São Vicente e Granadinas | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos de São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas | Aspectos Geográficos e Socioeconômicos de São Vicente e Granadinas


Geografia – Área: 389 km². Hora local: -1h. Clima: tropical. Capital: Kingstown. Cidade: Kingstown (17.200).

População – 129 mil (2018); nacionalidade: são-vicentina; composição: afro-americanos 82%, eurafricanos 14%, ameríndios 2%, europeus meridionais 2%. Idioma: inglês (oficial). Religião: cristianismo 89,1% (protestantes 29,7%, sem filiação 20,3%, anglicanos 17,3%, outros 21,9%), hinduísmo 3,4%, sem religião 2,3%, outras 5,3%. Moeda: dólar do Caribe do Leste.

Relações Exteriores – Organizações: Banco Mundial, Caricom, Comunidade Britânica, FMI, OEA, OMC, ONU. Embaixada: 3216, New Mexico Avenue NW, Washington D.C. 20016, EUA.

SÃO VICENTE E GRANADINAS - ASPECTOS GEOGRÁFICOS E SOCIAIS DE SÃO VICENTE E GRANADINAS

Governo – Monarquia parlamentarista. Div. administrativa: 6 paróquias. Chefe de Estado: rainha Elizabeth II, do Reino Unido. Partidos: Trabalhista Unido (ULP), Novo Democrático (NDP). Legislativo: unicameral – Casa da Assembleia, com 21 membros. Constituição: 1979.

Bandeira de São Vicente e GranadinasSão Vicente e Granadinas  é  um país formado pela ilha de São Vicente e por outras 32 ilhotas – as Granadinas do Norte – localizadas na região das Pequenas Antilhas, no mar do Caribe. São Vicente concentra 90% da área e da população do país, majoritariamente formada por descendentes de escravos africanos. O interior da ilha apresenta relevo montanhoso e acidentado, cortado por vales cobertos de florestas. O ponto mais alto é o vulcão ativo La Soufrière, com 1.234 metros de altitude. O principal produto de exportação é a banana. A economia, antes essencialmente agrícola, apoia-se no setor de serviços, responsável por mais de 65% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2002. O turismo é a atividade mais importante.
 Kingstown, Capital de São Vicente e Granadinas
 Kingstown, Capital de São Vicente e Granadinas

História de São Vicente e Granadinas

Avistadas por Cristóvão Colombo em 1498, as ilhas são ocupadas por britânicos, alemães e franceses até serem cedidas à Inglaterra, em 1783. Os índios caribes resistem aos ingleses até 1796. Os sobreviventes são deportados para Honduras e Belize, e a região é repovoada por escravos africanos, levados para as plantações de cana-de-açúcar e de frutas. As ilhas tornam-se Estado livre associado em 1969 e independente em 1979. A partir de 1996, os Estados Unidos (EUA) acusam o país, na Organização Mundial do Comércio (OMC), de receber subsídios da União Europeia (UE) para a plantação de banana. A crise econômica faz crescer atividades como a lavagem de dinheiro e o plantio de maconha. Em 1998, o primeiro-ministro James Mitchell, do Partido Novo Democrático (NDP), firma acordo com os EUA que permite que soldados dos dois países destruam, em operação relâmpago de dez dias, as plantações de maconha. No ano seguinte, porém, Mitchell ameaça romper o acordo se as empresas bananeiras do país falirem. Em abril de 2000, um aumento de pensões e aposentadorias para ex-parlamentares provoca grandes manifestações populares de protesto. Em outubro, após 16 anos no poder, Mitchell renuncia e é substituído por Arnhim Eustace, também do NPD.

Nas eleições gerais de 2001, o Partido Trabalhista Unido (ULP) conquista 12 das 15 cadeiras em disputa e indica Ralph Gonsalves para primeiro-ministro. O novo governador-geral, Frederick Ballantyne, toma posse em 2002. A passagem do furacão Ivan, em setembro de 2004, causa a destruição de 20% das plantações de banana do país, de acordo com dados do governo. Não há registro de feridos.

http://www-geografia.blogspot.com.br/
www.klimanaturali.org