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Copa do Mundo de Futebol de 2018 na Rússia | Estádios e Cidades-Sede

Copa do Mundo de Futebol de 2018 na Rússia | Estádios e Cidades-Sede 

Copa do Mundo de Futebol de 2018 na Rússia

Copa do Mundo de Futebol de 2018 na Rússia - Estádios e Cidades-Sede A Copa do Mundo FIFA de 2018  será realizada na Rússia entre os dias 14 de junho e 15 de julho. A competição contará com a participação de 32 seleções nacionais. Ao todo, serão realizadas 64 partidas. Será a 21ª edição deste que é o mais importante campeonato internacional de futebol do mundo.

A cerimônia de abertura e o primeiro jogo, assim como a final, ocorrerão no Estádio Olímpico Luzhniki em Moscou.

Eliminatórias - Os jogos das eliminatórias serão realizados entre os anos de 2016 e 2017. Até o momento (17/01/17), apenas a Rússia está garantida, pois como país-sede tem o benefício da classificação automática.

As eliminatórias são disputadas por 209 seleções de 6 Confederações. São 53 seleções africanas; 46 asiáticas; 54 europeias; 35 da América do Norte, Central e Caribe; 11 da Oceania e 10 da América do Sul.

Mascote - A mascote da Copa de 2018 será um simpático lobo chamado Zabivaka. Ele usa um uniforme de futebol nas cores da bandeira da Rússia (vermelha, branca e azul). Em russo, seu nome significa “aquele que marca”.

Logotipo Copa 2018 - Russia
Logotipo - O logotipo resgata tradições e a arte da Rússia, principalmente na referência aos Ovos Fabergé (joias da época dos czares). Ao mesmo tempo, pretende mostrar um aspecto moderno e inovador da Rússia atual. O logotipo mostra o troféu estilizado nas cores vermelha, preta, azul branca e dourada.  O desenho foi elaborado pela Brandia Central, um estúdio de criação de Portugal.

Sedes da Copa de 2018 e seus estádios

A Copa do Mundo de 2018 na Rússia contará com onze cidades-sede e 12 estádios.


Cidade-sede e nome do estádio:

 Kaliningrado – Estádio de Kalinigrado
#Kaliningrado – Estádio de Kalinigrado - 35.000

 Kaliningrado – Estádio de Kalinigrado - 35.000

#Kazan – Kazan Arena - 45.379
#Kazan Arena - 45.379

 Kazan – Kazan Arena - 45.379

#Moscou – Estádio Spartak (Otkrytie Arena) - 45.360
Moscou – Estádio Spartak (Otkrytie Arena) - 45.360

 Moscou – Estádio Spartak (Otkrytie Arena) - 45.360

Moscou - Estádio Luzhniki - 81.000
Moscou - Estádio Luzhniki - 81.000

 Moscou - Estádio Luzhniki - 81.000

Nizhny Novgorod - Estádio de Nizhny Novgorod - 45.331
Nizhny Novgorod - Estádio de Nizhny Novgorod - 45.331

 Nizhny Novgorod - Estádio de Nizhny Novgorod - 45.331

Rostov-on-Don – Rostov Arena - 45.000
Rostov-on-Don – Rostov Arena - 45.000

 Rostov-on-Don – Rostov Arena - 45.000

Krestovsky Stadium
Krestovsky Stadium

 São Petersburgo - Estádio de São Petersburgo (Krestovsky Stadium) - 68.134

Samara – Samara Arena - 44. 807
Samara – Samara Arena - 44. 807

 Samara – Samara Arena - 44. 807

Saransk – Arena Mordóvia - 45.015
Saransk – Arena Mordóvia - 45.015

 Saransk – Arena Mordóvia - 45.015

Sóchi - Estádio Olímpico de Fisht - 47.659
Sóchi - Estádio Olímpico de Fisht - 47.659

 Sóchi - Estádio Olímpico de Fisht - 47.659

Volgogrado –  Volgogrado Arena - 45.568
Volgogrado –  Volgogrado Arena - 45.568

 Volgogrado –  Volgogrado Arena - 45.568

#Ekaterimburgo – Ekaterimburgo Arena - 35.000
#Yekaterimburgo – Ekaterimburgo Arena - 35.000

 Ekaterimburgo – Ekaterimburgo Arena - 35.000

Jogos Olímpicos de Verão de 1980 em Moscou na Rússia

Jogos Olímpicos de Verão de 1980 em Moscou na Rússia

JOGOS OLÍMPICOS DE VERÃO DE 1980 EM MOSCOU NA RÚSSIAOs Jogos da XXII Olimpíada da era moderna realizaram-se em 1980 na cidade russa (ex-União Soviética) de Moscou. Os jogos tiveram início a 19 de julho, prolongando-se até 3 de agosto e contaram com a participação de 5,217 atletas oriundos de 80 países, que competiram em 21 modalidades.

Como uma das duas cidades que se ofereceram para sediar os Jogos Olímpicos de 1980 (sendo a seugnda Los Angeles) Moscou derrotou Los Angeles, na votação da escolha da cidade-sede, em 23 de outubro de 1974, 39 votos contra 20.

Boicote - Dado a invasão soviética do Afeganistão, em 1979, os Estados Unidos decidiram boicotar os jogos olímpicos de 1980, o presidente americano Jimmy Carter deu um ultimato aos soviéticos, em 20 de fevereiro de 1980, para a completa remoção das tropas militares no Afeganistão. O boicote foi anunciado em 21 de março.

Jimmy Carter pressionou outros países em aderir ao boicote, em que 45 países aderiram, incluindo a Alemanha Ocidental, o Canadá e o Japão. Alguns países de cunho capitalista apoiaram o boicote, como a França, Grécia e o Reino Unido, mas deixaram seus atletas decidir-se por eles mesmos se eles queriam ir à União Soviética ou não. Porém, esses três países mandaram uma delegação de atletas muito menor do que eles normalmente mandam aos jogos olímpicos. Por causa disso, a Itália foi a principal representante da Europa Ocidental nos jogos de 1980. O boicote afetou severamente muitos eventos.

No total, 80 países competiram nos jogos de 1980, o número mais baixo desde 1956. De uma maneira ou outra, os jogos foram bem organizados, e mais recordes olímpicos foram quebrados nos jogos de 1980 do que nos jogos de 1976, realizados em Montreal.

JOGOS OLÍMPICOS DE VERÃO DE 1980 EM MOSCOU NA RÚSSIA


Destaques
  • O ginasta soviético Aleksandr Dityatin vence em oito diferentes eventos de ginástica, ganhando medalha de ouro em cada uma delas

  • O nadador soviético Vladimir Salnikov vence três medalhas de ouro. Seu tempo nos 1500 metros estilo livre é o primeiro registrado com menos de 15 minutos.

  • Hóquei feminino aparece pela primeira vez como modalidade olímpica. Seis diferentes países competiram: Áustria, Checoslováquia, Índia, Polônia, União Soviética e Zimbabwe. A medalha de ouro foi vencida por Zimbabwe.
  • Teófilo Stevenson, de Cuba, foi o primeiro boxeador a vencer três consecutivos títulos olímpicos.
Modalidades Olímpicas
Andebol, Atletismo, Baseball, Basquetebol, Boxe, Canoagem, Ciclismo, Equitação, Esgrima, Futebol, Ginástica, Halterofilismo, Hóquei em campo, Judô, Lutas Amadoras, Natação, Pentatlo Moderno, Remo, Softbol, Ténis, Tiro, Tiro com Arco, Voleibol

Futebol Americano

Futebol Americano  

Futebol Americano

Derivado do rugby inglês, o futebol americano começou a ser disputado nas universidades da costa atlântica, com regras que variavam de uma para outra. A primeira partida intercolegial foi disputada em 6 de novembro de 1869, quando Princeton venceu Rutgers por 6/4.

Popularizado nas universidades americanas desde o início do século XIX, o futebol americano se profissionalizou e tornou-se, como o beisebol, um dos esportes mais populares dos Estados Unidos.

A bola oval foi adotada a partir de 1875 e, em 1880, as equipes foram limitadas em 11 jogadores. A violência do esporte levou à criação dos uniformes protegidos com rígidas armações, que diminuem os riscos. O esporte se profissionalizou nos Estados Unidos e no Canadá. A primeira associação profissional americana foi criada em 1920.

O futebol americano é disputado por equipes de 11 jogadores: sete dianteiros (os linemen), um armador (o quarterback), dois médios e um defensor. As extremidades do campo são chamadas linhas de meta e a faixa que se estende atrás delas é a zona final. Os postes de gol ficam sobre as linhas de meta. O campo é marcado a cada cinco metros com linhas paralelas às da meta. A partida dura uma hora, dividida em quatro tempos de 15 minutos.

O objetivo é ultrapassar com a bola a zona final, o que se chama um touchdown e vale seis pontos. A equipe que o consegue tem ainda a chance de marcar outro ponto, com uma jogada comum ou um chute entre os postes de gol. O jogo começa com as equipes frente a frente. A um sinal combinado, o dianteiro central recua a bola, por entre as pernas, para o quarterback, um dos médios ou o defensor. Simultaneamente, os outros dianteiros lançam-se contra os adversários, para abrir brecha que permita o avanço do jogador que conduz a bola; a defesa, ao contrário, investe sobre este para detê-lo, usando até as mãos. Quando consegue, a bola é reposta em jogo no lugar em que ficou. Se a equipe atacante não avançar dez metros em quatro tentativas, perde a bola para o adversário e passa a defender.

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Rodeio (Jogo Hípico)

Rodeio (Jogo Hípico)

#Rodeio (Jogo Hípico)Rodeio é um exercício de caráter essencialmente hípico, que envolve concursos e exibições. Sua origem está nas atividades dos vaqueiros durante a era da pecuária semi-selvagem no oeste americano e norte do México, na segunda metade do século XIX. As cinco competições principais consistem em: montar cavalos bravos (broncos) encilhados e em pêlo, montar touros, laçar bezerros em plena corrida e derrubar novilhos pelos chifres.

Surgido das atividades próprias do cuidado e condução de gado, o rodeio transformou-se num espetáculo público que atrai grande número de espectadores em todo o continente americano. No Brasil, o rodeio conquistou enorme popularidade nas zonas pecuaristas do Sul e do Centro-Oeste, nas últimas décadas do século XX.

Os programas também podem incluir provas de destreza no laço e muitas outras. A corrida, em cavalos encilhados, em torno de uma série de barris é uma competição comum para mulheres. Mais da metade de todos os rodeios independe de feiras ou exposições de gado, e muitos se realizam em arenas dedicadas exclusivamente ao esporte. No Brasil, um dos maiores estádios para a prática de rodeio foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer na cidade de Barretos, em São Paulo. Construído em 1989, ele tem a forma de ferradura e capacidade para 35.000 pessoas.

As demonstrações de habilidade e arrojo que têm lugar no rodeio, assim como na vaquejada brasileira, devem ter surgido já nos primórdios da domesticação do gado. Como esporte, porém, o rodeio nasceu e se organizou como espetáculo tipicamente americano, principalmente no norte do continente. O gaucho sul-americano deixou poucas marcas no rodeio. A contribuição da Austrália foi pequena, a despeito da popularidade do rodeio naquele país, onde é muitas vezes chamado de "carnaval dos bosquímanos". Uma importação valiosa do exterior foi o gado zebu, utilizado na maioria das provas com touros.

Rodeio (Jogo Hípico)

Nos Estados Unidos, o rodeio encontrava-se já notavelmente desenvolvido nas últimas décadas do século XIX. Em 1882, um espetáculo patrocinado por William F. Cody, o Buffalo Bill, em Nebraska, atraiu cerca de mil competidores. Seu sucesso inspirou o Wild West Show, de Buffalo Bill, inaugurado em Omaha, no ano seguinte. O programa era essencialmente composto de números de rodeio.

Torneios como o Cheyenne Frontier Days, iniciado em 1897, tornar-se-iam populares encontros anuais. No início do século XX, mais de duas centenas de espetáculos itinerantes análogos popularizaram o cowboy e suas habilidades nos Estados Unidos e em todo o mundo. Em 1929 criou-se a Associação de Rodeio da América, para regulamentar o esporte. As regras hoje vigentes são, em geral, as da Associação dos Vaqueiros Profissionais de Rodeio.

Nas provas de laçar bezerros e derrubar novilhos, ambas cronometradas, os animais entram na arena em disparada. O bezerro deve ser laçado, derrubado e ter três patas amarradas, o que, nos campeonatos, deve ser feito em cerca de 16 segundos. Ao ser derrubado, o novilho deve ficar com a cabeça e as quatro patas em linha; um tempo comum em campeonatos é de 11 segundos, mas o recorde é de menos de dez.

Nas provas de montaria, o cavaleiro monta o animal antes da abertura do portão, e deve manter-se sobre ele segurando-se com apenas uma das mãos. O julgamento, com base num sistema de pontos, leva em conta o desempenho do animal e do montador. Os cavalos bravos não são treinados para atirar o cavaleiro ao chão. As regras do rodeio profissional proíbem ações violentas com a finalidade de irritar o animal. Em todas as provas de montaria, o concorrente é desclassificado se toca no animal ou nos arreios com a mão que está livre.

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Boxe, História do Boxe

Boxe, História do Boxe 

Boxe, História do Boxe Boxe é o tipo de luta na qual dois adversários trocam socos com as mãos protegidas por luvas acolchoadas, em combate travado num quadrilátero limitado por cordas.

Entre os ataques de seus detratores e o entusiasmo de seus apreciadores, o boxe é um esporte de massas, que cativa o grande público.

História do BoxeEm sua versão moderna, o boxe surgiu na última metade do século XVII, na Inglaterra, onde o primeiro campeão nacional foi James Figg, em 1719. Nessa época não havia limitação de tempo para as lutas, que só terminavam com a desistência de um dos adversários. Eram disputadas sem luvas, permitiam-se golpes de luta livre para derrubar o adversário e era comum um lutador atacar um oponente caído.

Entre 1734 e 1750, o inglês Jack Broughton foi o primeiro a contribuir para a sistematização do esporte. Ao deixar de lado as técnicas rudes de seus antecessores, deu maior ênfase ao jogo de punhos e pernas. Tais regras regeram o boxe até 1838, quando foram substituídas pelo código de Londres. No final do século XVIII, outro grande lutador inglês, John Gentleman Jackson, usando o jogo de pernas e de corpo derrotou Daniel Mendoza, conquistando o título inglês. Mendoza então abriu uma academia em Londres, introduziu no esporte o uso de luvas acolchoadas e atraiu para sua escola a elite inglesa. Daí surgiu a definição do boxe como sendo o "esporte dos nobres". As regras de 1867, que com ligeiras modificações regem o esporte até os dias atuais, foram estabelecidas por John Graham Chambers, do Clube Atlético Amador. As regras procuraram destacar a destreza e a arte dos lutadores.

Foi a partir de 1872 que os lutadores passaram a ser classificados em diversas categorias, conforme o peso de cada um. O ringue elevado, com isolamento de cordas dispostas em três alturas diferentes, surgiu em 1891. No início do século XX, o dentista inglês Jack Marks inventou o protetor de dentes, hoje universalmente adotado. Associações para controle e sistematização de lutas surgiram na Inglaterra, Estados Unidos e posteriormente em outros países europeus. Em 1904 o boxe foi incluído novamente entre os esportes olímpicos, ao lado da luta greco-romana.

O maior desenvolvimento do esporte veio com o profissionalismo. Com o tempo surgiram as duas organizações mais importantes do boxe mundial, a Associação Mundial de Boxe (AMB) e o Conselho Mundial de Boxe (CMB), cada uma delas com suas próprias listas de campeões. Alguns campeões conseguiram unificar seus títulos vencendo lutas organizadas pelas duas entidades. Para chegar ao título mundial o boxeador ou pugilista deve derrotar os adversários mais bem colocados nas listas das associações internacionais, publicadas mensalmente. Entre as disputas amadoras, a mais importante é a dos Jogos Olímpicos. Em geral os campeões olímpicos se tornam depois profissionais.

A origem anglo-saxônica do boxe moderno explica a hegemonia dos Estados Unidos nesse esporte durante a primeira metade do século XX. Posteriormente, boxeadores de todo o mundo, sobretudo de países latino-americanos, passaram a dominar em várias categorias. Mas a supremacia dos Estados Unidos persiste na tradicional categoria dos pesos-pesados, a que mais desperta interesse em todo o mundo, revelando nomes que se tornaram legendários na história do boxe, como Jack Dempsey, Rocky Marciano, Joe Louis, Cassius Clay (Mohamed Ali) e, mais recentemente, Mike Tyson.

Regras e golpes no Boxe

Regras e golpes no BoxeAs lutas são realizadas num quadrilátero (ringue) cercado por cordas e com sete metros de lado. As lutas dividem-se em assaltos com três minutos de duração. O número de assaltos em lutas de profissionais oscila entre quatro e 15. As de amadores são disputadas em três assaltos. Usam-se luvas acolchoadas de seis a oito onças (de 172 a 230 gramas) de peso. São consideradas faltas (fouls) golpes abaixo da cintura, cabeçadas, socar o adversário com uma das mãos enquanto a outra segura sua cabeça, atacar o adversário caído ou golpeá-lo na nuca.

As lutas podem ter uma das seguintes decisões: vitória por nocaute (o árbitro contará dez segundos a partir do momento em que constatar que um lutador está caído no chão por força de golpe bem dirigido); vitória por pontos; empate; vitória por nocaute técnico (o segundo principal jogará a toalha ou a esponja no ringue ou o árbitro constatará uma lesão que impeça o lutador de prosseguir); vitória por desclassificação (três faltas, aplicação de golpe proibido, simulação de recebimento de golpe, falta de combatividade, ou falta grave dos segundos); vitória por abandono. A luta sem decisão (no contest) acontecerá quando o árbitro a suspender por falta de combatividade dos dois pugilistas, estado precário do tablado ou alguma intervenção externa e irregular, como uma reação incontrolável do público.

Os golpes mais comuns são: o gancho, dado com o braço flexionado e de baixo para cima; o swing, desferido com o braço descrevendo um círculo (é golpe perigoso para quem o dá, por ficar com a guarda aberta); o jab, golpe rápido e curto, preparatório de golpes mais potentes. Um golpe perigosíssimo, se aplicado com violência e no tempo certo, é o uppercut, gancho curto, de baixo para cima, dirigido à ponta do queixo. Existem lutadores exímios na aplicação desse golpe, que já decidiu inúmeras lutas por nocaute. Atualmente o boxe está dominado por lutadores de socos poderosos, em prejuízo do que os aficionados do esporte chamam de "balé" no ringue. Dá-se maior ênfase à luta ofensiva, a curta distância, e ao corpo-a-corpo violento.

As atuais categorias profissionais são as seguintes: mosca, até 51kg; galo, até 54; pena, até 58; leve, até 62; meio-médio, até 67; médio, até 73; meio-pesado, até oitenta; e pesado, acima de oitenta. Há categorias intermediárias, como mosca-leve, até quarenta quilos; super-mosca, até 53; super-galo ou pena-ligeiro, até 59; super-leve ou meio-médio-ligeiro, até 64; super-meio-médio, ou médio-ligeiro, até setenta; e cruzador, até 86 quilos.

Críticas ao boxe O esporte vem sendo objeto de críticas e em alguns países existem movimentos visando sua proibição. Na Suécia o boxe foi proscrito em 1969 e na Noruega em 1982. Várias associações médicas, em todo o mundo, já se manifestaram contra o esporte, provando que ele pode causar lesões oculares e cerebrais. Tal pressão levou o Conselho Mundial de Boxe a reduzir de 15 para 12 o número de assaltos nas lutas válidas por títulos. Nos Jogos Olímpicos tornou-se obrigatório o uso de capacetes. Os médicos assistentes conquistaram o direito de suspender uma luta, mesmo que o árbitro se manifeste contra. Ainda assim, um elevado número de pugilistas tem morrido nos ringues ou sofrido sérias lesões físicas.

Boxe no BrasilEm 1914 o esporte começou a ser praticado na Società dei Canotieri Esperia (mais tarde, Clube Esperia). No final da década de 1920 chegou ao Brasil o técnico italiano Celestino Caversazio, que logo fez escola, mas somente em 1933 o Brasil conquistou um título internacional, com o marinheiro carioca Jaques Resende.

O país ganharia outros títulos sul-americanos, com Pedro Galasso e Éder Jofre, que foi o grande nome do boxe brasileiro. Outros brasileiros destacaram-se nos ringues, mas somente Miguel de Oliveira conseguiria repetir o feito de Éder Jofre, conquistando o título mundial dos médios-ligeiros, em 1975.

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Boliche (Jogo de Salão)

Boliche (Jogo de Salão)  

Boliche (Jogo de Salão)

Boliche é um jogo cujo objetivo é derrubar com uma bola um número maior de pinos -- balizas cilíndricas de madeira -- que o adversário. Há notícia de jogos semelhantes em muitas épocas e lugares. A forma atual surgiu na Alemanha e Países Baixos no século XVI e foi levada para a América do Norte por imigrantes holandeses. O número de jogadores e clubes de boliche não parou de crescer, sobretudo nos Estados Unidos, onde o jogo se tornou um esporte muito popular. Em 1951 surgiu uma federação internacional, que se ocupa do boliche e também de jogos similares.

Um dos mais antigos jogos conhecidos consiste em lançar a bola num objeto para derrubá-lo. O boliche é uma versão moderna desse passatempo.

Disputado primeiro em gramados, o boliche acabou sendo praticado em locais fechados, obedecendo a regras rígidas. A pista de arremesso, de madeira resistente e bem nivelada, deve ter vinte metros de comprimento com pouco mais de um metro de largura. Os pinos, em número de dez, são dispostos em triângulo com noventa centímetros de lado. Feitos de madeira, seu peso oscila entre 980 e 1.425g, com uma altura de pouco menos de quarenta centímetros e um diâmetro de seis centímetros de base. A bola, de madeira ou de resina, tem três orifícios, para os dedos polegar, médio e anular, e pesa entre 4 e 7,25 kg.

A partida divide-se em dez casas - ou quadros - e em cada uma delas o jogador pode lançar duas bolas, que devem rolar pela pista. Cada pino derrubado vale um ponto, mas podem-se ganhar pontos adicionais. Se todos os pinos forem derrubados no primeiro arremesso, registra-se um strike e, aos dez pontos normais, somam-se os conseguidos nos dois lançamentos seguintes. Se restarem pinos de pé, os derrubados são retirados antes do lançamento da segunda bola. Caso esta atinja os pinos restantes, derrubando-os, marca-se um spare, e aos dez pontos normais somam-se os marcados no lançamento de uma bola adicional. No caso de dois strikes consecutivos, o jogador ganha vinte pontos mais o número de pinos derrubados na primeira bola da casa seguinte. Um escore perfeito é de 300 pontos - 12 strikes consecutivos.

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Bocha, Jogo de Origem Italiana

Bocha, Jogo de Origem Italiana 

#Bocha, Jogo de Origem Italiana

A bocha é jogada em uma quadra estreita e comprida, com piso de terra batida, limitada por duas cabeceiras e duas laterais de madeira. A disputa é geralmente entre duas equipes que, por meio de uma série de bochas (bolas) diferenciadas entre si como lisas e riscadas, ou por cores distintas, procuram marcar pontos, até chegar a um total determinado que defina a partida a favor de uma delas.

Jogo de origem italiana, a bocha foi levada para vários pontos do mundo e hoje é praticada oficialmente em numerosos países.

Os jogadores devem aproximar o máximo possível bolas, de madeira ou plástico, de uma outra bola menor, o bolim. A partida pode ser disputada entre duas pessoas, ou entre duplas ou trincas, e um sorteio indica qual jogador lançará o bolim, à distância mínima de um metro da metade da cancha. O mesmo jogador lançará sua bocha para aproximá-la do bolim, mas não pode empurrá-lo a uma distância maior do que cinquenta centímetros. O jogador da equipe adversária tem como objetivo afastar a bocha de seu opositor ou colocar a sua mais perto do bolim do que a do adversário.

Lançadas as bochas, a equipe que conseguir ficar mais próxima do bolim será a vencedora, contando-se como pontos a posição das bochas jogadas. O jogo permite dois tipos de ação: o ponto, se o objetivo é aproximar a bocha do bolim; e a bochada, quando o jogador quer afastar a bocha adversária de perto do bolim.

A primeira organização de bocha formou-se em Turim, em 1888. O primeiro campeonato mundial foi realizado em Gênova, em 1951. O jogo é apreciado também em comunidades italianas dos Estados Unidos e da Austrália, e tem relativa popularidade na América do Sul, inclusive no Brasil. Há uma confederação sul-americana e o órgão máximo mundial é a Fédération Internationale de Quilleurs (Federação Internacional dos Jogadores de Bocha), com sede em Helsinki, Finlândia.

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Beisebol, Regras, Origens e Evolução do Beisebol

Beisebol, Regras, Origens e Evolução do Beisebol   

Beisebol, Regras, Origens e Evolução do Beisebol   Jogo disputado entre duas equipes de nove jogadores, que se revezam no ataque e na defesa, o beisebol (baseball) é basicamente uma disputa de território, no caso as bases, que cada equipe atacante tenta ocupar. É disputado em nove rodadas (innings). Ocorre a troca quando o defensor elimina três rebatedores. O time que defende entra com nove jogadores, e o que ataca começa com apenas um.

Esporte nacional dos Estados Unidos e de vários países do Caribe, principalmente Cuba e República Dominicana, o beisebol lota os estádios.

Regras do BeisebolO campo do jogo é um quadrado de 27,43m de lado (em inglês diamond), onde se localizam quatro bases e, por trás delas, uma área livre de tamanho variável. A bola, de cortiça e borracha, é recoberta de couro e não deve pesar mais de 149g nem ter mais de 23cm de circunferência. O bastão é de madeira muito dura e de comprimento não superior a 1,07m. Os jogadores protegem uma das mãos com uma luva de couro grosso e usam sapatos ferrados, para não escorregar. O jogador encarregado de defender as bolas (catcher) protege-se também com máscara, couraça e caneleiras.

Regras do Beisebol

Os atacantes entram em campo um a um, em ordem preestabelecida, para tentar rebater com um bastão as bolas lançadas pelo arremessador adversário (pitcher). Atrás dele, na base principal (home base) fica um catcher, encarregado de receber as bolas que não forem rebatidas. Ao apanhar três bolas boas (strike) -- as que passam entre o ombro e o joelho do rebatedor -- o catcher elimina o atacante. Se o rebatedor atingir a bola com o bastão, corre para conquistar as bases, pela ordem e no sentido anti-horário, até voltar à home base. Se não houver tempo para isso, para numa das bases intermediárias e outro rebatedor ocupa seu lugar. A jogada mais difícil consiste em rebater a bola para fora do campo de jogo e percorrer as quatro bases de uma só vez (home run). Os pontos são marcados quando um atacante consegue percorrer as quatro bases sem ser eliminado.

Caso o rebatedor consiga acertar a bola e começar a percorrer as bases, só será eliminado se um adversário conseguir encostar-lhe a bola, antes que ele chegue a uma das bases. Os defensores (outfielders) distribuem-se no campo, fora do quadrado formado pelas bases, para tentar interceptar as bolas rebatidas rapidamente e lançá-las para os defensores das bases para onde o atacante está se dirigindo, de forma a poder eliminá-lo.

As regras oficiais, em vigor desde 1920 sem modificações importantes, aplicam-se internacionalmente. Os jogos são supervisionados por um ou mais juízes, que decidem se as bolas arremessadas para o apanhador passaram dentro ou fora da zona de rebate, se as bolas rebatidas caíram dentro ou fora do campo de jogo, se o rebatedor que corre para a base seguinte foi eliminado por uma bola atirada ou se por toque do adversário, ou se o rebatedor tem direito à base que conquistou.

Origens e evolução do BeisebolO beisebol pertence ao grupo numeroso de esportes que derivam do impulso primitivo de golpear um fragmento de pedra com um pedaço de pau. Em 1908, uma comissão americana formada para esclarecer as origens do beisebol, concluiu que o esporte fora inventado por Abner Doubleday, com base num jogo infantil, o one old cat. Mas em 1939, Robert Henderson comprovou a origem inglesa, derivada do rounders.

#Beisebol

O sistematizador do esporte foi o americano Alexander Joy Cartwright, que fixou em nove o número de innings e de jogadores por equipe. O primeiro clube, o Knickerbocker Baseball Club, foi fundado em Nova York, em 1845. Em 1871, surgiu a Associação Nacional dos Jogadores de Beisebol Profissional dos Estados Unidos, e a partir de então o esporte desenvolveu-se e chegou a outros países.

Os melhores jogadores dos Estados Unidos são profissionais vinculados a clubes poderosos; alguns recebem altos salários e são aclamados como heróis nacionais. Existem naquele país duas grandes ligas, a Americana e a Nacional, cada uma formada por doze equipes, separadas em duas divisões (leste e oeste). A temporada dura de abril a outubro e a seu final os campeões de cada liga se enfrentam na chamada world series (série mundial). Fora dos Estados Unidos, Cuba e República Dominicana, onde é esporte nacional, o beisebol tem grande popularidade no México, Canadá, Venezuela, Austrália e Japão. No Brasil começou a ser praticado na década de 1950, quase exclusivamente em São Paulo, por membros da colônia japonesa.

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Montanhismo ou Alpinismo

Montanhismo ou Alpinismo

Montanhismo ou Alpinismo

Montanhismo, ou alpinismo, é a prática de excursões e caminhadas pelas montanhas, que podem incluir ou não a realização de escaladas. De maneira mais estrita, esses nomes designam o esporte que consiste na subida a cumes e pontos escarpados, cujas dificuldades de acesso só podem ser superadas com o domínio de técnicas que o treinamento confere e a experiência aprimora.

Em quase todos os esportes, os atletas competem uns com os outros para saber qual deles é o melhor. O praticante do montanhismo, pelo contrário, não compete senão consigo mesmo, movido pelo desejo de conhecer os próprios limites. Aventurar-se nas montanhas, em comunhão com a natureza, faz bem ao corpo e à mente.

Destituído de espírito competitivo, o montanhismo pode ser praticado por pessoas sozinhas. Por questões de segurança, porém, essa opção é condenada pelas associações esportivas, que sempre sugerem a presença de um guia, mesmo nas caminhadas mais leves. As subidas complexas são geralmente efetuadas em grupos, nos quais a cooperação é indispensável para a segurança de todos e o êxito final da empreitada.

História do MontanhismoEmbora haja referências históricas que atestam a realização de escaladas desde os tempos da antiga Grécia, os primórdios do montanhismo moderno situam-se no fim do século XVIII nos Alpes, donde surgiu o nome alpinismo. Alguns montanhistas pioneiros foram o médico francês Michel-Gabriel Paccard, que em 1786 subiu pela primeira vez o monte Branco, em companhia de Jacques Balmat, e o geólogo suíço Horace-Bénédict de Saussure, que um ano depois realizou a mesma proeza, à frente de uma expedição científica. As técnicas de escalada se aperfeiçoaram progressivamente durante o século XIX. Por volta de 1860, os principais cumes dos Alpes já haviam sido conquistados.

Os alpinistas voltaram então sua atenção para outras partes do mundo. Em 1897 uma expedição britânica aos Andes chegou ao cume do Aconcágua, a montanha mais alta da América, e em 1906 um grupo italiano escalou o monte Margherita, do maciço do Ruwenzori, na África oriental, considerado até então inalcançável. Os esforços mais ambiciosos concentraram-se posteriormente na cordilheira do Himalaia, que teve muitos de seus cumes alcançados nas primeiras décadas do século XX, e sobretudo no Everest, o pico mais elevado do mundo. Entre 1921 e 1953 realizaram-se mais de dez tentativas de atingir seu cume, quase todos pela vertente norte. Em 1953, uma expedição britânica chefiada por John Hunt obteve permissão para tentar a subida pelo lado do Nepal e, em 29 de maio do mesmo ano, dois de seus integrantes, o neozelandês Edmund Hillary e o nepalense Tenzing Norgay, conseguiram chegar pela primeira vez ao cume.

A partir da década de 1960, o montanhismo tendeu para outras formas de desafio, como a abertura de acessos novos e mais difíceis em montanhas já conquistadas e a escalada de paredes rochosas, lisas ou escarpadas, cuja subida às vezes se prolonga por semanas a fio.

No Brasil o montanhismo começou a tomar impulso por volta de 1920, após as primeiras escaladas do Dedo de Deus, em Teresópolis RJ, e dos principais picos da serra dos Órgãos, onde se encontram escaladas de primeiro a quarto grau, em nível de dificuldade, e que até hoje é uma das áreas mais procuradas pelos praticantes do esporte. Em 1919 foi fundado no Rio de Janeiro o Centro Excursionista Brasileiro, primeiro clube de montanhismo no país, ao qual se somaram mais tarde outros, em cidades como Petrópolis (RJ), Teresópolis (RJ), Curitiba (PR) e São Paulo (SP).

Técnicas e equipamentosO controle da respiração e o domínio do corpo são condições fundamentais para um montanhista, pois lhe asseguram um dispêndio mínimo de energia durante as longas caminhadas, que se classificam em leves, semi pesadas e pesadas. Atendidas essas exigências, um terceiro requisito -- a capacidade de observação -- se desenvolve espontaneamente, garantindo-lhe ao mesmo tempo maior prazer contemplativo e maior segurança para enfrentar os perigos.

As escaladas em pedra, as únicas possíveis no Brasil, classificadas em níveis de dificuldade em geral de primeiro a oitavo graus, podem ser naturais ou artificiais. Na escalada natural, ou livre, o escalador dispõe apenas de seus próprios recursos -- pernas e braços -- e dos apoios ou fendas que as formações rochosas lhe oferecem, só usando cordas e outros equipamentos por questão de segurança. É comum nesse caso a subida por chaminés, fendas suficientemente largas para que nelas o montanhista possa introduzir todo o corpo. As costas se apoiam numa das paredes, e os pés ou joelhos, dependendo da largura, na parede oposta. Por uma série de movimentos alternados, o corpo se eleva entre as faces paralelas, ainda que desprovidas de saliências.

Na escalada artificial, à qual se recorre quando a escalada livre é impraticável, o montanhista usa cordas, grampos, mosquetões e outros equipamentos, não só para lhe dar segurança, mas também para sua própria ascensão. Os grampos são fixados nas pedras e as cordas passam por eles, com o auxílio dos mosquetões.

A ascensão é feita por cordadas, ou seja, em cada extremidade da corda sobe um escalador. Nos pares assim constituídos, o guia vai à frente, recebendo segurança, pela corda, do parceiro que vai atrás. Ao atingir um ponto seguro, a relação se inverte: o escalador da frente dá segurança ao de trás, e assim sucessivamente, até que subam todos os pares do grupo.

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Pentatlo Moderno

Pentatlo Moderno

Pentatlo ModernoPentatlo é um conjunto de cinco provas esportivas, cujo vencedor é proclamado após a contagem dos pontos que obteve em cada uma delas, atribuídos em conformidade com os regulamentos internacionais. Ao reiniciar-se a disputa dos Jogos Olímpicos da era moderna, em 1896, cogitou-se de fazer o pentatlo ressurgir, nos moldes clássicos, durante os Jogos de 1906, em Atenas, mas a ideia só se concretizou em 1912. A luta livre foi substituída pela corrida de 1.500m e, paralelamente, foram criados dois conjuntos de provas distintos: o decatlo, composto de dez atividades escolhidas entre as que integram o atletismo, e o pentatlo moderno. Com o passar dos anos, firmou-se o pentatlo militar, nos moldes do moderno, com adaptações ao ambiente das forças armadas.

Praticado na antiguidade, com o objetivo de selecionar o atleta padrão, o pentatlo constava de corrida, salto, lançamento do disco e do dardo e luta livre. Em 1912, o conjunto de provas foi incorporado às olimpíadas, por ocasião dos jogos de Estocolmo.

Versão moderna A fórmula atual reúne os seguintes esportes e provas: hipismo (prova a cavalo de 600m com 15 obstáculos de 1,14m de altura no máximo), esgrima (assaltos de três minutos a espada), tiro ao alvo (pistola de calibre 22), natação (300m nado livre contra o relógio) e corrida rústica (4.000m). As competições são realizadas em quatro dias. No Brasil, a prática dessa modalidade de esporte, bastante difundida na Europa, restringe-se aos meios militares e a federação encarregada de seu controle tem sede na Escola de Educação Física do Exército.

Disputado individualmente e por equipes, o pentatlo moderno tem como competições supremas os campeonatos mundiais, mas é nos Jogos Olímpicos que alcança maior significação. Em 1948, fundou-se a União Internacional de Pentatlo Moderno, que substituiu, na direção do esporte, a Comissão Internacional do Pentatlo Moderno Olímpico, criada pelo Comitê Olímpico Internacional.

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Badminton, Esporte de Raquete e Peteca

Badminton, Esporte de Raquete e Peteca 

#Badminton, Esporte de Raquete e Peteca

Badminton é um jogo de raquete e peteca, disputado por dois ou quatro jogadores, em quadras de madeira, cobertas ou ao ar livre, com 13,40m de comprimento por 5,20m de largura, para dois jogadores, ou 6,10m, para duplas. A rede tem 0,75m de largura e localiza-se na metade da quadra, a 1,55m do chão. As raquetes são de madeira ou metal, pesam entre 113 e 142g e têm cerca de 65cm de comprimento. O objetivo do jogo é marcar pontos fazendo a peteca passar por sobre a rede e impedindo o adversário de rebatê-la.

Supostamente originário da Índia, o badminton começou a ser praticado no Reino Unido a partir de 1870 e tornou-se o esporte nacional de antigas colônias britânicas como a Indonésia, a Malásia e Cingapura.

Os pontos são marcados pelo jogador ou dupla que tem a vez no saque. Para evitar que o adversário marque ponto, o jogador deve evitar lançar a peteca fora dos limites da quadra e tentar rebatê-la antes que toque o chão. O jogo se completa em três sets. Ganha um set quem marcar 11 pontos, para competições femininas, e 15 ou 21 pontos, para competições masculinas.

A primeira federação nacional do esporte foi fundada pelos ingleses em 1893 e o primeiro campeonato disputou-se seis anos mais tarde. Em 1934 constituiu-se a Federação Internacional de Badminton.

Judô, História e Regras de Combate no Judô

Judô, História e Regras de Combate no Judô

O judô é, como quase todas as lutas japonesas, uma forma moderna de confronto físico inspirada no jiu-jitsu. Seus praticantes o definem como uma arte marcial, uma disputa de conotações filosóficas e um esporte que pode ser praticado por pessoas de qualquer idade ou sexo.

Praticada inicialmente como exercício de combate e defesa, a luta adquiriu, nas antigas civilizações, o caráter de uma autêntica disciplina esportiva, cujo objetivo era alcançar o perfeito equilíbrio entre o corpo e a mente do atleta.

HistóriaA origem do judô é atribuída ao professor Jigoro Kano. Franzino na juventude, tomou lições de jiu-jitsu com Hachinosuke Fukuda e, depois da morte deste, com Tsunetochi Iikubo. Em 1882 abriu sua própria escola, em Tóquio. Propunha-se ensinar uma nova forma de luta, a que chamou de judô de Kodokan, síntese das diversas variedades de jiu-jitsu. Aos 78 anos, Kano correu mundo numa cruzada de propaganda, fazendo demonstrações práticas de judô.

O mestre Kano utilizou a palavra do - que significa "caminho" - em lugar de jitsu, "técnica", e anexou-a a ju, "flexível". Segundo ele, "quem alcança o significado de do, saberá o que é o judô". O judô desenvolveu-se de tal maneira no Japão que, em menos de cem anos, passou a fazer parte da vida da nação; tornou-se obrigatório em todos os estabelecimentos de ensino e nos órgãos de segurança nacional.

Nos Estados Unidos foi introduzido por um dos alunos de Kano, Yoshimaki Yamashita, em 1902. Para a América Latina, foi trazida por Mitsuya Maeda, quase na mesma época. Foi, porém, ao findar a segunda guerra mundial que se deu a grande expansão internacional do judô. Em 1952, fundou-se em Paris a Federação Internacional de Judô, com 29 países- membros. O judô foi admitido como um dos esportes olímpicos nos XVIII Jogos Olímpicos, em Tóquio (1964).

O aparecimento do judô no Brasil ocorreu por volta de 1940, inicialmente em São Paulo. O órgão que o dirige é a Federação Brasileira de Pugilismo. Os lutadores brasileiros já conquistaram diversos títulos internacionais e já ganharam várias medalhas nos Jogos Olímpicos, inclusive de ouro.

Judô


Faixas e classificaçõesO critério da disputa de faixas para medir a perícia de um lutador data de 1888. De acordo com as regras do esporte, um judoca não pode atribuir-se classificação. A perícia de um lutador só tem sentido em relação à de outros. Para medi-la foram instituídas as divisões kyu -- para os alunos -- e dan -- para os mestres. É pela cor da faixa que se reconhece o grau de um praticante. Assim, tem-se para o grau kyu: faixas branca, amarela, laranja, verde, azul e marrom; para os mestres: do 1º ao 5º dan, faixa preta; do 6º ao 9º dan, faixa vermelha e branca; e finalmente, do 10º dan em diante, faixa vermelha.


As mulheres seguem o mesmo esquema, com uma pequena diferença: há sempre uma lista branca que corta a metade das faixas. Para se passar de faixa branca a marrom, leva-se aproximadamente um ano; de faixa marrom a preta, de dois a quatro anos; e do 1º ao 5º dan, de dez a 17 anos.

A classificação por pesos foi introduzida no judô em 1961, quando o famoso lutador holandês Anton Geesink se tornou o primeiro ocidental a conquistar o título mundial na história do esporte, o que aconteceu no campeonato de Paris. Com 1,93m de altura e 130kg de peso, Geesink tomou o título dos japoneses, que nunca haviam conhecido derrota, usando boa técnica, mas valendo-se sobretudo de sua avantajada compleição física. Nos círculos japoneses chegou-se à conclusão de que, com o mesmo nível técnico, a vantagem ficaria com o mais pesado. Decidiu-se, então, adotar a divisão de pesos nos campeonatos do Japão, com exceção do nacional, que continua na forma original.

Princípios do judô

Princípios do judô

Ao criar a nova luta, Jigoro Kano fundamentou-se em dois princípios: menor resistência ao adversário; e máximo de eficiência com o mínimo esforço. O mestre explicava que a "finalidade última da prática do judô é aprender o princípio da atitude natural a tomar na vida cotidiana, para alcançar o caminho da verdade". Além de arte marcial, o judô é um esporte por excelência (o jiu-jitsu não é esporte). Sua prática visa aprimorar as qualidades físicas e morais do praticante, com o fim de obter rendimento máximo no menor tempo possível. Ataque e defesa são o método de ensino. "Um judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar" -- disse Kano. Aprende-se o judô essencialmente pela prática; o ensino teórico é secundário. Como a preocupação básica é a busca da eficiência, torna-se necessário mudar freqüentemente de adversários.

Existem mais de cem golpes básicos no judô, além de muitas variações e contragolpes. Para um rendimento ótimo, é indispensável que o atleta encontre um método de treinamento que reúna três características fundamentais: estabilidade mental, impulso físico e perfeição técnica. As técnicas do judô são grupadas em técnicas em pé e técnicas no chão. As técnicas em pé são as projeções; os trabalhos no chão incluem imobilização e chaves de braços e de pescoço. Normalmente, a vitória dos pequenos combatentes acontece no chão; em pé, a vantagem é dos maiores.

Um combate pode terminar de várias maneiras, mas a vitória por ponto, ou ippon, é a mais bonita. Cedo, o judoca aprende que jamais deve permitir que o adversário o atire de costas no tatame (quadrado de palha de arroz trançada, coberto de lona, onde se dá a luta), pois só lhe restará cumprimentar o oponente pela vitória. Se a queda não é aplicada com perfeição, o juiz conta meio ponto, ou um wasari. Com dois wasari, alcança-se um ippon.

Regras de combate Geralmente um combate dura três minutos para os graus kyu (alunos) e cinco minutos para dan (mestres). Em caso de empate pode haver prorrogação. O judoca vence a luta: (1) quando projeta com perfeição o adversário ao solo, obrigando-o a tocar o chão com as espáduas; (2) quando o imobiliza por trinta segundos; (3) quando o adversário desiste. Sob risco de desclassificação, são proibidos golpes que causem dor ou lesões.

A primeira coisa que um iniciante aprende é a cair de costas no tatame sem se machucar. Antes de começar a lutar com um companheiro, o praticante treina uma sessão de quarenta ou cinquenta quedas. Kiai, o grito de luta, é definido pelos mestres como um estado que ajuda a vencer, pois o espírito, orientado para o combate, se liberta de qualquer pensamento ou temor. É o resumo da melhor condição do corpo e da mente.

Kuatsu, também chamado de kwappo, é a arte de reabilitar um homem com morte aparente no judô, uma tarefa delicada que requer grande habilidade de quem a pratica. No judô, os casos de morte aparente acontecem em consequência de golpes nos testículos, na cabeça, ou por estrangulamento. Para cada um desses tipos, há um kuatsu específico, embora todos se complementem.

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História do Atletismo

História do Atletismo

História do Atletismo

Em termos gerais, chama-se atletismo o conjunto de provas individuais ou coletivas que se baseiam em três atividades - a corrida, o salto e o arremesso de objetos - e sempre se revestem de caráter competitivo. Os resultados são julgados segundo unidades de tempo, medida e distância. O atletismo é considerado o esporte mais importante dos programas oficiais dos jogos olímpicos.

O atletismo é o esporte por excelência, fundamento de todos os outros. Depende do concurso de todas as qualidades ligadas ao esporte (força física, inteligência, concentração, reflexos etc.), e exige que o atleta mobilize todos os recursos que lhe permitam superar-se a si mesmo (desenvolvimento técnico, alimentação, equipamento, métodos de treinamento, estudos de psicologia e motivação etc.).

HistóriaEmbora se tenha notícias de atividades esportivas de tipo atlético realizadas no Egito, Mesopotâmia, China e Índia, a origem do atletismo como prática esportiva pode ser situada na Grécia em torno do ano 1225 a.C., quando, segundo o cronista Filóstrato, ocorreu uma competição com cinco provas (corrida, luta, salto em distância e arremesso de disco e dardo). Os jogos olímpicos, que se realizaram a partir de 776 a.C., proporcionaram, a cada quatro anos, o melhor cenário possível para a prática das diversas categorias. No ano 392 da era cristã, com a supressão dos jogos pelo imperador romano Teodósio, começou um longo período em que praticamente não houve competições atléticas, com algumas exceções nas ilhas britânicas durante a Idade Média.

O ressurgimento do atletismo teve suas primeiras manifestações na Grã-Bretanha do século XVIII (corridas de milha, de hora etc.) e tornou-se bem evidente em pleno século XIX (campeonatos do Reino Unido, 1866; campeonatos dos Estados Unidos, 1876). A influência exercida pelos países anglo-saxões traduziu-se de imediato no emprego de medidas inglesas na avaliação de recordes. Embora o sistema métrico acabasse por se impor -- de fato, é o utilizado nos Jogos Olímpicos modernos e nos campeonatos mundiais --, alguns países, como o Reino Unido, os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália conservaram as medidas inglesas na avaliação de recordes estabelecidos nas provas nacionais.

Nos tempos modernos, a exemplo do que ocorrera na antiguidade, os Jogos Olímpicos têm sido o principal fator a impulsionar o atletismo mundial. Nos jogos celebrados em Atenas em 1896 disputaram-se 12 provas: corridas de 100, 400, 800 e 1.500m rasos, 110m com barreiras e maratona; saltos em altura, a distância, triplo e com vara; e arremesso de disco e peso. Mais tarde se agregariam ao programa outras provas, como os 200, 5.000 e 10.000m rasos, os 400m com barreiras, os 3.000m com obstáculos ou steeplechase, as corridas de revezamento, os arremessos de martelo e dardo, o decatlo, o pentatlo (a prova, feminina, foi substituída em 1981 pelo heptatlo) e as marchas de vinte e cinqüenta quilometrôs. A participação regular das mulheres nas provas atléticas dos jogos olímpicos iniciou-se em 1928.

Provas atléticas

Costuma-se classificar as provas de atletismo em dois grandes grupos: as de pista (corridas) e as de campo (saltos e arremessos). A esses grupos se soma um terceiro, constituído pelo decatlo e o heptatlo, que são disputas combinadas que incluem tanto provas de pista quanto de campo.

Corridas - A classificação mais comum das corridas atléticas é a que leva em consideração as distâncias a percorrer. Assim, fala-se de corridas de velocidade, de meio-fundo e de fundo.

Entre as corridas de velocidade, incluem-se os 100, 200 e os 400m rasos e os 100, 110 e 400m com barreiras (os 100m com barreiras constituem prova reservada para mulheres). Essas corridas são disputadas em pistas com raias demarcadas com linhas brancas. Enquanto as corridas de 100 e 110m (e também as de 60m, distância que é habitual nas competições em pista coberta) são sempre disputadas em linha reta, as provas de 400m são disputadas em volta de uma pista oval. Nas provas de velocidade, a saída é em geral decisiva e geralmente os atletas submetem-se a um preparo extremamente especializado. A coordenação, os reflexos e a capacidade para desenvolver um esforço físico intenso num curto espaço de tempo são qualidades fundamentais nesse tipo de competição. Em corridas com barreiras, cuja derrubada não acarreta penalidade, também é fundamental a capacidade de combinar os movimentos típicos da corrida com os do salto.

As corridas de 800 e 1.500m rasos e de 3.000m com obstáculos são de meio-fundo (provas incluídas entre corridas de fundo). Nelas a aptidão do atleta deve ser complementada por duas outras qualidades básicas: a dosagem adequada das forças e a capacidade de improvisação na hora de planejar as chegadas. Os 1.500m constituem uma das competições atléticas mais espetaculares que existem.

Os 5.000 e os 10.000m rasos e a maratona são corridas de fundo. As longas distâncias a correr -- 42.195m no caso da maratona -- fazem da resistência do atleta e de sua capacidade para administrar as próprias forças elementos fundamentais. Tanto os 5.000 como os 10.000m são disputados em estádios; a maratona, pelo contrário, desenvolve-se em circuitos em geral urbanos, sempre sobre superfícies de asfalto. As provas de cross ou travessia de campo também são corridas de fundo. Realizam-se geralmente em circuitos preparados para esse fim em zonas rurais.

Nas competições atléticas incluem-se também as chamadas corridas de revezamento, de que participam quatro atletas. Cada um deve percorrer a quarta parte da distância total e entregar um bastão cilíndrico de aproximadamente trinta centímetros de comprimento ao corredor seguinte. Os participantes dessas provas, realizadas em duas modalidades -- os 4 x 100m e os 4 x 400m --, devem dominar as características da corrida e desenvolver um treinamento específico para a condução e entrega do bastão.

Exceto as provas mencionadas, que podem ser qualificadas de "clássicas", realizam-se em certas ocasiões corridas com outras distâncias, como é o caso dos 1.000, os 2.000, os 3.000 e os 20.000m. A disputa das chamadas "milhas urbanas" adquiriu grande relevo, mesmo fora dos países anglo-saxões.

Outra modalidade de corrida, a marcha atlética, apresenta características especiais. Os atletas, que devem estar sempre com um pé sobre o solo, percorrem grandes distâncias -- geralmente vinte ou cinqüenta quilômetros -- para o que a capacidade de dosagem e recuperação das próprias forças constitui um elemento decisivo.

Provas de campoAs chamadas provas de campo incluem dois grandes grupos: os saltos e os lançamentos. No primeiro grupo encontram-se os saltos em altura, em distância e com vara, assim como o salto triplo; no segundo, os lançamentos de peso, disco, martelo e dardo.

No salto em altura, cada participante pode realizar um máximo de três tentativas para superar determinado recorde. Os estilos de salto em altura estão em constante evolução. Os procedimentos mais empregados são o clássico, no qual o atleta salta de frente para o obstáculo -- uma barra horizontal apoiada em dois postes -- olhando-o de frente e girando no ar sobre ela, e o chamado estilo Fosbury (nome do atleta americano que o popularizou), no qual o salto é feito de costas.

Nos saltos em distância, a velocidade é muito importante. O salto é realizado após o percurso em uma pista de quarenta metros de comprimento, na direção de um tanque de areia. A mesma pista pode ser utilizada no salto triplo e no salto com vara. Esta última é uma prova essencialmente masculina (nos jogos olímpicos não existe competição feminina de salto com vara) e consiste em ultrapassar, com a ajuda de uma vara flexível apoiada no solo, uma barra colocada a certa altura. Essa modalidade requer um notável equilíbrio entre perfeição técnica e força física. Já o salto triplo é realizado em três etapas sucessivas: um salto inicial com o apoio do mesmo pé que deu o impulso, um segundo salto no qual o atleta cai sobre o outro pé e um terceiro no qual a queda final se dá com os dois pés sobre uma superfície de areia.

Os atletas que participam das provas de arremesso de peso têm de lançar uma bola de bronze, cobre ou material fundido de mais de sete quilos de peso (quatro quilos na competição feminina). O arremesso é feito de uma superfície circular demarcada, com cerca de dois metros de diâmetro. Nas provas masculinas de arremesso de disco, este pesa dois quilos e, nas provas femininas, um quilo. Utiliza-se uma só mão e a superfície de partida, como no arremesso de peso, é um círculo, mas neste caso, com cerca de 2,5m de diâmetro. Quanto ao martelo, trata-se de uma esfera unida por seu cabo metálico a um punho, com um peso total de uns 7,25kg (não há competição feminina de martelo); e o arremesso também ocorre com ajuda das mãos, a partir de uma superfície circular. Isto não acontece no arremesso de dardo, para o qual utiliza-se uma pista de mais de trinta metros de comprimento. O dardo, de madeira ou de metal, mede 2,6m e pesa 800g.

Provas combinadasO decatlo e o heptatlo são competições nas quais os atletas realizam diferentes provas de pista e de campo. Tanto uma como outra especialidade costumam ocorrer em dias consecutivos. Como seu nome indica, o decatlo compreende dez provas: 100, 400 e 1.500m rasos; 110m com barreiras; saltos em altura, em distância e com vara; e lançamentos de peso, disco e dardo. As sete provas que compõem o heptatlo, modalidade feminina, são os 200 e os 800m rasos, os 110m com barreiras, os saltos em altura e distância e os lançamentos de peso e dardo. As marcas obtidas são convertidas em pontos de acordo com tabelas especiais, que permitem estabelecer as classificações correspondentes.

Grandes atletasA história do atletismo no século XX testemunhou uma constante superação de recordes aparentemente insuperáveis. Alguns atletas mais célebres foram: o americano Jesse Owens, que conquistou três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Berlim; Jim Thorpe, vencedor do decatlo e do pentatlo nos Jogos Olímpicos de 1912; Wilma Rudolph, campeã mundial dos 100 e 200m rasos e do revezamento 4 x 100 em 1960; e Bob Beamon, que em 1968 saltou uma distância de 8,90m. Também passaram a ocupar um lugar no livro de ouro do atletismo o fundista finlandês Paavo Nurmi, que bateu 29 recordes mundiais; o alemão Rudolf Harbig, corredor dos 400 e dos 800m rasos; e o tcheco Emil Zatopek, que em 1952 recebeu em Helsinki três medalhas olímpicas em provas de fundo.

Embora os Estados Unidos e a antiga União Soviética tenham disputado a hegemonia mundial desde o término da segunda guerra mundial, o poderio de outros países se fez notar em diversas ocasiões. Na década de 1980, os Estados Unidos dominavam as competições masculinas nas provas de velocidade e de revezamento, da mesma forma que o Reino Unido contava com os melhores corredores de meio-fundo e os países da Europa oriental impunham-se nos saltos e lançamentos. Esses mesmos países, especialmente a União Soviética e a Alemanha Oriental, podiam vangloriar-se de possuir as melhores equipes femininas.

Estrelas de primeira grandeza foram os americanos Edwin Moses e Evelyn Ashford, Robert Fosbury, Carl Lewis e Michael Johnson; os britânicos Sebastian Coe, Steve Cram e Daley Thompson; o português Carlos Lopes; o soviético Serguei Bubka; a alemã oriental Marita Koch; a tcheca Jarmila Kratochvilova; o marroquino Said Aouita; e o cubano Javier Sotomayor.

Organismos e competições internacionais O Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Federação Internacional de Atletismo Amador são os organismos que regem o atletismo mundial.

No panorama internacional se reconhecem dois tipos de recordes: os obtidos em pista coberta e os conquistados ao ar livre. Existem fatores que diferenciam uns dos outros, como é o caso do comprimento das pistas -- mais longas nos estádios ao ar livre --, a temperatura ambiente, a velocidade do vento etc. A homologação oficial de um recorde é função da Federação Internacional de Atletismo Amador, que exige o cumprimento de certas condições: presença de três juízes, vento a favor não superior a dois metros por segundo, sistemas de registro etc. Os avanços realizados nos diversos terrenos permitiram a constante superação dos recordes. Alguns desses progressos têm caráter primordialmente técnico (pistas de tartan, melhores superfícies de queda, calçados especiais, varas de fibra de vidro etc.), enquanto outros vinculam-se mais ao preparo dos atletas (profissionalização, treinamento, avanço da medicina esportiva etc.).

A proliferação das competições internacionais também incentivou o atletismo. Afora os jogos olímpicos e os campeonatos mundiais, existem outros torneios muito importantes, como os campeonatos da Europa e os Jogos Pan-Americanos, os Asiáticos e os da Comunidade Britânica de Nações. A popularidade do atletismo como esporte de massas também pode ser apreciada nas reuniões atléticas organizadas anualmente em diferentes cidades.

O aparecimento de grandes atletas e o caráter cada vez mais popular desse esporte trouxeram novamente para primeiro plano um dos velhos problemas suscitados por essa prática esportiva: a distinção entre o esporte profissional e o amador. Embora o atletismo seja teoricamente um esporte amador (com exceção de alguns países, onde se realizam algumas competições profissionais), torna-se cada vez mais difícil de estabelecer a diferença entre o atleta profissional e o amador. A responsabilidade de tomar uma decisão sobre essas matérias recaiu sobre o Comitê Olímpico Internacional, em cujo entender um esportista amador é aquele que "não vive exclusivamente do esporte". No entanto, o COI sempre teve por norma deixar com os diversos organismos internacionais a última palavra em relação ao assunto, que tais organismos, por sua vez, transferem para as federações nacionais que os compõem. Por tudo isso, não é de estranhar que as diferenças de categoria entre os países sejam bastante grandes e que na prática os grandes atletas sejam profissionais.

Contudo, à margem do esporte profissional, a grande massa de praticantes do atletismo é constituída por amadores que só procuram o prazer de exercitar o próprio corpo em uma contínua superação pessoal, segundo a máxima mens sana in corpore sano, "mente sã em corpo são". A popularidade das corridas públicas é uma manifestação desse fato.

Atletismo no BrasilO atletismo somente começou a ser praticado no Brasil, a princípio esporadicamente e por estrangeiros radicados no país, a partir de 1910, em São Paulo. A primeira competição realizou-se em 1914, por iniciativa do jornal O Estado de S. Paulo, que aproveitou a chegada do atleta dinamarquês Islovard Rasmussen. A competição realizou-se sob a forma de Campeonato do Atleta Completo (espécie de decatlo, mas com 12 provas), no Clube Espéria. Foi vencedor o visitante, seguido pelo brasileiro Amadeu Saraiva.

Deflagrada a primeira guerra mundial, a prática do atletismo foi paralisada, reiniciando-se em 1918, quando o mesmo jornal promoveu uma corrida de 24km em volta da cidade, denominada Estadinho e aberta a qualquer corredor que provasse aptidões físicas.

Graças ao estímulo provocado por novas competições, pela publicação das regras internacionais e pela construção, em 1921, do primeiro estádio atlético -- o do Paulistano -- o atletismo tomou grande impulso, ainda em São Paulo. O entusiasmo transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde desde 1920 já se realizavam competições amistosas. No ano seguinte disputou-se o primeiro torneio entre atletas do Rio de Janeiro e de São Paulo, e em 1924 o atletismo brasileiro participava de sua primeira olimpíada.

Alguns atletas brasileiros projetaram-se internacionalmente, sendo incluídos no "Troféu Helms", que homenageia os grandes atletas das Américas: Lúcio Almeida Prado Castro (1933), Sílvio de Magalhães Padilha (1939), José Bento de Assis (1940), Elizabeth Clara Muller (1945), Ademar Ferreira da Silva (1952), que foi bicampeão olímpico de salto triplo (em 1952 e 1956), José Teles da Conceição (1958). Além desses, destacaram-se Ari Façanha de Sá, Aída dos Santos, Vanda dos Santos, Sebastião Mendes, Nélson Prudêncio, Silvina das Graças e João Carlos de Oliveira, que nos VII Jogos Pan-Americanos, na Cidade do México, em 1975, assinalou um novo recorde mundial no salto triplo, atingindo a marca de 17,89m. Em 1984, Joaquim Cruz ganhou a medalha de ouro olímpica ao vencer a prova dos 800m.

Usain Bolt se torna o maior campeão do Mundial de atletismo - Com a medalha de ouro conquistada neste domingo no revezamento 4x100m com a equipe da Jamaica, a "lenda viva" Usain Bolt se tornou o maior campeão da história do Campeonato Mundial de atletismo. O astro coleciona agora dez medalhas ao todo.

O resultado fez Bolt igualar o número de láureas do americano Carl Lewis, que brilhou nas décadas de 1980 e 90 e também obteve dez medalhas. No entanto, Lewis teve oito ouros, uma prata e um bronze. Já Bolt teve o mesmo número de ouros, mas duas pratas.

Os dois inclusive são desafetos e já trocaram farpas por vezes após Carl Lewis insinuar que os atletas da Jamaica correm dopados.

A medalha de ouro nos 200m rasos, a terceira de Bolt nos 200m de um Cameonato Mundial, conquistada neste sábado, já havia feito com que Bolt superasse o americano Michael Johnson, que obteve oito medalhas em Mundiais, todas de ouro.

Vale lembrar que Bolt é o atual recordista mundial em três provas: 100m, com 9s58, 200m, com 19s19, e revezamento 4x100m com a equipe jamaicana, com 36s84.

Com isso, Bolt vai se consolidando cada vez mais como um dos maiores da história do atletismo. O próprio já disse que pretende conquistar medalhas na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, para alcançar o patamar de Pelé e Muhamed Ali no esporte. Ninguém segura o Raio.

Confira as medalhas de Usain Bolt

Medalhas de ouro:

Mundial de Moscou 2013 - 100m, 200m e 4x100m

Mundial de Daegu 2011 - 200m e 4x100m

Mundial de Berlim 2009 - 100m, 200m e 4x100m

Medalhas de prata:

Mundial de Osaka 2007 - 200m e 4x100m

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