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Ilhas Virgens | Mapas Geográficos das Ilhas Virgens

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Transporte Ferroviário

Transporte Ferroviário

Transporte Ferroviário

O transporte ferroviário é um meio de transferência de passageiros e mercadorias em veículos de rodas que funcionam em trilhos, também conhecidos como trem. Também é comumente referido como transporte ferroviário. Em contraste com o transporte rodoviário, onde os veículos circulam em uma superfície plana preparada, os veículos ferroviários (material circulante) são orientados de forma direcional pelas faixas nas quais correm. As trilhas geralmente consistem em trilhos de aço, instalados em laços (travessas) e lastro, em que o material circulante, geralmente equipado com rodas metálicas, se move. Outras variações também são possíveis, como a pista de laje, onde os trilhos são presos a uma base de concreto descansando sobre uma sub-superfície preparada.

O material circulante em um sistema de transporte ferroviário geralmente enfrenta menor resistência à fricção do que os veículos rodoviários, de modo que os carros de passageiros e frete (carruagens e vagões) podem ser acoplados em trens mais longos. A operação é realizada por uma empresa ferroviária, fornecendo transporte entre estações de trem ou instalações de clientes de frete. A força é fornecido por locomotivas que extraem energia elétrica de um sistema de eletrificação ferroviária ou produzem sua própria força, geralmente por motores a diesel. A maioria das faixas são acompanhadas por um sistema de sinalização. As ferrovias são um sistema de transporte terrestre seguro em comparação com outras formas de transporte. O transporte ferroviário é capaz de altos níveis de utilização de passageiros e carga e eficiência energética, mas geralmente é menos flexível e mais intensivo em capital do que o transporte rodoviário, quando são considerados níveis de tráfego mais baixos.

História - O surgimento do transporte ferroviário esteve estritamente ligado à Revolução Industrial (século XVIII e XIX), sendo este um dos principais inventos daquela época, juntamente com a máquina de tear movida a vapor. A ideia da criação do transporte ferroviário se espalhou rapidamente pelo mundo, já que foi um meio de transporte inovador para aquela época.

O meio de transporte emergiu na Europa, mais precisamente, na Inglaterra, no século XIX. Por volta do ano de 1850, nas proximidades de Londres, as locomotivas atingiam até 70 km/h, uma velocidade alta para aquele momento histórico.

As locomotivas eram movidas a vapor, o qual é gerado a partir da queima de carvão. Após o surgimento deste inovador meio de transporte, rapidamente sua tecnologia se espalhou para outros lugares do mundo.

Hoje em dia, o transporte ferroviário é encontrado em todos os continentes do globo. Diante do arsenal tecnológico do mundo atual, o mesmo também não ficou para trás: existem trens modernos que atingem uma velocidade de até 250 km/h, como os TGVs, por exemplo.

Apesar de o mundo estar atravessando a Revolução Técnico-Científica-Informacional, as ferrovias continuam sendo de grande valia no sistema de transportes, em decorrência da capacidade de transportar uma quantidade muito grande de carga de uma vez só, algo que não ocorre, por exemplo, no transporte rodoviário.

O custo por tonelada transportada é baixo, entretanto, os valores para a conservação e construção de ferrovias são elevados. A utilização desse meio de transporte varia entre os países. Nos Estados Unidos e na Rússia, por exemplo, a maioria dos fluxos das cargas ocorre por meio das ferrovias. Na parte ocidental da Europa, as ferrovias têm seu uso bastante difundido, tanto para o transporte de cargas quanto para o de pessoas.

Recentemente, o uso das ferrovias tem diminuído em quase todos os países.

Transportes na Era da Globalização

Transportes na Era da Globalização

Transportes na Era da Globalização
Os Transportes na Era da Globalização permitiu uma maior integração internacional e o crescimento da dinâmica econômica mundial.

Considerando a evolução do sistema capitalista ao longo dos séculos e as transformações que permitiram a integração mundial, podemos dizer que, sob muitos aspectos, a evolução da Globalização é, pois, uma série contínua de evolução nos meios de transporte. Portanto, a questão dos transportes na era da Globalização envolve uma dinâmica de transformações cada vez mais aceleradas e produtoras de uma interdependência.

Aliados à evolução nos sistemas de comunicação, os meios de transporte permitiram a ocorrência daquilo que se assinalou como a compressão do tempo e do espaço, em que as distâncias do mundo “encurtaram”, ou seja, podem ser mais facilmente percorridas, reduzindo gastos e também tempo em deslocamentos e emissão de mensagens. Com isso, a globalização gerou o desencadeamento de uma rede de fluxos de informações e serviços que interliga vários pontos do globo entre si.

Essa questão da interdependência entre os sistemas de transporte e a globalização explica-se pelo fato de as práticas humanas modificarem-se a partir da transformação das técnicas. São as técnicas e os objetos técnicos que atuam no processo de constituição das práticas sociais e na transformação do espaço geográfico. Com a evolução do capitalismo, as técnicas reproduzidas nos meios de transporte foram ganhando novas formas, funções e tecnologias mais avançadas.

Inicialmente, nas últimas décadas do século XV até o início do século XVI, os meios de transporte eram limitadores do alcance das práticas comerciais até mesmo na comercialização de produtos perecíveis. O desenvolvimento da navegação marítima permitiu, além da expansão colonial europeia, uma maior amplitude em termos comerciais, passando a integrar diferentes regiões do planeta por diferentes rotas. A produção de matérias-primas e de produtos manufaturados e o consequente desenvolvimento das sociedades puderam, então, consolidar-se no período chamado de Capitalismo Comercial.

Posteriormente, com os avanços promovidos pela Primeira e Segunda Revoluções Industriais até o final do século XIX, os meios de transporte conheceram um novo salto com a invenção da máquina a vapor e o meio ferroviário, bem como o maior desenvolvimento da navegação. Esses instrumentos permitiram, então, a integração intra territorial em vários países e continentes, além de intensificar as trocas comerciais internacionais.

O século XX, por sua vez, foi o século do desenvolvimento rodoviário e também do transporte aéreo, sobretudo com a III Revolução Industrial, também conhecida como Revolução Técnico-Científica Informacional. Com isso, cargas, produtos e pessoas puderam ser mais facilmente deslocados, permitindo a integração com os pontos mais remotos, fator necessário e vital para a atual complexidade da globalização. Se antes uma mercadoria ou mensagem levava dias ou, a depender da distância, até meses para chegar, hoje em dia é possível comunicar-se ou se deslocar rapidamente mesmo entre os locais de distância mais extrema.

Portanto, podemos perceber que os transportes são de fundamental importância para o fluxo de informações da economia moderna, que se estende em uma lógica macroespacial. Se hoje temos os acordos internacionais, os blocos econômicos e o deslocamento de produtos e matérias-primas na Divisão Internacional do Trabalho, é porque foi possível conceber uma rede de transportes que se torna, a cada dia, mais dinâmica e mais vital para o funcionamento da economia.

Países | Diferença Entre País, Estado e Nação

Países | Diferença Entre País, Estado e Nação

Países | Diferença Entre País, Estado e Nação

Para ser considerado um país, mais do que uma declaração, um território precisa ser administrado por um governo e ser reconhecido pelos demais países.

O mundo conta, atualmente, com 193 países distribuídos por cinco diferentes continentes. Alguns deles possuem um alto poder econômico e político, ao passo que outros exercem um papel secundário no plano internacional. Muitos deles são ricos em recursos naturais, outros, nem tanto. Em determinados territórios, há uma grande concentração populacional, enquanto em outros registram-se verdadeiros “vazios demográficos”. O que se vê, então, é uma pluralidade em termos de características que distinguem os países um dos outros.

Diante dessa questão, uma indagação emerge: afinal, o que é um país? Como definir um país como tal?

Uma convenção realizada em 1993, a Convenção de Montevidéu, respondeu a essa pergunta. O encontro em questão era referente aos direitos e deveres dos Estados, com as prerrogativas necessárias para que eles se inserissem no âmbito do Direito Internacional. Com isso, ficaram estabelecidos quatro principais critérios para um território ser considerado como um país independente:

a) Possuir uma população permanente, residente no território em questão e pertencente nacionalmente a esse país.

b) Ter uma delimitação territorial claramente definida, com todas as suas fronteiras traçadas.

c) Possuir uma forma organizada de governo, ou seja, com a administração do território sobre o qual exerce a sua soberania.

d) Ter capacidade de se relacionar com os outros Estados, o que significa ser reconhecido como um país pelos demais países e governos.

Essa última condição é, sem dúvidas, a mais importante. Muitos países ou territórios espalhados pelo mundo requisitam a sua independência, mas não a conseguem em função da falta de reconhecimento internacional, além de também precisarem de uma aprovação na Organização das Nações Unidas. Esse é o caso, por exemplo, da Palestina, no Oriente Médio; da Catalunha e do País Basco, na Espanha; da Somalilândia, na África Subsaariana; de Taiwan, na China; entre muitos outros casos.

O país mais jovem do mundo, ou seja, aquele que mais recentemente conseguiu a sua independência, foi o Sudão do Sul, que se emancipou do Sudão em 2011. Com isso, além da liberdade em relação ao desenvolvimento de seu governo, ele possui direitos e deveres impostos sobre os seus cidadãos, incluindo o monopólio do uso da força pelo Estado.

Qual é a diferença entre país, Estado e nação?
O Estado – com E maiúsculo e diferente do estado relativo à “província” ou “unidade federativa – é geralmente confundido com o conceito de país ou com o de nação.

Uma nação é a identificação de um povo aglutinado em torno de uma cultura específica e, quase sempre, um tronco linguístico. Já o Estado é a instituição pública, gerida por um governo, que tem a responsabilidade de administrar legalmente um território. O termo país, por sua vez, faz referência a todo o conjunto de elementos naturais e humanos que compõem esse território, incluindo o Estado, todas as nações que residem nessa área e todos os aspectos geográficos.

Coordenadas Geográficas

Coordenadas Geográficas

Coordenadas Geográficas

Coordenadas Geográficas são linhas imaginárias que cortam o planeta Terra nos sentidos horizontal e vertical, servindo para a localização de qualquer ponto na superfície terrestre.

A distância das coordenadas geográficas são medidas em graus, minutos e segundos. Um grau corresponde a 60 minutos, e um minuto corresponde a 60 segundos.

Dessa maneira, temos dois tipos de coordenadas geográficas:

Latitude: São as linhas que tracejam a Terra no sentido horizontal, também conhecidas como paralelas. O círculo máximo da esfera terrestre, na horizontal, é chamado de Equador. O Equador corresponde à latitude 0°, dividindo o planeta em hemisférios Norte e Sul. As latitudes variam de 0 a 90°, tanto ao Norte quanto ao Sul. A latitude, além de servir para localização geográfica, é uma variável importante para estudar os tipos de clima da Terra, pois a incidência de raios solares no planeta é maior nos lugares com latitudes menores, isto é, mais próximas à linha do Equador.

Longitude: São as coordenadas geográficas que cortam a Terra no sentido vertical, também conhecidas como Meridianos. A distância das longitudes varia de 0° a 180°, nos sentidos Leste e Oeste. Como padronização internacional, adotou-se o Meridiano de Greenwich como ponto de partida, a longitude de 0°. Assim, tal meridiano divide a Terra em Ocidental (a Oeste) e Oriental (a leste). Foi a partir das longitudes que se criaram os fusos horários. Todos os meridianos se encontram e se cruzam nos polos Norte e Sul.

Geografia Ambiental

Geografia Ambiental

Geografia Ambiental
A Geografia Ambiental interessa-se pelos estudos acerca do meio ambiente e da preservação da natureza, configurando-se como uma área essencialmente interdisciplinar.

A Geografia Ambiental é a área dos estudos geográficos que se preocupa em compreender a ação do homem sobre a natureza, produzindo o seu meio de vivência e a sua transformação. Nesse sentido, também é objetivo desse ramo do saber o conhecimento a respeito das consequências dessas ações antrópicas e dos efeitos da natureza sobre as atividades socioespaciais.

A principal ênfase dos estudos ambientais na Geografia refere-se aos temas concernentes à degradação e aos impactos ambientais, além do conjunto de medidas possíveis para conservar os elementos da natureza, mantendo uma interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento, como a Biologia, a Geologia, a Economia, a História e muitas outras.

Nesse sentido, o principal cerne de estudos é o meio ambiente e as suas formas de preservação. Entende-se por meio ambiente o espaço que reúne todas as coisas vivas e não vivas, possuindo relações diretas com os ecossistemas e também com as sociedades. Com isso, fala-se que existe o ambiente natural, aquele constituído sem a intervenção humana, e o ambiente antropizado, aquele que é gerido no âmbito das práticas sociais.

De um modo geral, é possível crer que o mundo e os fenômenos que nele se manifestam são resultados do equilíbrio entre os mais diversos eventos. Desse modo, alterar o equilíbrio pode trazer consequências severas para o meio ambiente, de forma que se tornam preocupantes determinadas ações humanas, como o desmatamento, a poluição e a alteração da dinâmica dos ecossistemas.

Nesta seção você encontrará uma gama variada de textos sobre o meio ambiente, incluindo temas como o efeito estufa, os diversos tipos de poluição, o debate sobre o aquecimento global, as condições de preservação e recuperação dos biomas, as conferências e ações para a resolução de problemas ambientais e climáticos, entre outros.

Conceitos Básicos de Cartografia

Conceitos Básicos de Cartografia

Conceitos Básicos de Cartografia

A cartografia, como sabemos, é a área do conhecimento responsável pela elaboração e estudo dos mapas e representações cartográficas em geral, incluindo plantas, croquis e cartas gráficas. Essa área do conhecimento é de extrema utilidade não só para os estudos em Geografia, mas também em outros campos, como a Historia e a Sociologia, pois, afinal, os mapas são formas de linguagem para expressar uma dada realidade.

Existem, dessa forma, alguns conceitos básicos de Cartografia que nos permitem entender os elementos dessa área de estudos com uma maior facilidade. Saber, por exemplo, noções como as de escala, legenda e projeções auxilia-nos a identificar com mais facilidade as informações de um mapa e as formas utilizadas para elaborá-lo.

Confira, a seguir, um resumo dos principais conceitos da Cartografia:

Mapa – um mapa é uma representação reduzida de uma dada área do espaço geográfico. Um mapa temático, por sua vez, é uma representação de um espaço realizada a partir de uma determinada perspectiva ou tema, que pode variar entre indicadores sociais, naturais e outros.

Plantas – representação cartográfica realizada a partir de uma escala muito grande, ou seja, com uma área muito pequena e um nível de detalhamento maior. É muito utilizada para representar casas e moradias em geral, além de bairros, parques e empreendimentos.

Croqui – é um esboço cartográfico de uma determinada área ou, em outras palavras, um mapa produzido sem escala e sem os procedimentos padrões na sua elaboração, servindo apenas para a obtenção de informações gerais de uma área.

Escala – é a proporção entre a área real e a sua representação em um mapa. Geralmente, aparece designada nos próprios mapas na forma numérica e/ou na forma gráfica.

Legenda – é a utilização de símbolos em mapas para definir algumas representações e está sempre presente em mapas temáticos. Alguns símbolos cartográficos e suas legendas são padronizados para todos os mapas, como o azul para designar a água e o verde para indicar uma área de vegetação, entre outros.

Orientação – é a determinação de ao menos um dos pontos cardeais, importante para representar a direção da área de um mapa. Alguns instrumentos utilizados na determinação da orientação cartográfica são a Rosa dos Ventos, a Bússola e o aparelho de GPS.

Projeções Cartográficas – são o sistema de representação da Terra, que é geoide e quase arredondada, em um plano, de forma que sempre haverá distorções. No sistema de projeções cartográficas, utiliza-se a melhor estratégia para definir quais serão as alterações entre o real e a representação cartográfica com base no tipo de mapa a ser produzido.

Hipsometria – também chamada de altimetria, é o sistema de medição e representação das altitudes de um determinado ambiente e suas formas de relevo. Portanto, um mapa hipsométrico ou altimétrico é um mapa que define por meio de cores e tons as diferenças de altitude em uma determinada região.

Latitude – é a distância, medida em graus, entre qualquer ponto da superfície terrestre e a Linha do Equador, que é um traçado imaginário que se encontra a uma igual distância entre o extremo norte e o extremo sul da Terra.

Longitude

Longitude – é a distância, medida em graus, entre qualquer ponto da superfície terrestre e o Meridiano de Greenwich, outra linha imaginária que é empregada para definir a separação dos hemisférios leste e oeste.

Paralelos

Paralelos – são as linhas imaginárias traçadas horizontalmente sobre o planeta ou perpendiculares ao eixo de rotação terrestre. Os principais paralelos são a Linha do Equador, os Trópicos de Câncer e Capricórnio e os Círculos Polares Ártico e Antártico. Todo paralelo da Terra possui um valor específico de latitude, que pode variar de 0º a 90º para o sul ou para o norte.

Meridianos

Meridianos – são as linhas imaginárias traçadas verticalmente sobre o planeta ou paralelas ao eixo de rotação terrestre. O principal meridiano é o de Greenwich, estabelecido a partir de uma convenção internacional. Todo meridiano da Terra possui um valor específico de longitude, que pode variar entre 0º e 180º para o leste ou para o oeste.

Coordenadas Geográficas

Coordenadas Geográficas – é a combinação do sistema de paralelos e meridianos com base nas longitudes e as latitudes para endereçar todo e qualquer ponto da superfície terrestre.

Curvas de Nível

Curvas de Nível – é uma linha ou curva imaginária que indica os pontos e áreas localizados sob uma mesma altitude e que possui a sua designação altimétrica feita por números representados em metros.

#Aerofotogrametria

Aerofotogrametria – é o registro de imagens a partir de fotografias áreas, sendo muito utilizado para a produção de mapas.

SIG

SIG – sigla para “Sistemas de Informações Geográficas”, é o conjunto de métodos e sistemas que permitem a análise, coleta, armazenamento e manipulação de informações sobre uma dada área do espaço geográfico. Utiliza, muitas vezes, técnicas e procedimentos tecnológicos, incluindo softwares, imagens de satélite e aparelhos eletrônicos em geral.