Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos

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Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos

Ginástica Artística nos Jogos Olímpicos
A Federação Internacional de Ginástica (FIG), criada em 1881, controla o esporte no mundo hoje. No Brasil ele é dirigido pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). A ginástica artística é a principal modalidade entre as seis da ginástica. As outras são ginástica geral, ginástica rítmica, trampolim, ginástica aeróbica e ginástica acrobática.

Conjunto de exercícios corporais sistematizados, com fins competitivos, em que se combinam força, agilidade e elasticidade. O termo ginástica vem do grego "gymnádzein", que significa treinar e, em sentido literal, exercitar-se nu, a forma como os gregos praticavam os exercícios. Esporte olímpico desde sua primeira edição, em 1896, a ginástica artística é conhecida também como ginástica olímpica. Fora os Jogos Olímpicos, a principal competição é o Campeonato Mundial, que é realizado anualmente.
Origem – A ginástica alcança lugar de destaque na sociedade na Grécia antiga, tornando-se uma atividade fundamental para o crescimento do indivíduo. Os gregos também realizam competições desse esporte, prática que cai em desuso a partir do domínio romano. Apenas no início do século XVIII ela volta a ser praticada como esporte na Europa. São então criadas as escolas alemã (caracterizada por movimentos lentos e rítmicos) e sueca (à base de aparelhos). Elas influenciam o desenvolvimento do sistema de exercícios físicos idealizado por Friedrich Ludwig Jahn (1778-1852), o Turnkunst, origem da ginástica artística praticada atualmente.

Modalidades – A ginástica artística baseia-se na evolução técnica de vários exercícios físicos. Inclui os de aparelho – com o uso de barras, barras paralelas, trave, argola e cavalo de pau – e os de solo – série de movimentos executados sobre um tablado. Para os homens há provas de barra fixa (de 2,55 m de altura), barras paralelas (de 1,75 m de altura e 1,78 m de comprimento), cavalo com alças (de 1,10 m de altura e com uma alça a 45 cm da outra), cavalo de saltos (de 1,35 m de altura), argolas (a 2,55 m do chão) e solo. Mulheres disputam exercícios de solo (com fundo musical), salto sobre cavalo (de 1,10 m de altura), evoluções nas barras assimétricas (de 2,30 m e 1,50 m de altura) e na trave de equilíbrio (de 10 cm de largura, 5 m de comprimento e 1,20 m de altura).

Outras duas variantes do esporte são disputadas nos Jogos Olímpicos: a ginástica rítmica e o trampolim.

Outras competições – A ginástica faz parte das Olimpíadas desde os primeiros jogos, mas no início só os homens podiam competir. Depois de uma apresentação em Amsterdã (1928), as mulheres começam a participar das disputas definitivamente a partir dos Jogos de Berlim (1936). Em anos pares não olímpicos se realizam campeonatos mundiais e há também o torneio dos Jogos Pan-Americanos.

Na história olímpica destaca-se o desempenho das mulheres ginastas, como a soviética Olga Kórbut, medalha de ouro em Munique (1972), e a romena Nadia Comaneci, em Montreal (1976). Aos 14 anos, Comaneci obtém sete vezes a nota 10 do júri, alcançando o ouro nos exercícios combinados, nas barras assimétricas e na trave de equilíbrio, fato inédito na história do esporte.

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