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Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

O ambiente marinho, também denominado de talassociclo, representa o conjunto de ecossistemas de água salgada, abrangendo aproximadamente 70% da superfície do planeta, sendo considerado o maior ambiente da biosfera. 

Contudo, mesmo diante de tamanha magnitude, possui uma baixa biodiversidade em relação ao número de espécies em comparação à totalidade do ambiente terrestre. Porém, com significativa quantidade e distribuição de organismos, por exemplo, a população de algas. 

Uma das explicações para essa diferenciação, diante o surgimento da vida na água, provavelmente estaria associado à considerável estabilidade térmica do meio aquático durante os processos evolutivos, apresentando temperaturas mais contínuas em vista das frequentes oscilações em certas faixas continentais. 

Tal influência climática, desde o pretérito até a presente data, circunstancia de forma direta e acumulativa transformações na morfologia e fisiologia dos organismos, refletindo a estrutura populacional, ou seja, a manifestação ambiental provocando a incidência de novas condições sobre o arranjo molecular (genético) de um ser vivo, tendo que se adaptar ou desenvolver características diversificadas (mutações), favorecendo com o tempo o aparecimento de novas espécies. 

Desta forma, há bilhões de anos, os oceanos certamente abrigavam uma concentração de organismos, que a partir das gradativas alterações físico-químicas do meio (harmonização) mantiveram um padrão biológico contínuo. Enquanto no meio terrestre, os organismos que foram “saindo” da água passaram e ainda passam por uma pressão de adaptação proporcional aos efeitos abióticos, resultando atualmente em uma maior biodiversidade. 

Isso significa dizer que, durante a evolução, a dinamização das condições ambientais teria ocasionado momentos distintos de adaptação e seleção de espécies, primeiramente se desenvolvendo na água e posteriormente na terra, com a introdução do fator biótico.

Fontes Alternativas de Energia

Fontes Alternativas de Energia


Um dos recursos minerais mais importantes do mundo e que está com o fim mais próximo é o petróleo, embora não seja a única fonte de energia, os países têm uma preocupação muito grande, porque é essa que mantém o desenvolvimento econômico e tecnológico, além de oferecer qualidade de vida às pessoas.

Todos sabem da limitação dos recursos, diante disso foram criadas fontes alternativas como:

Energia Biológica

São energias que se originam da biomassa ou de microrganismo, a biomassa são fontes de extração de energia (cana, eucalipto etc.).

O uso desse tipo de energia será uma tendência mundial, a energia de origem orgânica é baseada na biotecnologia.


Biogás

Gás liberado na decomposição de elementos orgânicos (ex. lixo, esterco, palha etc.) e o biodigestor transforma esses resíduos em gás. A produção de biogás é interessante por dois motivos, diminui a quantidade de resíduos no ambiente e é pouco poluidor.

Álcool e Óleos vegetais

O álcool, importante combustível da atualidade, pode ser extraído de vários vegetais (cana, beterraba, cevada, batata, mandioca, girassol, eucalipto etc.), pode ser utilizado de várias formas, mas seu destaque maior é como combustível, que passou a ser utilizado nos automóveis a partir da década de 1970, é bom ressaltar que essa é uma tecnologia brasileira

Atualmente, apenas Brasil e Rússia estão utilizando o álcool como combustível, o Brasil com a cana extrai o etanol, a Rússia com o eucalipto extrai o metanol.

Algumas alternativas de geração de combustíveis podem ser mais promissoras do que o próprio álcool, como é o caso dos óleos que são extraídos de vegetais (mamona, babaçu, dendê, soja, algodão, girassol, amendoim entre outros). O desenvolvimento dessas tecnologias nos últimos anos tem sido deixado de lado por falta de investimentos, o óleo vegetal é mais calorífero que o álcool, assim poderia facilmente substituir o diesel, a gasolina e o querosene, que são combustíveis de fontes limitadas. No mundo essa alternativa energética ainda foi pouco difundida, mas isso é uma questão de tempo.

Energia Solar e Hidrogênio

Os raios solares que incidem na terra possuem uma quantidade incrível de energia, com isso alguns estudos revelam que os raios poderiam produzir muito mais energia do que todas hidrelétricas e termoelétricas do mundo, o problema é que ainda não se sabe como canalizar e armazenar essa energia.

Em países como Alemanha, o governo destina incentivos às residências que instalam coletores solares.

Outra fonte que anda em fase de aprimoramento é a energia de hidrogênio, que produz poucos resíduos e a baixo custo, estima-se que no final dessa década já tenha carros disponíveis com motores movidos a hidrogênio.

Marés, Ventos e Energia Geotérmica

O movimento das marés (movimento das águas) move turbinas que podem gerar energia, esse recurso é utilizado em países como Japão e França.

A energia eólica é uma fonte de energia conhecida há muitos anos, pois foi utilizada para mover moinhos, no mundo existem cerca de 30 mil geradores de energia eólica.

A energia geotérmica é extraída do calor vindo do interior da terra, os EUA, Itália e Japão produzem energia dessa natureza, mas esse tipo só é possível em lugares que possuem vulcões ou áreas de concentração de placas litosféricas.

Em países como a Islândia, os gêiseres são aproveitados, são águas quentes que saem interior da Terra que também geram energia geotérmica. 

Agentes poluidores do ar, Causas e Consequências

Agentes poluidores do ar, Causas e Consequências

AGENTES POLUIDORES DO AR, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS
Entre os principais agentes poluidores do ar, os poluentes provenientes  dos veículos automotivos e das indústrias se destacam. A poluição do ar designada por mudanças na composição atmosférica natural que podem causar danos à saúde dos seres vivos e prejuízos aos demais recursos naturais. Trata-se de uma ocorrência cada vez mais comum nos grandes centros urbanos e leva ao desenvolvimento de problemas graves de saúde para o homem, além de prejudicar a fauna e a flora de uma região e ser responsável até mesmo pela deterioração de monumentos e outras obras.

Qualquer substância que esteja no ar e seja capaz de torná-lo impróprio e prejudicial à saúde é chamada de poluente atmosférico. Dentre as principais fontes de emissão de poluentes, podemos destacar as indústrias, a queima de lixo, os veículos automotores e aviões. Vale destacar que alguns processos naturais levam à emissão de poluentes, como é o caso das erupções vulcânicas, tempestades de areia e incêndios florestais não criminosos.

As fontes de emissão de poluentes podem ser classificadas em móveis ou fixas. As fontes móveis são aquelas que estão em movimento, como é o caso dos carros e aviões. Já as fontes fixas são aquelas que não se locomovem, liberando poluentes sempre de um local específico, como é o caso das indústrias e vulcões.

Podemos classificar os agentes poluidores do ar em dois grupos principais: os primários e os secundários. Enquanto os primários saem diretamente da fonte emissora, aqueles poluentes que são formados pela interação entre componentes naturais e poluentes primários recebem a denominação de secundários. Veja o quadro a seguir:

POLUENTES ATMOSFÉRICOS
Poluentes primários
Efeitos
Emissão
Material particulado – Poeira, fumaça.
Podem causar nos seres humanos dificuldades respiratórias, irritação, asma e bronquite.
Queima de combustíveis, tempestades de areia e chaminés de indústrias.
Monóxido de carbono (CO)
Apresenta grande toxicidade para os seres humanos, causando a redução da oxigenação do sangue e afetando o sistema nervoso.
Queima de combustíveis fósseis e incêndios.
Dióxido de carbono (CO2)
Acentua o efeito estufa.
Queima de combustíveis fósseis e respiração de seres vivos.
Provoca doenças cardiovasculares e respiratórias.
Queima de combustível que possui enxofre, como o óleo diesel e a gasolina.
Óxidos de nitrogênio (NOx)
Provocam danos ao sistema respiratório.
Queima de combustíveis fósseis e liberação por vulcões e queimadas.
Poluentes secundários
Efeitos
Emissão
Ozônio (O3)
Quando encontrado na faixa baixa da atmosfera, é tóxico, provocando irritação nos olhos e problemas respiratórios.
Reação entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis na presença de luz solar.
Ácido sulfúrico (H2SO4)
Responsável pela formação da chuva ácida.
Reação entre o SO3 e o vapor de água


Os problemas gerados pela poluição atmosférica causam o aumento da incidência de doenças respiratórias e cardiovasculares na população, acidificação de rios e florestas, diminuição da visibilidade, aumento da formação de neblina, chuvas ácidas, intensificação do efeito estufa e destruição da camada de ozônio. É de fundamental importância que os níveis de poluentes sejam constantemente monitorados a fim de evitar o agravamento de quadros de poluição. A criação de leis severas para tratar da eliminação de poluentes e a conscientização da população sobre a importância de evitar o lançamento de substâncias tóxicas podem mudar o triste quadro que vivemos atualmente.

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Poluição do Solo e Poluição Biológica


Poluição do Solo e Poluição Biológica

Poluição do Solo e Poluição BiológicaRemoção da Cobertura Vegetal: A remoção da cobertura vegetal promove a exposição do solo às intempéries. A camada de húmus (terra rica em matéria orgânica em decomposição), que é mais ou menos fina, de acordo com a comunidade, é, então, facilmente removida - no processo chamado lixiviação. O solo fica, dessa forma, estéril, inviabilizando a renovação da vegetação removida. Isso fica extremamente evidente no caso da Amazônia, onde a camada de húmus não ultrapassa 3 cm de espessura e as chuvas são abundantes.

A ausência de vegetação acelera, ainda, o processo de erosão do solo. A chuva arrasta o solo desprotegido em direção ao leito dos rios, formando enormes crateras (as voçorocas) e levando ao assoreamento dos rios. Nas encostas, a situação pode provocar deslizamentos com graves conseqüências para o homem.

Aterros Sanitários: O lixo urbano constitui um dos principais problemas ecológicos atuais. Na sua maioria, o lixo é composto por matérias orgânicas biodegradáveis, oriundas de restos de alimentos. Além disso, há substâncias não biodegradáveis presentes no lixo, como plásticos e vidros. O lixo atrai ratos, moscas e baratas. Muitos desses animais, especialmente os ratos e suas pulgas, são vetores (transmissores) de várias doenças, como a peste bubônica e a leptospirose. Outro inconveniente do lixo é o de sofrer um processo de liquefação quando decomposto, formando um caldo escuro e ácido, denominado chorume. Nos grandes lixões e aterros sanitários esse líquido se infiltra pelo solo, podendo atingir o lençol freático, contaminando lagos, rios ou mesmo ou mar. No Rio de Janeiro, os depósitos de lixo da Baixada Fluminense e do Caju lançam toneladas de chorume na baía de Guanabara.

Poluição BiológicaPoluição por Substâncias Radioativas - Atualmente existe uma enorme preocupação com relação às substâncias radioativas. Além dos possíveis acidentes nucleares, o lixo radioativo constitui-se de um enorme problema. Muito frequentemente dejetos radioativos são acondicionados em containers e lançados no mar, em suas regiões mais profundas. Existe, porém, risco de vazamento de substâncias radioativas para o meio. A radiação é muito perigosa, como todos sabem, devido ao seu alto poder mutagênico. Além disso, a percepção da contaminação é difícil, uma vez que ela não tem cheiro, cor ou gosto.


Poluição Biológica

A intervenção do homem nos ecossistemas naturais vem também causando o descontrole nos equilíbrios populacionais. Inúmeros exemplos, como o uso de defensivos agrícolas (que exterminam predadores naturais e selecionam espécies resistentes), a introdução de espécies em ecossistemas isolados (a Austrália é um bom exemplo). As atividades humanas estão reduzindo enormemente a diversidade de espécies de organismos vivos encontrados em nosso planeta (chamada de biodiversidade). Milhares de espécies de animais, plantas e outros seres vivos já foram extintos pela ação direta ou indireta do ser humano. Mais importante do que a ação predatória direta do homem, é a destruição dos ecossistemas naturais, substituídos por pastagens e lavouras, que leva inúmeras espécies de macro e microorganismos à extinção. Isso representa não só uma perda de valores espirituais, estéticos e turísticos, mas também ao desaparecimento de fontes de novos remédios, substancias químicas e alimentos produzidos por esses organismos, os quais são destruídos antes mesmo de serem conhecidos e utilizados pelo ser humano. O estabelecimento de reservas, áreas de preservação e uso mais racional dos ecossistemas é fundamental para a preservação da biodiversidade.

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Floresta Amazônica e a Mata Atlântica

Floresta Amazônica e a Mata Atlântica

Floresta Amazônica

Floresta AmazônicaA flora amazônica ainda é praticamente desconhecida, com um fantástico potencial de plantas utilizáveis para o paisagismo, e é constituída principalmente de plantas herbáceas de rara beleza, pertencentes às famílias das Araceæ, Heliconiaceæ, Marantaceæ, Rubiaceæ, entre outras. Essa flora herbácea, alem do aspecto ornamental, seja pela forma ou pelo colorido da inflorescência, desempenha vital função no equilíbrio do ecossistema.

Como exemplo, temos as helicônias,com uma grande variedade de espécies com coloridas inflorescências. São de presença marcante nas nossas matas úmidas e tem uma importante função no equilíbrio ecológico. No continente americano, as helicônias são polinizadas exclusivamente pelos beija-flores que, por sua vez são os maiores controladores biológicos do mosquito palha Phletbotomus, transmissor da leishmânia, muito abundante na amazônia desmatada. A alimentação dos beija-flores chega a ser de até 80% de néctar das helicônias na época da floração das espécies.

Com poucas espécies herbáceas e a grande maioria com espécies de grande porte, as palmeiras tem uma exuberante presença nas matas ribeirinhas, alagadas e nas serras, formando um destaque especial na paisagem amazônica. Muitas palmeiras amazônicas, como tucumã, inajá, buritirana, pupunha, caioué e outras espécies de classificação desconhecida foram muito pouco ou nada utilizadas para o paisagismo.

Floresta AmazônicaQuanto às árvores, o vastíssimo mar verde amazônico tem um número incalculável de espécies. Algumas delas, endêmicas em determinadas regiões da floresta foram ou estão sendo indiscriminadamente destruídas, sem que suas propriedades sejam conhecidas. Dentre as árvores mais conhecidas utilizáveis para o paisagismo, estão o visgueiro, os ingás, a sumauma, muitas espécies de figueiras, os taxizeiros, a moela de mutum, a seringueira e o bálsamo.

Crescendo sob as árvores amazônicas, encontram-se plantas epífitas, como: bromélias, orquídeas, imbés e cactos. Essas plantas são importantes para a fauna que vive exclusivamente nos galhos e copas das árvores. Dentre os animais que se integram na comunidade epífita, temos os macacos, os saguis. as jaguatiricas, os gatos-do-mato, lagartos, araras, papagaios, tucanos e muitos outros que se especializaram nesse habitat, acima do solo. Com o corte das árvores, as epífitas desaparecem e, com elas, toda a fauna associada.

Floresta AmazônicaMuitas dessas plantas epífitas de rara beleza foram muito bem retratadas pela pintora Margaret Mee, durante as várias excursões que realizou na floresta amazônica. Outrora abundantes em determinadas regiões, hoje grande parte dessas plantas se encontra em populações reduzidas.

Certamente a região amazônica tem um gigantesco potencial madeireiro, de plantas utilizáveis para o paisagismo e de espécies vegetais com substâncias para uso medicinal. Mas é necessário que tais recursos sejam mantidos de forma renovável. A floresta amazônica ensina que o extrativismo indiscriminado apenas desedifica, pois ela é mantida pela camada de húmus em um solo fresco, muitas vezes arenoso.

Portanto, é imprescindível utilizar a floresta de uma forma racional. Explorando-a, mas renovando-a com as mesmas espécies nativas; e, principalmente, preservando as regiões de santuários de flora e fauna, que muito valerão, tanto no equilíbrio ecológico, quanto no regime de chuvas e na utilização para o turismo.

Floresta Atlântica

Floresta Atlântica Floresta Atlântica


Esta parte considerável da natureza brasileira é notadamente uma floresta de altitude. Localizando-se principalmente ao longo das serras do Mar e da Mantiqueira, a Mata Atlântica outrora seguia paralelamente ao mar que lhe deu o nome, desde o Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte. Hoje, estima-se que exista menos de 10% de sua cobertura original. Parte de sua área devastada foi recomposta com cobertura terciária, como é o caso de algumas regiões urbanas, usando principalmente vegetais importados.

Floresta AtlânticaDesde o descobrimento, a Mata Atlântica vem sendo devastada por vários interesses, entre eles o colonialista. Inicialmente foi a extração do Pau-Brasil e de madeiras nobres, em seguida os cultivos de cana-de-açúcar e de café paralelamente à extração vegetal, tanto para uso em construção e mobiliário quanto para a produção de carvão. A formação de pastagens foi um passo adiante. Tudo isso fez com que muitos vegetais nativos desaparecessem, sem que qualquer estudo tenha sido realizado a respeito. Além disso, durante esse período muitos animais foram extintos.

Floresta AtlânticaOs primeiros naturalistas estrangeiros que vieram ao Brasil, percorreram em expedições algumas partes da Mata Atlântica, com a finalidade de estudar a flora, a fauna e os costumes indígenas, e ficaram maravilhados com a densidade e abundância de plantas e animais que encontraram. Mas, durante séculos, nada foi feito para preservar este patrimônio. Atualmente, as reservas existentes são insuficientes para preservação, principalmente da fauna.

Estudos recentes mostram que na Mata Atlântica ainda são descobertas espécies vegetais não catalogadas no meio científico. A preservação da pequena e isolada fauna, como também o que resta da cobertura vegetal, depende fundamentalmente de uma rígida fiscalização, de programas educacionais e de uma regulamentação oficial. A Mata Atlântica, apesar de tudo, ainda tem muito a oferecer às gerações atuais e futuras, desde que tenha uma utilização racional e controlada, essencialmente voltada para o turismo e lazer.

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Caatinga, Bioma Exclusivamente Brasileiro

Caatinga, Bioma Exclusivamente Brasileiro

#Caatinga, Bioma Exclusivamente BrasileiroTomando-se por base os tipos mais gerais, pode-se dizer que a caatinga é constituída por elementos lenhosos que perdem as folhas na estação seca e se acham mais ou menos dispersos num solo em geral raso e quase sempre pedregoso. Essa zona fitogeográfica nordestina alcança o norte de Minas Gerais, Tocantins e o sul do Maranhão, cobrindo uma área de cerca de 800.000km2.

O calor abrasante, os solos crestados e as plantas em geral retorcidas são elementos indissociáveis da paisagem da caatinga, tipo de vegetação característico do Nordeste brasileiro, com grande variedade de aspectos em sua composição heterogênea.

É grande a correlação da caatinga com o clima, ao qual se deve atribuir a maior parte de suas características. Em quase toda a área da caatinga está presente o clima quente e semi-árido (Bsh na classificação de Köppen). A estação seca, que se faz sentir pela intensidade e duração irregular, não raro se prolonga por vários meses.

A esse fenômeno está ligada a característica mais acentuada e geral da caatinga: a perda total das folhas na estação seca. A pequenez das folhas e sua mobilidade, a grande ramificação desde a parte inferior do tronco (o que dá às árvores aparência arbustiva) e a frequência de plantas espinhentas (a faveleira tem espinhos até nas folhas) são outros testemunhos da adaptação ao meio hostil.

Algumas espécies procuram defender-se da seca armazenando água em seus tecidos, como ocorre com as plantas suculentas. Cactáceas, bromeliáceas e outras xerófilas podem ou não ocorrer, conforme as condições locais. As variações fisionômicas verificam-se não só em diferentes áreas, como também num mesmo local, gerando profundos contrastes de paisagem entre as épocas secas e as chuvosas.

Dentre as árvores que ocorrem na caatinga, são predominantes o pereiro (Aspidosperma pyrifolium), a faveleira (Jatropha phyllacantha), a baraúna (Schinopsis brasiliensis), a aroeira (Schinus sp.), o angico (Piptadenia macrocarpa), a quixabeira (Bumelia sartorum), a oiticica (Licania rigida).

O juazeiro (Zizyphus juazeiro) é conhecido por conservar suas folhas mesmo nas grandes secas. As cactáceas mais freqüentes são o mandacaru (Cereus jamacuru), o facheiro (Cereus squamosus), o xique-xique (Pilocereus gounellei), o quipá (Opuntia sp.) e a coroa-de-frade (Melocactus bahiensis). Dentre as bromeliáceas, sobretudo nas caatingas mais secas, destaca-se a macambira (Bromelia laciniosa).

#Caatinga, Bioma Exclusivamente Brasileiro

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Como se Preparar Para Concursos na Área Ambiental


Como se Preparar Para Concursos na Área Ambiental

Como se Preparar Para Concursos na Área AmbientalOs concursos da área ambiental não exige, em princípio, formação específica, desde que o candidato possua os conhecimentos necessários. A área está em franca expansão, e são esperadas muitas oportunidades de concurso.

Com o crescimento econômico do país, torna-se cada vez mais necessária uma gestão ambiental eficiente. O incremento de obras e projetos decorrentes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da perspectiva dos grandes eventos internacionais esperados no país exige resposta dos órgãos responsáveis pelo controle e licenciamento ambiental, a fim de que não seja criado um gargalo indesejável à execução dos projetos.

O Ibama é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e tem, entre suas atribuições, executar ações das políticas nacionais de meio ambiente, relativas ao licenciamento ambiental, e à fiscalização, monitoramento e controle ambiental.

Mas não é só o Ibama que compõe as oportunidades de vagas para quem deseja trabalhar na área. Toda a estrutura do Ministério do Meio Ambiente precisa suprir seus quadros. É o caso também da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), além das secretarias estaduais e municipais de todo o país.

A boa notícia é que está tramitando no Senado o projeto de lei 60/2011, que teve origem no Projeto de Lei 5894/09, do Executivo, já aprovado na Câmara e que transforma 2.535 cargos vagos nos Ministérios da Saúde e do Trabalho em mil cargos de analista no Ministério do Meio Ambiente, distribuídos entre o Ibama e o ICMBio. É razoável concluir que, mais cedo ou mais tarde, esses cargos serão preenchidos e isso só poderá acontecer por meio de concurso público.

Além da esfera federal, há ainda as Secretarias Estaduais e Municipais de Meio Ambiente, que também precisam de servidores com conhecimento específico na área.

Como estudar
Assim, para quem deseja fazer uma preparação antecipada para a área federal, uma boa aposta seria iniciar os estudos pelas matérias básicas: português, informática, direito constitucional (atenção especial aos artigos 225 e 231) e direito administrativo, esta última incluindo as leis 8.112/90 (Regime Jurídico dos Servidores Civis da União); 8.666/93 (licitações e contratos da administração pública); 9.784/99 (processo administrativo no âmbito da administração pública federal); e o decreto 1.171/94 (Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal).

Na parte referente à área ambiental, vale antecipar o estudo da legislação federal, em especial a relacionada aos grandes tópicos da área: política nacional do meio ambiente (leis 6.938/81, 10.165/2000, 10.410/2002 e decretos 99.274/9 e 6.099/2007), educação ambiental (lei 9.795/99), código florestal (lei 4.771/65 e alterações), sistema nacional de unidades de conservação (lei 9.985/2000 e decretos 4.340/2002 e 5.566/2005), mata atlântica (lei 11.428/2006), política nacional de recursos hídricos (lei 9.433/1997), proteção à fauna (lei 5.197/67), crimes ambientais (lei 9.605/98 e decreto 6.514/2008), código de pesca (decreto-lei 221/67 e alterações), agrotóxicos (lei 7.802/89 e alterações), poluição em águas (lei 9.966/2000 e decreto 4.136/2002), gestão de florestas públicas (lei 11.284/2006 e resolução Conama 379/06), áreas de preservação permanente (resoluções Conama 302/02, 303/02 e 369/06), plano nacional de gerenciamento costeiro (lei 7.661/88), poluição de águas (lei 9.966/2000 e decreto 4.136/2002) e poluição por veículos automotores (lei 8.723/93).

Costuma haver, ainda, legislação e matérias específicas para cada cargo, que variam conforme a área de atuação escolhida, como fiscalização, gestão e conservação. É o caso das resoluções do Conama, Ibama e Ministério do Meio Ambiente, que são aplicadas a uma ou outra área de atuação. No caso de concurso para a ANA, por exemplo, há legislação relacionada aos recursos hídricos.

Para os concursos estaduais e municipais, a base de estudo é a mesma, sendo que a legislação específica vai variar de acordo com o estado ou município em questão.

O próximo edital pode trazer surpresas, mas a maior parte do conteúdo deverá ser mantida, porque se refere a conhecimento diretamente ligado à atividade de analista do meio ambiente. Ajustes após o edital fazem parte da rotina de quem estuda com antecedência mas, ainda assim, o candidato tem a vantagem de ter domínio sobre a maior porção da matéria que será cobrada.

Fonte: www.klimanaturali.org

Crise Ambiental e Consciência Ecológica

Crise Ambiental e Consciência Ecológica

Crise Ambiental e Consciência EcológicaDesde a década de 70 a humanidade vem tomando consciência de que existe uma crise ambiental planetária. Não se trata apenas de poluição de áreas isoladas, mas de uma real ameaça à sobrevivência dos seres humanos, talvez até de toda a biosfera. O notável acúmulo de armamentos nucleares nas décadas de 50, 60 e 70 ocasionou um sério risco de extermínio, algo que nunca tinha sido possível anteriormente. A multiplicação de usinas nucleares levanta o problema do escape de radiatividade para o meio ambiente e coloca a questão do que fazer com o perigoso lixo atômico. O acúmulo de gás carbônico também na atmosfera representa um risco de catástrofe, pois ocasiona o crescimento do efeito estufa, que eleva as médias térmicas da maior parte dos climas do planeta.

Muitos outros problemas ambientais podem ser lembrados. Um deles é a contaminação de alimentos por produtos químicos nocivos à saúde humana, como agrotóxicos, adubos químicos, hormônios e medicamentos aplicados comumente ao gado para que ele cresça mais rapidamente ou não contraia doenças. Podemos acrescentar ainda a crescente poluição dos oceanos e mares, o avanço da desertificação, o desmatamento acelerado das últimas grandes reservas florestais originais do planeta (Amazônia, bacia do rio Congo e Taiga), a extinção irreversível de milhares ou até milhões de espécies vegetais e animais, etc.

Podemos falar numa consciência ecológica da humanidade em geral, embora com diferente ritmos - mais avançada no Norte e mais tardia nos países subdesenvolvidos - , que se iniciou por volta da década de 70 e cresce a cada ano. Trata-se da consciência de estarmos todos numa mesma “nave espacial”, o planeta Terra, o único que conhecemos que possibilitou a existência de uma biosfera. Trata-se ainda da consciência de que é imperativo para a própria sobrevivência da humanidade modificar o nosso relacionamento com a natureza. A natureza deixa aos poucos de ser vista como mero recurso inerte e passa a ser encarada como um conjunto vivo do qual fazemos parte e com o qual temos que procurar viver em harmonia.

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Questões Ambientais Relacionadas a Nova Ordem Mundial

Questões Ambientais Relacionadas a Nova Ordem Mundial

Questões Ambientais Relacionadas a Nova Ordem MundialNa ordem mundial bipolar a questão ambiental era considerada secundária. Somente os movimentos ecológicos e alguns cientistas alertavam a humanidade sobre os riscos de catástrofes ambientais. Mas a grande preocupação dos governos - e em especial da grandes potências mundiais - era com a guerra fria, com a oposição entre o capitalismo e o socialismo. O único grande risco que parecia existir era o da Terceira Guerra Mundial, uma guerra atômica entre as superpotências de então. Mas o final da bipolaridade e da guerra fria veio alterar esse quadro. Nos anos 90 a questão do meio ambiente torna-se essencial nas discussões internacionais, nas preocupações dos Estados - e principalmente dos grandes centros mundiais de poder - quanto ao futuro.

Já antes do final dos anos 80 percebia-se que os problemas ecológicos começavam a preocupar as autoridades soviéticas, norte-americanas e outras, mas sem ganharem muito destaque, Houve em 1972, na Suécia, a Primeira Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, promovida pela ONU e com a participação de dezenas de Estados. Naquele momento, a questão ambiental começava a se tornar um problema oficial e internacional. Mas foi a Segunda Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente, a ECO-92 ou RIO-92, realizada no Brasil vinte anos depois da primeira, que contou com maior número de participantes (quase cem Estados-nações) e os governos enviaram não mais técnicos sem poder de decisão, como anteriormente, e sim políticos e cientistas de alta expressão em seus países. Isso porque essa segunda conferência foi realizada depois do final da guerra fria e o desaparecimento da “ameaça comunista” veio colocar a questão ambiental como um dos mais importantes riscos à estabilidade mundial na nova ordem. Além disso, os governos perceberam que as ameaças de catástrofes ecológicas são sérias e precisam ser enfrentadas, e que preservar um meio ambiente sadio é condição indispensável para garantir um futuro tranquilo para as novas gerações.

Mas a problemática ambiental suscita várias controvérsias e oposições. Os países ricos voltam suas atenções para queimadas e os desmatamentos nas florestas tropicais, particularmente na floresta Amazônica, a maior de todas. Já os países pobres, e em particular os que têm grandes reservas florestais, acham natural gastar seus recursos com o objetivo de se desenvolverem. “Se os países desenvolvidos depredaram suas matas no século passado, por que nós não podemos fazer o mesmo agora?”, argumentam. Alguns chegam até afirmar que essa preocupação com a destruição das florestas tropicais ou com outras formas de poluição nos países subdesenvolvidos ( dos rios, dos grandes centros urbanos, perda de solos agrícolas por uso inadequado, avanço da desertificação, etc.) nada mais seria que uma tentativa do Norte de impedir o desenvolvimento do Sul; a poluição e a destruição das florestas, nessa interpretação, seriam fatos absolutamente naturais e até necessários para se combater a pobreza. Outros ainda - inclusive países ricos, como o Japão, a Suécia ou a Noruega - argumentam que é uma incoerência os Estados Unidos pretenderem liderar a cruzada mundial contra a poluição quando são justamente eles, os norte-americanos, que mais utilizam os recursos naturais do planeta.

Todos esses pontos de vista têm uma certeza razão, e todos eles são igualmente limitados ou parciais. Os atuais países desenvolvidos, de fato, em sua maioria depredaram suas paisagens naturais no século passado ou na primeira metade deste, e isso foi essencial para o tipo de desenvolvimento que adotaram: o da Primeira ou da Segunda Revolução Industrial, das indústrias automobilísticas e petroquímicas. Parece lógico então acusar de farsante um país rico preocupado com a poluição atual nos países subdesenvolvidos. Mas existe um complicador aí: é que até há pouco tempo, até por volta dos anos 70, a humanidade não sabia que a biosfera podia ser irremediavelmente afetada pelas ações humanas e existiam muito mais florestas ou paisagens nativas no século passado do que hoje.

Nas últimas décadas parece que o mundo ficou menor e a população mundial cresceu de forma vertiginosa, advindo daí um maior desgaste nos recursos naturais e, ao mesmo tempo, uma consciência de que a natureza não é infinita ou ilimitada. Assim, o grande problema que se coloca nos dias atuais é o de se pensar num novo tipo de desenvolvimento, diferente daquela que ocorreu até os anos 80, que foi baseado numa intensa utilização - e até desperdício - de recursos naturais não renováveis. E esse problema não é meramente nacional ou local e sim mundial ou planetário. A humanidade vai percebendo que é uma só e que mais cedo ou mais tarde terá que estabelecer regras civilizadas de convivência - pois o que prevaleceu até agora foi a “lei da selva” ou a do mais forte - , inclusive com uma espécie de “Constituição” ou carta de gestão do planeta , o nosso espaço de vivência em comum. É apenas uma questão de tempo para se chegar a isso, o que provavelmente ocorrerá no século XXI.

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Problemas Ambientais dos Grandes Centros Urbanos

Problemas Ambientais dos Grandes Centros Urbanos

Problemas Ambientais dos Grandes Centros Urbanos
De modo geral, os problemas ecológicos são mais intensos nas grandes cidade que nas pequenas ou no meio rural. Além da poluição atmosférica, as metrópoles apresentam outros problemas graves:

  • Acúmulo de lixo e de esgotos. Boa parte dos detritos pode ser recuperada para a produção de gás (biogás) ou adubos, mas isso dificilmente acontece. Normalmente, esgotos e resíduos de indústrias são despejados nos rios. Com freqüência esses rios “morrem” (isto é, ficam sem peixe) e tornam-se imundos e malcheirosos. Em algumas cidades, amontoa-se o lixo em terrenos baldios, o que provoca a multiplicação de ratos e insetos.
  • Congestionamentos freqüentes, especialmente nas áreas em que os automóveis particulares são muito mais importantes que os transportes coletivos muitos moradores da periferia das grandes cidades dos países do Sul, em sua maioria de baixa renda, gastam três ou quatro horas por dia só no caminho para o trabalho.
  • Poluição sonora, provocada pelo excesso de barulho (dos veículos automotivos, fábricas, obras nas ruas, grande movimento de pessoas e propaganda comercial ruidosa). Isso pode ocasionar neuroses na população, além de uma progressiva diminuição da capacidade auditiva.
  • Carência de áreas verdes (parques, reservas florestais, áreas de lazer e recreação, etc.). Em decorrência de falta de áreas verdes agrava-se a poluição atmosférica, já que as plantas através da fotossíntese, contribuem para a renovação do oxigênio no ar. Além disso tal carência limita as oportunidades de lazer da população, o que faz com que muitas pessoas acabem passando seu tempo livre na frente da televisão, ou assistindo a jogos praticados por esportistas profissionais (ao invés de eles mesmos praticarem esportes).
  • Poluição visual, ocasionada pelo grande número de cartazes publicitários, pelos edifícios que escondem a paisagem natural, etc.

Na realidade, é nos grandes centros urbanos que o espaço construído pelo homem, a segunda natureza, alcança seu grau máximo. Quase tudo aí é artificial; e, quando é algo natural, sempre acaba apresentando variações, modificações provocadas pela ação humana. O próprio clima das metrópoles - o chamado clima urbano - constitui um exemplo disso. Nas grandes aglomerações urbanas normalmente faz mais calor e chove um pouco mais que nas áreas rurais vizinhas; além disso, nessas áreas são também mais comuns as enchentes após algumas chuvas. As elevações nos índices térmicos do ar são fáceis de entender: o asfaltamento das ruas e avenidas, as imensas massas de concreto, a carência de áreas verdes, a presença de grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera (que provoca o efeito estufa), o grande consumo de energia devido à queima de gasolina, óleo diesel querosene, carvão, etc., nas fábricas, residências e veículos são responsáveis pelo aumento de temperatura do ar. Já o aumento dos índices de pluviosidade se deve principalmente à grande quantidade de micropartículas (poeira, fuligem) no ar, que desempenham um papel de núcleos higroscópicos que facilitam a condensação do vapor de água da atmosfera. E as enchentes decorrem da dificuldade da água das chuvas de se infiltrar no subsolo, pois há muito asfalto e obras, o que compacta o solo e aumenta sua impermeabilização.

Todos esses fatores que provocam um aumento das médias térmicas nas metrópoles somados aos edifícios que barram ou dificultam a penetração dos ventos e à canalização das águas - fato que diminui o resfriamento provocado pela evaporação - conduzem à formação de uma ilha de calor nos grandes centros urbanos. De fato, uma grande cidade funciona quase como uma “ilha” térmica em relação às suas vizinhanças, onde as temperaturas são normalmente menores. Essa “ilha de calor” atinge o seu pico, o seu grau máximo, no centro da cidade.

A grande concentração de poluentes na atmosfera provoca também uma diminuição da irradiação solar que chega até a superfície. Esse fato, juntamente com a fraca intensidade dos ventos em certos períodos, dá origem às inversões térmicas.

O fenômeno da inversão térmica - comum, por exemplo, em São Paulo, sobretudo no inverno - consiste no seguinte: o ar situado próximo à superfície, que em condições normais é mais quente que o ar situado bem acima da superfície, torna-se mais frio que o das camadas atmosféricas elevadas. Como o ar frio é mais pesado que o ar quente, ele impede que o ar quente, localizado acima dele, desça. Assim, não se formam correntes de ar ascendentes na atmosfera. Os resíduos poluidores vão então se concentrando próximo da superfície, agravando os efeitos da poluição, tal como irritação nos olhos, nariz e garganta dos moradores desse local. As inversões térmicas são também provocadas pela penetração de uma frente fria, que sempre vem por baixo da frente quente. A frente pode ficar algum tempo estagnada no local, num equilíbrio momentâneo que pode durar horas ou até dias.

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Recursos Naturais e Conservacionismo

Recursos Naturais e Conservacionismo

Recursos Naturais e ConservacionismoConstituem recursos naturais todos os bens da natureza que o homem utiliza, como o ar, a água e o solo. Costuma-se classificar os recursos naturais em dois tipos principais: renováveis e não renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que, uma vez utilizados pelo homem, podem ser repostos. Por exemplo: a vegetação (com o reflorestamento), as águas em geral (com excesso dos lençóis fósseis ou artesianos), o ar e o solo (que pode ser recuperado através do pousio, da proteção contra erosão, da adubação correta, da irrigação, etc.)

Os recursos naturais não renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos. Exemplos: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o urânio, a bauxita (minério de alumínio), o estanho, etc. Uma vez utilizado o petróleo, por exemplo, através da produção - e da queima - da gasolina, do óleo diesel, do querosene, etc., é evidente que não será possível repor ou reciclar os restos.

Essa separação entre recursos renováveis e não renováveis é apenas relativa. O fato de um recurso ser renovável, ou reciclável, não significa que ele não possa ser depredado ou inutilizado: se houver mau uso ou descuido com a conservação, o recurso poderá se perder. Por exemplo, degradação ou destruição irreversível de solos, desaparecimento de uma vegetação rica e complexa, que e substituída por outra pobre e simples, etc. E mesmo o ar e a água, que são extremamente abundantes, existem em quantidades limitadas no planeta: a capacidade deles de suportar ou absorver poluição, sem afetar a existência da vida, evidentemente não é infinita. Dessa forma, mesmo os recursos ditos renováveis só podem ser utilizados a longo prazo por meio de métodos racionais, com uma preocupação conservacionista, isto é, que evite os desperdícios e os abusos.

Conservacionismo ou conservação dos recursos naturais é o nome que se dá à moderna preocupação em utilizar adequadamente os aspectos da natureza que o homem transforma ou consome. Conservar, nessa caso, não significa guardar e sim utilizar racionalmente. A natureza deve ser consumida ou utilizada para atender às necessidades do presente dos seres humanos, mas levando em conta o futuro, as novas gerações que ainda não nasceram, mas para as quais temos a obrigação de deixar um maio ambiente sadio.

Foi somente a partir da degradação do meio ambiente pelo homem - e da extinção de inúmeras espécies animais e vegetais - que surgiu essa preocupação conservacionista. O intenso uso da natureza pela sociedade moderna colocou, especialmente no nosso século, uma série de interrogações quanto ao futuro do meio ambiente: Quando se esgotarão alguns recursos básicos, como o petróleo ou o carvão? Como evitar a destruição das reservas florestais que ainda restam em nosso planeta e ao mesmo tempo garantir alimentos e recursos para crescente população mundial? O que fazer para que não ocorra a extinção total de certas espécies ameaçadas, como as baleias? Como os países subdesenvolvidos poderão resolver seus problemas de pobreza, fome e subnutrição sem depredar a natureza? O conservacionismo procura responder a essas e outras questões semelhantes conciliando o desenvolvimento econômico com a defesa do meio ambiente, por meio da utilização adequado dos bens fornecidos pela natureza.

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Poluição do Ar na Cidade de São Paulo


Poluição do Ar na Cidade de São Paulo

Poluição do Ar na Cidade de São PauloA Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) registrou ontem qualidade inadequada do ar em 16 das 22 estações medidoras da região metropolitana de São Paulo. As outras seis estações (Santana, Nossa Senhora do Ó, Lapa, Cerqueira César, Guarulhos e Santo André/Capuava) apresentaram qualidade apenas regular do ar. Desde o início do rodízio, em 23 de junho, ontem foi o dia que teve o maior número de estações com qualidade inadequada do ar, segundo a Cetesb.

O recorde anterior eram 11 estações inadequadas, em 16 de julho. "A situação é muito preocupante. Os níveis elevados de poluentes, sobretudo de partículas inaláveis e monóxido de carbono, foram detectados em vários pontos da região metropolitana e não apenas num local", disse Cláudio Alonso, da Cetesb. "Isso quer dizer que mais pessoas estão sendo atingidas por elevados índices de poluição." Em Mauá (região metropolitana), o estado de atenção por excesso do poluente ozônio -que fora declarado segunda-feira- foi suspenso ontem pela Cetesb. De anteontem para ontem, a melhoria da qualidade do ar na cidade foi pouca -passou de má na segunda para inadequada ontem-, mas suficiente para que a Cetesb suspendesse o estado de atenção. Para as próximas 72 horas, a Cetesb prevê condições desfavoráveis para a dispersão de poluentes. Não deverá chover e o vento será insuficiente para dissipar com eficiência os poluentes. "É possível que a poluição piore ainda mais no resto da semana", afirmou Alonso.
Entre as 16h de segunda e as 15h de ontem, ventou em apenas 44,8% do tempo, um índice muito baixo.

A inversão térmica, fenômeno climático que aprisiona o ar poluído e dificulta a dispersão de poluentes, se deu ontem a apenas 67 metros do solo na cidade de São Paulo. Estações2010 teve 45% dos dias poluídos em SP

Os paulistanos estão respirando um ar com qualidade muito ruim este ano. Em 62 dias dos cinco primeiros meses do ano, as estações medidoras de poluição da Cetesb (agência ambiental paulista) registraram qualidade do ar inadequada ou má. Os poluentes que ultrapassaram os padrões aceitáveis foram o ozônio, em 42 estações, e as partículas inaláveis, em 22 estações. Em dois dias, ambos os poluentes ultrapassaram os níveis aceitáveis. A qualidade má só foi registrada para o ozônio por 13 vezes. Na escala da Cetesb, quando uma estação atinge qualidade má o governo poderia decretar estado de atenção na região. Apesar das 13 ocorrências, apenas no dia 14 de abril foi adotada a medida.

Nenhuma das 25 estações foi considerada pior que as outras. O ozônio é um poluente formado pela reação de outros gases na atmosfera e se manifesta principalmente no verão, nos dias ensolarados. O ozônio provoca irritação nos olhos, nariz e garganta, náuseas e dor de cabeça. As partículas inaláveis resultam da queima incompleta de combustíveis e aditivos, além de processos industriais. Essas partículas, emitidas principalmente por veículos a diesel, como caminhões e ônibus, podem atingir os alvéolos pulmonares, a região mais profunda do sistema respiratório, agravando doenças respiratórias. "São dados espantosos. É quase um dia sim, um dia não com o ar ruim na cidade", diz o gerente de qualidade ambiental da Cetesb, Cláudio Alonso. E, se as previsões dos meteorologistas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) -de um inverno típico, seco e frio- se concretizarem, a situação pode se agravar. "As três frentes frias dos últimos dias têm dispersado a poluição. Mas, se parar de chover e ventar, a situação deve piorar", diz Alonso. Ele diz que não é possível comparar os números deste ano com os de 1996 porque a rede de medição foi totalmente reformada no ano passado. Até então, muitas estações estavam quebradas e outras não tinham equipamentos para aferir a presença dos diversos poluentes. O monóxido de carbono (CO), principal poluente combatido pelo rodízio de veículos, ainda não ultrapassou os níveis aceitáveis neste ano. Segundo Alonso, com a inclusão dos caminhões no programa de restrição à circulação de veículos deste ano, é possível que caia a emissão de partículas inaláveis. O governo ainda não confirmou a data para o início do rodízio, mas é provável que a operação comece na segunda quinzena de junho. "A principal ação para que não haja excesso de partículas inaláveis em São Paulo é a manutenção correta em caminhões e ônibus", diz Alonso. Ar teve qualidade má 13 vezes no cinco primeiros meses deste ano na cidade de São Paulo. Nesses dias, o ozônio ultrapassou os níveis aceitáveis

Conceitos Básicos
Poluição - Emissão de resíduos sólidos, líquidos e gasosos em quantidade superior à capacidade de absorção do meio ambiente. Esse desequilíbrio interfere na vida dos animais e vegetais e nos mecanismos de proteção do planeta.

Poluição do ar - A emissão de gases tóxicos por veículos automotores é a maior fonte de poluição atmosférica. Nas cidades, esses veículos são responsáveis por 40% da poluição do ar, porque emitem gases como o monóxido e o dióxido de carbono, o óxido de nitrogênio, o dióxido de enxofre, derivados de hidrocarbonetos e chumbo.

As refinarias de petróleo, indústrias químicas e siderúrgicas, fábricas de papel e cimento emitem enxofre, chumbo e outros metais pesados, e diversos resíduos sólidos. Essas alterações provocam no homem distúrbios respiratórios, alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso, e em órgãos vitais, e câncer. Em cidades muito poluídas, esses distúrbios agravam-se no inverno com a inversão térmica, quando uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera, aprisionando o ar quente e impedindo a dispersão dos poluentes.

Poluição sonora - Algumas pesquisas mostram que o ruído constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando a hipertensão arterial, gastrites, úlceras e impotência sexual.

O limite de tolerância do homem a ruídos contínuos e intermitentes, estabelecido pelo Ministério do Trabalho, é de 85 decibéis por 8 horas diárias. Pessoas que trabalham ou vivem em locais com muito ruído podem ficar surdas ou com um zumbido constante nos ouvidos.

Nas principais ruas da cidade de São Paulo, os níveis de ruído atingem de 88 a 104 decibéis. Isso explica por que os motoristas profissionais são o principal alvo de surdez adquirida. Nas áreas residenciais, os níveis de ruído variam de 60 a 63 decibéis – acima dos 55 decibéis estabelecidos como limite pela Lei Municipal de Silêncio.

Contaminação das águas - A maior parte dos poluentes atmosféricos reage com o vapor de água na atmosfera e volta à superfície sob a forma de chuvas, contaminando, pela absorção do solo, os lençóis subterrâneos.

Nas cidades e regiões agrícolas são lançados diariamente cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que poluem rios, lagos, lençóis subterrâneos e áreas de mananciais. Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios, além do lixo dos centros industriais e urbanos localizados no litoral. O excesso de material orgânico no mar leva à proliferação descontrolada de microrganismos, que acabam por formar as chamadas "marés vermelhas" – que matam peixes e deixam os frutos do mar impróprios para o consumo do homem. Anualmente 1 milhão de toneladas de óleo se espalham pela superfície dos oceanos, formando uma camada compacta que demora para ser absorvida.

Comentário
A poluição na cidade de São Paulo hoje em dia é muito grande. As chuvas, e o clima frio que via ocorrendo, também favoreceram no aumento da poluição. A poluição é responsável por um grande número de doenças, tais como problemas nas fossas nasais, no ouvido e na garganta. Problemas respiratórios também são causados pela poluição. Alguns estudos, ligam a poluição com doenças cardíacas.

O rodízio de veículos na cidade de São Paulo, foi umas das medidas para tentar diminuir a poluição. Não adiantou muita coisa. Não basta apenas fazer o rodízio, tem que haver um controle para a emissão de poluentes dos automóveis. Caminhões, ônibus, e outros automóveis que são movidos a disel emitem mais poluentes do que os carros comuns, movidos à álcool e gasolina.

Mas também não basta apenas isto para fazer o poluição diminuir. Controles nas indústria e em outras fontes emissoras de poluentes também devem ser feitos.

Este problema não vem ocorrendo apenas em São Paulo. O mundo todo vive com ele.

As indústrias, são as que mais poluem o estado de São Paulo. Esses gases tóxicos lançados ao ar livre, são um dos responsáveis pela aquela camada cinzenta existente no céu que cobre a cidade de São Paulo. Nada, ou quase nada, é feito contra isso.

Após a revolução industrial, o índice de gás carbônico subiu de 0,2 para 0,3 %. Isso parece não ser nada. Mas se isso continuar assim, em alguns séculos a vida em nosso planeta será inviável.

O ar que respiramos esta cada vez mais sujo. Problemas alérgicos tais como renite alérgica, antigamente eram raros e hoje são muito comuns.

A camada de ozônio esta sendo destruída, chuvas ácidas e o efeito estufa, são causados pela poluição e pela queima de gases ácidos.

O próprio homem está destruindo a natureza e só ele pode evitar isso. É preciso encontrar alguma maneira eficiente de acabar, ou pelo menos diminuir sensivelmente, a poluição de nosso meio ambiente. Acabando com a natureza, o homem está acabando com sua própria vida. A homem tem que se conscientizar de que a prevenção do meio ambiente é a melhor solução para a sua existência.

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Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia e as Cataratas do Iguaçu Fazem Parte das Sete Maravilhas da Natureza

Amazônia - Brasil

A Amazônia (também chamada de Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica) é uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange sete milhões de quilômetros quadrados, dos quais cinco milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta, seguido pelo Peru com 13% e com pequenas quantidades na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações têm o nome de Amazonas por isso. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a mais biodiversa de floresta tropical do mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

Amazônia - Brasil

No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966. É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país. Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.

Floresta Amazônica

A floresta amazônica foi eleita como uma das Novas 7 Maravilhas da Natureza pela Fundação Sete maravilhas do mundo moderno. Em fevereiro de 2009, a Amazônia tinha sido classificada em primeiro lugar no Grupo E, a categoria para as florestas, parques nacionais e reservas naturais.

Cataratas do Iguaçu - Brasil e Argentina

Cataratas do Iguaçu - Brasil e Argentina

A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol, Cataratas del Iguazú) são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu (na Bacia hidrográfica do rio Paraná), localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.

O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; e o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.

Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.

As Cataratas do Iguaçu foi eleita uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders.

Baía de Ha Long - Vietnã

Baía de Ha Long - Vietnã

A Baía de Ha Long ou Baía de Along (português:"Onde o Dragão entra no Oceano"), com cerca de 3.000 ilhotas de calcário que se elevam das águas, é a mais conhecida baía do Vietname. A maior parte das ilhas não está habitada nem afectada pela presença humana. A beleza cénica do sítio é complementada pelo seu interesse biológico. As ilhas tem um número infinito de praias, grutas e cavernas. De acordo com a lenda, quando um grande dragão que vivia nas montanhas correu até ao mar, a sua cauda cavou vales que mais tarde foram enchidos com água, deixando apenas pedaços de terra à superficie, ou seja, as inúmeras ilhas que se avistam na baía. A Baía de Ha Long foi declarada Património Mundial da UNESCO em 1993.

#Komodo - Indonésia

Komodo - Indonésia

O Parque Nacional de Komodo é constituido por três grandes ilhas, Komodo , Rinca e Padar, e com outras numerosas e pequenas ilhas, com uma superfície total de 1.817 km², dos quais apenas 603 km² são terrestres. O Parque Nacional foi fundado no ano 1980, com objetivo de proteger e salvar o dragão de Komodo (varanus komodoensis), a flora, a fauna inclusive aquela marinha. As ilhas do Parque Nacional são de origem vulcânicas.

Ilha Jeju - Coreia do Sul

Ilha Jeju - Coreia do Sul

A Ilha Vulcânica e Tubos de Lava de Jeju é o nome usado para designar um Patrimônio Mundial na ilha de Jeju, Coreia do Sul.

Jeju é uma ilha vulcânica 130 quilômetros ao largo da costa Sul da Coreia do Sul. é a maior ilha da Coreia do Sul, com 1 846 km².

Na ilha de Jeju fica o Halla-san (ou Hallasan), a maior montanha da Coreia do Sul e um vulcão adormecido, a 1950 metros de altura acima do nível médio das águas do mar. A atividade vulcânica em Jeju começou aproximadamente no Cretáceo e terminou aproximadamente no Terciário. A última atividade vulcânica registada ocorreu à aproximadamente 800 anos. Baengnokdam, a cratera e lago no pico do Halla-san formou-se à cerca de 25.000 anos.

Jeju tem valor cientifico pelos seus tubos de lava. Estes tubos de lava onde outrora fluiu magma são agora cavernas vazias que são umas das maiores no mundo. Fósseis de animais e conchas descobertos na área são também muito importantes cientificamente.

Table Mountain - África do Sul

Table Mountain - África do Sul

A Tábua do Cabo ou Montanha da Mesa, denominação traduzida do africânder Tafelberg ou do inglês Table Mountain, é uma grande montanha de cume plano que domina a paisagem da Cidade do Cabo, na África do Sul. É representada na bandeira, no escudo e nos documentos oficiais da cidade. É também uma importante atração turística acedida pelo visitantes, seja pelo teleférico, seja por meio de caminhadas. Faz parte de um parque nacional que leva seu nome. A característica principal da Tábua do Cabo é o planalto de aproximadamente 3 km de extensão cercado de altos cabeços. Estende-se do chamado Pico do Diabo a leste até a Cabeça do Leão a oeste, compondo o anfiteatro natural que circunda a Baía da Tábua. Atinge a altitude de 1084,6 m próximo à sua extremidade oriental. A localidade é assinalada em 1865 por um marco de pedra, o Maclear's Beacon, colocado por ocasião de um levantamento topográfico. Está a 19 metros de altura, acima do lado ocidental, onde fica a estação do teleférico.

Entre os desfiladeiros abre-se a garganta de Platteklip, que permite um acesso fácil ao cume e que foi também a rota utilizada pelo navegador português António de Saldanha na primeira ascensão documentada da montanha, em 1503. Foi também ele quem, em razão do cume extenso e plano, a denominou Tábua do Cabo, e quem talhou a cruz que ainda pode ser vista nas imediações da Cabeça do Leão.

Rio Subterrâneo de Puerto Princesa - Filipinas

Rio Subterrâneo de Puerto Princesa - Filipinas

O Parque Nacional do rio subterrâneo de Puerto Princesa localiza-se em Palawan, Filipinas. Este parque mistura uma fantástica paisagem de carste calcário com um rio subterrâneo. Uma das características do rio é que ele emerge diretamente para o mar, e a sua parcela mais baixa é influenciada pelas marés. O sítio é uma das mais importantes florestas na Ásia.

O parque ocupa 3.900 hectares e abriga onze ecossistemas diferentes - de uma floresta musgosa das altitudes montanhosas ao oceano para lá dos recifes. Aqui existe também grande variedade de animais endêmicos ameaçados, incluindo o faisão-esporeiro, o morcego-raposa, a lontra Aonyx cinerea, os pequenos pandas, as civetas e os texugos Mydaus javanensis. Foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco em 1999.

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