Metodistas no Brasil

Metodistas no Brasil

Formada em 1740, com a obra do clérigo anglicano John Wesley (1703-1791), tem forte influência calvinista. Ao lado de Martinho Lutero, o francês João Calvino (1509-1564) foi o principal teórico da Reforma Protestante. Wesley passa a fazer reuniões metódicas para exercício de meditação, daí o nome metodista. A Igreja Metodista aceita o batismo simbólico das crianças. Defende ser a palavra de Deus suficiente para a salvação, mas critica a interpretação individual dos textos sagrados. Acredita na cura divina e na manifestação do Espírito Santo.
Metodistas no BrasilA Igreja Metodista é fruto de uma dissidência da Igreja Anglicana conduzida pelo pastor John Wesley, em 1740, na Inglaterra. Seus devotos dão ênfase à santificação e acreditam na capacidade do ser humano de purificar-se perante Deus, abrindo mão de prazeres mundanos e buscando a salvação de forma disciplinada. Os metodistas são o primeiro grupo de missionários protestantes a chegar ao Brasil. Em 1835 tentam se fixar no Rio de Janeiro. A missão fracassa, mas é retomada por Junius Newman, em 1867, que começa a pregar no oeste do estado de São Paulo. A primeira Igreja Metodista brasileira é fundada em 1876, por John James Ranson, no Rio. A maioria das igrejas está concentrada na Região Sudeste. De acordo com o livro Panorama da Educação Metodista no Brasil, publicado pelo Conselho Geral das Instituições Metodistas de Educação (Cogeime), há 120 mil membros, distribuídos em 1,1 mil igrejas. Entre os ramos da Igreja Metodista, o maior e o mais antigo é a Igreja Metodista do Brasil. Destacam-se também a Igreja Metodista Livre, introduzida com a imigração japonesa, e a Igreja Metodista Wesleyana, de influência pentecostal, estabelecida no país em 1967. Os metodistas participam ativamente de cultos ecumênicos. Na educação, têm atuação de destaque no ensino superior. Segundo o Censo de 2000, há 340,9 mil metodistas no país.

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