Mostrando postagens com marcador Omã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Omã. Mostrar todas as postagens

Omã | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos de Omã

Omã | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos de Omã


Geografia – Área: 212.457 km². Hora local: +7h. Clima: árido tropical. Capital: Mascate. Cidades: Mascate (590.000) (aglomeração urbana), Salalah (155.800), Ibri (110.000), Suhar (99.800).

População – 3,6 milhões; nacionalidade: omani; composição: árabes omanis 73,5%, paquistaneses 21%, outros 5,5%. Idioma: árabe (oficial). Religião: islamismo 87,4%, hinduísmo 5,7%, cristianismo 4,9%, outras 1,9%, sem religião 0,2%. Moeda: rial omani.

Relações Exteriores – Organizações: Banco Mundial, FMI, OMC, ONU. Embaixada: 2535, Belmont Road NW, Washington D.C. 20008, EUA.

Governo – Monarquia islâmica (sultanato). Div. administrativa: 3 governadorias. Chefe de Estado e de governo: sultão Qaboos bin Said (desde 1970). Partidos: não há. Legislativo: bicameral – Conselho Consultivo, com 83 membros; Conselho de Estado, com 57 membros. Constituição: não há; existe apenas um estatuto básico do Estado decretado pelo sultão em 1996.

No extremo leste da península Arábica, Omã tem posição estratégica, na entrada do golfo Pérsico. É o Estado independente mais antigo do Oriente Médio e adotava até poucos anos uma política de isolamento do resto do mundo. Seu relevo é variado, com montanhas, planícies salinas, desertos e praias inexploradas. A península de Musadem, separada do restante da nação pelos Emirados Árabes Unidos, domina a entrada do estreito de Ormuz. Apesar de suas reservas de petróleo e de gás natural não estarem entre as maiores do Oriente Médio, respondem por cerca de 75% das receitas de exportação do país. O governo investe na diversificação da economia, com destaque para a promoção do turismo. Grande número de omanis ainda vive da agricultura – a produção de tâmara é significativa – e da pesca.

OMÃ, ASPECTOS GEOGRÁFICOS E SOCIOECONÔMICOS DE OMÃ

História de Omã

Bandeira de OmãEm 3000 a.C, a região é importante centro do comércio marítimo entre as cidades mesopotâmicas e o Oriente. Os persas a ocupam em 536 a.C. No século VII d.C., sua população é islamizada e submetida ao Califado de Bagdá. Os portugueses ocupam a região no século XVI e são expulsos no século seguinte pelos imãs (líderes muçulmanos). A partir de 1737, o território volta ao domínio persa e, em 1741, recobra a independência, num movimento liderado por Ahmed bin Said, cameleiro que funda a dinastia ainda hoje no poder. O Reino Unido tem grande influência sobre o país a partir do século XVIII. Essa aliança mantém a dinastia dos Said no poder. A soberania de Omã é reconhecida em 1951, mas as tropas britânicas só se retiram no fim da década de 1960. Modernização Em 1970, o príncipe herdeiro Qaboos bin Said depõe seu pai e assume o poder. Os lucros obtidos com o petróleo, descoberto em 1964, possibilitam a modernização. Em 1996, decreto do sultão define a estrutura básica do Estado, que não tem Constituição formal. São eleitos diretamente pela primeira vez, em 2000, os 83 integrantes do Conselho Consultivo (Parlamento sem poder decisório), entre os quais duas mulheres.

 Mascate, Capital de Omã
 Mascate, Capital de Omã
O governo inicia, em 2001, campanha contra os trabalhadores estrangeiros em situação ilegal. O sultão condena os ataques terroristas ocorridos em setembro nos Estados Unidos. Um acordo de demarcação de fronteiras entre Omã e Emirados Árabes Unidos é anunciado em 2002. No mesmo ano, o sultão estende o direito de voto a todos os maiores de 21 anos – até então, os eleitores eram líderes tribais, intelectuais e executivos. Nas primeiras eleições sob as novas regras, em outubro de 2003, duas mulheres conquistam cadeira no Conselho Consultivo. Em junho de 2004, o sultão cria o Ministério do Turismo e indica uma mulher para chefiá-lo.

Nashid as-Salaam as-Sultani, Hino de Omã

É a denominação em árabe do hino nacional de Omã. Ele foi adotado em 1970 pela 1ª constituição e alterado em 6 de novembro de 1996 a pedido do Sultão de Omã.

Ele faz louvor ao Sultão logo na primeira linha. O interessante desse hino é que guarda ainda em si o velho processo do sultanato, aonde tudo gira em torno do sultão e dele depende, inclusive as ações do executivo, judiciário e legislativo. Pois nada é feito ou realizado sem sua autorização. É muito parecido com a monarquia absoluta. Logo em seguida faz um louvor ao Estado de Omã, com apóstrofes alusivas.

The Sultan's Anthem

Ya Rabbana Ehfid Lana Jalalat Al Sultan

Waashabi Fee Al'wtan

Bialeizy Walaman.


Walyadum Muoayadda,

Aahilan Momajjada;

Bilnufoosi Yuftda.

Walyadum Muoayadda,

Aahilan Momajjada;

Bilnufoosi Yuftda.

Ya Oman, Nahnoo Min Ahd Il Nabi

Awfiya Min K'ram Al Arabi.

Abshiry Qaboos Jaa

Faltubarakhu 'I Sama.

Waasidy Waltoq'hi Bilduoaa.


http://www.klimanaturali.org
http://www.geografiatotal.com.br