Leishmaniose - Transmissão, Sintomas e Prevenção

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Leishmaniose - Transmissão, Sintomas e Prevenção

#Leishmaniose - Transmissão, Sintomas e Prevenção
A Leishmaniose é uma doença infecciosa e parasitária causada por cerca de 30 espécies de protozoários do gênero Leishmania. As principais são a brasiliensis, a tropica, a mexicana e a donovani. O protozoário é transmitido pelo inseto Phlebotomus intermedius, conhecido como mosquito-palha ou asa dura, encontrado nas regiões intertropicais e temperadas. Atualmente, a doença é considerada endêmica em cerca de 90 países, atingindo por volta de 12 milhões de pessoas. O Brasil encontra-se, juntamente com Bangladesh, Índia, Nepal e Sudão, entre os cinco países mais afetados pela forma mais dramática da doença, que pode levar à morte.

Transmissão - Apenas a fêmea do inseto transmite a doença, infectando-se com os parasitas contidos no sangue de hospedeiros humanos ou de outros mamíferos, dentre eles, roedores. Durante um período de quatro a 25 dias, o parasita desenvolve-se dentro do inseto, até que este contagie nova vítima, completando o ciclo de transmissão. O período de incubação no homem varia de alguns dias a vários meses.

Sintomas e prevenção - A doença apresenta duas principais formas clínicas: a visceral e a tegumentar, que se subdivide em mucocutânea e cutânea. A forma visceral caracteriza-se por picos irregulares de febre, perda de peso, anemia, aumento do fígado e do baço. Se não for tratada, é fatal. Na forma mucocutânea, o primeiro sintoma é uma secreção nasal seguida de lesões que podem levar à destruição parcial ou total das membranas mucosas do nariz, da boca, da garganta e dos tecidos adjacentes. A forma cutânea provoca lesões permanentes na pele das partes expostas do corpo, como rosto, braços e pernas. As principais medidas de prevenção são o combate ao inseto transmissor e a educação sanitária da população.

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