Movimento Sindical Brasileiro

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No fim dos anos 1980, o movimento sindical brasileiro consolida a negociação coletiva como uma das armas fundamentais para a normatização das relações trabalhistas. Nesse período, os acordos e as convenções coletivas apresentam grande evolução, assegurando conquistas importantes para os trabalhadores. A partir da década de 1990, profundas modificações são introduzidas no cenário das relações trabalhistas com a abertura da economia e a crescente competitividade internacional. Nos últimos anos ganha força o debate em torno de uma reforma na legislação trabalhista. Governo, Congresso, sindicatos e empresários têm apresentado propostas para a reforma, mas ela ainda não saiu do papel.

Centrais sindicais – A estrutura da organização sindical brasileira começa pelos sindicatos, que se reúnem em federações, confederações e, por fim, nas centrais sindicais. As duas maiores são a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical. Em outubro de 2011, a CUT conta com 4,2 mil sindicatos filiados, que congregam 35 milhões de trabalhadores. Já a Força Sindical reúne em junho de 2011 1,9 mil sindicatos filiados, com 21 milhões de trabalhadores.

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