Alagoas | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos do Estado de Alagoas

Alagoas | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos do Estado de Alagoas

Alagoas | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos do Estado de Alagoas

Geografia – Área: 27.767,7 km². Relevo: planície litorânea, planalto a norte e depressão no centro. Ponto mais elevado: serra Santa Cruz (844 m). Rios principais: Ipanema, Moxotó, Mundaú, Paraíba, São Francisco. Vegetação: floresta tropical, mangues litorâneos e caatinga. Clima: tropical. Municípios mais populosos: Maceió (1.010.000), Arapiraca (121.520), Palmeira dos Índios (73.211), Rio Largo (69.915), Penedo (62.429), União dos Palmares (61.233), Coruripe (46.313), Santana do Ipanema (45.254), Delmiro Gouveia (44.909), São Miguel dos Campos (44.265). Hora local: a mesma. Habitante: alagoano.

População – 3.320.000 (2019).

Capital – Maceió. Habitante: maceioense. População:1.010.000 (2019).

Localizado na Região Nordeste, Alagoas (AL) tem um litoral recortado, rico em belezas naturais, com muitas áreas de mangue e lagoas. O traçado da rodovia BR-101 acompanha toda a costa, desde a foz do rio São Francisco, que desenha a divisa sul com Sergipe, até o norte, em direção ao estado de Pernambuco. O clima na maior parte do território alagoano é o tropical, com temperaturas entre 18 ºC e 26 ºC e maior concentração de chuvas no inverno. No interior do estado, há regiões com clima semi-árido, onde as poucas chuvas são distribuídas irregularmente.

Turismo – A atividade econômica que mais cresce em Alagoas é o turismo, apoiado na existência de belas praias, variedade de paisagens e diversidade cultural e gastronômica. Dos 101 municípios do estado, 40 têm potencial turístico e 32 se tornaram prioridade de investimentos do Programa de Ação para o Desenvolvimento Integrado do Turismo (Prodetur), uma iniciativa do governo federal, que criou os projetos Costa Dourada, para o litoral norte, e Paraíso das Águas, para o litoral sul. O Costa Dourada prevê o investimento de 32 milhões de reais em ações de gestão, informatização e treinamento. O Paraíso das Águas engloba a área das lagoas na região metropolitana de Maceió, municípios importantes, como Marechal Deodoro e Arapiraca, até o rio São Francisco, na divisa com o estado de Sergipe. A cidade de Marechal Deodoro, antiga capital alagoana, atrai pelo rico acervo arquitetônico do período colonial. Em seu litoral está localizada a praia do Francês, a mais conhecida do estado. Com águas azuis, a praia é parcialmente protegida por uma orla de recifes que deixam o mar calmo. Na área não protegida, as fortes ondas permitem a prática de surfe.

Bandeira de AlagoasEconomia – Alagoas contribui com apenas 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de serviços corresponde a 59,1% da economia alagoana, boa parte apoiada nas atrações do turismo. A indústria responde por 32,6%. Apesar de ser um estado conhecido pelas plantações de cana destinadas à agroindústria do açúcar e do álcool, a agropecuária responde por apenas 8,2% da atividade econômica. Pobre e de baixa mecanização, a indústria do açúcar e do álcool depende das grandes plantações de cana-de-açúcar, que se estendem do litoral à Zona da Mata. Maior produtor de cana do Nordeste, com cerca de 25 milhões de toneladas, Alagoas só fica atrás de São Paulo e Paraná no ranking nacional. Açúcar e etileno respondem pela maior parte dos produtos exportados. Além da cana-de-açúcar, sobressai a produção de fumo, coco, algodão, arroz, feijão, milho, mandioca, mangaba, laranja, abacaxi, banana e leite.

O estado produz petróleo e gás natural. Destacam-se também o Polo cloroquímico e os setores industriais de alimentos, tecidos e vestuário. Trigo e fertilizantes são os principais produtos importados. Mas o estado ainda é pobre, com renda per capita de 3.012 reais, menos da metade da média do país.

Índices sociais – Alagoas detém a maior taxa de mortalidade infantil do Brasil. A cada mil crianças nascidas vivas, 57,7 morrem antes de completar 1 ano, mais que o dobro da média do país, que é de 27,5 mortes por mil nascidos vivos. Um em cada cinco alagoanos com mais de 10 anos vive com até um salário mínimo. O saneamento básico é outro grave problema: menos de 30% dos domicílios do estado têm rede de esgoto. Em 1991, sete dos dez municípios brasileiros mais pobres, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), eram alagoanos. Em 2015, o IDH de Alagoas havia melhorado, mas continuava sendo o segundo menor do país. Nesse ano, o estado também apresentava a pior distribuição de renda. Com 14,2%, a taxa de analfabetismo é a mais alta do país.


Maceió

Capital – O destino preferido dos turistas é a capital, Maceió, uma das cidades mais visitadas da Região Nordeste. A rica culinária, à base de frutos do mar, é um dos principais atrativos. O prato típico do litoral é o sururu, uma espécie de marisco. A maior atração, no entanto, são as praias da região. Entre elas destaca-se a de Pajuçara, onde, durante a maré baixa, se forma uma piscina natural a 2 quilômetros da costa. O passeio até lá pode ser feito de jangada. O bairro do Pontal da Barra oferece os mais variados tipos de renda, um dos mais conhecidos produtos de artesanato da capital.

Maceió, Capital de Alagoas

História de Alagoas

A região do atual estado de Alagoas desenvolve e consolida sua economia no período colonial com a produção de açúcar e a criação de gado, atividades em que predominava o trabalho escravo de negros e mestiços. No século XVI, piratas estrangeiros aportam no litoral e pilham o pau-brasil. No século seguinte, a região é submetida ao domínio holandês. Para manter o controle do território, os colonizadores portugueses entram em choque com os nativos e dizimam tribos indígenas hostis, como os caetés. Alagoas e Pernambuco sediam, no decorrer do século XVII, o mais importante centro de resistência dos negros à escravidão, o Quilombo dos Palmares, comunidade fundada por volta de 1590 que logo se transformaria num polo de atração para os escravos das plantações canavieiras. O quilombo é destruído em 1694, por Domingos Jorge Velho. Zumbi, o mais conhecido líder de Palmares, escapa do ataque e continua a luta. Em 1695 é traído e morre numa emboscada. Durante quase todo o período colonial, a região de Alagoas integra a capitania de Pernambuco. Torna-se comarca em 1711 e se separa em 1817, para se transformar em capitania autônoma. A separação é uma represália do governo central à Revolta Pernambucana. Com a independência do Brasil, em 1822, torna-se província. Em 1839, Maceió passa a ser a capital, em substituição à cidade de Alagoas. A antiga capital passa posteriormente a chamar-se Marechal Deodoro, homenagem a seu filho mais ilustre, que proclamou a República em 1889 e foi o primeiro presidente do país. No período republicano, Alagoas mantém as características econômicas e sociais de seu passado colonial: economia agrícola da Zona da Mata e do Agreste e pequena industrialização. A sociedade permanece dependente do poder e do clientelismo dos coronéis, latifundiários e chefes das oligarquias locais. Só a partir dos anos 1960 a economia alagoana começa a se diversificar, em virtude dos programas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para a exploração do sal-gema e da aplicação de recursos da Petrobras para a produção de petróleo. O estado tem se beneficiado dos investimentos em turismo, concentrados principalmente na capital.

Após o escândalo que levou Renan Calheiros a renunciar à presidência do Senado Federal do Brasil, em 2007, seu filho, Renan Filho (PMDB), foi eleito prefeito de Murici, em outubro de 2008. O prefeito Cícero Almeida (PP), foi reeleito com 81,49% dos votos.

Em setembro de 2008, o presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Antônio Albuquerque (PT do B), foi destituído do cargo. Ele foi o principal suspeito do desvio de R$ 280 milhões do poder legislativo, investrigado na Operação Taturana. Catorze deputados foram indiciados. O deputado Fernando Toledo (PSDB) assumiu a presidência da Casa. Em julho de 2009, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, determinou que oito dos 14 deputados retornassem à Assembleia, entre eles Antonio Albuquerque.

Em outubro de 2006, Teotônio Vilela (PSDB) foi eleito governador do estado, sendo reeleito, em outubro de 2010, com 52,74% dos votos, em segundo turno, contra o seu adversário, o candidato Ronaldo Lessa (PDT), que ficou com 47,26%.

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Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes
Peixe, qualquer uma das mais de 30.000 espécies de animais vertebrados (filo Chordata) encontrados nas águas doces e salgadas do mundo. As espécies vivas vão desde as lampreias e gaivotas primitivas e sem mandíbula, passando pelos tubarões, patins e raias cartilaginosos até os abundantes e diversos peixes ósseos. A maioria das espécies de peixes é de sangue frio; no entanto, uma espécie, a opah (Lampris guttatus), é de sangue quente.

O termo peixe é aplicado a uma variedade de vertebrados de várias linhas evolutivas. Descreve uma forma de vida e não um grupo taxonômico. Como membros do filo Chordata, os peixes compartilham certas características com outros vertebrados. Essas características são fendas branquiais em algum momento do ciclo de vida, uma notocorda ou haste de apoio esquelética, um cordão nervoso dorsal oco e uma cauda. Os peixes vivos representam cinco classes, que são tão distintas uma da outra quanto as quatro classes de animais que respiram ar - anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos. Por exemplo, os peixes sem mandíbula (Agnatha) têm brânquias em bolsas e não possuem cintas dos membros. Os agnathans existentes são as lampreias e os hagfishes. Como o nome indica, os esqueletos de peixes da classe Chondrichthyes (de chondr, “cartilagem” e ichthyes, “peixe”) são feitos inteiramente de cartilagem. Peixes modernos dessa classe não têm bexiga natatória, e suas escamas e dentes são feitos do mesmo material placoide. Tubarões, patins e raios são exemplos de peixes cartilaginosos. Os peixes ósseos são de longe a maior classe. Os exemplos vão desde o minúsculo cavalo-marinho até o marlim-azul de 450 kg (1.000 libras), das solas achatadas e solhas aos puffers quadrados e aos peixes-lua marinhos. Ao contrário das escamas dos peixes cartilaginosos, os peixes ósseos, quando presentes, crescem ao longo da vida e são constituídos por finas placas sobrepostas de osso. Os peixes ósseos também têm um opérculo que cobre as fendas branquiais.


Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

Os peixes existem há mais de 450 milhões de anos, durante os quais evoluíram repetidamente para se adaptarem a quase todos os tipos de habitats aquáticos. Em certo sentido, os vertebrados terrestres são simplesmente peixes altamente modificados: quando os peixes colonizaram o habitat da terra, eles se tornaram vertebrados terrestres tetrápodes (quadrúpedes). A concepção popular de um peixe como um animal aquático escorregadio e aerodinâmico que possui barbatanas e respirações por brânquias se aplica a muitos peixes, mas muito mais peixes se desviam dessa concepção do que se conformam a ela. Por exemplo, o corpo é alongado em muitas formas e grandemente encurtado em outras; o corpo é achatado em alguns (principalmente em peixes de fundo) e comprimido lateralmente em muitos outros; as barbatanas podem ser elaboradamente estendidas, formando formas complexas, ou podem ser reduzidas ou mesmo perdidas; e as posições da boca, olhos, narinas e aberturas de guelras variam muito. Respiradores de ar apareceram em várias linhas evolutivas.

Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

O estudo dos peixes é a ciência da ictiologia, é de grande importância. Os peixes são de interesse para os seres humanos por muitas razões, sendo a mais importante a sua relação com a dependência do ambiente. Uma razão mais óbvia para o interesse em peixes é seu papel como uma parte moderada, mas importante, do suprimento mundial de alimentos. Esse recurso, outrora considerado ilimitado, agora é percebido como finito e em delicado equilíbrio com os fatores biológicos, químicos e físicos do ambiente aquático. A sobrepesca, a poluição e a alteração do meio ambiente são os principais inimigos do manejo adequado da pesca, tanto em águas doces quanto no oceano. (Para uma discussão detalhada da tecnologia e economia da pesca, veja a pesca comercial.) Outra razão prática para o estudo de peixes é seu uso no controle de doenças. Como predadores de larvas de mosquitos, eles ajudam a combater a malária e outras doenças transmitidas por mosquitos.

Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

Os peixes são valiosos animais para estudo de laboratório em muitos aspectos da pesquisa médica e biológica. Por exemplo, a prontidão de muitos peixes para se adaptarem ao cativeiro permitiu que os biólogos estudassem o comportamento, a fisiologia e até mesmo a ecologia sob condições relativamente naturais. Os peixes têm sido especialmente importantes no estudo do comportamento animal, onde a pesquisa sobre peixes forneceu uma ampla base para a compreensão do comportamento mais flexível dos vertebrados superiores. O peixe-zebra é usado como modelo em estudos de expressão gênica.

Há razões estéticas e recreativas para um interesse em peixes. Milhões de pessoas mantêm peixes vivos em aquários domésticos pelo simples prazer de observar a beleza e o comportamento de animais que de outra forma não lhes eram familiares. Os peixes de aquário são um desafio pessoal para muitos aquaristas, permitindo que eles testem sua capacidade de manter uma pequena parte do ambiente natural em suas casas. A pesca esportiva é outra maneira de desfrutar do ambiente natural, também aproveitado por milhões de pessoas todos os anos. O interesse em peixes de aquário e pesca esportiva apoia indústrias multimilionárias em todo o mundo.

Peixe | Aspectos Biológicos dos Peixes

Muitos peixes são coloridos e formados de forma enigmática, combinando com seus respectivos ambientes; outros estão entre os mais brilhantemente coloridos de todos os organismos, com uma ampla gama de matizes, geralmente de intensidade impressionante, em um único indivíduo. O brilho dos pigmentos pode ser melhorado pela estrutura da superfície do peixe, de modo que quase parece brilhar. Um número de peixes não aparentados possui órgãos produtores de luz. Muitos peixes são capazes de alterar sua coloração - alguns para camuflagem, outros para o aprimoramento de sinais comportamentais.

Os peixes variam em comprimento adulto de menos de 10 mm (0,4 polegadas) a mais de 20 metros (60 pés) e em peso de cerca de 1,5 gramas (menos de 0,06 onças) a muitos milhares de quilos. Alguns vivem em fontes termais rasas a temperaturas ligeiramente superiores a 42 ° C (100 ° F), outros em mares árticos frios alguns graus abaixo de 0 ° C (32 ° F) ou em águas profundas frias mais de 4.000 metros (13.100 pés) abaixo a superfície do oceano. As adaptações estruturais e, principalmente, fisiológicas para a vida nesses extremos são relativamente pouco conhecidas e proporcionam aos cientistas curiosos com grande incentivo ao estudo.

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Distribuição e abundância
Quase todos os corpos naturais de água têm vida de peixes, com exceção de lagos térmicos muito quentes e lagos extremamente salgados e alcalinos, como o Mar Morto na Ásia e o Grande Lago Salgado na América do Norte. A distribuição atual de peixes é um resultado da história geológica e do desenvolvimento da Terra, bem como a capacidade dos peixes de sofrer mudanças evolutivas e de se adaptarem aos habitats disponíveis. Os peixes podem ser vistos como distribuídos de acordo com o habitat e de acordo com a área geográfica. As principais diferenças de habitat são marinhas e de água doce. Na maior parte, os peixes em um habitat marinho diferem daqueles em um habitat de água doce, mesmo em áreas adjacentes, mas alguns, como o salmão, migram de um para o outro. Os habitats de água doce podem ser vistos de vários tipos. Peixes encontrados em torrentes de montanhas, lagos do Ártico, lagos tropicais, córregos temperados e rios tropicais serão todos diferentes, tanto na estrutura bruta óbvia quanto nos atributos fisiológicos. Mesmo em habitats próximos, onde, por exemplo, uma torrente de montanha tropical entra em um riacho de várzea, a fauna de peixes será diferente. Os habitats marinhos podem ser divididos em profundos oceanos (bentônico), médio-oceânico (batipelágico), superficial oceânico (pelágico), costa rochosa, costa arenosa, encostas lamacentas, baías, estuários e outros. Além disso, por exemplo, as costas costeiras rochosas em regiões tropicais e temperadas terão diferentes faunas de peixes, mesmo quando tais habitats ocorrem ao longo da mesma costa.

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Todos os aspectos da vida de um peixe estão intimamente correlacionados com a adaptação ao ambiente total, físico, químico e biológico. Em estudos, todos os aspectos interdependentes do peixe, como comportamento, locomoção, reprodução e características físicas e fisiológicas, devem ser levados em consideração.

Correlacionado com a sua adaptação a uma variedade extremamente ampla de habitats está a variedade extremamente grande de ciclos de vida que os peixes exibem. A grande maioria eclode de ovos relativamente pequenos, alguns dias a várias semanas ou mais, depois que os ovos são espalhados na água. Jovens recém-nascidos ainda são parcialmente subdesenvolvidos e são chamados de larvas até que estruturas do corpo como barbatanas, esqueleto e alguns órgãos estejam completamente formados. A vida das larvas é muitas vezes muito curta, geralmente menos de algumas semanas, mas pode ser muito longa, algumas lampreias continuam como larvas por pelo menos cinco anos. Os peixes jovens e larvais, antes de atingirem a maturidade sexual, devem crescer consideravelmente, e seu pequeno tamanho e outros fatores frequentemente ditam que eles vivem em um habitat diferente daquele dos adultos. Por exemplo, a maioria dos peixes marinhos tropicais tem larvas pelágicas. O alimento larval também é diferente, e os peixes larvais geralmente vivem em águas rasas, onde podem estar menos expostos a predadores.

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Depois que um peixe atinge o tamanho adulto, a duração de sua vida está sujeita a muitos fatores, como taxas inatas de envelhecimento, pressão de predação e a natureza do clima local. A longevidade de uma espécie no ambiente protegido de um aquário pode não ter nada a ver com o tempo que os membros dessa espécie vivem na natureza. Muitos pequenos peixes vivem apenas um a três anos no máximo. Em algumas espécies, no entanto, os indivíduos podem viver até 10, 20 ou até 100 anos.

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Cingapura ou Singapura | Mapas Geográficos de Singapura

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Cingapura ou Singapura é uma nação "Cidade Estado' insular localizada no extremo sul da Península Malaia. Fica a 137 quilômetros ao norte do Equador, ao sul do estado de Johor, na Malásia, e ao norte das Ilhas Riau, na Indonésia. Com 704,0 km² (272 sq mi), é uma das poucas cidades-estados remanescentes no mundo e o menor país do sudeste asiático.

Cingapura consiste de 63 ilhas, incluindo a parte continental de Cingapura. Existem duas conexões feitas pelo homem para Johor, Malásia - Johor-Singapore Causeway, no norte, e Tuas Second Link, no oeste. A Ilha Jurong, Pulau Tekong, Pulau Ubin e Sentosa são as maiores ilhas menores de Cingapura. O ponto natural mais alto de Cingapura é o Bukit Timah Hill, a 166 m (545 pés).

Cingapura tem projetos de recuperação de terras em curso com a terra obtida de suas próprias colinas, do leito do mar e dos países vizinhos. Como resultado, a área de Cingapura cresceu de 581,5 km² (224,5 sq mi) na década de 1960 para 704 km² (271,8 sq mi) hoje, e pode crescer em mais 100 km² (38,6 sq mi) até 2030. [29] Os projetos algumas vezes envolvem algumas das ilhas menores sendo fundidas por meio da recuperação de terras, a fim de formar ilhas maiores e mais funcionais, como no caso da Ilha Jurong.

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Catar ou Qatar | Mapas Geográficos do Catar

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O Catar ou Qatar, oficialmente o Estado do Catar, é um emirado árabe no sudoeste da Ásia, ocupando a pequena península do Catar, na costa nordeste da maior Península Arábica. É limitado pela Arábia Saudita ao sul; caso contrário, o Golfo Pérsico rodeia o estado.

A península do Catar se projeta para 160 milhas (160 km) no Golfo Pérsico da Arábia Saudita e é ligeiramente menor que Connecticut. Grande parte do país consiste de uma planície baixa e estéril, coberta de areia. A sudeste está o espetacular Khor al Adaid ("Mar Interior"), uma área de dunas de areia em volta de uma enseada do Golfo. Há invernos amenos e verões muito quentes e úmidos.

O ponto mais alto no Qatar ocorre no Jebel Dukhan a oeste, uma gama de afloramentos de calcário baixo correndo de norte a sul de Zikrit através de Umm Bab até a fronteira sul, atingindo cerca de 16 pés (90 m) de ASL. Essa área também contém os principais depósitos de petróleo em terra do Qatar, enquanto os campos de gás natural ficam no mar, a noroeste da península.


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Ásia | Mapas Geográficos da Ásia

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A Ásia é o maior dos continentes do Planeta, tanto em área como em população. Abrange um terço das partes sólidas da superfície da Terra e é responsável por abrigar quase três quintos da população mundial. A Ásia faz fronteira no lado ocidental com a África e com a Europa, e no lado oriental com o oceano Pacífico, a Oceania e, em menor proporção, com a América do Norte, pelo Estreito de Bering. O ponto extremo setentrional do continente está localizado no oceano Glacial Ártico. Mas na parte meridional, a Ásia chega ao seu final na região mais quente dos trópicos, nas imediações da linha do equador.

Na Ásia são encontradas algumas das mais importantes planícies e platôs; as selvas e florestas mais densas. A altitude máxima e a mínima está localizada na Ásia. O monte Everest, , está localizada a 8 848 m acima do nível do mar; ao longo da linha fronteiriça da República Democrática Federal do Nepal com a região autônoma chinesa do Tibete. O litoral do mar Morto, a planície de menor altitude do mundo, estão localizadas a 396 m abaixo do nível do mar, na região fronteiriça do Estado de Israel com o Reino Hashemita da Jordânia. A Federação Russa, cuja parte europeia corresponde a um quarto de seu território, mas o restante é igual a três quartos na parte asiática, é duas vezes maior que os Estados Unidos e o Canadá juntos. Mas três nações asiáticas Reino do Bahrein, República de Cingapura e República das Maldivas juntas corresponderiam à extensão territorial da ilha de Marajó. A população da República Popular da China ou da República da Índia é maior do que as populações dos continentes norte-americano e sul-americano somadas. Porém, aproximadamente dois terços dos países da Ásia tem uma população pequena em relação à da Região Metropolitana de São Paulo.

As nações asiáticas têm vários sistemas de governo. Os comunistas são responsáveis pelo governo da China e de alguns outros países. Os monarcas governam os reinos da Arábia Saudita e a Tailândia, por exemplo. Os xeques são os controladores do Reino do Barein, do Estado do Catar e dos Emirados Árabes Unidos. Dos países da Ásia que são seguidores dos princípios da democracia, podemos citar Israel e Japão. Líderes das forças armadas passaram a exercer o controle de muitas nações da Ásia em períodos de conturbação. Os sultões de nove estados malaios ocupam a função no cargo de chefe supremo da nação.

A população asiática é muito diversificada quanto tudo o que se refere ao continente. O povo é enormemente diferente em árvores genealógicas, práticas ou comportamentos habituais, idiomas, crenças de religião o modus vivendi.

A civilização asiática teve início há mais de 4 000 anos, muito antes de começar no mundo ocidental, em termos de atividades econômicas, manifestações culturais e desenvolvimento da ciência. O povo da Ásia fundou as cidades mais antigas, estabeleceu os sistemas de leis mais antigos e criou a figura dos agricultores e comerciantes mais antigos. Os cidadãos da Ásia foram os inventores da escrita e criaram as primeiras literaturas. Os fundadores de todas as religiões mais relevantes do mundo foram asiáticos: Buda, Confúcio, Jesus Cristo e Maomé. Os asiáticos também foram os inventores do papel, da pólvora, da bússola e do tipo móvel.

A economia asiática declinou-se, enquanto o mundo ocidental teve rápido progresso. As nações do Oeste da Europa foram os conquistadores da parte predominante da Ásia dos século XVI até o século XIX.

A economia defasada entre o continente asiático e o mundo ocidental teve aumento ainda mais na época da colonização vinda da Europa. Os cidadãos da Europa e dos Estados Unidos foram responsáveis pelo desenvolvimento do sistema industrial e tiveram o início da utilização de máquinas e de outros recursos na atividade agrícola. Isto tornou possível a criação de novos empregos, o aumento produtivo, e a melhoria do nível de vida. Mas a maior parte dos países da Ásia não se desenvolveram industrialmente. Continuaram sendo países de economia baseada na agricultura, e seus agricultores empregavam na utilização de ferramentas, manuais e métodos nada modernos.

Ao mesmo tempo, a explosão populacional que ainda está a ocorrer aumentou de modo incrível a população asiática como do mundo ocidental. Mais e mais produtos alimentícios, ocupações empregatícias, instituições de ensino, além de outras coisas básicas, tornavam-se necessidade de acordo com o aumento populacional. O mundo ocidental, por causa do desenvolvimento de sua economia, teve mais recursos do que o continente asiático para enfrentar os problemas que foram as consequências da explosão demográfica.

Quase toda a Ásia colonial teve sua independência conquistada em meados do . A partir de então, muitos cidadãos da Ásia têm trabalhado para ter o padrão de vida elevado, incentivando as atividades industrial, a agrícola, e diminuindo o crescimento da população. As disputas políticas já dificultaram essa tarefa. Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a continente asiático foi convertido no centro das lutas entre países que adotam o comunismo como sistema de governo e países que utilizam o capitalismo como sistema econômico. Na maioria dos países da Ásia, a luta começou, quando os comunistas tiveram o desejo de ocupar o poder executivo do novo país independente. Fora disso, outras disputas que não se relacionam com os políticos do comunismo foram provocadores de brigas entre diversos grupos no continente asiático. Sendo assim, a Ásia, quase de modo ininterrupto, enfrenta conflitos militares e civis e ameaças bélicas enquanto tenta a solução de todos os problemas.


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Arábia Saudita | Mapas Geográficos da Arábia Saudita

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O Reino da Arábia Saudita é o maior país da Península Arábica. Faz fronteira com a Jordânia a noroeste, com o Iraque a norte e nordeste, com o Kuwait, o Qatar, o Bahrein e os Emirados Árabes Unidos a leste, Omã a sudeste e o Iêmen a sul. O Golfo Pérsico fica a nordeste e o Mar Vermelho a oeste. Tem uma população estimada em 27,6 milhões e seu tamanho é de aproximadamente 2.150.000 km² (830.000 milhas quadradas).

O reino ocupa cerca de 80 por cento da Península Arábica. Em 2000, a Arábia Saudita e o Iêmen assinaram um acordo para resolver sua longa disputa fronteiriça. Uma extensão significativa das fronteiras do sul do país com os Emirados Árabes Unidos e Omã não são precisamente definidas ou marcadas, de modo que o tamanho exato do país permanece desconhecido. A estimativa do governo saudita é de 2.217.949 km² (856.356 milhas²). Outras estimativas respeitáveis ​​variam entre 1.960.582 km² (756.934 mi²) e 2.240.000 km² (864,869 mi²). O reino é comumente listado como o 14º maior estado do mundo.

A geografia da Arábia Saudita é variada. A partir da região costeira ocidental (Tihamah), a terra eleva-se do nível do mar até uma cadeia montanhosa de península (Jabal al-Hejaz), além da qual fica o planalto de Nejd no centro. A região sudoeste de Asir tem montanhas de até 3.000 m (9.840 pés) e é conhecida por ter o clima mais verde e fresco de todo o país, atraindo muitos sauditas para resorts como Abha nos meses de verão. O leste é principalmente a planície rochosa ou arenosa que continua até as margens do Golfo Pérsico. O deserto de Rub 'al Khali ("Bairro Vazio") geograficamente hostil ao longo das fronteiras do sul do país, imprecisamente definidas, quase não contém vida.

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