos de luta: a livre e a greco-romana. Praticada com o peito nu, a luta livre permite o uso das pernas, além dos membros superiores, para a aplicação de golpes pelos competidores.

A luta greco-romana é inspirada nas primeiras lutas das Olimpíadas gregas antigas. Permite apenas a aplicação de golpes no adversário da cintura para cima, sem o uso das pernas nem agarrões abaixo da linha da cintura.

Olimpíadas – Tanto na luta livre quanto na greco-romana, existem, a partir de 2002, sete categorias, divididas por peso. Galo (até 55 kg); pena (até 60 kg); leve (até 66 kg); médio (até 74 kg); meio-pesado (até 84 kg); pesado (até 96 kg); e superpesado (até 120 kg). Anteriormente eram oito categorias. Há três juízes, dos quais apenas um, o mediador, fica no tablado. A área de combate é um tapete quadrado de 8 m de lado com no máximo 10 cm de espessura, situado no centro de uma plataforma de 12 por 12 m e de 0,90 a 1,10 m de altura. As lutas duram dois rounds de 3 minutos, com intervalo de 1 minuto entre eles. Vence o atleta que primeiro encostar totalmente as costas do adversário no chão. Caso isso não aconteça, ganha aquele que conseguir 3 pontos técnicos diferentes ou que tiver uma vantagem de 10 pontos em relação ao oponente. O golpe de chão (girar o adversário sobre os ombros dele, sem encostar as costas no chão) vale 2 pontos; o de média amplitude (projetar o adversário a uma altura média do chão) vale 3; o golpe de grande amplitude (pegar o adversário pela frente ou por trás para projetá-lo para trás, por cima dos ombros), 5 pontos. Havendo empate, faz-se uma prorrogação de 3 minutos. Quem conseguir o primeiro ponto técnico vence. Em caso de novo empate, a arbitragem decide quem é o ganhador.

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História do Judô


História do Judô

História do Judô
Luta corporal adaptada do jiu-jítsu, o judô é controlado no mundo pela Federação Internacional de Judô (IJF) e, no Brasil, regida pela Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

Olimpíadas – Criado no Japão, o judô estréia nas Olimpíadas justamente em Tóquio, em 1964. As mulheres entram na disputa somente a partir de 1992, em Barcelona.

Origem – O judô é criado na segunda metade do século XIX pelo professor japonês de educação física Jigoro Kano, que adapta conceitos do jiu-jítsu para criar uma arte marcial mais leve e voltada para os jovens. O judô espalha-se pelo mundo na virada do século, e chega ao Brasil em 1915, trazido por imigrantes japoneses.

Regras – Os lutadores, ou judocas, são divididos em duas categorias: principiantes (kiu) e mestres (dan). A cor da faixa que amarra o quimono, roupa utilizada pelos judocas, indica o grau de aprendizado em que se encontram dentro de cada categoria. Os iniciantes usam, nesta ordem, as faixas branca, azul, amarela, laranja, verde, roxa e marrom. Para os mestres, as faixas são a preta, a listrada de vermelho e branco e a vermelha. As lutas ocorrem em uma plataforma (tatame) quadrada, de 14 m a 16 m de lado, e duram até cinco minutos. O objetivo é conseguir 1 ponto, ou ippon, por meio de um destes três golpes: derrubar o adversário, obrigando-o a pôr os ombros e as costas no chão; imobilizá-lo por 30 segundos, por estrangulamento, levando-o à desistência ou à perda dos sentidos; e chave-de-braço, em que um atleta torce o braço do outro. Quando o golpe é quase perfeito – o adversário fica imobilizado por mais de 25 segundos ou cai no tatame, mas não com os dois ombros –, o juiz anuncia um waza-ari, ou vantagem. Dois waza-ari correspondem a um ippon. Há dois outros tipos de vantagem. O yuko corresponde à imobilização do adversário por até 24 segundos. Se durar entre 10 e 19 segundos, o juiz anuncia koka; essa vantagem também ocorre quando o atleta é agarrado pelos quadris e vai ao solo. Se nenhum dos lutadores conseguir o ippon, vence quem tiver mais vantagens. É proibido enrolar as pernas nas do adversário e dar golpes no rosto ou que causem lesão ao pescoço ou às vértebras do concorrente. A reincidência pode levar à desclassificação do lutador.

Categorias – O judô é disputado em sete categorias, de acordo com o peso do atleta. Entre os homens, a divisão é feita da seguinte forma: superleve ou ligeiro (até 60 kg), meio-leve (de 60 a 66 kg), leve (de 66 a 73 kg), meio-médio (de 73 a 81 kg), médio (de 81 a 90 kg), meio-pesado (de 90 a 100 kg), pesado (acima de 100 kg) e absoluto (sem limite de peso). Nas competições femininas, as categorias são: superleve ou ligeiro (até 48 kg), meio-leve (de 48 a 52 kg), leve (de 52 a 57 kg), meio-médio (de 57 a 63 kg), médio (de 63 a 70 kg), meio-pesado (de 70 a 78 kg), pesado (acima de 78 kg) e absoluto (sem limite de peso). A categoria absoluto não é disputada em Olimpíadas desde 1988

Competições – A principal competição do judô, fora das Olimpíadas, é o Mundial, disputado a cada dois anos.

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Iatismo | História do Iatismo

Iatismo | História do Iatismo

Iatismo | História do IatismoEsporte organizado pela Federação Internacional de Iatismo (Isaf), no mundo, e pela Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), no Brasil, o iatismo faz parte dos Jogos Olímpicos desde 1900. Para a disputa das categorias, os barcos são divididos em classes, segundo o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes. As classes que participam das Olimpíadas são: Finn, 470, 49er, Soling, Tornado, Europa, Mistral (prancha a vela), Star e Laser. A Europa é disputada só por mulheres; a 470, por duplas masculinas e femininas; e a Mistral, por homens e mulheres. As provas variam de regatas de pequena distância a travessias oceânicas. As regatas mais famosas são as de Newport (EUA) às Bermudas; de San Francisco (Califórnia) a Honolulu (Havaí); de Buenos Aires ao Rio de Janeiro; de Sydney (Austrália) a Hobart (Tasmânia); e a The Volvo Ocean Race (antes conhecida como Whitbread), disputada em várias etapas ao redor do mundo. Cada classe concorre em sete provas, e o pior resultado é desprezado. O primeiro colocado fica com 0 ponto. Vence quem somar menos pontos.

No Brasil - O Brasil tem tradição em duas classes do esporte: Laser e Star.

História - A primeira competição de iatismo acontece em 1661, na Inglaterra, mas só é reconhecido como esporte a partir do século XVIII. Em 1932 passa a integrar as Olimpíadas. A entidade que controla o iatismo no mundo é a Federação Internacional de Iatismo (ISAF). No Brasil, ela é organizada pela Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM).

O Brasil tem tradição em duas classes do esporte: Laser e Star. O velejador Robert Scheidt conquista em setembro de 2002, na cidade de Cape Cod, em Massachusetts, nos Estados Unidos (EUA), o inédito hexacampeonato mundial da classe Laser. O atleta é o primeiro brasileiro a conquistar seis títulos mundiais em esportes olímpicos. Este é o terceiro título seguido de Scheidt, campeão em 2000, 2001 e, anteriormente, em 1995, 1996 e 1997. O paulista também já conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, e a de prata nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.

Regras – Os barcos são divididos em classes, segundo o formato, as especificações técnicas e o número de tripulantes. As classes que participam das Olimpíadas de Sydney, em 2000 são: Finn, 470, 49er, Soling, Tornado, Europa, Mistral (prancha a vela), Star e Laser. A Europa é disputada só por mulheres; a 470, por duplas masculinas e femininas; e a Mistral, por homens e mulheres. O percurso das regatas olímpicas combina retas e triângulos, a favor do vento e contra ele.

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História do Basquete

História do Basquete

História do Basquete
O basquete é regido mundialmente pela Federação Internacional de Basquete (Fiba); no Brasil, pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB). As principais competições são o Mundial, realizado a cada quatro anos, e os torneios olímpicos. O torneio mais famoso de clubes é o da NBA (liga de jogadores profissionais norte-americanos), por sua alta qualidade técnica. No Brasil, os principais são os campeonatos nacionais.

Origem – Um dos esportes mais populares do mundo, o basquete tem seu nome derivado do inglês "basketball", que significa bola ao cesto. A invenção do esporte, em 1891, é atribuída ao pastor presbiteriano canadense James Naismith, professor de educação física na Associação Cristã de Moços (ACM) de Springfield, Massachusetts, nos EUA. Em 1892, Naismith publica no boletim da ACM as regras do jogo, que são unificadas em 1932, depois da fundação da Federação Internacional de Basquete Amador (Fiba). O basquete chega ao Brasil em 1906, quando o professor Oscar Thompson institui o esporte na Escola Normal de São Paulo.

Regras - O jogo de basquete dura 40 minutos, divididos em quatro períodos de 10 minutos, cronometrados durante toda a partida. A cada interrupção, o cronômetro é parado; o tempo volta a ser contado assim que o jogo recomeça. Ao final do primeiro e do terceiro períodos, há um intervalo de 2 minutos. Entre o segundo e o terceiro período, o intervalo é de 15 minutos. As regras que limitam a duração das jogadas tornam os movimentos dos atletas muito rápidos: cada equipe tem 24 segundos para concluir a jogada, dos quais no máximo 8 segundos para passar do campo de defesa para o de ataque. A quadra de basquete tem 26 m de comprimento por 14 m de largura. As cestas ficam fixadas em estruturas a 3,05 m do chão nas extremidades da quadra. Quando a bola cai na cesta do campo adversário, o time ganha 2 pontos. Se o arremesso for feito antes da linha situada a 6,25 m da cesta, ganha 3 pontos. O jogador deve locomover-se batendo a bola no chão. Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. No basquete há limite de faltas por equipe e por jogador. A partir da quarta falta por equipe, em cada período, o adversário tem direito a dois arremessos livres a cada nova infração. Se acertar, a cesta vale 1 ponto. Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.

Mundial – O principal torneio de seleções é o Mundial, disputado a cada quatro anos desde 1986.

Melhores resultados do Brasil - A seleção brasileira masculina é campeã mundial em 1959 e 1963 e a feminina, em 1994. Nas Olimpíadas, a melhor colocação do basquete brasileiro é a medalha de prata no feminino, em Atlanta, em 1996, quando o time liderado por Paula e Hortência é derrotado na final pelo dos EUA. A seleção masculina ganha medalha de bronze três vezes: em Londres (1948), em Roma (1960) e em Tóquio (1964). O maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos é brasileiro: o jogador Oscar, presente em todas as Olimpíadas de 1980 a 1996 e autor de 1.093 pontos. A seleção masculina soma ainda três medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos: Indianápolis, em 1987, Winnipeg, em 1999, e Santo Domingo, em 2003. A feminina, um ouro, obtido em Havana, em 1991.

Campeonatos nacionais – Os principais torneios no Brasil são os campeonatos nacionais. Entre os homens, o torneio é disputado com regularidade desde a década de 1960. Em 1990, a CBB cria o Nacional masculino, e, em 1998, o feminino – antes, os torneios tinham denominações como Taça Brasil e Campeonato Brasileiro.

NBA – Disputado por clubes profissionais norte-americanos desde 1947 e canadenses a partir de 1995, o torneio tem algumas regras diferentes das internacionais. Os jogos, por exemplo, duram 48 minutos, divididos em quatro tempos de 12 minutos. A competição tem duas fases. Na primeira são selecionados os oito melhores times das Conferências Leste e Oeste (que correspondem às costas leste e oeste dos EUA). Em seguida tem início a fase eliminatória, em que se classificam os times que obtiverem quatro vitórias.

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Copa do Mundo de 1986 no México

Copa do Mundo de 1986 no México

Copa do Mundo de 1986 no MéxicoARGENTINA CONQUISTA SE 2º TÍTULO MUNDIA EM 1986

Copa do Mundo de 1986 no MéxicoA Copa do Mundo de 1986 no México
A segunda Copa realizada no México consagrou Maradona. O craque levou um time mediano ao bicampeonato inquestionável em 86. Invicta, a equipe teve de enfrentar quatro campeões mundiais (Itália, Uruguai, Inglaterra e Alemanha). Don Diego fez cinco gols incluindo um gol de mão e o mais bonito das Copas na revanche moral contra os ingleses. Na copa que revelou a "Dinamáquina", o Brasil foi dirigido por Telê Santana. Desta vez a eliminação veio nos pênaltis para os franceses, que foram eliminados pelos alemães nas semifinais. De novo, os brilhantes Zico e Platini não conseguiram vencer uma Copa.

Seleções participantes: 24

1. AlemanhaOcidental
2. Argélia
3. Argentina
4. Bélgica
5. Brasil
6. Bulgária
7. Canadá
8. Coréia do Sul
9. Dinamarca
10. Escócia
11. Espanha
12. França
13. Hungria
14. Inglaterra
15. Iraque
16. Irlanda do Norte
17. Itália
18. Marrocos
19. México
20. Paraguai
21. Polônia
22. Portugal
23. União Soviética
24. Uruguai

Seleções estreantes: 3 (13%) - Canadá, Dinamarca e Iraque

Brasil na Copa do Mundo 1986

Delegação BrasileiraDelegação Brasileira: Carlos, Edson, Edinho, Junior, Casagrande, Careca, Julio César, Alemão, Branco, Sócrates, Elzo, Oscar, Falcão, Muller, Zico, Edivaldo, Paulo Victor, Josimar, Mauro Galvão, Silas, Valdo e Leão, Técnico Tele Santana

O técnico Evaristo de Macedo foi demitido duas semanas antes das eliminatórias, após derrotas em amistosos para Colômbia e Chile. Telê Santana voltou nos braços do povo e classificou facilmente o Brasil para a Copa, com sete jogadores de 82. No Mundial, porém, aquela equipe mostrou que sentia o peso do tempo. Cerezo foi cortado por contusão; Oscar barrado; Zico, Sócrates e Falcão tinham problemas físicos. A estréia foi dura: 1 x 0 sobre a Espanha, em que o juiz não viu um gol espanhol. No segundo jogo o Brasil venceu novamente por 1x0 agora o time da Argélia. No terceiro jogo, 3 x 0 sobre a Irlanda do Norte, no jogo que revelou o lateral Josimar. Passando para as oitavas de final o Brasil venceu de goleada a Polônia por 4x0. O jogo contra a França foi talvez, o melhor daquela Copa. Careca abriu o placar; Platini empatou. No segundo tempo, Branco sofreu pênalti. Bats defendeu a cobrança de Zico. Os dois times perderam varias chances de gol . O jogo acabou 1 x 1. Nos pênaltis, Sócrates, Júlio César e Platini erraram. A França venceu por 4 x 3.

Maradona comandou a equipe da Argentina na campanha vitoriosa do bicampeonato, na Copa de 1986.Foi a Copa de Diego Maradona. Praticamente sozinho, ele levou a medíocre seleção argentina ao bicampeonato. A taça começou a ser de Maradona nas quartas-de-final, contra a Inglaterra. Seus dois gols entraram para a história. No primeiro, enganou a todos ao desviar a bola com a mão. No segundo, driblou meio time inglês em arrancada de seu próprio campo. Mais um gol de placa contra a Bélgica, na semifinal, pôs os argentinos diante dos alemães ocidentais na decisão. Com 2 a 0 no placar a 35 minutos, a vitória parecia garantida. Com raça, a Alemanha empatou. Mas, logo em seguida, Maradona lançou Burruchaga, que fez o gol do título. Ninguém tiraria a Copa de Maradona. Maradona repetiu em 86 para a Argentina o que Garrincha, em 62 no Chile, e Pelé, em 70, no México, tinham feito para o Brasil. O craque inventou jogadas sensacionais e enlouqueceu seus marcadores, comandando as vitórias de seu time.

TABELA

Primeira fase:
Grupo 1 - Bulgária, Itália, Argentina, Coréia do Sul
Grupo 2 - México, Bélgica, Paraguai, Iraque
Grupo 3 - França, Canadá, URSS, Hungria
Grupo 4 - Brasil, Espanha, Argélia, Irlanda do Norte
Grupo 5 - Dinamarca, Escócia, Uruguai, Alemanha Ocidental
Grupo 6 - Marrocos, Polônia, Portugal, Inglaterra

Oitavas-de-final:

Bélgica 4 X 3 URSS
México 2 X 0 Bulgária
Brasil 4 X 0 Polônia
Argentina 1 X 0 Uruguai
França 2 X 0 Itália
Alemanha Ocidental 1 X 0 Marrocos
Inglaterra 3 X 0 Paraguai
Espanha 5 X 1 Dinamarca

Quartas-de-final:

França 1 X 1 Brasil (França venceu nos pênaltis: 4 X 3)
Alemanha Ocidental 0 X 0 México (Alemanha Ocidental venceu nos pênaltis: 4 X 1)
Argentina 2 X 1 Inglaterra
Bélgica 1 X 1 Espanha (Bélgica venceu nos pênaltis: 5 X 4)

Semifinais:

Alemanha Ocidental 2 X 0 França
Argentina 2 X 0 Bélgica

Disputa pelo terceiro lugar:

França 4 X 2 Bélgica

Final:

Argentina 3 X 2 Alemanha Ocidental

Eliminatórias: 121 seleções
Classificados automaticamente: Itália (última campeã) e México (país-sede)
Sede: México
Campeão: Argentina - 2º título
Jogos: 52
Gols: 132
Média de gols: 2,54
Público: 2.407.431
Média de público: 46.297
Artilheiro: Gary Lineker (Inglaterra) - 6 gols

O Brasil na Copa de 1986 no México: Eliminado nas quartas-de-final - 5º lugar. 5 jogos | 4 vitórias e 1 empate | 10 gols a favor e 1 gol sofrido | saldo de gols +9.

Curiosidades:
No começo da Copa, a Dinamarca era apontada como uma das favoritas, um time com futebol coletivo semelhante ao "carrossel" holandês de 74. Na primeira fase, o time dinamarquês, apelidado de "Dinamáquina", goleou o bom time do Uruguai por 6 a 1 e derrotou a poderosa Alemanha por 2 a 0. Mas, na fase seguinte, a máquina dinamarquesa emperrou e o time foi eliminado pela Espanha com uma goleada de 5 a 1. Neste jogo, o atacante espanhol Emilio Butragueño, "El Bugre", marcou quatro gols. A Copa do México marcou o fim de uma das maiores gerações de craques do futebol mundial. Seria a última Copa de Zico, Falcão, Junior, Sócrates, Reinaldo, Leandro e Toninho Cerezo para o Brasil, e de Platini, Tigana, Girese para a França, e de Rummenige para a Alemanha. O polonês Wladislaw Zmuda jogou 7min no Mundial apenas para igualar o recorde de partidas em Copa (21, do alemão Uwe Seeler). Entrou em campo quando seu time perdia de 4 a 0 do Brasil. Nas quartas-de-final, somente o jogo entre a Argentina e a Inglaterra não precisou ser decidido nos pênaltis.

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Handebol | História e Regras

Handebol | História e Regras


Controlado pela Federação Internacional de Handebol (IHF, da sigla em inglês) no mundo e pela Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), o esporte faz parte do calendário definitivo dos Jogos Olímpicos desde 1972. Antes disso, o esporte só entra nas Olimpíadas de 1936. O evento mais importante do handebol, nos anos em que não há Olimpíadas, é o Campeonato Mundial, realizado a cada dois anos.

Regras – Adaptação do futebol em que duas equipes tentam marcar gols com as mãos (hand, em alemão). O goleiro é o único jogador que pode usar os pés para tocar na bola.
O esporte é regido pela Federação Internacional de Handebol. Apesar de ter sido disputado nas Olimpíadas de Berlim em 1936, o handebol só se torna esporte olímpico em 1972. É incluído nos Jogos Pan-Americanos em 1995. Também são disputados campeonatos mundiais. A invenção do esporte é atribuída ao professor de educação física alemão Karl Schellenz, em 1915. No início era jogado apenas por mulheres. Pouco depois, os homens passam a praticá-lo. Chega ao Brasil em 1930 e populariza-se em escolas e universidades. Foram disputadas copas do mundo em 1948, 1952 e 1956.

Mundial – O handebol pode ser praticado em campos ao ar livre (outdoor), com 11 jogadores de cada lado, ou em quadras cobertas (indoor), com sete jogadores por equipe. A partida tem dois tempos de 30 minutos para os homens e 25 minutos para as mulheres. O handebol com equipes de sete jogadores é a modalidade disputada nas Olimpíadas.

Os jogadores movimentam a bola por meio de passes feitos com as mãos até chegar à área do gol adversário. Os defensores fazem com o corpo uma barreira na área de lançamento para tentar impedir o gol. Se o goleiro não defender, sua equipe recomeça o jogo no meio do campo.

O handebol de sete jogadores é disputado em quadras de 40 m de comprimento por 20 m de largura, com dois gols de 3 m de largura por 2 m de altura. A bola tem de 58 cm a 60 cm de circunferência para os homens, e de 54 cm a 56 cm para mulheres e crianças. Os jogadores devem passar a bola em no máximo 3 segundos e só podem arremessá-la até o limite da área de gol, a 6 m. É considerado falta dar mais de três passos com a bola na mão. Para andar mais com a bola é preciso batê-la no chão. Também é falta arrancar a bola do adversário, socá-la se ela estiver na mão de outro ou entrar na área adversária com ou sem a bola. As faltas são penalizadas com tiro direto a 7 m do gol.

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Halterofilismo nos Jogos Olímpicos

Halterofilismo nos Jogos Olímpicos

Halterofilismo nos Jogos OlímpicosDisputado anualmente, o Campeonato Mundial é a principal competição do esporte, organizado pela Federação Internacional de Levantamento de Peso (IWF, da sigla em inglês). Em anos de Jogos Olímpicos não é realizado o Mundial. No Brasil, a Confederação Brasileira de Levantamento de Peso dirige o esporte. Em anos de Jogos Olímpicos não é realizado o mundial.



Olimpíada
– O halterofilismo é o esporte com o maior número de atletas pegos no exame antidoping em Olimpíadas.

Origem – Esporte em que os competidores levantam halteres (barras de 2,20 m de comprimento, 2,80 cm de diâmetro e 20 kg de peso) com discos fixados por presilhas em cada uma das pontas. Eles podem pesar 1,25 kg, 2,5 kg, 5 kg, 10 kg, 15 kg, 20 kg ou 25 kg e são colocados na barra do maior para o menor. A Federação Internacional de Levantamento de Peso (IWF) dirige o halterofilismo no mundo, que é disputado nas Olimpíadas, nos Jogos Pan-Americanos e em campeonatos mundiais.

O halterofilismo surge na Grécia antiga, em 600 a.C., período em que os gregos dão grande importância à forma física. Realizam-se campeonatos e torneios, que são abandonados durante o Império Romano. O esporte volta a ser praticado na Idade Média, mas as disputas só se tornam populares a partir do século XIX. Em 1896, nas Olimpíadas de Atenas, são realizadas provas de halterofilismo, mas o esporte só é incluído oficialmente na competição em Antuérpia (1920).

Regras – Os halterofilistas dividem-se em dez categorias, de acordo com seu peso: até 52 kg (mosca), até 56 kg (galo), até 60 kg (pena), até 67,5 kg (leve), até 75 kg (médio), até 82,5 kg (meio-pesado ligeiro), até 90 kg (meio-pesado), até 100 kg (pesado ligeiro), até 110 kg (pesado) e acima de 110 kg (superpesado). Eles disputam duas modalidades, arranque e arremesso (também chamada de dois tempos), individualmente ou por equipe. Na prova de arranque, os atletas devem inclinar o corpo por baixo do halteres e levantá-lo rapidamente sobre a cabeça, sem nenhuma pausa durante o movimento. No arremesso, o movimento é feito em dois tempos, o que permite erguer pesos maiores. Primeiro, os halteres são levantados até os ombros, em uma posição intermediária (carga). Depois, com um único movimento, deve elevar-se a barra por cima da cabeça, com os braços totalmente esticados. Se os halteres encostarem uma vez no chão, o atleta não pode parar e tentar de novo, pois apenas seus pés devem ter contato com o solo. Quando chegam à cabeça, os halteres têm de ficar controlados. Na carga é proibido tocar o joelho ou a perna com o braço ou o cotovelo. Para determinar o vencedor, somam-se os pesos totais levantados. Em caso de empate, ganha o competidor mais magro.

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Ginástica Rítmica nos Jogos Olímpicos


Ginástica Rítmica nos Jogos Olímpicos

Ginástica Rítmica nos Jogos Olímpicos
Ramo da ginástica também conhecido como ginástica cênica, praticado exclusivamente por mulheres, desenvolvido a partir da década de 1960. Consiste em um conjunto de exercícios físicos acompanhados por música em que as ginastas têm de manipular cinco objetos: maça, bola, fita, arco e cordas.

Dirigido pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) no mundo e pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), o esporte tem o seu primeiro campeonato mundial em 1963. Em 1984 o esporte passa a fazer parte dos Jogos Olímpicos. Em 2001, a FIG estabelece 16 anos como a idade mínima para que as ginastas participem de eventos oficiais adultos. A mudança entra em vigor em 2005, após os Jogos Olímpicos de Atenas, na Grécia.

Competições – A ginástica rítmica tem duas modalidades: individual e equipes. Nos campeonatos individuais, a ginasta obrigatoriamente participa de quatro provas entre as cinco existentes (corda, arco, bola, maças e fita). A corda é feita de material sintético e seu tamanho é proporcional à altura da ginasta. O arco, de madeira ou plástico, tem entre 80 cm e 90 cm de diâmetro interno e pesa pelo menos 300 mg. Deve ser rígido, sem se dobrar. A bola, feita de plástico ou borracha, possui um diâmetro entre 18 cm e 20 cm e pesa pelo menos 400 mg. As maças são bastões, feitos de madeira ou plástico, que têm entre 40 cm e 50 cm e que pesam pelo menos 150 mg cada. A fita, que é utilizada junto com uma vareta que a segura, é feita de cetim e seu peso deve ser até 35 mg e 6 m de comprimento. Em cada prova, as ginastas utilizam os equipamentos, fazendo movimentos ao som de uma música determinada por elas mesmas.

As provas de ginástica rítmica duram 1 minuto, no mínimo, e 1,5 minuto, no máximo. Nelas, somam-se os pontos obtidos em cada um dos quatro exercícios. A bola é de borracha sintética, com peso mínimo de 400 g e diâmetro entre 18 cm e 20 cm. A ginasta não pode segurá-la com o braço, o antebraço ou os dedos, apenas com a palma das mãos. As maças são de madeira ou de material sintético, com tamanho que varia entre 40 cm e 50 cm e peso mínimo de 150 g. A parte grossa da maça é chamada de corpo; a fina, de pescoço, terminando numa pequena esfera, a cabeça (cujo diâmetro máximo é de 3 cm). O arco pesa 300 g e é utilizado em movimentos que envolvem os ombros, o pescoço, o pé, o joelho e a cintura. A corda, de cânhamo ou material sintético, deve ter comprimento proporcional ao tamanho das ginastas e um ou dois nós em cada extremidade. Deve ser arremessada, balançada, girada e pega de maneira que esteja solta ou dobrada. A corda tem de estar sempre em movimento e os impulsos precisam ser seguidos, sem interrupções. Com a fita, sempre aberta, as ginastas devem fazer movimentos espirais, cobras e arremessos.

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Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos


Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos

Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos
A Federação Internacional de Ginástica (FIG), criada em 1881, controla o esporte no mundo hoje. No Brasil ele é dirigido pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). A ginástica artística é a principal modalidade entre as seis da ginástica. As outras são ginástica geral, ginástica rítmica, trampolim, ginástica aeróbica e ginástica acrobática.

Conjunto de exercícios corporais sistematizados, com fins competitivos, em que se combinam força, agilidade e elasticidade. O termo ginástica vem do grego "gymnádzein", que significa treinar e, em sentido literal, exercitar-se nu, a forma como os gregos praticavam os exercícios. Esporte olímpico desde sua primeira edição, em 1896, a ginástica artística é conhecida também como ginástica olímpica. Fora os Jogos Olímpicos, a principal competição é o Campeonato Mundial, que é realizado anualmente.
Origem – A ginástica alcança lugar de destaque na sociedade na Grécia antiga, tornando-se uma atividade fundamental para o crescimento do indivíduo. Os gregos também realizam competições desse esporte, prática que cai em desuso a partir do domínio romano. Apenas no início do século XVIII ela volta a ser praticada como esporte na Europa. São então criadas as escolas alemã (caracterizada por movimentos lentos e rítmicos) e sueca (à base de aparelhos). Elas influenciam o desenvolvimento do sistema de exercícios físicos idealizado por Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852), o Turnkunst, origem da ginástica artística praticada atualmente.

Modalidades – A ginástica artística baseia-se na evolução técnica de vários exercícios físicos. Inclui os de aparelho – com o uso de barras, barras paralelas, trave, argola e cavalo de pau – e os de solo – série de movimentos executados sobre um tablado. Para os homens há provas de barra fixa (de 2,55 m de altura), barras paralelas (de 1,75 m de altura e 1,78 m de comprimento), cavalo com alças (de 1,10 m de altura e com uma alça a 45 cm da outra), cavalo de saltos (de 1,35 m de altura), argolas (a 2,55 m do chão) e solo. Mulheres disputam exercícios de solo (com fundo musical), salto sobre cavalo (de 1,10 m de altura), evoluções nas barras assimétricas (de 2,30 m e 1,50 m de altura) e na trave de equilíbrio (de 10 cm de largura, 5 m de comprimento e 1,20 m de altura).

Outras duas variantes do esporte são disputadas nos Jogos Olímpicos: a ginástica rítmica e o trampolim.

Outras competições – A ginástica faz parte das Olimpíadas desde os primeiros jogos, mas no início só os homens podiam competir. Depois de uma apresentação em Amsterdã (1928), as mulheres começam a participar das disputas definitivamente a partir dos Jogos de Berlim (1936). Em anos pares não olímpicos se realizam campeonatos mundiais e há também o torneio dos Jogos Pan-Americanos.

Na história olímpica destaca-se o desempenho das mulheres ginastas, como a soviética Olga Kórbut, medalha de ouro em Munique (1972), e a romena Nadia Comaneci, em Montreal (1976). Aos 14 anos, Comaneci obtém sete vezes a nota 10 do júri, alcançando o ouro nos exercícios combinados, nas barras assimétricas e na trave de equilíbrio, fato inédito na história do esporte.

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História do Futsal

História do Futsal

História do FutsalO esporte no mundo é dirigido pela Federação Internacional de Futebol Association (Fifa) e pela Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), no Brasil. Nos dois últimos Mundiais, o futsal vê o predomínio do Brasil ser abalado por derrotas diante da Espanha. O Mundial, principal competição, é jogado a cada quatro anos desde 1992.

Origem – A modalidade esportiva nasce e se desenvolve nas unidades da Associação Cristã de Moços do Brasil, particularmente em São Paulo. A partir dos anos 40, passa a ser praticado em outros países. Até o fim da década de 1980, o esporte é controlado no mundo pela Federação Internacional de Futebol de Salão (Fifusa). A Fifa assume o controle em 1989, modifica o nome oficial do esporte para futsal e altera várias vezes as regras. A Fifa não reconhece os Mundiais realizados pela Fifusa.

Regras – Cada equipe é formada por cinco jogadores, sendo um deles o goleiro. A quadra tem de 24 m a 36 m de comprimento por 14 m a 20 m de largura. O piso pode ser de cimento, madeira, tartã, asfalto ou paviflex, desde que limpo e nivelado. Um raio de 4 m marca a área de pênalti. Os gols têm 3 m de largura por 2 m de altura. As partidas duram 40 minutos, divididos em dois tempos de 20 minutos, com intervalo de até 10 minutos. A partir de 17 de janeiro de 2000 entram em vigor as últimas alterações nas regras: a distância do tiro livre sem barreira passa a ser de 10 m e não de 12 m; o gol olímpico (tiro de escanteio) passa a ser válido; o tiro de meta só poderá ser cobrado pelo goleiro e com as mãos.


No Brasil – Os principais torneios disputados no Brasil são a Liga Futsal, que existe desde 1996, e a Taça Brasil, realizada pela primeira vez em 1968.

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Esgrima nos Jogos Olímpicos


Esgrima nos Jogos Olímpicos

Esgrima nos Jogos Olímpicos
O esporte é regido pela Federação Internacional de Esgrima (FIE, da sigla em francês) no mundo, e pela Confederação Brasileira de Esgrima (CBE), no Brasil. A esgrima é pouco praticada no país e não apresenta resultados consistentes nas disputas internacionais.

JustificarOlimpíada – A esgrima está presente nas Olimpíadas desde 1896. As mulheres entram na disputa em Paris, em 1924.

Origem – A esgrima é a mais antiga arte marcial do Ocidente, em que os competidores duelam com armas de corte. O objetivo é tocar o adversário sem ser tocado, utilizando, para isso, movimentos ordenados. A primeira espada de que se tem notícia é encontrada no túmulo de Sargão, rei de Acade, morto há mais de 5 mil anos. Nos séculos seguintes, o instrumento é usado em guerras e duelos pela honra. A primeira referência à esgrima como esporte surge em um manuscrito alemão do século XVI. Sabe-se, porém, que pelo menos 100 anos antes, em Frankfurt, já existia uma corporação medieval de esgrimistas chamada Marxbruder Guild. Em 1860, na Polônia, é inventada a espada de lâmina estreita, mais próxima da que se usa hoje.

Regras – São três as armas de competição: florete, espada e sabre. O florete pesa no máximo 500 g e tem até 1,10 m de extensão. A lâmina, de aço, pode chegar a 90 cm. O objetivo é atingir o tronco do adversário com a ponta da arma. A espada pesa até 770 g e tem as mesmas medidas do florete. Com ela, pode-se atingir qualquer parte do corpo do adversário, mas sempre com a ponta da arma. O sabre é a menor das três armas. Mede até 1,05 m e pesa 500 g. Com ele, o esgrimista deve tentar atingir o adversário da cintura para cima, com a ponta ou a lâmina da arma. A pista de combate é metálica, condutora de eletricidade, com pequenos orifícios para evitar escorregões. Mede 14 m de extensão com uma largura que varia entre 1,50 m e 2 m. Uma linha central divide essa área. Na ponta de cada um dos lados há um espaço com 1,50 m a 2 m, no qual o esgrimista atacado não pode penetrar, sob pena de ser considerado tocado pelo adversário. Cada toque da espada no colete metálico do adversário é registrado eletronicamente e contabilizado pelos juízes. Vence quem somar mais pontos.

Mundial – A principal competição é o Campeonato Mundial, disputado todos os anos, à exceção dos anos em que há Olimpíada.

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Basquete | História do Basquete

Basquete | História do Basquete

Basquete | História do BasqueteO basquete é regido mundialmente pela Federação Internacional de Basquete (Fiba); no Brasil, pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB). As principais competições são o Mundial, realizado a cada quatro anos, e os torneios olímpicos. O torneio mais famoso de clubes é o da NBA (liga de jogadores profissionais norte-americanos), por sua alta qualidade técnica. No Brasil, os principais são os campeonatos nacionais.

Origem – Um dos esportes mais populares do mundo, o basquete tem seu nome derivado do inglês "basketball", que significa bola ao cesto. A invenção do esporte, em 1891, é atribuída ao pastor presbiteriano canadense James Naismith, professor de educação física na Associação Cristã de Moços (ACM) de Springfield, Massachusetts, nos EUA. Em 1892, Naismith publica no boletim da ACM as regras do jogo, que são unificadas em 1932, depois da fundação da Federação Internacional de Basquete Amador (Fiba). O basquete chega ao Brasil em 1906, quando o professor Oscar Thompson institui o esporte na Escola Normal de São Paulo.

Regras - O jogo de basquete dura 40 minutos, divididos em quatro períodos de 10 minutos, cronometrados durante toda a partida. A cada interrupção, o cronômetro é parado; o tempo volta a ser contado assim que o jogo recomeça. Ao final do primeiro e do terceiro períodos, há um intervalo de 2 minutos. Entre o segundo e o terceiro período, o intervalo é de 15 minutos. As regras que limitam a duração das jogadas tornam os movimentos dos atletas muito rápidos: cada equipe tem 24 segundos para concluir a jogada, dos quais no máximo 8 segundos para passar do campo de defesa para o de ataque. A quadra de basquete tem 26 m de comprimento por 14 m de largura. As cestas ficam fixadas em estruturas a 3,05 m do chão nas extremidades da quadra. Quando a bola cai na cesta do campo adversário, o time ganha 2 pontos. Se o arremesso for feito antes da linha situada a 6,25 m da cesta, ganha 3 pontos. O jogador deve locomover-se batendo a bola no chão. Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. No basquete há limite de faltas por equipe e por jogador. A partir da quarta falta por equipe, em cada período, o adversário tem direito a dois arremessos livres a cada nova infração. Se acertar, a cesta vale 1 ponto. Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.

Mundial – O principal torneio de seleções é o Mundial, disputado a cada quatro anos desde 1986.

Melhores resultados do Brasil - A seleção brasileira masculina é campeã mundial em 1959 e 1963 e a feminina, em 1994. Nas Olimpíadas, a melhor colocação do basquete brasileiro é a medalha de prata no feminino, em Atlanta, em 1996, quando o time liderado por Paula e Hortência é derrotado na final pelo dos EUA. A seleção masculina ganha medalha de bronze três vezes: em Londres (1948), em Roma (1960) e em Tóquio (1964). O maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos é brasileiro: o jogador Oscar, presente em todas as Olimpíadas de 1980 a 1996 e autor de 1.093 pontos. A seleção masculina soma ainda três medalhas de ouro em Jogos Pan-Americanos: Indianápolis, em 1987, Winnipeg, em 1999, e Santo Domingo, em 2003. A feminina, um ouro, obtido em Havana, em 1991.

Campeonatos nacionais – Os principais torneios no Brasil são os campeonatos nacionais. Entre os homens, o torneio é disputado com regularidade desde a década de 1960. Em 1990, a CBB cria o Nacional masculino, e, em 1998, o feminino – antes, os torneios tinham denominações como Taça Brasil e Campeonato Brasileiro.

NBA – Disputado por clubes profissionais norte-americanos desde 1947 e canadenses a partir de 1995, o torneio tem algumas regras diferentes das internacionais. Os jogos, por exemplo, duram 48 minutos, divididos em quatro tempos de 12 minutos. A competição tem duas fases. Na primeira são selecionados os oito melhores times das Conferências Leste e Oeste (que correspondem às costas leste e oeste dos EUA). Em seguida tem início a fase eliminatória, em que se classificam os times que obtiverem quatro vitórias.

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