Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens

Lodo Ativado

Lodo Ativado

Lodo Ativado
Processo de tratamento de esgotos que utiliza equipamentos mecânicos para insuflar oxigênio na massa líquida e promover a formação de colônias de bactérias aeróbicas, com vistas ao aumento da eficiência do tratamento em áreas de pequena extensão. (2) Lodo que foi aerado e sujeito à ação de bactérias, usado para remover matéria orgânica do esgoto (The World Bank, 1978). (3) Floco de lodo produzido em água residuária bruta ou sedimentada, formado pelo crescimento de bactérias do tipo zoogléa e outros organismos, na presença de oxigênio dissolvido. O lodo é mantido em concentração suficiente pela circulação de flocos previamente formados (ABNT, 1973).

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Poluição Atmosférica


Poluição Atmosférica

Poluição Atmosférica

A poluição atmosférica caracteriza-se basicamente pela presença de gases tóxicos e partículas sólidas no ar. As principais causas desse fenômeno são a eliminação de resíduos por certos tipos de indústrias (siderúrgicas, petroquímicas, de cimento, etc.) e a queima de carvão e petróleo em usinas, automóveis e sistemas de aquecimento doméstico. O ar poluído penetra nos pulmões, ocasionando o aparecimento de várias doenças, em especial do aparelho respiratório, como a bronquite crônica, a asma e até o câncer pulmonar. Esses efeitos são reforçados ainda pelo consumo de cigarros. Nos grandes centros urbanos, tornam-se freqüentes os dias em que a poluição do ar atinge níveis críticos, seja pela ausência de ventos, seja pelas inversões térmicas, que são períodos nos quais cessam as correntes ascendentes do ar, importantes para a limpeza dos poluentes acumulados nas camadas próximas à superfície. A maioria dos países capitalistas desenvolvidos já possui uma rigorosa legislação antipoluição, que obriga certas fábricas a terem equipamentos especiais (filtros, tratamento de resíduos, etc.) ou a usarem processos menos poluidores. Nesses países também é intenso o controle sobre o aquecimento doméstico a carvão, o escapamento dos automóveis, etc. Tais procedimentos alcançam resultados consideráveis, embora não eliminem completamente o problema da poluição do ar. Por exemplo, pesquisas realizadas há alguns anos mostraram que chapas de ferro se corroem muito mais rapidamente em São Paulo do que em Chicago, apesar de esta metrópole norte-americana possuir maior quantidade de indústrias e automóveis em circulação. Calcula-se que a poluição do ar tenha provocado um crescimento de teor de gás carbônico na atmosfera, que teria sofrido um aumento de 14% entre 1830 e 1930. Hoje em dia esse aumento é de aproximadamente 0,3% ao ano. 

Os desmatamentos contribuem bastante para isso, pois a queima das florestas produz grande quantidade de gás carbônico. Como o gás carbônico tem a propriedade de absorver calor, pelo chamado “efeito estufa” , um aumento da proporção desse gás na atmosfera pode ocasionar um aquecimento da superfície terrestre. Efeito estufa: ação que certos gases exercem sobre a radiações do calor da terra, interceptando-as e transmitindo-as de volta a superfície. Baseados nesse fato, alguns cientistas estabeleceram a seguinte hipótese: com a elevação da temperatura média na superfície terrestre, que no início do século XXI será 2ºC mais alta do que hoje, o gelo existente nas zonas polares (calotas polares) irá se derreter. Consequentemente, o nível do mar subirá cerca de 60 m, inundando a maioria das cidades litorâneas de todo o mundo. Alguns pesquisadores pensam inclusive que esse processo já começou a ocorrer a partir do final da década de 80. Os verões da Europa e até da América têm sido a cada ano mais quente e algumas medições constataram um aumento pequeno, de centímetros, do nível médio do mar em algumas áreas litorâneas. Todavia, esse fato não é ainda admitido por grande parte dos estudiosos do assunto. Outra importante conseqüência da poluição atmosférica é o surgimento e a expansão de um buraco na camada de ozônio, que se localiza na atmosfera - camada atmosférica situada entre 20 e 80 Km de altitude. O ozônio é um gás que filtra os raios ultravioleta do Sol. Se esses raios chegassem à superfície terrestre com mais intensidade provocariam queimaduras na pele, que poderiam até causar câncer, e destruiriam as folhas das árvores. O gás CFC - clorofluorcarbono -, contido em sprays de desodorantes ou inseticidas, parece ser o grande responsável pela destruição da camada de ozônio. Por sorte, esses danos foram causados na parte da atmosfera situada acima da Antártida. Nos últimos anos esse buraco na camada de ozônio tem se expandido constantemente.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Estação Ecológica

Estação Ecológica/nacionais/estaduais e municipais

Estação Ecológica
São áreas representativas de ecossistemas brasileiros, destinados à realização de pesquisas básicas e aplicadas de ecologia, à proteção do ambiente natural e ao desenvolvimento da educação conservacionista (Lei nº 6.902 de 27.04.81). (2) Unidade de conservação que se destina à preservação integral da biota e demais atributos naturais existentes em seus limites e à realização de pesquisas científicas. Não é permitida a visitação pública, admitindo-se, no entanto, de acordo com regulamento específico, a sua realização com objetivo educacional (ARRUDAet allii, 2001). (3) Tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. A visitação pública é proibida, exceto quando com objetivo educacional, de acordo com o que dispuser o Plano de Manejo da unidade ou regulamento específico (ARRUDA et allii, 2001).

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Ilha-de-Calor

Ilha-de-Calor
Ilha-de-Calor
Características meteorológicas de determinada área urbana ou industrial que a distinguem de áreas vizinhas. Em tais áreas geralmente ocorrem temperaturas mais altas, perfis térmicos noturnos menos estáveis junto à superfície do solo, umidades do solo, umidades relativas comparativamente mais baixas. As ilhas-de-calor estão associadas à qualidade do meio e à qualidade-de-vida das populações urbanas. (2) Aumento da temperatura em regiões urbanizadas, provocado pela impermeabilização do solo pela pavimentação das ruas e pela concentração de edificações altas; a neblina urbana, misturada com gases poluentes gerados pelo tráfego intenso de veículos que utilizam combustíveis fósseis, capta o calor da pavimentação e dos prédios, elevando a temperatura do ambiente urbano.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Eutrofização

Eutrofização

Eutrofização
Falta de oxigênio na água que pode ser ocasionada por fenômenos naturais ou artificiais, causados pela ação do homem. A eutrofização natural pode surgir por uma falta de mistura entre as águas superficiais e profundas de um ecossistema ou também por um excesso de animais na água. Ali, a luta pelo oxigênio torna-se maior do que a luta pela alimentação. A eutrofização pode ser originada por esgotos e efluentes ricos em fosfato, nitratos e compostos orgânicos elementos que acabam alimentando plânctons e bactérias, causando proliferação. A fauna passa a consumir mais oxigênio do que as plantas podem liberar. (2) É o enriquecimento da água com nutriente através de meios criados pelo homem, produzindo uma abundante proliferação de algas (BERON, 1981). (3) Exagerado aumento da quantidade de nutrientes em um corpo d'água, na forma de esgotos domésticos ou qualquer outro tipo de resíduo orgânico, que induz ao desenvolvimento de superpopulações de microrganismos, especialmente de algas (que são vegetais e, portanto, também fazem fotossíntese, gerando mais matéria orgânica); como os microrganismos têm, em geral, um período de vida muito curto, ao morrer aumentam a carga orgânica e a eutrofização; quando é muito forte, o oxigênio dissolvido (OD) é totalmente consumido, fazendo o ecossistema entrar em anaerobiose, causando mau cheiro, principalmente pela presença de sulfetos e gás sulfídricos; o mesmo que eutroficação.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Nitrificação

Nitrificação

Nitrificação
Conversão de amônia em nitratos, por bactérias aeróbias, passando por nitritos como etapa intermediária (ABNT, 1973). (2) Oxidação do nitrogênio orgânico e amoniacal (nitrogênio Kjeldahl) presente nas águas poluídas, em nitrito por bactérias nitrosomas e, em seguida, em nitratos por nitrobactérias (LEMAIRE & LEMAIRE, 1975).

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Ciclo do Nitrogênio

Ciclo do Nitrogênio

Ciclo do Nitrogênio
Principal gás que existe na atmosfera, o nitrogênio intervém na biosfera através de um complexo ciclo que envolve trocas entre atmosfera, solo e seres vivos. A bactéria Rhizobium, que cresce nas raízes das plantas leguminosas (feijão, soja), fixa o nitrogênio do ar, transformando-o em nitrato, um nutriente fundamental para as plantas.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Nível Trófico

Nível Trófico

Nível Trófico
Cada nível alimentar em uma cadeia alimentar. (2) Número de etapas que separam um organismo dos vegetais clorofilianos na cadeia alimentar (DAJOZ, 1973). (3) Etapas, mais ou menos marcadas e estratificadas no espaço e no tempo, através das quais os processos de ciclagem transformam os recursos de um estado para outro (por exemplo, do mineral ao vegetal e depois ao animal) (DANSEREAU, 1978).

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Oxidação

Oxidação
Oxidação
Oxidação biológica ou bioquímica. Processo pelo qual bactérias e outros microorganismos se alimentam de matéria orgânica e a decompõem. Dependem desse princípio a autopurificação dos cursos d´água e os processos de tratamento por lodo ativado e por filtro biológico (The World Bank, 1978). (2) Processo em que organismos vivos, em presença ou não de oxigênio, através da respiração aeróbia ou anaeróbia, convertem matéria orgânica contida na água residuária em substâncias mais simples ou de forma mineral (CARVALHO, 1981).

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Lixiviação

Lixiviação

LixiviaçãoProcesso físico de lavagem das rochas e solos pelas águas das fortes chuvas (enxurradas) decompondo as rochas e carregando os sedimentos para outras áreas, extraindo, dessa forma, nutrientes e tornando o solo mais pobre. (2) Processo que sofrem as rochas e solos, ao serem lavados pelas águas das chuvas. Nas abundantes regiões equatoriais, e nas áreas de clima úmido, com abundantes precipitações sazonais, verificam-se, com maior facilidade, os efeitos da lixiviação. (3) Lavagem do solo pela chuva, que provoca carreamento de minerais solúveis, como fósforo, cálcio, nitrogênio, etc. (4) Remoção pela água percolante de materiais presentes no solo. Nem sempre se verifica penetração dos micronutrientes nas camadas imediatas do solo, porquanto a lixiviação é processo superficial. A lixiviação ocorre particularmente em solos despidos de cobertura vegetal, por ação das águas pluviais e fluviais. É considerada como fator empobrecedor do solo.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Mudanças Climáticas

Mudanças Climáticas

Mudanças Climáticas

Termo genérico que engloba vários assuntos, como o efeito estufa, as causas da intensificação deste fenômeno natural, as conseqüências do aquecimento global, as medidas necessárias para prevenir ou minimizar este aquecimento, e também as prováveis medidas que a humanidade deverá adotar para se adaptar a esta mudança; a mudança climática vem se tornando uma área de conhecimento transdisciplinar, envolvendo várias ciências: física, química, geologia, oceanografia, meteorologia, geografia, biologia, ecologia, economia, sociologia e engenharia.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Lixão

Lixão
Lixão
Local onde o lixo é simplesmente despejado no solo, sem qualquer tratamento, causando poluição do solo, do ar e da água. (2) Área em que está localizado um depósito de lixo sem qualquer cuidado com o meio ambiente e com a saúde pública. (3) Forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que consiste na descarga do material no solo sem qualquer técnica ou medida de controle. Este acúmulo de lixo traz problemas como a proliferação de vetores de doenças (ratos, baratas, moscas, mosquitos, etc.), a geração de odores desagradáveis e a contaminação do solo e das águas superficiais e subterrâneas pelo chorume. Além disso, a falta de controle possibilita o despejo indiscriminado de resíduos perigosos, favorecendo a atividade de catação e a presença de animais domésticos que se alimentam dos restos ali dispostos.

www.megatimes.com.br
www.klimanaturali.org

lumepa.blogspot.com

Nicho Ecológico


Nicho Ecológico

Nicho EcológicoConjunto de diversas variáveis ambientais relacionado a uma determinada espécie. (2) Micro hábitat típico de uma espécie em um ambiente. Por exemplo, bromeliáceas epífitas vivem no dossel de matas e certas formas marinhas escolhem formações rochosas no leito de oceanos como seu lar. (3) Parte do hábitat onde vive uma espécie. Trata-se de uma informação importante porque revela a relação desta espécie com as demais: o que ela ingere, quem são seus predadores, onde e quando se reproduz, etc. 

Duas espécies bem próximas, que tenham exatamente as mesmas exigências, não podem dividir o mesmo nicho e uma delas será eliminada. (4) Inclui não apenas o espaço físico ocupado por um organismo, mas também seu papel funcional na comunidade (como, por exemplo, sua posição na cadeia trófica) e a sua posição nos gradientes ambientais de temperatura, umidade, pH, solo e outras condições de existência. O núcleo ecológico de um organismo depende não só de onde vive, mas também do que faz (como transforma energia, como se comporta e reage ao meio físico e biótico e como o transforma) e de como é coagido por outras espécies (ODUM, 1972). (5) O lugar de uma espécie na comunidade, em relação às outras espécies, o papel que desempenha um organismo no funcionamento de um sistema natural (GOODLAND, 1975). (6) Baseada no princípio de Gause ou princípio de exclusão competitiva, a noção de nicho ecológico foi desenvolvida pela primeira vez por Elton, em 1927. De acordo com uma imagem figurativa de Odum (1988, p. 254/258) o habitat de uma espécie corresponde ao seu endereço, enquanto o seu nicho ecológico corresponde à sua profissão, no conjunto de espécies de que faz parte. O conhecimento do nicho ecológico permite responder às seguintes questões: como, onde e as expensas de quem uma espécie se alimenta, por quem é comida, como e onde e quando descansa e se reproduz? No limite, pode-se admitir que duas espécies que possuem exatamente as mesmas necessidades, não podem coabitar ou ocupar o mesmo habitat, uma delas sendo forçosamente eliminada ao fim de um certo tempo (Glossário Ibama, 2003).

www.megatimes.com.br

www.klimanaturali.org

Tempestades Incríveis

Paisagens Espetaculares

Hileia Amazônica | Floresta com Maior Biodiversidade do Planeta

Hileia Amazônica | Floresta com Maior Biodiversidade do Planeta

Hileia Amazônica, Floresta com Maior Biodiversidade do Planeta

Amazônia também chamada de Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica é uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange sete milhões de quilômetros quadrados, dos quais cinco milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60 por cento da floresta, seguido pelo Peru com 13 por cento e com pequenas quantidades na Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e França (Guiana Francesa). Estados ou departamentos de quatro nações têm o nome de Amazonas por isso. A Amazônia representa mais da metade das florestas tropicais remanescentes no planeta e compreende a maior biodiversidade em uma floresta tropical no mundo. É um dos seis grandes biomas brasileiros.

No passado disputada por vários países, a Amazônia vem sendo lentamente integrada à economia brasileira. "Pulmão do mundo", maior reserva da natureza selvagem, seu desafio, para o Brasil, é o de um aproveitamento equilibrado, ecológico.
#Geografia Física da Amazônia

Geografia Física da Amazônia

Geograficamente, a região a que se dá o nome de Amazônia corresponde à bacia do Rio Amazonas, um gigantesco losango verde que, na largura, vai da pequena cidade peruana de Pongo Manseriche até o norte do Maranhão, e na altura, cuja altura vai do delta do Orinoco, na Venezuela, ao norte de Mato Grosso, no curso médio do rio Juruena.

Há, no entanto, pelo menos duas outras classificações. Uma é a da Amazônia como região Norte do Brasil, compreendendo cinco estados: Amazonas, Pará, Amapá, Roraima, Acre e Rondônia, o que soma em seus limites políticos 3.581.180km2 (42% da extensão territorial do país); outra é a denominada Amazônia Legal, criada pela lei n 5.173, de 27 de outubro de 1966, para fins de planejamento: alcança, além da área acima, a maior parte do Maranhão, o norte de Mato Grosso e o estado do Tocantins, totalizando 5.033.072km2 (59,1% do Brasil).

A Amazônia é terra de clima equatorial, de calor intenso e úmido, com temperaturas médias acima de 25o C e uma variação do mês mais quente ao mais frio de menos de 2o C. No sudoeste, porém, a oscilação térmica é bem maior no inverno, quando a massa polar atlântica faz a temperatura descer a 10o C ou menos, no que localmente chamam friagem. Importantes são os totais pluviométricos anuais, que ultrapassam os 1.500mm. Apesar disso, na Amazônia não é particularmente perigosa a incidência de doenças tropicais, e a região apresenta, nesse aspecto, ameaças muito menores que as de regiões parecidas da África e da Ásia.

Assim como a bacia hidrográfica do Amazonas é a maior do mundo, a floresta amazônica também é a maior floresta equatorial da face da Terra, assentada sobre a desmedida planície sedimentar que se estende entre o maciço Guiano e o planalto Brasileiro. Nesse maciço se acham as elevações mais notáveis do relevo brasileiro, como o pico da Neblina, ponto culminante do país, com 3.014m; o 31 de Março, com 2.992m; e o monte Roraima, com 2.875m. A presença da água é perene sobre depósitos aluviais holocênicos e de fertilidade variável, mas em geral específica, indissociável de seu ecossistema, com vastas extensões alagadas na maior parte do ano (igapós) e contínua rede de pequenos canais entre os rios (igarapés).

O solo é, portanto, raso, de escasso aproveitamento agrícola, mas fantástica riqueza vegetal: árvores (inclusive excelentes madeiras), fetos, epífitas, milhares de plantas, muitas das quais ainda não classificadas ou conhecidas (onde se podem achar, segundo ilustres farmacólogos os princípios ativos de novos medicamentos para inúmeras doenças).

A fauna é característica da selva tropical fechada sul-americana, onde impera a onça ou jaguar como o felino mais representativo. Compreende também antas, caititus, primatas, capivaras, cervídeos, uma das maiores concentrações de aves do mundo, sobretudo psitacídeos (araras, papagaios) e rapineiros, fauna aquática opulenta em peixes, mamíferos, crocrodilianos, e ainda a mais extraordinária reunião de insetos do planeta.

História da Amazônia

História da Amazônia

Pelo Tratado de Tordesilhas (1494), toda a região da Amazônia caberia ao reino de Castela. Portugal, no entanto, jamais se acomodou a esse artifício e, com enorme dificuldade, esforçou-se por desbravá-la e colonizá-la ao longo de mais de 200 anos. Só nas seis décadas em que amargou a dominação espanhola encontrou em seus maiores adversários aliados contra as outras potências europeias. De difícil assimilação econômica e política, a região permaneceu quase completamente isolada do resto do país até o fim do Império.


Apesar disso, muitas de suas sociedades ameríndias originais já tinham sido irremediavelmente devastadas. As desastrosas tentativas de escravização, os massacres, o próprio atrito cultural com os colonizadores contribuíram para o sacrifício quase total dos representantes das línguas aruaque, caraíba, jê, tupi e pano. Graças à existência dos aruaques, responsáveis pela cerâmica marajoara, pôde-se datar a ocupação pré-histórica da Amazônia, isto é, anterior à descoberta europeia, concluindo-se que ela já se fizera no século X.

De todas as regiões brasileiras, seguramente nenhuma contou com uma participação tão ampla do índio em seus processos de conquista e transformação econômica, na formação das etnias regionais, no vagaroso crescimento dos núcleos urbanos. Durante a primeira e efêmera fase de prosperidade, o ciclo da borracha, também o índio e seus descendentes tornaram-se mão-de-obra decisiva nas trilhas do duro trabalho dos seringais. Não obstante todas as  dificuldades (pois as tribos brasileiras remontam a padrões sociais do neolítico), sua adaptação à sociedade nacional chegou muitas vezes a resultados espantosos, sobretudo em anos mais recentes, a partir da implantação da Zona Franca de Manaus (1972).

No início, a cobiça espanhola, francesa -- que levou até à criação da França Equinocial (1612-1615) no Maranhão --, inglesa e holandesa mobilizou os portugueses para muitas medidas de ocupação ostensiva, como erguer o forte do Presépio (1616), germe da Cidade de Belém (1621) e instituir o estado do Maranhão e Grão-Pará (1612), que ia deste último até o Ceará. Vieram depois as capitanias donatárias, a viagem de Pedro Teixeira pela Amazônia em 1639 e especialmente a colonização missionária, que em meados do século XVII chegou a reunir mais de cinquenta mil índios em aldeias de aculturação, produção agrícola e artesanato.

Floresta Amazônica, Selva Amazônica, Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica

Na época do marquês de Pombal esses núcleos originais foram secularizados, as aldeias viraram cidades como Santarém, Silves e Bragança, a produção agrícola passou a incluir o café, o algodão, o tabaco e o arroz, e a pecuária invadiu muitos dos claros da floresta, começando a abrir outros e a se expandir durante o século XIX. Na passagem deste para o século XX a Amazônia se tornou atração universal. Ainda não por suas maravilhas naturais, mas por causa da borracha, na primeira arrancada da indústria automobilística nos Estados Unidos e na Europa. Exploração violentamente predatória, antagonismo social entre seringalistas e seringueiros, muita ganância e pouco planejamento provocaram um processo rápido de urbanização, desenvolvimento corrido e de alicerces precários: com a perda do monopólio e a queda dos preços, o fracasso reanimou alguns dos maiores problemas da região.

De 1903 a 1930 as questões de fronteira encontraram soluções adequadas e implantou-se a experiência da Fordlândia e suas plantations, que chegou a promover um novo e ilusório surto de progresso, de curta duração: em 1945 estava liquidado. Vem daí uma outra história dentro da história da Amazônia que é a do interesse científico, muitas vezes entre aspas, dos países estrangeiros, no fundo não muito diferente dos motivos que originaram as disputas iniciais.

Desde Alexandre von Humboldt foram feitos estudos sobre a região, sendo ele até precedido por um brasileiro formado em Coimbra, Alexandre Rodrigues Ferreira. Depois vieram Spix, Von Martius, Henri-Anatole Coudreau, todos ao longo do século XIX, tempo de muita ciência mas também de revolução industrial e colonialismo. Na década de 1850 o projeto americano de Matthew E. Maury de exploração da região foi sabiamente absorvido por D. Pedro II que, sem desautorizar o empreendimento, criou uma porção de outros, paralelos, que acabaram por esvaziá-lo.

Já no século XX apareceram tentativas frustradas de internacionalizar a região. Assim a UNESCO (1945), propondo o Instituto Internacional da Hileia Amazônica, para pesquisas, foi embargado pelo Congresso brasileiro, e os lagos projetados pelo Hudson Institute de Nova York (1964), viram-se desaprovados pelas forças armadas brasileiras, por motivos estratégicos.

Dessa etapa para cá a ênfase vem sendo dada à construção de grandes rodovias "integradoras", que nem sempre atuaram efetivamente nesse sentido. A Belém-Brasília e a Brasília-Acre foram as mais bem-sucedidas. Outras, como a Transamazônica, mostraram-se excessivamente agressivas à natureza e às peculiaridades regionais. Na atualidade, a discussão sobre a Amazônia empolga o mundo, no domínio principalmente da ecologia. São veementemente condenadas todas as formas de agressão a suas condições naturais (desmatamentos, queimadas, garimpo poluidor e tantas outras pragas) e perseguidas como solução, até aqui em termos ideais, iniciativas que conciliem o progresso econômico, humano e social com o respeito ao meio ambiente, à riqueza da fauna e da flora amazônica. Embora ainda a maior reserva de vida selvagem do planeta, especialistas garantem que dez por cento de suas matas já foram destruídas.

www.klimanaturali.org
www.geografiatotal.com.br

Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

Biodiversidade Evolutiva do Ambiente Marinho e Terrestre

O ambiente marinho, também denominado de talassociclo, representa o conjunto de ecossistemas de água salgada, abrangendo aproximadamente 70% da superfície do planeta, sendo considerado o maior ambiente da biosfera. 

Contudo, mesmo diante de tamanha magnitude, possui uma baixa biodiversidade em relação ao número de espécies em comparação à totalidade do ambiente terrestre. Porém, com significativa quantidade e distribuição de organismos, por exemplo, a população de algas. 

Uma das explicações para essa diferenciação, diante o surgimento da vida na água, provavelmente estaria associado à considerável estabilidade térmica do meio aquático durante os processos evolutivos, apresentando temperaturas mais contínuas em vista das frequentes oscilações em certas faixas continentais. 

Tal influência climática, desde o pretérito até a presente data, circunstancia de forma direta e acumulativa transformações na morfologia e fisiologia dos organismos, refletindo a estrutura populacional, ou seja, a manifestação ambiental provocando a incidência de novas condições sobre o arranjo molecular (genético) de um ser vivo, tendo que se adaptar ou desenvolver características diversificadas (mutações), favorecendo com o tempo o aparecimento de novas espécies. 

Desta forma, há bilhões de anos, os oceanos certamente abrigavam uma concentração de organismos, que a partir das gradativas alterações físico-químicas do meio (harmonização) mantiveram um padrão biológico contínuo. Enquanto no meio terrestre, os organismos que foram “saindo” da água passaram e ainda passam por uma pressão de adaptação proporcional aos efeitos abióticos, resultando atualmente em uma maior biodiversidade. 

Isso significa dizer que, durante a evolução, a dinamização das condições ambientais teria ocasionado momentos distintos de adaptação e seleção de espécies, primeiramente se desenvolvendo na água e posteriormente na terra, com a introdução do fator biótico.

Fontes Alternativas de Energia

Fontes Alternativas de Energia


Um dos recursos minerais mais importantes do mundo e que está com o fim mais próximo é o petróleo, embora não seja a única fonte de energia, os países têm uma preocupação muito grande, porque é essa que mantém o desenvolvimento econômico e tecnológico, além de oferecer qualidade de vida às pessoas.

Todos sabem da limitação dos recursos, diante disso foram criadas fontes alternativas como:

Energia Biológica

São energias que se originam da biomassa ou de microrganismo, a biomassa são fontes de extração de energia (cana, eucalipto etc.).

O uso desse tipo de energia será uma tendência mundial, a energia de origem orgânica é baseada na biotecnologia.


Biogás

Gás liberado na decomposição de elementos orgânicos (ex. lixo, esterco, palha etc.) e o biodigestor transforma esses resíduos em gás. A produção de biogás é interessante por dois motivos, diminui a quantidade de resíduos no ambiente e é pouco poluidor.

Álcool e Óleos vegetais

O álcool, importante combustível da atualidade, pode ser extraído de vários vegetais (cana, beterraba, cevada, batata, mandioca, girassol, eucalipto etc.), pode ser utilizado de várias formas, mas seu destaque maior é como combustível, que passou a ser utilizado nos automóveis a partir da década de 1970, é bom ressaltar que essa é uma tecnologia brasileira

Atualmente, apenas Brasil e Rússia estão utilizando o álcool como combustível, o Brasil com a cana extrai o etanol, a Rússia com o eucalipto extrai o metanol.

Algumas alternativas de geração de combustíveis podem ser mais promissoras do que o próprio álcool, como é o caso dos óleos que são extraídos de vegetais (mamona, babaçu, dendê, soja, algodão, girassol, amendoim entre outros). O desenvolvimento dessas tecnologias nos últimos anos tem sido deixado de lado por falta de investimentos, o óleo vegetal é mais calorífero que o álcool, assim poderia facilmente substituir o diesel, a gasolina e o querosene, que são combustíveis de fontes limitadas. No mundo essa alternativa energética ainda foi pouco difundida, mas isso é uma questão de tempo.

Energia Solar e Hidrogênio

Os raios solares que incidem na terra possuem uma quantidade incrível de energia, com isso alguns estudos revelam que os raios poderiam produzir muito mais energia do que todas hidrelétricas e termoelétricas do mundo, o problema é que ainda não se sabe como canalizar e armazenar essa energia.

Em países como Alemanha, o governo destina incentivos às residências que instalam coletores solares.

Outra fonte que anda em fase de aprimoramento é a energia de hidrogênio, que produz poucos resíduos e a baixo custo, estima-se que no final dessa década já tenha carros disponíveis com motores movidos a hidrogênio.

Marés, Ventos e Energia Geotérmica

O movimento das marés (movimento das águas) move turbinas que podem gerar energia, esse recurso é utilizado em países como Japão e França.

A energia eólica é uma fonte de energia conhecida há muitos anos, pois foi utilizada para mover moinhos, no mundo existem cerca de 30 mil geradores de energia eólica.

A energia geotérmica é extraída do calor vindo do interior da terra, os EUA, Itália e Japão produzem energia dessa natureza, mas esse tipo só é possível em lugares que possuem vulcões ou áreas de concentração de placas litosféricas.

Em países como a Islândia, os gêiseres são aproveitados, são águas quentes que saem interior da Terra que também geram energia geotérmica. 

Agentes poluidores do ar, Causas e Consequências

Agentes poluidores do ar, Causas e Consequências

AGENTES POLUIDORES DO AR, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS
Entre os principais agentes poluidores do ar, os poluentes provenientes  dos veículos automotivos e das indústrias se destacam. A poluição do ar designada por mudanças na composição atmosférica natural que podem causar danos à saúde dos seres vivos e prejuízos aos demais recursos naturais. Trata-se de uma ocorrência cada vez mais comum nos grandes centros urbanos e leva ao desenvolvimento de problemas graves de saúde para o homem, além de prejudicar a fauna e a flora de uma região e ser responsável até mesmo pela deterioração de monumentos e outras obras.

Qualquer substância que esteja no ar e seja capaz de torná-lo impróprio e prejudicial à saúde é chamada de poluente atmosférico. Dentre as principais fontes de emissão de poluentes, podemos destacar as indústrias, a queima de lixo, os veículos automotores e aviões. Vale destacar que alguns processos naturais levam à emissão de poluentes, como é o caso das erupções vulcânicas, tempestades de areia e incêndios florestais não criminosos.

As fontes de emissão de poluentes podem ser classificadas em móveis ou fixas. As fontes móveis são aquelas que estão em movimento, como é o caso dos carros e aviões. Já as fontes fixas são aquelas que não se locomovem, liberando poluentes sempre de um local específico, como é o caso das indústrias e vulcões.

Podemos classificar os agentes poluidores do ar em dois grupos principais: os primários e os secundários. Enquanto os primários saem diretamente da fonte emissora, aqueles poluentes que são formados pela interação entre componentes naturais e poluentes primários recebem a denominação de secundários. Veja o quadro a seguir:

POLUENTES ATMOSFÉRICOS
Poluentes primários
Efeitos
Emissão
Material particulado – Poeira, fumaça.
Podem causar nos seres humanos dificuldades respiratórias, irritação, asma e bronquite.
Queima de combustíveis, tempestades de areia e chaminés de indústrias.
Monóxido de carbono (CO)
Apresenta grande toxicidade para os seres humanos, causando a redução da oxigenação do sangue e afetando o sistema nervoso.
Queima de combustíveis fósseis e incêndios.
Dióxido de carbono (CO2)
Acentua o efeito estufa.
Queima de combustíveis fósseis e respiração de seres vivos.
Provoca doenças cardiovasculares e respiratórias.
Queima de combustível que possui enxofre, como o óleo diesel e a gasolina.
Óxidos de nitrogênio (NOx)
Provocam danos ao sistema respiratório.
Queima de combustíveis fósseis e liberação por vulcões e queimadas.
Poluentes secundários
Efeitos
Emissão
Ozônio (O3)
Quando encontrado na faixa baixa da atmosfera, é tóxico, provocando irritação nos olhos e problemas respiratórios.
Reação entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis na presença de luz solar.
Ácido sulfúrico (H2SO4)
Responsável pela formação da chuva ácida.
Reação entre o SO3 e o vapor de água


Os problemas gerados pela poluição atmosférica causam o aumento da incidência de doenças respiratórias e cardiovasculares na população, acidificação de rios e florestas, diminuição da visibilidade, aumento da formação de neblina, chuvas ácidas, intensificação do efeito estufa e destruição da camada de ozônio. É de fundamental importância que os níveis de poluentes sejam constantemente monitorados a fim de evitar o agravamento de quadros de poluição. A criação de leis severas para tratar da eliminação de poluentes e a conscientização da população sobre a importância de evitar o lançamento de substâncias tóxicas podem mudar o triste quadro que vivemos atualmente.

www.klimanaturali.org

Poluição do Solo e Poluição Biológica


Poluição do Solo e Poluição Biológica

Poluição do Solo e Poluição BiológicaRemoção da Cobertura Vegetal: A remoção da cobertura vegetal promove a exposição do solo às intempéries. A camada de húmus (terra rica em matéria orgânica em decomposição), que é mais ou menos fina, de acordo com a comunidade, é, então, facilmente removida - no processo chamado lixiviação. O solo fica, dessa forma, estéril, inviabilizando a renovação da vegetação removida. Isso fica extremamente evidente no caso da Amazônia, onde a camada de húmus não ultrapassa 3 cm de espessura e as chuvas são abundantes.

A ausência de vegetação acelera, ainda, o processo de erosão do solo. A chuva arrasta o solo desprotegido em direção ao leito dos rios, formando enormes crateras (as voçorocas) e levando ao assoreamento dos rios. Nas encostas, a situação pode provocar deslizamentos com graves conseqüências para o homem.

Aterros Sanitários: O lixo urbano constitui um dos principais problemas ecológicos atuais. Na sua maioria, o lixo é composto por matérias orgânicas biodegradáveis, oriundas de restos de alimentos. Além disso, há substâncias não biodegradáveis presentes no lixo, como plásticos e vidros. O lixo atrai ratos, moscas e baratas. Muitos desses animais, especialmente os ratos e suas pulgas, são vetores (transmissores) de várias doenças, como a peste bubônica e a leptospirose. Outro inconveniente do lixo é o de sofrer um processo de liquefação quando decomposto, formando um caldo escuro e ácido, denominado chorume. Nos grandes lixões e aterros sanitários esse líquido se infiltra pelo solo, podendo atingir o lençol freático, contaminando lagos, rios ou mesmo ou mar. No Rio de Janeiro, os depósitos de lixo da Baixada Fluminense e do Caju lançam toneladas de chorume na baía de Guanabara.

Poluição BiológicaPoluição por Substâncias Radioativas - Atualmente existe uma enorme preocupação com relação às substâncias radioativas. Além dos possíveis acidentes nucleares, o lixo radioativo constitui-se de um enorme problema. Muito frequentemente dejetos radioativos são acondicionados em containers e lançados no mar, em suas regiões mais profundas. Existe, porém, risco de vazamento de substâncias radioativas para o meio. A radiação é muito perigosa, como todos sabem, devido ao seu alto poder mutagênico. Além disso, a percepção da contaminação é difícil, uma vez que ela não tem cheiro, cor ou gosto.


Poluição Biológica

A intervenção do homem nos ecossistemas naturais vem também causando o descontrole nos equilíbrios populacionais. Inúmeros exemplos, como o uso de defensivos agrícolas (que exterminam predadores naturais e selecionam espécies resistentes), a introdução de espécies em ecossistemas isolados (a Austrália é um bom exemplo). As atividades humanas estão reduzindo enormemente a diversidade de espécies de organismos vivos encontrados em nosso planeta (chamada de biodiversidade). Milhares de espécies de animais, plantas e outros seres vivos já foram extintos pela ação direta ou indireta do ser humano. Mais importante do que a ação predatória direta do homem, é a destruição dos ecossistemas naturais, substituídos por pastagens e lavouras, que leva inúmeras espécies de macro e microorganismos à extinção. Isso representa não só uma perda de valores espirituais, estéticos e turísticos, mas também ao desaparecimento de fontes de novos remédios, substancias químicas e alimentos produzidos por esses organismos, os quais são destruídos antes mesmo de serem conhecidos e utilizados pelo ser humano. O estabelecimento de reservas, áreas de preservação e uso mais racional dos ecossistemas é fundamental para a preservação da biodiversidade.

www.klimanaturali.org

Arquivo