Vestuário | História da Moda e do Uso do Vestuário

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Vestuário | História da Moda e do Uso do Vestuário

Vestuário. Num grupo social, é sempre a classe dominante que dita a moda, logo copiada ou imitada pelos estratos inferiores. Para manter as distinções, as elites procuram introduzir novas modificações na maneira de vestir, o que estabelece a dinâmica da moda. Contemporaneamente, com a industrialização e a comunicação de massas, os novos estilos são popularizados e ultrapassados com rapidez inusitada.

Vestuário é o conjunto de peças de roupa e acessórios usados sobre o corpo. A necessidade de proteger-se do frio e das adversidades atmosféricas, o pudor, o desejo de estabelecer distinções sociais e a vaidade são alguns dos motivos que determinam seu uso. A roupa cumpre também a função de diferenciar os sexos à primeira vista. Na maior parte das culturas, existem peças exclusivamente masculinas ou femininas, que não guardam relação necessária com a configuração física de um ou outro sexo.

Vestuário | História da Moda e do Uso do Vestuário

As variações dos conceitos de beleza, pudor e imponência condicionam diferentemente o vestuário: entre os maometanos, o respeito ao pudor está garantido se a mulher não desvelar o rosto; tribos de Sumatra e Sulawesi consideram imoral a exposição dos joelhos; em Samoa é impróprio exibir o umbigo; e a mulher chinesa de costumes tradicionais não deve mostrar os pés. Os japoneses banham-se nus em grupos que incluem homens, mulheres e crianças, mas censuram o nu artístico, apreciado no Ocidente.

Numa mesma cultura, existem oscilações quanto à conotação do vestuário: roupas curtas, transparentes ou com amplos decotes podem ser consideradas adequadas a mulheres ocidentais em eventos noturnos e festivos; enquanto diminutos trajes de banho, impróprios para ambientes fechados, são ostentados sem restrições a pleno sol, nas praias e piscinas.

A modificação do aspecto natural por meio da vestimenta se complementa com outros procedimentos, entre os quais a modelagem do corpo, conseguida por meio de exercícios físicos, substâncias químicas ou métodos de constrição ou distensão óssea ou muscular. São exemplos disso a constrição dos pés, praticada na China para as mulheres; e o uso de peças de madeira com o fim de aumentar os lábios, comum entre os índios botocudos brasileiros. Outras práticas são a tatuagem; a execução de cicatrizes ornamentais; a depilação; o corte, tingimento, alisamento e outras modificações dos cabelos, assim como penteados. Por último, complementam o vestuário diversos objetos presos ao corpo, de efeito ornamental, social ou religioso: brincos, colares, braceletes, anéis, ornamentos de nariz, testa e cabelos etc.

Vestuário | História da Moda e do Uso do Vestuário

À semelhança do que ocorreu na esfera econômica, ideológica, social e política, os estilos europeus de vestir se estenderam ao resto do mundo, sobretudo nos séculos XIX e XX. Mesmo assim, as vestes tradicionais não foram totalmente abandonadas em seus países de origem e muitas delas tiveram seu corte e desenho exportado e copiado, para servir de inspiração a estilistas europeus e americanos. Formas não ocidentais de vestuário ainda são muito importantes em países como a Índia e o Japão. A roupa tradicional japonesa, o quimono, deriva do robe chinês. Na Índia, o sari feminino e o dhoti masculino, ambos constituídos de grandes peças de tecido enroladas no corpo de maneira característica, ainda são usados. Originalmente, a parte de cima do tronco era deixada nua mas, depois da conquista dos muçulmanos, no século XII, foram adotados novos estilos, entre os quais calças e jaquetas.

Pré-história. As primeiras peças de vestuário surgiram provavelmente no paleolítico. O homem de Neandertal saía sozinho para caçar e a diferenciação de funções entre o homem e a mulher pode ter originado, nessa época, as primeiras diferenças entre o vestuário masculino e o feminino. No neolítico foram descobertas as fibras vegetais e animais e o tingimento dos materiais.

Egito Antigo. Os egípcios usavam principalmente o linho. A lã era muito escassa e a seda e o algodão, desconhecidos. As técnicas de tingimento eram pouco eficientes e por isso o tecido branco predominava. Jóias e arranjos de flores proviam o colorido.

Egito Antigo

Uma das primeiras peças usadas pelos homens consistia de uma faixa enrolada em torno da cintura, ornada de objetos pendurados. Durante o Médio Império, entraram em moda as vestes longas, da cintura aos tornozelos, ou mesmo pendentes dos ombros. O tronco era freqüentemente deixado nu, embora fossem também utilizadas camisas, igualmente feitas a partir de um retângulo de tecido. Na XVIII dinastia, as pinturas mostram um novo tipo de roupa: uma túnica drapeada, na verdade longa peça de tecido enrolada no corpo de maneira especial. As crianças aparecem sempre nuas nas representações, com a cabeça raspada, exceto pela "mecha das crianças", localizada lateralmente. Homens e mulheres usavam perucas. Os homens frisavam e tingiam a barba e, mais tarde, como símbolo de realeza, passaram a usar peças de metal no formato de uma barba.

Mesopotâmia
Mesopotâmia. O vestuário dos povos mesopotâmicos caracterizou-se pela simplicidade. No final do terceiro milênio antes de Cristo, usavam-se barretes. Os turbantes eram parte da veste real. Os assírios usavam túnicas retangulares e sandálias. Assim como os antigos persas, cultivavam as barbas com extremo cuidado. Em ocasiões festivas, enfeitavam-nas, assim como aos cabelos, com ouro em pó ou em fios, e perfumavam-se com substâncias aromáticas.

Persas, árabes e otomanos. Antes de conhecerem a seda e o algodão, os persas vestiam-se de peles de animais. Usavam calças e era comum um chapéu cônico de couro, às vezes circundado por faixas de tecido. Essa é uma das prováveis origens do turbante. A roupa feminina quase não foi representada nos monumentos persas mais antigos.

A conquista árabe no século VII trouxe modificações no vestuário. A roupa árabe, semelhante para homens e mulheres, consistia de uma peça de tecido enrolada no corpo sob as axilas e uma longa camisa, com ou sem mangas. A camisa, muito larga, era aberta no peito mas fechada no pescoço. Sobrepunha-se outra camisa em forma de saco, feita de lã ou pêlo de camelo. Outra peça de tecido era colocada na cabeça e atada com uma tira ou corda: o haik, usado ainda no século XX. Um manto de lã cobria o conjunto e podia ser usado sobre a cabeça. O véu, faixa de crepe ou musselina preta ou branca, alongava-se por vezes até o chão e podia ser enfeitado com pérolas ou moedas.

A grande migração turca no século XI trouxe novas modificações aos costumes persas e árabes. As calças persas eram largas e ajustadas no tornozelo. Os chinelos de couro com as pontas viradas para cima ainda são usados. No século XVI, as mulheres persas, ao saírem de casa, cobriam-se inteiramente com uma capa. Os homens usavam, por fora das calças, camisas com mangas compridas, sob o caftan e um manto.

Os turcos usavam um pequeno chapéu redondo com barra de pele. Após a conquista de Constantinopla, o sultão imitou o profeta Maomé e envolveu seu chapéu numa longa faixa de musselina. O turbante tornou-se então usual, enrolado diferentemente de acordo com a posição social. No final do século XX, o Oriente Médio conservava poucas das vestes tradicionais, embora os fundamentalistas continuem a incentivar seu uso, sobretudo na Arábia Saudita e no Irã.

Gregos, romanos e bizantinos. Na Grécia arcaica, o vestuário era influenciado pelos costumes do Oriente Médio. No período clássico, era original e harmonioso; no helenístico, extravagante e luxuoso.

As sacerdotisas usavam somente branco, enquanto as outras mulheres vestiam roupas de várias cores. Servos e artesãos usavam roupas escuras. A peça de roupa mais utilizada pelos gregos baseava-se num simples retângulo de tecido enrolado no corpo formando pregas. Na Grécia clássica (século V a.C.), a veste básica era uma túnica, curta para os homens e longa para as mulheres, presa nos ombros por broches. O estilo grego, solto e drapeado, com motivos decorativos, adotou algumas variações ao incorporar o uso de mantos como a clâmide e o peplo.

Os romanos deram continuidade à tradição grega e acrescentaram influências da indumentária etrusca, o que se evidenciou principalmente no uso de pequena toga semicircular. Nítidas distinções de classe passaram a ser associadas às formas do vestuário. A toga -roupa dos homens de estado, usada pelo imperador e altos oficiais - consistia numa faixa habilmente enrolada no corpo. A túnica feminina, que chegava até os pés, era feita de lã, linho, algodão ou seda, e podia ser bordada.

Por influência oriental, o vestuário masculino e feminino tornou-se muito mais rico em Constantinopla, capital do império bizantino. A riqueza dos bordados e jóias ficou patente nos mosaicos bizantinos. A indumentária do imperador Justiniano era de tipo eclesiástico e exibia a hierarquia suprema de seu poder. O suntuoso estilo bizantino foi muito imitado pelos povos vizinhos e perdura até a época contemporânea no ritual das igrejas ortodoxas.

vestuário medieval

Idade Média. O vestuário medieval evoluiu das túnicas merovíngias (de comprimento até a altura dos joelhos, bordadas nas pontas e amarradas por cintos) até as ricas vestimentas da época carolíngia, com enfeites de brocado. As expedições dos cruzados ao Oriente e, na Espanha, o contato com os muçulmanos, disseminaram alguns trajes orientais e elementos como o véu, adotado pelas mulheres casadas. Os homens passaram a usar calças compridas. No século XII, as túnicas ajustaram-se ao corpo das mulheres por meio de botões laterais e ganharam mangas compridas e amplas. O toucado consistia num aro de linho engomado usado sobre uma tira de linho que passava por debaixo do queixo e era presa no alto da cabeça.

Os homens vestiam o gibão, curto e justo, com calças. As classes altas cobriam o gibão com uma espécie de túnica externa e outra solta, a opalanda, com mangas muito largas e gola alta. Entre as mulheres, entrou em moda o surcoat, manto com grandes aberturas laterais. O véu foi abandonado e substituído por vários adornos de cabeça.

Vestuário no Renascimento

Renascimento. A moda italiana se distanciou logo do estilo gótico europeu para adquirir feição própria no Renascimento: ao contrário dos complicados adornos de cabeça do norte, as mulheres italianas usavam penteados mais naturais, embora costumassem enfeitar o alto da testa. Vestiam trajes de mangas largas com aberturas que deixavam ver a camisa branca por baixo. O luxo dos trajes italianos revelava a prosperidade comercial das cidades-estados, que exportaram sua moda para o resto do mundo. A influência alemã, no entanto, se fez sentir no início do século XVI, num estilo de traje masculino derivado do uniforme militar e ornado com várias aberturas que deixavam ver o forro, geralmente de outra cor. O traje continuava a ser formado pelo gibão, o calção e as meias.

O gibão masculino e o traje feminino, ricamente enfeitados, mostravam a borda franzida da camisa, o que antecipava a gorjeira, colar de linho franzido com que freqüentemente se fizeram retratar a rainha Elizabeth I e seus cortesãos. Sobre o gibão, levava-se uma peça chamada jacket e outra túnica aberta que caía em grandes pregas desde os ombros. Também se generalizou o uso da capa. A moda espanhola, que adotava as peças justas e as cores escuras, principalmente o negro, impôs-se à alemã. As gorjeiras se desenvolveram muito, até formar grandes golas duras de renda. Também começaram a ser empregadas armações de arame sob as saias: a verdugada, antecedente do merinaque do século XIX.

Século XVII. A indumentária das cortes européias do século XVII, principalmente a de Luís XIV, deu continuidade, em princípio, aos modelos do século anterior. A influência espanhola manteve-se durante algum tempo, principalmente nos Países Baixos, onde era muito apreciada pelos puritanos. As gorjeiras foram substituídas por colarinhos caídos de renda, que cobriam os ombros. O traje masculino dos mosqueteiros franceses e dos cavaleiros ingleses inspirava-se nos uniformes militares: calções, gibão, capa curta pendurada num ombro e chapéu de aba larga. O traje feminino constava de corpete, anáguas e vestido. O corpete, com amplo decote, podia levar rendas e fitas de seda. As mangas eram aumentadas com enchimento.

Por influência persa, adotou-se na vestimenta masculina o que seria o antecedente do terno moderno: o chamado vest, colete muito longo, abotoado até embaixo, sobre o qual levava-se uma casaca. No pescoço, começou-se a usar a gravata de renda ou musselina, derivada das que usavam os croatas a serviço do Exército francês.

O cabelo, que a princípio era solto e liso, começou a ser mais elaborado com o emprego de apliques. A partir de 1670, a peruca se tornou um elemento indispensável. A mais luxuosa era a infólio, grande e pesada. O costume de empoar as perucas é posterior, do final do reinado de Luís XIV. As mulheres não usavam peruca, mas sim chapéus extravagantes muito altos.

Século XVIII. Os últimos vinte anos do século XVII anteciparam o que seria a moda do século seguinte, dominado pelo grande prestígio da corte de Versalhes. Na indumentária masculina, a peruca teve grande importância até a revolução francesa. Havia vários tipos delas, entre as quais a dos soldados, leve e presa com laços na nuca. Ao longo do século, esse adorno foi reduzido até ficar limitado a alguns encaracolados do lado do rosto e a uma trança.

Com Luís XV, os trajes femininos tornaram-se mais soltos e vaporosos; os vestidos tinham pregas nas costas que caíam até o chão. O merinaque foi utilizado para dar volume ao traje feminino, cuja forma variava consideravelmente. Os componentes básicos eram corpete e saias, eventualmente abertas na parte dianteira, deixando entrever as anáguas, ricamente decoradas. O corpete podia também ser aberto, mostrando uma peça de tecido bordada, com laços e rendas. As mangas chegavam até o cotovelo, muitas vezes arrematadas com enfeites.

O traje masculino conservou por várias décadas a estrutura do século anterior. A casaca tornou-se mais comprida e com mais aberturas e as mangas se estreitaram. Sob a casaca, vestia-se um colete bordado, confeccionado em tecido diferente. Os calções chegavam até os joelhos e o traje se completava com um chapéu de três bicos. A influência britânica trouxe um tipo de traje masculino mais leve e informal. A simplificação do vestuário evidenciou o gosto neoclássico.

Revolução francesa e o século XIX. Os complicados penteados, as perucas empoadas e os chapéus da época de Luís XVI e de Maria Antonieta foram abolidos com a revolução francesa. A burguesia impôs sua moda. Os homens adotaram o estilo dos trajes de campo ingleses -- com chapéu alto, lenço no pescoço, jaqueta com lapelas, colete, calções e botas -- e eliminaram as casacas bordadas, as rendas e as meias, a partir de então restritas aos chamados incroyables franceses da década de 1790, iniciadores do estilo romântico. As mulheres buscaram a leveza em vestidos de cintura muito alta, que caíam retos até os pés. Esse estilo foi chamado "império".

Nos primeiros anos do século XIX, surgiram publicações impressas ilustradas com vestuário. A expedição de Napoleão ao Egito trouxe nova moda orientalista para a França, enquanto o Reino Unido, principal adversário dos franceses, procurava a máxima diferenciação de costumes. Ao restabelecerem-se as relações amistosas entre os dois países, as mulheres britânicas adotaram a moda francesa e, por sua vez, os homens franceses se decidiram pelo estilo britânico, em geral muito bem acabado, devido à alta qualidade do trabalho dos alfaiates do Reino Unido. Os dândis ingleses inspiraram a moda européia, com um vestuário bem cortado, ajustado ao corpo. O traje feminino exigia o uso de espartilho para afinar a cintura, com saia e mangas muito largas. As mulheres cobriam a cabeça com toucas ou capotas amarradas com laços, e levavam uma pequena bolsa e um guarda-sol como complementos do conjunto romântico.

A partir de 1837, as rodas exageradas das saias se reduziram e o traje masculino eliminou os excessos a que havia chegado o modelo dândi. O fraque tornou-se muito usado, assim como o redingote ou o casaco, mais curto. As camisas tornaram-se mais lisas, e as gravatas, mais finas. Popularizaram-se a calça, o chapéu de copa e grande variedade de casacos (chesterfield, paletó). A roupa masculina, mais sóbria e menos colorida, começava a tomar a forma que conserva até a atualidade.

Em meados do século, o traje feminino aumentou de volume graças a inúmeras anáguas que, por seu peso, dificultava a movimentação. Data dessa época a invenção da crinolina, armação à base de anéis metálicos flexíveis que substituía com vantagem as anáguas. A crinolina logo deslocou-se para trás e se tornou mais leve, o que deu origem a um levantamento na parte traseira da roupa por meio das anquinhas, que mais tarde desapareceriam, substituídas por um simples pregueado de tecido e uma cauda longa.

Os esportes também exerceram influência sobre o desenho das roupas, que se adaptaram às necessidades de cada modalidade. Assim, os trajes para andar de bicicleta, para o tênis ou para o banho inspiraram a moda quotidiana para homens e mulheres.

Século XX. No início do século XX a figura feminina adotou a forma de um S invertido, obtida com a ajuda de um espartilho apertado que empurrava o busto para a frente e as cadeiras para trás. A saia era justa e o corpete profusamente decorado com rendas. Aos penteados já altos sobrepunham-se ainda chapéus achatados e enfeites de plumas e flores.

Paralelamente, divulgou-se o tailleur, mais de acordo com as novas necessidades da mulher trabalhadora. A silhueta feminina transformou-se com trajes mais soltos e corpetes menos rígidos. Depois da primeira guerra mundial, prevaleceu a forma dos trajes em tubo, com talhe baixo e, a partir de 1920, saia mais curta. Surgiu pela primeira vez entre as mulheres um corte de cabelos curto, à la garçonne. As mulheres impuseram-se no mundo da moda como estilistas, entre as quais destacaram-se Coco Chanel e Elsa Schiaparelli. A partir da década de 1930, a moda foi ditada também pelo cinema e os vestidos tornaram-se elegantes e retos, com ombros largos.

Desde a segunda guerra mundial, o vestido passou por contínuas mudanças de estilo. A partir do new look de Christian Dior, de 1947, a moda européia passou por períodos de recuperação de estilos e elementos do passado (cinturas estreitas e saias volumosas); impôs novos esquemas geométricos (desenhos de Paco Rabanne e Courrèges, de 1968); e o ressuscitou formas mais livres e naturais (estilos neo-romântico e hippie). Na década de 1960 o surgimento da minissaia, criada por Mary Quant, suscitou polêmica.

A alta-costura perdeu a exclusividade de criação de roupas e o prêt-a-porter ampliou as possibilidades de mudança e difusão da moda. As grandes lojas passaram a distribuir seus modelos em larga escala. Nas últimas décadas do século XX, estilos jovens e informais inundaram o mercado da moda. O jeans e a camiseta impuseram-se como trajes de homens e mulheres de todas as idades e classes sociais. Surgiram novos materiais para a confecção de roupas, como o náilon e a lycra. Aos centros tradicionais de moda - França, Itália e Reino Unido -, somaram-se outros de grande relevância, como os Estados Unidos da América e o Japão.